O que tem de saber sobre incontinência fecal infantil

A encoprese ou incontinência fecal é uma perturbação de eliminação, consistindo na falta de controlo regular dos esfíncteres durante o dia ou durante a noite. Na encoprese, a criança com 4 ou mais anos faz cocó involuntariamente, em lugares inapropriados, consecutivamente e durante um período de tempo.

Apesar de ser sempre necessário fazer um despiste para causas orgânicas, esta problemática reflete muitas vezes dificuldades relacionais, emocionais ou comportamentais. A encoprese tem efeitos psicológicos muito negativos na criança e é limitadora no seu desenvolvimento e funcionamento:
Vergonha intensa
Culpa
Irritação
Baixa autoestima
Isolamento
Evitamento de atividade sociais (dormir na casa de amigos, viagens na escola ou estar com os familiares)

Algumas crianças podem parecer indiferentes face aos episódios, contudo isso só acontece porque não conseguem lidar com a vergonha e culpa, tentando muitas vezes esconder os episódios.

Por estes motivos, é importante que os pais estejam atentos e sejam acima de tudo compreensivos, evitando ameaças, castigos e humilhações que levam apenas a que a criança sinta mais ansiedade e medo. É ainda importante respeitar a criança e não contar a outras pessoas, além dos pais, professores ou educadores.

Saiba mais sobre as perturbações de eliminação em Como ajudar uma criança que faz xixi na cama (e não só)?

Obtenha ajuda para o seu filho, entrando em contacto connosco.

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica

Dançar para viver feliz

“A Dança é, na minha opinião, muito mais do que um exercício, um divertimento, um ornamento, um passatempo social; na verdade, é uma coisa até séria e, sob certo aspecto, mesmo, uma coisa sagrada. Cada era que compreendeu a importância do corpo humano, ou que, pelo menos, teve a noção sensorial da sua estrutura, dos seus requisitos, das suas limitações e da combinação de genialidade que lhe são inerentes, cultivou, venerou a Dança.” Paul Valéry

A dança não tem idade, é um exercício simples sem limitações físicas, sendo muito flexível na sua prática. É uma das artes mais antigas, que se iniciou com movimentos rítmicos direcionados ao agradecimento à natureza e busca de alimentos.
Através do movimento corporal o ser humano desenvolve aspetos motores, emocionais e cognitivos. Novos estudos da neurociência indicam que ao dançar há uma promoção na aprendizagem a nível motor, coordenação, perceção cinestésica, cognição e memória. Gere um reforço nos circuitos neuronais, criando novas sinapses.
A pessoa aprende e prevê relações entre os eventos motores que a dança transpõe e ao mesmo tempo é estimulada a se movimentar e sentir sensações dos próprios movimentos.
O ritmo é algo natural e quase automático, geralmente é algo inconsciente, marcar o ritmo com os pés, balançamos o corpo quando ouvimos uma música a nosso gosto.
A dança é infinita nos movimentos, evoluiu em conjunto com a música e ambas representam uma linguagem rítmica. Dançar é uma forma de se libertar e viver feliz.

“A dança é a linguagem escondida da alma” (Martha Graham)

A terapia através da dança pode ser realizada por qualquer pessoa, de qualquer idade, independentemente das suas limitações. Se pretende receber mais informações sobre dançaterapia, leia no nosso artigo A Dança como terapia contacte-nos.

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Ana Macedo- Psicóloga Clínica

Como melhorar a sua saúde de uma vez por todas

Quando o assunto é saúde, todos dedicamos algum do nosso tempo a procurar informação sobre o tema, os melhores profissionais e comportamentos mais saudáveis – mantendo uma alimentação equilibrada, praticando exercício físico ou fazendo exames de rotina.

Mas quando falamos de saúde mental, o nosso comportamento é outro: “Hoje não tenho tempo”, “Amanhã estou melhor”, “Isto é uma fase e não é preocupante”, “Não posso dar-me ao luxo de ir ao psicólogo”. São inúmeras as desculpas para deixarmos a saúde mental para segundo plano, esquecendo-nos de um facto muito importante – saúde mental e física estão intimamente ligadas, influenciando-se mutuamente!

Nos últimos meses, temos vindo a falar da forma como as emoções podem adoecer o nosso corpo – como por exemplo os rins ou o fígado.

Quando a nossa saúde emocional está fragilizada isso tem um impacto direto em vários órgãos do nosso corpo e na produção de neurotransmissores que influenciam o nosso humor, motivação e a forma como nos relacionamos com os outros.

Dê importância à sua saúde como um todo. Tire um tempo para olhar para dentro de si e pergunte-se: como me tenho sentido? O que me tem impedido de funcionar plenamente?

Pelo seu bem e dos seus, cuide da sua saúde mental, emocional e física.

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica