6 formas de ajudar alguém a deixar de fumar

1 – Tente colocar-se no lugar desse seu amigo ou familiar fumador.
2 – Não o force ou tente com que ele pare de fumar, dizendo que está a prejudicar a sua saúde e a gastar dinheiro. Acredite, ele já sabe isso!
3 – O seu amigo ou familiar fumador não fuma porque quer ou porque gosta. Os fumadores fazem-no porque se sentem dependentes do tabaco, porque pensam que o cigarro os relaxa e que lhes dá coragem, confiança e poder.
4 – Se tentar forçar o seu amigo ou familiar a deixar de fumar pode torná-lo num fumador secreto, a transgressão torna o cigarro ainda mais apetecível para ele.
5 – Incentive-o a passar mais tempo na companhia de ex-fumadores e faça com que eles lhe digam como foi a experiência de para de fumar, porque também eles pensaram que seriam dependentes do cigarro a vida toda;
6 – Procure que ele passe mais tempo na companhia de pessoas que nunca tiveram a necessidade de fumar. Peça-lhe para que analise essas pessoas nos momentos em que, para ele era automático colocar um cigarro à boca (ex: depois do café, saídas à noite, etc…).

Com estas 6 dicas simples, irá conseguir que o seu amigo ou familiar aos poucos e poucos comece a acreditar que pode parar e mudar a sua mente. Que pode e irá conseguir parar de fumar. Saiba que a PSIC continuará a dedicar-se a este tema e como pode ajudar.

Aguarde a próxima publicação, onde iremos dar-lhe algumas dicas para ajudar o seu amigo ou familiar a superar os sintomas de privação do tabaco.

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O que é a tricotilomania?

A tricotilomania é um impulso de arrancar o próprio cabelo ou pelos. A pessoa sente uma necessidade à qual não consegue resistir, mesmo sabendo que não o devia fazer. Pode arrancar pelos do couro cabeludo, sobrancelhas ou outras partes do corpo.

Habitualmente, este impulso ocorre após um estado de tensão interna crescente e existe um certo alívio depois de arrancar os pelos. Pode estar associado a momentos de maior stress, funcionando como uma estratégia desadaptativa para lidar com o stress ou ansiedade. Por outro lado, pode também tornar-se num hábito ou ritual diário em que a pessoa arranca os pelos ou cabelos quase de forma automática enquanto faz determinadas atividades como ler, estudar, falar ao telefone, conduzir.

 

Muitas vezes, após arrancar os pelos, é comum enrolar os fios arrancados nos dedos, morder ou mastigar os fios ou até mesmo engolir, podendo levar a problemas gastrointestinais.

 

Esta condição pode levar à perda de cabelo ou pelos em zonas especificas do corpo que a pessoa vai tentar esconder. Por este motivo, também a autoestima pode ser afetada, bem como haver um aumento da ansiedade e o aparecimento de sintomas depressivos.

Se se identifica com o que descrevemos ou conhece alguém a passar por esta situação, saiba que podemos ajudá-lo a lidar com a ansiedade e o stress de uma forma saudável. Entre em contacto connosco.

 

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

 

Confesso: eu não sou Feliz!

Eu não sou Feliz!

Quantos de nós têm a coragem de contar este segredo a alguém? O que nos impede de conseguir a tão ambicionada felicidade?

A felicidade é um dom.

Conta uma lenda que em tempos longínquos os homens eram felizes. Não se sabe porquê, nem exatamente quando começou, mas outras emoções começaram a habitar dentro dos homens: a raiva, a inveja, a vingança, a incapacidade de perdoar… Num determinado momento perderam o direito ao dom e começaram a adoecer. Esse dom foi guardado onde dificilmente teriam acesso. Procuraram em toda a parte, por todos os cantos do mundo, e noutros sítios que o dinheiro pode comprar. Mas não procuraram onde ele sempre esteve: dentro de cada um.

Venha comigo, assista este vídeo do cardiologista Dr. Fernando Lucchese e descubra uma equação para a felicidade: https://youtu.be/3pgjIyVKDmQ

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica