Receita PSIC para o ano novo 2018: viva os próximos 364 dias como vive o 1º de Janeiro

Chegamos ao final do ano, e com ele vem aquele desejo súbito de mudança, de enterrar velhos hábitos, de estabelecer novos objetivos e resoluções para este novo ano que aí vem… Deixar de fumar, emagrecer, mudar de emprego, superar uma fobia, engravidar – a lista de resoluções pode ser mais ou menos longa, mas sentimo-nos sempre muito motivados nesta altura. Ótimo! Vamos aproveitar toda essa energia e motivação para lhe dar mais qualidade de vida, equilíbrio emocional e bem-estar em apenas 3 passos:

1 – Pense nas diferentes áreas da sua vida (familiar, profissional, pessoal, económica, social). Como se sente em cada uma dessas áreas? Quais são as mudanças que gostaria de fazer em cada uma delas?
2 – Faça uma lista dessas mesmas mudanças, quer a curto prazo quer a longo prazo. Lembre-se que poderá encontrar alguns obstáculos durante o seu percurso e aí, só terá de pensar na melhor forma de lidar com eles. Tenha também em atenção aos objetivos que estabeleceu, alguns deles podem não depender diretamente de si, mas sim dos outros. Mas neste momento, tudo depende de si, agarre em todos os seus recursos internos, energia, motivação e acredite que este ano é que vai ser.
3 – Não se esqueça que estabelecer metas sem um plano é somente um desejo. Vamos fazer com que este ano seja bem mais que um simples desejo.

A Equipa PSIC tem um plano para si: viva os próximos 364 dias como vive o 1º de Janeiro: rodeado de quem mais gosta, cheio de energia, motivação, confiança, feliz, grato e repleto de planos e metas para os próximos dias.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

Sabia que os presentes que oferece dizem muito sobre si?

Chegamos à época do ano marcada pela troca de prendas entre amigos e familiares. São tantas as pessoas a quem temos de dar presentes de Natal que quase banalizamos este gesto.

O ato de presentear alguém em datas comemorativas é encontrado em todas as culturas. Reflita um pouco sobre isso: talvez dar um presente a alguém tenha bastante mais significado do que o ato quase mecânico que nos leva a escolher e oferecer um mero objeto.

Sabia que o que dá de presente e a forma como o faz, esta intimamente ligado à sua personalidade? Veja com que perfil se identifica:
• Oferece presentes exclusivos ou pouco comuns. Gosta de sentir que o seu presente se destacou de todos os outros, que é especial e inesquecível.
• Compra a primeira coisa que vê e no último dia! E se o papel de embrulho estiver rasgado vai assim mesmo!
• Compra os presentes com antecedência e cuida de todos os detalhes para que tudo seja perfeito.
• Compra presentes que não são meros objetos, tentando fugir do tradicional optando por algo mais inovador como uma viagem, um fim-de-semana fora, um jantar romântico ou uma ida ao spa.
Afinal, dar um presente não tem nada de banal. Reflita sobre a sua intenção e perceba a carga de amor e afeto com que embrulha esse mesmo presente.

Esperamos que todas as pessoas que presenteou, se sintam amadas e importantes para si! A PSIC deseja-lhe um BOM NATAL!
Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Tenho vergonha de ir a um psicólogo…

Muitas pessoas sentem necessidade e interesse em ir ao psicólogo. No entanto, o preconceito, a vergonha e muitos outros sentimentos fazem com que a pessoa adie a procura de um profissional da área. Todos nós em algum momento da vida necessitamos que alguém nos ajude a resolver os nossos conflitos internos, a superar as nossas dificuldades e a ressignificar histórias e sentimentos.

Quando temos algum problema de saúde, imediatamente procuramos um médico da especialidade. Então porque é que quando não estamos bem emocionalmente não procuramos um psicólogo? Liberte-se de tabus e de ideias arcaicas como: “Os psicólogos são para os malucos ou para os fracos”.

Procurar ajuda terapêutica é um sinal de desenvolvimento, consciência, maturidade, amor próprio e coragem para atingir o seu equilíbrio emocional e bem-estar.

Caso seja uma dessas pessoas que insiste em adiar a psicoterapia, livre-se de todas esses pensamentos que atrapalham a sua vida e procure um profissional da área.

Se já deu este passo, ficamos muito felizes por si. Aproveite cada minuto da sua psicoterapia. Agora, terá de libertar-se da necessidade de no final da terapia sair pela “porta dos fundos” para que ninguém o veja ou para que ninguém perceba que esteve a chorar, bem como a necessidade de dizer numa chamada telefónica que está no médico ou no dentista. Tenha orgulho do passo que tomou e não o esconda de ninguém. Quando sai do dentista não esconde o efeito que a anestesia faz ao seu rosto, pois não? É normal, tão normal como os seus olhos vermelhos por ter chorado, depois de uma consulta de psicologia.

Não deixe para depois a sua psicoterapia, nem que nenhum preconceito ou vergonha o façam deixar de lado o seu bem-estar. Visite-nos na Clínica PSIC e receba uma consulta informativa gratuita 
, temos ao seu dispor profissionais qualificados que o poderão ajudar.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica