Confesso: eu não sou Feliz!

Eu não sou Feliz!

Quantos de nós têm a coragem de contar este segredo a alguém? O que nos impede de conseguir a tão ambicionada felicidade?

A felicidade é um dom.

Conta uma lenda que em tempos longínquos os homens eram felizes. Não se sabe porquê, nem exatamente quando começou, mas outras emoções começaram a habitar dentro dos homens: a raiva, a inveja, a vingança, a incapacidade de perdoar… Num determinado momento perderam o direito ao dom e começaram a adoecer. Esse dom foi guardado onde dificilmente teriam acesso. Procuraram em toda a parte, por todos os cantos do mundo, e noutros sítios que o dinheiro pode comprar. Mas não procuraram onde ele sempre esteve: dentro de cada um.

Venha comigo, assista este vídeo do cardiologista Dr. Fernando Lucchese e descubra uma equação para a felicidade: https://youtu.be/3pgjIyVKDmQ

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Como a terapia da dança pode ser fundamental no ensino especial

Quando incluímos a dançaterapia no dia a dia de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, estamos a permitir uma liberdade corporal e espacial, promovendo a sua inclusão na sociedade.

A sua intervenção terapêutica auxilia nos comportamentos psicomotor, na motricidade global e criatividade. Estudos revelam que a união da música e da dança melhora as vias sensoriais, a função motora, o equilíbrio e até a criatividade.

Os movimentos são simples, respeitando a saúde física/mental da pessoa, onde o importante é ser acolhido, através do movimento.

9 benefícios da dançaterapia na educação especial:
1. Diminuição da rigidez muscular
2. Melhoria da coordenação motora
3. Melhoria da frequência respiratória
4. Elasticidade
5. Aceitação e integração social
6. Valorização das diferenças
7. Desenvolvimento das capacidades cognitivas
8. Desenvolvimento da motivação
9. Autoestima

Inicialmente podem parecer pequenos passos, que à posteriori se tornam grandes feitos!
A dança é vivacidade, é emoção e é inclusão!

Aproveite para rever o nosso artigo sobre terapia da dança aqui.

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

O que a pressão pode estar a fazer aos nossos filhos

A nossa sociedade é cada vez mais orientada para resultados, o que aumenta a pressão e competitividade. Esta pressão começa logo no primeiro ciclo, quando se espera que as nossas crianças comecem o primeiro ano de escola já a saber ler e escrever, esquecendo-nos muitas vezes do mais importante: brincar.
A competitividade começa também aqui em tão tenras idades: a pressão e expetativas demasiado elevadas da escola, dos pais e do meio envolvente leva a que, desde cedo, as crianças comecem também a colocar pressão sobre si próprias. Quando não atingem o sucesso esperado ou imposto, podem sofrer reprimendas, castigos, não ser bem vistos e, consequentemente, rejeitados. As crianças passam a viver numa ansiedade constante que espelha um medo intenso de falhar.
Estas situações não melhoram com o passar do tempo. À medida que crescem as exigências escolares vão aumentando e, muitas vezes, as atividades extracurriculares, como por exemplo um desporto em que se deviam divertir, é também mais uma fonte de pressão e competitividade.
Naturalmente, nas épocas com testes e exames a ansiedade intensifica-se, surgindo sintomas físicos e psicológicos que além de prejudicarem efetivamente o desempenho, podem vir a ter consequências ainda mais graves – isolamento, perturbação de pânico, depressão, perturbações alimentares, do sono e até desistências dos estudos.
É importante os pais reverem as suas expetativas e idealizações para os seus filhos. Com a intenção de ajudar, podem estar a acrescentar mais pressão e ansiedade. É também importante que estejam atentos aos ambientes em que o filho vai crescendo, tentando minorar estes efeitos da sociedade moderna ao transmitir segurança e confiança. Precisamos de dotar as nossas crianças e jovens de estratégias para lidar com a ansiedade para crescerem mais livres e felizes.

Reveja ainda o nosso artigo Como gerir a ansiedade antes dos exames escolares e contacte-nos se o seu filho estiver a sofrer com a ansiedade de desempenho. Podemos ajudar o seu filho a tornar-se num adulto confiante e emocionalmente equilibrado.

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Carla Santos – Psicóloga Clínica