As 8 principais características das pessoas inseguras

As pessoas inseguras perdem diversas oportunidades ao longo da vida porque se sentem incapazes em relação a si próprias. Geralmente sentem medo nos relacionamentos com os outros e por isso vivem sob constante receio de serem rejeitadas ou de não serem reconhecidas.

Estas são as principais características das pessoas inseguras:

  • Medo de arriscar e tomar a iniciativa;
  • Dificuldade em dizer “não”;
  • Incapacidade de reconhecer as suas competências;
  • Excesso de perfeccionismo;
  • Complexo de inferioridade;
  • Procrastinação;
  • Tendência a sofrer muito com críticas;
  • Medo de rejeição.

Se se identifica com estas características, se sente medo de errar, dificuldade em agir e em ser assertivo, é o momento de procurar apoio profissional. Conte com a nossa ajuda para superar estas fragilidades. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Testemunho – Falta de Autoconfiança

“Eu vim para o consultório sem nenhum motivo ou ideia do que eu poderia ganhar com as consultas. Não esperava nenhum resultado, mas comecei a conseguir relaxar e a ter mais força de vontade. Alcancei resultados muito positivos e nunca perdi muito tempo para as consultas. As sessões do DOS deixam-me muito relaxado, ajudam-me a libertar a mente e a reorganizar as ideias. As consultas com a Dra., pareciam mais uma viagem ao desconhecido psicológico do que uma consulta normal. Aprendi várias técnicas de relaxamento e ganhei muita confiança em mim próprio. Aconselho estas consultas a qualquer pessoa, mesmo que não esteja à espera de resultados, porque é mesmo uma experiência de outro mundo. Ajuda muito a conhecer a nós próprios e a acreditar em si próprio.”
João Milheiro Costa

Come sem ter fome? Pode sofrer de compulsão alimentar

É comum a alimentação tornar-se no refúgio daqueles que sentem mais carências afetivas ou estão mais fragilizados emocionalmente. O sentimento de falta de amor e carinho muitas vezes é a causa da vontade de comer compulsivamente e da fome emocional.

Por outro lado, os problemas do dia-a-dia, tais como o desemprego, as contrariedades no relacionamento afetivo, as dificuldades de comunicação, as dificuldades em cumprir com a rotina diária, poderão contribuir para o mal-estar emocional.

Do mesmo modo, a falta de confiança em si mesmo, o medo de abandono, o sentimento de carência, a vergonha e a desvalorização pessoal influenciam o aparecimento das disfunções alimentares, sustentadas pelos problemas psicológicos, comportamentais, sociais e ambientais.

A sensação do vazio emocional que sentimos em vários momentos na vida, leva-nos a comer sem ter fome, simplesmente por carência. Nesses momentos, escolhemos quase sempre os alimentos que nos dão prazer, pois elevam a serotonina que aumentam a sensação de bem-estar.

Desde que nascemos e perante o nosso primeiro choro, a amamentação é a forma usada para nos tranquilizar. Aprendemos, assim, que o alimento é prazeroso e nos proporciona sensações de conforto, de tal forma que, nos momentos mais difíceis na vida, a alimentação pode ser um recurso usado para obtermos o aconchego, a alegria e a completação que nos falta.

Cuide das suas emoções, encontre novos hábitos saudáveis e aumente o seu bem-estar, sem recorrer à alimentação compulsiva!

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).
consulte o nosso site para mais informações relativas ao excesso de peso.

O “Tolo” que era Sábio

Todos os dias um mendigo ia pedir esmola para a feira, e as pessoas adoravam vê-lo a fazer papel de tolo, com o seguinte truque: mostravam duas moedas, uma com o valor superior à outra. O mendigo escolhia sempre a moeda com o valor menor. A história foi-se espalhando por toda a região. Dia após dia, grupos de homens e mulheres mostravam as duas moedas, porém o mendigo escolhia a que tinha o menor valor. Até que apareceu um senhor generoso, cansado de ver o mendigo a ser ridicularizado daquela maneira. Chamou-o a um canto da praça, e disse:
– Sempre que lhe oferecerem duas moedas escolha a maior. Assim, terá mais dinheiro e não será considerado idiota pelos outros.
O mendigo respondeu:
– O senhor parece ter razão, mas se eu escolher a moeda maior, as pessoas vão deixar de me oferecer dinheiro, para provar que sou mais tolo que elas. O senhor não sabe quanto dinheiro já ganhei, através deste truque. Não há nada de errado em se fazer passar por tolo, se na verdade o que está a fazer é inteligente. Às vezes, é de muita sabedoria fazermo-nos passar por tolos e é muito melhor passar por tolo e ser inteligente do que ter inteligência e usá-la para fazer parvoíces.

“Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem!”

Autor Desconhecido