“O que a nossa mente quer e precisa para sermos quem somos”

O acompanhamento psicológico, habitualmente, é visto como um processo terapêutico que visa reduzir ou eliminar sintomas que provocam sofrimento a vários níveis. É importante realçar que não se limita a esta função. O acompanhamento psicológico também promove o desenvolvimento pessoal. Permite que a pessoa desenvolva o conhecimento sobre si própria, sobre quem é, sobre as suas ações e sobre as suas capacidades e potencialidades.

A seguir apresento-vos o testemunho de Manuel Nogueira, um jovem que através de um acompanhamento psicológico intensivo conseguiu (re)encontrar-se e sentir-se bem com quem é.

Quando contactei com a PSIC foi no intuito de resolver-me e de sentir-me confortável com quem sou. O facto de sentir que consegui mais do que isso foi inesperado, mas mostrou-me do que sou capaz com a ajuda e o apoio das pessoas corretas. Nunca duvidei dos métodos utilizados quer pela sua simplicidade, quer pelos resultados. Foi perceber que com a PSIC conseguimos o que a nossa mente quer e precisa para sermos quem somos. Descobri quem sou e o que me define, mas também percebi o que me deprimiu e como agir quanto a isso. Fez-me voltar a mim.

Consulte mais testemunhos sobre este e outros temas aqui.

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

A Dança como terapia

A dança é uma ferramenta terapêutica que trabalha a conexão entre o corpo e a mente. Deste modo, a dançaterapia permite uma vivência emocional feita através do movimento corporal, quebrando barreiras internas e externas e transportando para a tomada de consciência do Self.

Com a simplicidade dos movimentos, mesmo sem saber dançar a pessoa vai de camada em camada sentindo as emoções, libertando-se das amarras da vida. O corpo e mente renascem e a criatividade surge em cada movimento, expandido a sua sensibilidade e afetividade. Com esta técnica, surgem benefícios físicos e psicológicos, tais como:

  • Autoestima
  • Autoconhecimento
  • Motivação
  • Memória
  • Coordenação motora
  • Noção espacial
  • Respiração
  • Perceção do corpo
  • Alívio do stress
  • Socialização
  • Conexão

 

A dançaterapia pode ser realizada por qualquer pessoa, de qualquer idade, independentemente das suas limitações.

Se pretende receber mais informações sobre dançaterapia, contacte-nos.

 

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Como ajudar num ataque de pânico?

Presenciar alguém a ter um ataque de pânico pode ser assustador e trazer-lhe uma sensação de impotência. Siga estas 7 dicas para ajudar alguém durante um ataque de pânico:

  1. Saiba reconhecer os sintomas do pânico: palpitações, dor no peito, suores, tremores, boca seca, náuseas, sensação de formigueiro, sensação de desrealização e despersonalização;
  2. Não desvalorize os sintomas e o medo;
  3. Fique junto da pessoa e mantenha a calma: fale num tom calmo e seguro, peça à pessoa para ficar parada mas não a tente agarrar ou imobilizar. Incentive a pessoa a respirar de uma forma lenta e profunda, inspirando pelo nariz e expirando pela boca;
  4. Evite dizer frases como: acalma-te, não precisas de estar assim ou não tens motivos para estar em pânico;
  5. Ouça a pessoa e opte por frases como: é um ataque de ansiedade que já vai passar ou as sensações são desconfortáveis mas não prejudicam o teu corpo;
  6. Espere com a pessoa no local até o ataque passar;
  7. Incentive a pessoa a procurar ajuda profissional para evitar novos ataques.

 

Estas dicas podem não ajudar a resolver completamente a crise de pânico, mas permitem que, passo-a-passo, a pessoa aprenda a lidar com o pânico.

Compreenda também Como surge um Ataque de Pânico?

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Carla Santos – Psicóloga Clínica