Testemunho: EFT – Displasia Rotuliana e o medo de andar de bicicleta

Sou Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta. Em 2002 descobri o EFT (Emotional Freedom Tecniques®) e foi em Portugal que fiz o nível 1 e 2 (antes do EFT Oficial). Como sempre preferi a prática ensinada pelo Gary Craig, desde 2010 estudo o EFT Oficial. Tenho estudado e aperfeiçoado o EFT clínico – Gold Standart EFT-Tapping, o Optimal, que utilizo ora isoladamente, ora de forma integrada nas sessões de hipnoterapia ou de psicoterapia. A seguir apresento um caso que trabalhei exclusivamente com EFT Clínico e que acompanhei a evolução dos resultados a longo prazo.
A A.M. vinha com um diagnóstico de restrição física devido a um problema congénito na coluna, contendo uma vértebra sacral a mais, somado a um problema no joelho. As orientações médicas foram de restrição em relação ao levantamento de pesos e uma atenção constante à postura corporal. Também alertou para possíveis dores durante a gravidez e parto. Deixo aqui o seu testemunho.

“Quando iniciei o EFT, foi por causa de uma queda de bicicleta, quando tinha 28 anos. Bati com a cabeça e magoei o joelho direito. Andava a treinar para ir a Santiago de Compostela e achei que não iria ser capaz. Ao iniciar o trabalho com esse medo de cair, surgiu o medo de ficar em cadeira de rodas. Após limpar esta situação, veio o medo de me magoar no joelho esquerdo, ao ponto de ficar sem andar (foi-me diagnosticada uma Displasia Rotuliana, nesse mesmo joelho, em que o médico me disse que tinha que andar com uma joalheira quando fizesse desporto mais intensivo). Em seguida, veio a questão de a minha bicicleta estar a vir da Madeira, pois estava a mudar a minha vida toda para o Porto. Senti que iria sair do meu porto seguro e senti medo que as coisas não resultassem, que o casamento não desse certo. Limpei essa questão, entretanto surge o medo de encarar a vida tal como ela é e de ir para a vida por assim dizer. Limpei todos estes factos, senti-me muito bem, confiante e feliz, o próximo passo era a viagem de Santiago.
Após as sessões, foi sugerido que realizasse o EFT pelo caminho de Santiago de Compostela e assim o fiz, para as dores físicas/cansaço e aspetos negativos que surgissem. Fiz 3 rodadas em cada dia (foram 3 dias para chegar a Santiago). Senti-me muito bem a fazer o caminho, não tive medo nenhum, não tive dores nas articulações, fui sem a joalheira. Senti-me feliz e o que era apenas um passeio de lazer, para mim tornou-se algo mais profundo, consegui controlar a mente e o corpo e consegui concretizar os meus objetivos.
A partir de Santiago, a minha vida transformou-se, o EFT tornou-se uma prática constante sempre que necessário, especialmente na questão da ansiedade. Durante os últimos 4 anos casei e tenho um filho de 13 meses, a gravidez foi feliz e esqueci-me dos prognósticos dados pelo médico pela ausência dos sintomas. Tornei-me proactiva e comecei a realizar meus sonhos e vi que nada é impossível.” A.M.

Saiba mais sobre EFT – Emotional Freedom Tecniques® aqui.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

JANEIRO – Tomar Decisões

Certo dia uma mulher não conseguia decidir-se por qual das duas portas deveria sair de um aposento. Ambas as portas levavam ao mundo exterior. Após algumas horas de indecisão, a mulher foi empilhando mesas e cadeiras diante de uma das portas. Foram tanta as cadeiras e mesas que empilhou que caiu num sono profundo, de tanto cansaço.

No dia seguinte, ainda bem cedo, levantou-se e examinou o mesmo problema novamente. Uma das portas estava livre, mas a outra estava bloqueada por uma pilha de cadeiras e mesas. A mulher suspirou de alívio e disse: “Agora já não tenho escolha.”

Autor Desconhecido

Procrastinação & autossabotagem – uma dupla inseparável!

Esta dupla Procrastinação & Autossabotagem bloqueia o fluxo da vida. Impede-nos de seguir em frente e implica um interminável adiar dos nossos desejos e sonhos.

As pessoas que aqui chegam em busca de ajuda apresentam-se sobrecarregadas de culpa, autocensura, autoataque e desespero consigo próprias. Rotulam-se de preguiçosas e de não querer nada com a vida. Reclamam que por mais que tentem, são sempre vencidas. Sentem-se sem motivação, paralisadas e impotentes.

O que alimenta o funcionamento desta dupla Procrastinação & Autossabotagem? É necessário aprofundar e entender porque não consegue fazer o que planeou e tomar consciência dos bloqueios internos, que alimentam esta paralisação.

Na vida, momento a momento, fazemos o que sabemos e o que podemos para sobreviver. O acumular das experiências negativas porque passamos, é criado para manter a nossa integridade psíquica. Com o passar do tempo tornam-se parte de nós. Embora já não necessitemos delas, por já termos outros recursos, resgatamo-las cada vez com mais força. Saiba que temos forças inconscientes que nos protegem e nos defendem do sofrimento e tudo que passamos durante a vida.

Mas como combater esta notável dupla, cheia de boa intenção? Como fazer melhor? Como deixar a vida fluir em direção ao seu desejo?
1 – Em primeiro lugar precisamos de entender os padrões defensivos e os medos responsáveis por esta defesa de sobrevivência. Cada pessoa tem a sua própria maneira de responder aos congelamentos emocionais.
2 – O importante é começar! Fazer algo diferente do que vem fazendo. A mudança de estratégia estimula o corpo e a mente a realizar o que deseja. Passo a passo, amplie as suas iniciativas e crie novas possibilidades de quebra do vício de estagnar a própria vida. Só você pode quebrar a resistência e eliminar as desculpas para as suas frustrações, que surgem a cada desistência de si mesmo. O importante é cooperar para a sua vida fluir.
3 – Talvez tenha tentado isto e muito mais. Eu sei que sozinho é difícil vencer essa dupla – procrastinação e autossabotagem – uma estratégia eficaz para tirá-las do seu velho trono é pedir apoio. Foi o que fez a Luísa – leia aqui o seu testemunho

A PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, pode ajudá-lo a vencer esta dupla e retirar todo proveito do fluir da vida. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica