Deixe de ser sapo fervido…

“ Vários estudos científicos comprovam que um sapo colocado num recipiente, com água da sua lagoa, fica estático durante todo o tempo. A água vai aquecendo e chega mesmo até a ferver. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e acaba por morrer quando a água ferve. lnchadinho e feliz! Por outro lado, um sapo que seja colocado neste recipiente já com a água a ferver salta imediatamente para fora. Meio “cozido”, porém vivo!
No nosso dia-a-dia, no trabalho, na família, na sociedade presenciamos comportamentos similares ao do sapo fervido. Muitos de nós não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar, que é só dar algum tempo!
Assim, acabam por “morrer” inchadinhos e felizes, sem terem percebido ou avaliado o resultado das suas ações (ou falta de). Outros, ao serem confrontados com novos problemas/desafios/questões, saltam, ou seja fazem o trabalho que é necessário para lidar da melhor forma com o sucedido.
Existem vários sapos fervidos por aí, prestes a morrer, porém vão boiando estáveis e impávidos na água que aquece a cada minuto. Sapos fervidos, que não percebem que o conceito de mudança significa cuidar de uma forma eficiente do lugar que ocupam, no mundo e em si próprios. Não há futuro se não administramos o presente. Desta forma, os sapos fervidos não percebem, que na vida, além de serem eficientes (fazer bem as coisas), precisam de ser eficazes (fazer com que as coisas certas sejam feitas).
Precisamos de estar atentos para não sermos sapos fervidos. Saltemos fora, antes que a água ferva. O mundo precisa de nós, meios chamuscados, mas vivos, abertos para a mudança e prontos para agir.”
Autor Desconhecido

Na PSIC podemos ajudá-lo nesta mudança, deixe de ser sapo fervido! Saiba que através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback a PSIC, poderá facilitar todo o seu processo de mudança para uma vida mais ativa e positiva. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Testemunho – Voltei a amar-me…

Aléxia de 45 anos, gestora e mãe de 3 filhos, procurou a PSIC pois pretendia sair do estado depressivo que se encontrava já há alguns anos. Atualmente, a cliente deparava-se com todas as burocracias e problemas que muitas vezes são inerentes a um processo de divórcio, o que veio exacerbar o seu estado depressivo.
Aléxia chegou à PSIC, com pouca esperança de que a pudéssemos ajudar, afinal já tinha recorrido anteriormente a ajuda profissional (psiquiatria), mas sem sucesso.
Desta forma, a PSIC achou pertinente partilhar o testemunho da Aléxia. Sabemos que o caso da nossa cliente não é de todo um caso isolado e por isso, gostaríamos de poder ajudá-lo a si, ou a outra pessoa que conheça que se encontre numa situação semelhante.

“ O que me fez procurar a clínica e ajuda de um profissional foi o facto de eu me encontrar num estado depressivo há imensos anos, já tinha recorrido a medicação, a ajuda profissional, nomeadamente de psiquiatria. Mas mesmo assim não melhorava. Então com o acontecimento atual, o meu divórcio resolvi procurar ajuda.
A verdade é que eu não tinha muita fé em que iria resultar, não acreditava muito que iria ficar bem. Mas mesmo assim vim procurar ajuda, pois já não queria mais viver.
Hoje e passado três semanas de tratamento sinto-me linda, amada pelos meus filhos e tenho vontade de viver e quero ser feliz.
Passo o dia sem chorar, sem pensar em situações depressivas, já tenho vontade de sair, de me arranjar de fazer ginástica e de passear com os meus filhos. Ainda preciso de aprender e melhorar a minha reação a situações de raiva, mas já me sinto bem e voltei a amar-me.” Aléxia.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Um dia também tu serás um velho…

“Um homem frágil e velho foi viver com o filho, a nora e o neto de 4 anos. As mãos do homem velho tremiam, tinha a visão turva e o passo hesitante. A família comeu junto à mesa. Contudo, as mãos trémulas do avô ancião e a sua visão desfocada dificultavam o ato de comer. As ervilhas rebolaram da colher para o chão. Quando pegou no copo, o leite derramou-se na toalha da mesa. A confusão irritou ferozmente o seu filho e a sua nora: “Temos de fazer alguma coisa em relação ao avô” disse o filho, “leite derramado, ouvi-lo comer ruidosamente e muita comida no chão”.
Assim, o marido e a esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala, onde o avô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar. A partir da altura em que o avô partiu um ou dois pratos, a sua comida passou a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava de relance na direção do avô, às vezes, avistavam uma lágrima no canto do seu olho por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal lhe dava eram advertências acentuadas, quando ele derrubava um garfo ou derramava a comida.
O neto assistiu a tudo em silêncio. Uma noite, antes da ceia, o pai reparou que o seu filho estava a brincar no chão com tigelas de madeira. Ele perguntou docemente à criança: “o que estás a fazer?”. Do mesmo jeito dócil, o menino respondeu “oh, eu estou a construir uma pequena tigela para ti e para a mãe comerem a comida, quando eu crescer”. O neto sorriu e voltou a trabalhar.
As palavras do menino feriram os pais que ficaram mudos. Então, as lágrimas começaram a fluir pelos seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi dita, ambos souberam o que deveria ser feito. Naquela noite, o marido pegou na mão do pai e com suavidade conduziu-o para a mesa. Para o resto dos seus dias de vida, o avô comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem o marido nem a esposa, se voltaram a inquietar quando um garfo era derrubado ou o leite derramado, ou quando a toalha da mesa ficava suja.
Autor Desconhecido
A velhice é uma etapa da vida com grandes desafios e dificuldades. Cabe-nos a nós, saber lidar de forma equilibrada com as necessidades e limitações apresentadas nesta nova fase da vida, e também aprender com as mesmas.

Lembre-se, a velhice chega a todos, e por este motivo, nunca se esqueça: é fundamental acrescentar vida aos anos e não apenas anos à vida. Não permitamos que, sejam feitas mais tigelas de madeira. Todo o ser humano tem a sua dignidade, independentemente da fase de vida em que se encontra!

Recomendamos que leia também o nosso artigo sobre Qual deve ser o papel dos avós na educação de uma criança?

Saiba que na PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, podemos ajudá-lo a si e ao seu familiar a lidar com o envelhecimento e a alcançar o equilíbrio emocional, colmatando algumas das dificuldades inerentes desta fase, proporcionando-lhes bem-estar e uma vida mais feliz. Para saber mais sobre como podemos ajudar, contacte-nos.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica