Como o stress afeta o estômago

O estômago tem como função digerir e decompor os alimentos, separando a energia límpida (a energia aproveitada pelo organismo) da energia turva que por sua vez, é eliminada pelo intestino e pela bexiga.
Este órgão assimila também as nossas experiências – o que aconteceu e o que nos fizeram sentir. Quando não conseguimos lidar com alguma experiência ou digerir corretamente as nossas emoções, o estômago pode adoecer.
Muitas pessoas sofrem de dores de estômago devido a um dia-a-dia cheio de preocupações e de assuntos a resolver “para ontem”. Vive-se assim, uma vida intensamente angustiante, onde todas as preocupações surgem em simultâneo e a todo o tempo.
Muitas das vezes, os problemas estomacais também estão ligados à tendência de guardarmos os nossos sentimentos para dentro (para nós), em vez de para fora (para o exterior). Assim, o estômago acaba por digerir, não algo que vem do exterior, mas sim a sua própria parede.
Se quer prevenir dores de estômago, aprenda a tornar-se mais consciente dos seus sentimentos, a lidar de forma consciente com os seus conflitos e digerir, também conscientemente, as suas preocupações.

A PSIC pode ajudar a mudar o seu padrão de comportamento, para que possa melhorar a sua saúde e bem-estar! Saiba como podemos ajudar aqui ou contacte-nos para mais informações.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Pai, Mãe não me deixem aqui sozinho… 4 perguntas sobre a ansiedade da separação infantil

1 – O que é a ansiedade de separação infantil?
Por norma, o medo que a criança sente por ter que se separar dos Pais, como todos os medos, é passageiro e normal até aproximadamente aos 2 anos de idade. No entanto, algumas crianças continuam a sentir este medo de uma forma muito intensa e persistente, ao ponto de afetar o normal funcionamento da criança e da família. A este medo podemos chamar de Ansiedade de separação.

2 – Como se pode manifestar a ansiedade de separação na criança?
• medo de ficar em casa sem mãe/pai
• medo de dormir fora de casa sem a presença dos pais
• medo de ficar na escola sem os pais
• medo de estar sozinha/o numa determinada divisão da casa
• medo de dormir sozinha/o

3 – Quais os sintomas que as crianças sentem?
Na Ansiedade de Separação as crianças sentem uma ansiedade excessiva relativamente à separação de casa, dos Pais ou outros cuidadores, e muitas vezes experienciam sintomas físicos (somáticos) como:
• chorar
• tremer
• dores físicas (dores de cabeça e barriga)
• respiração e/ou batimento cardíaco acelerado
• vómitos
• tonturas

Estas crianças sofrem muito, pois pensam que algo de muito mau vai acontecer com elas ou com os seus cuidadores se se separarem: pensam que vão ser abandonados, que podem ser raptados, podem ainda sentir um medo intenso que os cuidadores morram ou tenham um acidente.

4 – Como lidar com o momento da separação:
• Transmita confiança à criança, com rotinas e regras.
• Não desvalorize o que a criança está a sentir.
• Prepare o momento da separação, explicando à criança e mostrando-lhe o sítio para onde vai e com quem vai ficar e dizendo-lhe que os Pais irão sempre voltar para a ir buscar.
• Ajude a criança a sentir-se capaz de enfrentar os medos.
• Valorize os momentos que passarem juntos – que sejam de alegria, tranquilidade e acima de tudo de atenção à criança.
• Elogie e recompense a criança pelo seu esforço em situações de separação.

Se mesmo assim a ansiedade de separação não se controlar, procure ajuda de um psicólogo pode ser essencial para ultrapassarem juntos esta fase.

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica

Depressão não é fraqueza

A notícia do E-konomista.pt “Como a depressão atua no cérebro” refere estudos que comprovam a complexidade da depressão, tratando-se de uma doença que merece a nossa atenção tal como qualquer outra doença física.

De facto, as evoluções científicas têm vindo a demonstrar que existem vários mecanismos cerebrais envolvidos na depressão. A medicação certa, em alguns casos de depressão, pode ajudar no controlo dos sintomas.

Contudo, a intervenção psicológica no tratamento da depressão é essencial, uma vez que permite não só controlar os sintomas como resolver as questões emocionais que levaram ao desenvolvimento da depressão, dotando a pessoa de ferramentas importantes que prevenirão estados depressivos no futuro.

Se atravessa uma depressão, saiba como a ajuda de um psicólogo clínico pode ajudar aqui.

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Carla Santos – Psicóloga Clínica