O que é a tricotilomania?

A tricotilomania é um impulso de arrancar o próprio cabelo ou pelos. A pessoa sente uma necessidade à qual não consegue resistir, mesmo sabendo que não o devia fazer. Pode arrancar pelos do couro cabeludo, sobrancelhas ou outras partes do corpo.

Habitualmente, este impulso ocorre após um estado de tensão interna crescente e existe um certo alívio depois de arrancar os pelos. Pode estar associado a momentos de maior stress, funcionando como uma estratégia desadaptativa para lidar com o stress ou ansiedade. Por outro lado, pode também tornar-se num hábito ou ritual diário em que a pessoa arranca os pelos ou cabelos quase de forma automática enquanto faz determinadas atividades como ler, estudar, falar ao telefone, conduzir.

 

Muitas vezes, após arrancar os pelos, é comum enrolar os fios arrancados nos dedos, morder ou mastigar os fios ou até mesmo engolir, podendo levar a problemas gastrointestinais.

 

Esta condição pode levar à perda de cabelo ou pelos em zonas especificas do corpo que a pessoa vai tentar esconder. Por este motivo, também a autoestima pode ser afetada, bem como haver um aumento da ansiedade e o aparecimento de sintomas depressivos.

Se se identifica com o que descrevemos ou conhece alguém a passar por esta situação, saiba que podemos ajudá-lo a lidar com a ansiedade e o stress de uma forma saudável. Entre em contacto connosco.

 

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

 

Confesso: eu não sou Feliz!

Eu não sou Feliz!

Quantos de nós têm a coragem de contar este segredo a alguém? O que nos impede de conseguir a tão ambicionada felicidade?

A felicidade é um dom.

Conta uma lenda que em tempos longínquos os homens eram felizes. Não se sabe porquê, nem exatamente quando começou, mas outras emoções começaram a habitar dentro dos homens: a raiva, a inveja, a vingança, a incapacidade de perdoar… Num determinado momento perderam o direito ao dom e começaram a adoecer. Esse dom foi guardado onde dificilmente teriam acesso. Procuraram em toda a parte, por todos os cantos do mundo, e noutros sítios que o dinheiro pode comprar. Mas não procuraram onde ele sempre esteve: dentro de cada um.

Venha comigo, assista este vídeo do cardiologista Dr. Fernando Lucchese e descubra uma equação para a felicidade: https://youtu.be/3pgjIyVKDmQ

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Como a terapia da dança pode ser fundamental no ensino especial

Quando incluímos a dançaterapia no dia a dia de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, estamos a permitir uma liberdade corporal e espacial, promovendo a sua inclusão na sociedade.

A sua intervenção terapêutica auxilia nos comportamentos psicomotor, na motricidade global e criatividade. Estudos revelam que a união da música e da dança melhora as vias sensoriais, a função motora, o equilíbrio e até a criatividade.

Os movimentos são simples, respeitando a saúde física/mental da pessoa, onde o importante é ser acolhido, através do movimento.

9 benefícios da dançaterapia na educação especial:
1. Diminuição da rigidez muscular
2. Melhoria da coordenação motora
3. Melhoria da frequência respiratória
4. Elasticidade
5. Aceitação e integração social
6. Valorização das diferenças
7. Desenvolvimento das capacidades cognitivas
8. Desenvolvimento da motivação
9. Autoestima

Inicialmente podem parecer pequenos passos, que à posteriori se tornam grandes feitos!
A dança é vivacidade, é emoção e é inclusão!

Aproveite para rever o nosso artigo sobre terapia da dança aqui.

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica