Porquê que a consciência corporal no movimento é tão importante?

Ter consciência corporal, é conhecer o nosso corpo, conhecer a nossa condição física e identificar os processos dos nossos movimentos.

Qual a consciência que temos do nosso corpo? Sabemos que acordamos, levantamo-nos, fazemos gestos, ações, tudo através do corpo. Mas por vezes entramos em “piloto automático” e esquecemo-nos que o corpo é a base de tudo. É o meio de transporte para conhecermos o mundo e comunicarmos com ele. Quando a mente se incorpora e dá-se o equilíbrio absoluto do ser. Ao deter a consciência corporal, melhoramos a nossa condição física e as nossas habilidades. Conhecendo os limites do nosso corpo, evitamos algumas doenças.

No movimento terapêutico da dança, o trabalho inicial deve ser realizado através do sentir o chão, elemento terra. Esta é a nossa base, para dar ao movimento bons alicerces e integrar a consciência corporal. Tudo se inicia com o piso em que trabalhamos o movimento. Aprimoramos as habilidades motoras, desenvolvemos a perceção e consciência corporal e abrimos a mente para as várias possibilidades de movimentos, na dança terapêutica. Esta tomada de consciência pode ser ampliada, com exercícios específicos. Na dançaterapia, como em qualquer outro tipo de dança, é fundamental a entrega, para a integração corporal e mental, dando uma sensação de bem-estar.

“na educação corporal, a relação toma uma dimensão mais importante ainda através do conhecimento de si mesmo, do outro e da adaptação ao mundo dos outros”
(Desobeau, 1982)

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Saiba mais sobre a terapia da dança aqui.

Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Mais um motivo para abraçar (ainda mais) o seu bebé!

Continuamos a falar em carinhos – desta vez em abraços! É um tipo de carinho muito bom, faz muito bem à saúde e traz coisas maravilhosas para nós e para as nossas crianças. E já agora, temos mais um motivo para abraçar ainda mais os nossos bebés: segundo estudos epigenéticos, bebés que recebem abraços podem ter a sua genética modificada, com efeitos durante anos. Leia mais sobre este tema no artigo publicado em no sítio sciencealert.com.

Conclusão: vamos abraçar mais vezes!

Ana Macedo – Psicóloga Clínica