Tenho vergonha de ir a um psicólogo…

Muitas pessoas sentem necessidade e interesse em ir ao psicólogo. No entanto, o preconceito, a vergonha e muitos outros sentimentos fazem com que a pessoa adie a procura de um profissional da área. Todos nós em algum momento da vida necessitamos que alguém nos ajude a resolver os nossos conflitos internos, a superar as nossas dificuldades e a ressignificar histórias e sentimentos.

Quando temos algum problema de saúde, imediatamente procuramos um médico da especialidade. Então porque é que quando não estamos bem emocionalmente não procuramos um psicólogo? Liberte-se de tabus e de ideias arcaicas como: “Os psicólogos são para os malucos ou para os fracos”.

Procurar ajuda terapêutica é um sinal de desenvolvimento, consciência, maturidade, amor próprio e coragem para atingir o seu equilíbrio emocional e bem-estar.

Caso seja uma dessas pessoas que insiste em adiar a psicoterapia, livre-se de todas esses pensamentos que atrapalham a sua vida e procure um profissional da área.

Se já deu este passo, ficamos muito felizes por si. Aproveite cada minuto da sua psicoterapia. Agora, terá de libertar-se da necessidade de no final da terapia sair pela “porta dos fundos” para que ninguém o veja ou para que ninguém perceba que esteve a chorar, bem como a necessidade de dizer numa chamada telefónica que está no médico ou no dentista. Tenha orgulho do passo que tomou e não o esconda de ninguém. Quando sai do dentista não esconde o efeito que a anestesia faz ao seu rosto, pois não? É normal, tão normal como os seus olhos vermelhos por ter chorado, depois de uma consulta de psicologia.

Não deixe para depois a sua psicoterapia, nem que nenhum preconceito ou vergonha o façam deixar de lado o seu bem-estar. Visite-nos na Clínica PSIC e receba uma consulta informativa gratuita 
, temos ao seu dispor profissionais qualificados que o poderão ajudar.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Mais carinhos, por favor!

Ai os miminhos e os carinhos… tudo isto é Amor!

Na infância lembro-me de me aninhar no colo da minha mãe, era tão bom! Lembro-me porque já era um pouco grande, mas isso não interessa, o conforto e os miminhos eram mesmo muito bons. Tanto para mim como para a minha mãe! Hoje sou eu que dou colo, dou carinhos, abracinhos, beijinhos, tudo o que começa em “inhos” e termina em Amor.

E são estas coisas tão simples, que nos afetam de modo positivo, que nos alteram enquanto pessoas, enquanto seres emocionais. E só necessitamos desta palavra… AMOR… e colocamos mão à obra!

É um grande feito, para o nosso desenvolvimento. Segundo alguns estudos da neuropsicologia, o contacto físico e o carinho são muito importantes para o desenvolvimento cerebral das crianças, melhorando a memória e as funções cognitivas.

Dá-se uma libertação da ocitocina, que é a famosa hormona do amor. E assim criam-se vínculos estáveis, ficamos mais bem-dispostos, eliminamos o stress e frustrações. Somos mais felizes!

Por tudo isto, recomendamos: CARINHO SEMPRE! Em todas as fases da vida, em todos os momentos, aos familiares, aos amigos, aos vizinhos, aos colegas de trabalho, ao gato e ao cão… e si próprio! Nunca é demais… é o melhor! E é gratuito! É a melhor coisa da vida, nem que seja por instantes! Nunca deixe de dar carinhos, nunca deixe de sentir o Amor dentro de si!

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Os meus filhos nasceram com o smartphone na mão! E agora?

A era digital em que vivemos torna o acesso às tecnologias não só fácil como quase obrigatório. Para as crianças, a utilização de tablets, smartphones e até computadores parece não encerrar nenhum mistério.
E, se por vezes, os pais se preocupam com esta utilização, outras vezes para que os filhos parem com birras ou lhes dêem um pouco de tempo livre são eles próprios que lhes dão o smartphone com aqueles vídeos que tanto gostam.
Esta utilização maciça faz parte do nosso dia-a-dia e é cada vez mais difícil resistir-lhe. Mesmo quando os pais restringem este uso, nos outros ambientes em que a criança interage, irá ter o mesmo acesso. Por estes motivos, a utilização das tecnologias pelas crianças, é muitas vezes um assunto que causa algumas dúvidas e conflitos nos pais. A resposta pode estar no equilíbrio. Para saber mais acerca deste assunto e obter algumas dicas úteis para gerir esta utilização, leia o seguinte artigo de opinião de Cátia Sacadura e Rosário Carmona e Costa. https://www.publico.pt/2017/11/05/culto/noticia/4-ideias-inquietantes-sobre-a-utilizacao-das-tecnologias-1791150

Descubra mais artigos sobre parentalidade no nosso blog

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Carla Santos – Psicóloga Clínica