Mais carinhos, por favor!

Ai os miminhos e os carinhos… tudo isto é Amor!

Na infância lembro-me de me aninhar no colo da minha mãe, era tão bom! Lembro-me porque já era um pouco grande, mas isso não interessa, o conforto e os miminhos eram mesmo muito bons. Tanto para mim como para a minha mãe! Hoje sou eu que dou colo, dou carinhos, abracinhos, beijinhos, tudo o que começa em “inhos” e termina em Amor.

E são estas coisas tão simples, que nos afetam de modo positivo, que nos alteram enquanto pessoas, enquanto seres emocionais. E só necessitamos desta palavra… AMOR… e colocamos mão à obra!

É um grande feito, para o nosso desenvolvimento. Segundo alguns estudos da neuropsicologia, o contacto físico e o carinho são muito importantes para o desenvolvimento cerebral das crianças, melhorando a memória e as funções cognitivas.

Dá-se uma libertação da ocitocina, que é a famosa hormona do amor. E assim criam-se vínculos estáveis, ficamos mais bem-dispostos, eliminamos o stress e frustrações. Somos mais felizes!

Por tudo isto, recomendamos: CARINHO SEMPRE! Em todas as fases da vida, em todos os momentos, aos familiares, aos amigos, aos vizinhos, aos colegas de trabalho, ao gato e ao cão… e si próprio! Nunca é demais… é o melhor! E é gratuito! É a melhor coisa da vida, nem que seja por instantes! Nunca deixe de dar carinhos, nunca deixe de sentir o Amor dentro de si!

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Os meus filhos nasceram com o smartphone na mão! E agora?

A era digital em que vivemos torna o acesso às tecnologias não só fácil como quase obrigatório. Para as crianças, a utilização de tablets, smartphones e até computadores parece não encerrar nenhum mistério.
E, se por vezes, os pais se preocupam com esta utilização, outras vezes para que os filhos parem com birras ou lhes dêem um pouco de tempo livre são eles próprios que lhes dão o smartphone com aqueles vídeos que tanto gostam.
Esta utilização maciça faz parte do nosso dia-a-dia e é cada vez mais difícil resistir-lhe. Mesmo quando os pais restringem este uso, nos outros ambientes em que a criança interage, irá ter o mesmo acesso. Por estes motivos, a utilização das tecnologias pelas crianças, é muitas vezes um assunto que causa algumas dúvidas e conflitos nos pais. A resposta pode estar no equilíbrio. Para saber mais acerca deste assunto e obter algumas dicas úteis para gerir esta utilização, leia o seguinte artigo de opinião de Cátia Sacadura e Rosário Carmona e Costa. https://www.publico.pt/2017/11/05/culto/noticia/4-ideias-inquietantes-sobre-a-utilizacao-das-tecnologias-1791150

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

7 dicas para ser uma super mãe, sem esquecer de si própria

Estes 7 conselhos são dedicados a todas as mães que esqueceram a mulher que havia nelas em prol dos seus filhos:

  1. Dê aos seus filhos, educação, valores e orientação para que tenham as próprias experiências de forma responsável. Lembre-se que a superproteção os torna pessoas dependentes.
  2. Comprar coisas para os seus filhos, de modo a compensar o tempo que não consegue passar com eles, não é solução. É importante assumir que é mulher, mãe, esposa, trabalha e tem os seus hobbies – tudo isso faz parte da sua vida e como tal por vezes o tempo é curto para estar com os seus filhos. Lembre-se que é mãe em “part-time” e o que importa é a qualidade, logo esses pequenos momentos são para eles e com eles, não deixe que nada interfira.
  3. Tire proveito dos encontros em família: descontraia, brinque, eduque, partilhe afetos, desfrutando apenas desse momento.
  4. Peça para que todos respeitem o seu tempo, assim conseguirá realizar melhor todas as suas tarefas e sentir-se bem consigo própria. O amor e afeto que dedica aos outros está diretamente relacionado com o amor que dedica a si própria.
  5. Alimente a sua relação conjugal – invista na cooperação, cumplicidade e romantismo.
  6. Reserve algum do seu tempo para as suas amizades.
  7. Valorize-se! O seu valor não se mede apenas enquanto mãe, mas sim enquanto a pessoa que é!

Saiba que os seus filhos serão mais felizes se virem a sua mãe plenamente feliz, e ser mãe é apenas uma parte da pessoa que há em si. Seja feliz por inteiro.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica