Moving Emotions – e assim nasce uma nova Terapia de Dança

Moving Emotions nasce de um amor pela dança e pela psicologia. É livre de modelos pré-concebidos. O objetivo é a conexão que se cria entre o verdadeiro EU e o mundo exterior, através de movimentos espontâneos e orientados. A pessoa expressa-se livremente através da dança/música.

A necessidade terapêutica do movimento leva a que a pessoa esteja em contacto com o seu corpo e mente, sentindo cada pormenor de si mesmo, tanto físico como emocional. Esta nova dança terapia promove a consciência e a capacidade do individuo se expressar emocionalmente – gera um desbloqueio emocional, evoca paz, leveza e equilíbrio interior. Criam-se novas ligações neuronais e proporciona memórias felizes, num ambiente acolhedor e tranquilo.

Com esta nova prática de dança terapêutica, o Moving Emotions pretende mudar os padrões internos, através de uma tomada de consciência. É uma nova fusão holística entre a psicologia, dança e a música.

Tem curiosidade em saber mais sobre a terapia da dança? Leia o nosso artigo A Dança como terapia

Em breve teremos mais novidades desta nova terapêutica de dança. Esteja atento.

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Homofobia e preconceito – qual o impacto nos jovens?

De acordo com a notícia publicada no Jornal Público Brasil: Tribunal autoriza psicólogos a realizarem terapias de “reversão sexual”

foi promulgada uma decisão liminar que autoriza os psicólogos a tratarem a homossexualidade como doença. Um passo atrás?

Em 1973, a homossexualidade foi retirada do DSM – manual diagnóstico e estatístico de perturbações mentais, usado como principal instrumento de diagnóstico por psicólogos e psiquiatras.
Em 1990, foi a vez de a Organização Mundial de Saúde deixar de considerar a homossexualidade como uma doença.
Em 2017, 27 anos depois, a discriminação e preconceito face às questões da orientação sexual ainda marcam a nossa sociedade.

A orientação sexual diz respeito ao género pelo qual uma pessoa se sente atraída afetiva e sexualmente, podendo ser considerada heterossexual (atração por pessoas de género diferente), homossexual (atração por pessoas do mesmo sexo) ou bissexual (atração por pessoas de ambos os sexos). A ciência comprovou que qualquer uma das orientações sexuais são variantes da sexualidade humana e, por isso, não são perturbações ou doenças que podem ser tratadas ou revertidas com algum tipo de intervenção.

A consciência da orientação sexual ocorre normalmente durante a adolescência, considerado o período de excelência das questões, dúvidas, explorações e descobertas. Alguns jovens referem que desde crianças se sentem “diferentes”. Um adolescente que se apercebe que a sua preferência sexual tende para pessoas do mesmo género passa por um período de grande confusão, ansiedade e medo, em grande parte devido aos estereótipos e preconceitos construídos pela sociedade, que muitas vezes estão muito enraizados na própria família. Além do intenso sofrimento associado ao facto de se sentir “diferente” e não desejado, podem ainda existir consequências negativas no desenvolvimento psicológico, físico e relacional, tratando-se por isso de um assunto que merece toda a nossa atenção.

Damos o apoio necessário aos jovens e adolescentes que se debatem interiormente com estas questões: não há nada de errado com eles!

Se se debate com estas questões ou conhece alguém que o faz, entre em contacto connosco.

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

O que tem de saber sobre incontinência fecal infantil

A encoprese ou incontinência fecal é uma perturbação de eliminação, consistindo na falta de controlo regular dos esfíncteres durante o dia ou durante a noite. Na encoprese, a criança com 4 ou mais anos faz cocó involuntariamente, em lugares inapropriados, consecutivamente e durante um período de tempo.

Apesar de ser sempre necessário fazer um despiste para causas orgânicas, esta problemática reflete muitas vezes dificuldades relacionais, emocionais ou comportamentais. A encoprese tem efeitos psicológicos muito negativos na criança e é limitadora no seu desenvolvimento e funcionamento:
Vergonha intensa
Culpa
Irritação
Baixa autoestima
Isolamento
Evitamento de atividade sociais (dormir na casa de amigos, viagens na escola ou estar com os familiares)

Algumas crianças podem parecer indiferentes face aos episódios, contudo isso só acontece porque não conseguem lidar com a vergonha e culpa, tentando muitas vezes esconder os episódios.

Por estes motivos, é importante que os pais estejam atentos e sejam acima de tudo compreensivos, evitando ameaças, castigos e humilhações que levam apenas a que a criança sinta mais ansiedade e medo. É ainda importante respeitar a criança e não contar a outras pessoas, além dos pais, professores ou educadores.

Saiba mais sobre as perturbações de eliminação em Como ajudar uma criança que faz xixi na cama (e não só)?

Obtenha ajuda para o seu filho, entrando em contacto connosco.

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica