Como evitar que as emoções façam mal ao coração

O coração é um órgão dinâmico ao qual dedicamos mais atenção e isso deve-se à sua extrema importância para o funcionamento do nosso organismo: comanda outros órgãos e vísceras, os vasos e o sangue e controla o suor. Tem também outras funções essenciais: é a nossa consciência – um órgão essencial para as nossas emoções, diretamente conectado com o cérebro através de milhares de feixes nervosos. É do nosso coração que saem as emoções mais autênticas e poderosas, tal como o amor e a euforia. As mesmas emoções que mal administradas podem provocar danos irreparáveis, como as doenças cardíacas.

Os problemas de coração são dos mais comuns entre a população portuguesa, podendo corresponder até 12 anos de vida perdidos. Podem ser decorrentes de desequilíbrios emocionais intensos e duradouros que se manifestam como a tristeza, ansiedade, stress, depressão, insónia, apatia, falta de memória, entre outros.

É importante pensar sobre a forma como encara a sua vida, como lida com as emoções negativas e de que modo incentiva as positivas. Questione se aquilo que sente e o que pensa está em harmonia ou se se permite sentir e expressar emoções. Este é o primeiro passo para a saúde do seu coração. Saiba como a PSIC pode ajudar neste passo, cuidando da sua saúde emocional

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Moving Emotions – e assim nasce uma nova Terapia de Dança

Moving Emotions nasce de um amor pela dança e pela psicologia. É livre de modelos pré-concebidos. O objetivo é a conexão que se cria entre o verdadeiro EU e o mundo exterior, através de movimentos espontâneos e orientados. A pessoa expressa-se livremente através da dança/música.

A necessidade terapêutica do movimento leva a que a pessoa esteja em contacto com o seu corpo e mente, sentindo cada pormenor de si mesmo, tanto físico como emocional. Esta nova dança terapia promove a consciência e a capacidade do individuo se expressar emocionalmente – gera um desbloqueio emocional, evoca paz, leveza e equilíbrio interior. Criam-se novas ligações neuronais e proporciona memórias felizes, num ambiente acolhedor e tranquilo.

Com esta nova prática de dança terapêutica, o Moving Emotions pretende mudar os padrões internos, através de uma tomada de consciência. É uma nova fusão holística entre a psicologia, dança e a música.

Tem curiosidade em saber mais sobre a terapia da dança? Leia o nosso artigo A Dança como terapia

Em breve teremos mais novidades desta nova terapêutica de dança. Esteja atento.

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Homofobia e preconceito – qual o impacto nos jovens?

De acordo com a notícia publicada no Jornal Público Brasil: Tribunal autoriza psicólogos a realizarem terapias de “reversão sexual”

foi promulgada uma decisão liminar que autoriza os psicólogos a tratarem a homossexualidade como doença. Um passo atrás?

Em 1973, a homossexualidade foi retirada do DSM – manual diagnóstico e estatístico de perturbações mentais, usado como principal instrumento de diagnóstico por psicólogos e psiquiatras.
Em 1990, foi a vez de a Organização Mundial de Saúde deixar de considerar a homossexualidade como uma doença.
Em 2017, 27 anos depois, a discriminação e preconceito face às questões da orientação sexual ainda marcam a nossa sociedade.

A orientação sexual diz respeito ao género pelo qual uma pessoa se sente atraída afetiva e sexualmente, podendo ser considerada heterossexual (atração por pessoas de género diferente), homossexual (atração por pessoas do mesmo sexo) ou bissexual (atração por pessoas de ambos os sexos). A ciência comprovou que qualquer uma das orientações sexuais são variantes da sexualidade humana e, por isso, não são perturbações ou doenças que podem ser tratadas ou revertidas com algum tipo de intervenção.

A consciência da orientação sexual ocorre normalmente durante a adolescência, considerado o período de excelência das questões, dúvidas, explorações e descobertas. Alguns jovens referem que desde crianças se sentem “diferentes”. Um adolescente que se apercebe que a sua preferência sexual tende para pessoas do mesmo género passa por um período de grande confusão, ansiedade e medo, em grande parte devido aos estereótipos e preconceitos construídos pela sociedade, que muitas vezes estão muito enraizados na própria família. Além do intenso sofrimento associado ao facto de se sentir “diferente” e não desejado, podem ainda existir consequências negativas no desenvolvimento psicológico, físico e relacional, tratando-se por isso de um assunto que merece toda a nossa atenção.

Damos o apoio necessário aos jovens e adolescentes que se debatem interiormente com estas questões: não há nada de errado com eles!

Se se debate com estas questões ou conhece alguém que o faz, entre em contacto connosco.

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Carla Santos – Psicóloga Clínica