Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins

Os rins são por excelência o órgão do equilíbrio e a morada da nossa energia essencial. A sua principal função é a filtragem das substâncias absorvidas pelo organismo, identificando quais as substâncias benéficas e que podem ser utilizadas e quais as substâncias tóxicas que precisam ser eliminadas.

 

Sabia que os problemas renais podem estar relacionados com a incapacidade de filtrar, desprender e eliminar factos desagradáveis do passado, como sentimentos e comportamentos?

Estas são as 5 emoções mais frequentemente ligadas aos problemas renais:

1 – Habitualmente a emoção que desequilibra os rins é o medo. Quem se sente inseguro e com medo em relação ao futuro, anda desassossegado com várias preocupações e tende a apresentar dores nos rins.

2 – O sistema renal é composto por um par de rins, estando dependente da parceria e cumplicidade entre o par para uma correta atividade. Assim, o bom funcionamento dos rins também pode ser posto em causa no decurso de conflitos relacionais.

3 – O saudável funcionamento renal também é afetado pelo foco excessivo nas dificuldades;

4 – Pela falta de direção pessoal;

5 – E por problemas psicológicos herdados.

 

Se quiser esclarecer dúvidas em relação a este assunto ou se pretender saber mais sobre as causas psicológicas que podem estar na origem dos seus problemas renais, entre em contacto connosco.

Se ficou com curiosidade sobre a ligação entre a saúde emocional e física, reveja o nosso artigo O stress adoece o corpo?

 

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Como ajudar uma criança a fazer o seu luto

Teresa era a menina dos olhos do avô. Todos os dias, era ele que a ia buscar à escola e iam para casa, felizes, comiam um gelado pelo caminho e brincavam até os Pais a irem buscar. Ele às vezes chamava-a a atenção quando se portava mal. Contudo, não dispensavam o beijinho e o abraço apertado na hora da despedida!

Um dia, quando a Teresa saiu da escola foi a D. Celeste, a vizinha, que a levou para casa. Ficou a dormir em casa da D. Celeste e ela levou-a à escola no dia seguinte. A professora perguntou-lhe como estava e ela não percebeu, pois não estava doente. No dia seguinte, foi a mãe que a foi buscar. Estava muito triste e abraçou-a com muita força. Perguntou pelo avô e a mãe respondeu: “O avô foi viajar…”.

Passou um ano, todos os dias pergunta pelo avô e continua à espera que ele chegue …

 

As crianças são a maior parte das vezes marginalizadas na sua dor. Os adultos tentam protegê-las contra a enormidade da perda, talvez para se proteger de ter de gerir o impacto da tristeza numa criança, querendo acreditar que as crianças são, muito novas, para perceber o que está a acontecer.

 

Contudo, convém acentuar, que não é a situação em si que é geradora do trauma, mas sim todo o silêncio que por vezes a envolve. Para a criança a morte assemelha-se à sensação de abandono e tentar protege-las dos próprios sentimentos de perda e dos sentimentos dos Pais, sem lhes explicar o que verdadeiramente aconteceu, vão comprovar os seus piores medos.

 

Essencialmente, é importante que as crianças recebam informações diretas e seguras sobre o que aconteceu, porque dizer “o avô foi fazer uma viagem” conduz a que a criança questione insistentemente pelo dia da volta e, à medida que o tempo vai passando, o sentimento de abandono vai-se instalando.

 

A reação dos adultos e o tipo de relação que vão estabelecer com a criança é da máxima importância. O adulto deve estar disponível para responder com a maior honestidade às questões que forem formuladas, para que, também ela, faça o seu processo de luto.

 

A perda de um ente querido pode tornar-se num trauma para as crianças, no entanto, tudo depende do modo como a família lida com a situação.

 

Saiba mais sobre como lidar com o sentimento de perda aqui

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica

O que é, realmente, um trauma?

Numa altura em que as notícias acerca dos incêndios e das suas consequências são tão frequentes, é importante esclarecer, afinal o que é um trauma?

 

Quando vivenciamos uma situação assustadora, que nos coloque em perigo a nós ou a outros, o nosso organismo assume um estado de alerta e o medo é a emoção principal. É como se o nosso corpo tentasse procurar uma saída rápida da situação de perigo. O trauma ocorre quando o organismo continua hiperativado, depois do fim da exposição a essa situação perigosa. Desenvolve-se assim o stress pós-traumático, o perigo já passou mas o estado de alerta continua ativado, levando a alterações no dia-a-dia da pessoa.

 

É comum vivenciar:

  • Insónia
  • Alterações no apetite
  • Pesadelos constantes
  • Flashbacks repetidos e involuntários do acontecimento traumático
  • Ansiedade ou ataques de pânico
  • Crises de choro
  • Flutuações do humor
  • Raiva, culpa e vergonha
  • Desligamento da realidade

 

Além dos incêndios, os acontecimentos traumáticos podem ser variados: assaltos, violações, abusos, situações de guerra, acidentes, inundações e terramotos.

 

A intervenção no imediato é de extrema importância podendo prevenir consequências futuras mais graves. Se conhece alguém que esteja a sofrer com alguma destas situações, esteja presente, ajude na resolução de questões práticas e encoraje a procurar ajuda psicológica.

Saiba mais sobre como podemos ajudar em www.psic.com.pt/trauma

 

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Carla Santos – Psicóloga Clínica