Escute-se. Conheça-se. Recrie-se. Transforme a sua vida com o Grupo ReCriar.

Grupo ReCriar – o que é?

Provavelmente você deseja compreender e dominar as suas emoções. É possível que queira relaxar o corpo e acalmar mente. Anseia terminar o dia sem aquele peso nos ombros. Precisa melhorar a sua autoestima e o amor-próprio. Sonha ser assertivo e superar os obstáculos que impedem a sua vida de seguir o rumo que deseja.

Com a participação neste grupo poderá compreender e equilibrar as suas emoções, aprender a lidar de forma mais relaxada com os obstáculos que a vida impõe e ativar as suas capacidades internas. O ReCriar é um (re)encontro com o seu Eu, para criar harmonia e equilíbrio em tudo o que faz e seguir o seu propósito.

Participará num grupo fechado e protegido, com encontros semanais, onde irá vivenciar e aprender exercícios práticos e técnicas de auto aplicação para a vida.

 

As inscrições decorrem entre 4 e 15 de setembro. Contacte-nos.

Programação

Entrevista preliminar e inscrições: De 4 a 15/setembro/2017, sob marcação
Duração: 19/setembro a 21/novembro/2017
Horário: Terça-feira das 19h30m às 22h30m
Nº de encontros: 10 encontros de grupo e 2 entrevistas individuais

Investimento

Inscrição -30€
Até 19/setembro – 300€ ou pagamento em 3 prestações – 330€

Participantes

Entre 10 e 15 pessoas

Orientação

Jatir Schmitt
Psicoterapeuta, Hipnoterapeuta e Terapeuta Psicossensorial

Local

PSIC – Psicologia Integrada
Rua da Ramadinha, 153 – Mafamude – Vila Nova de Gaia

Contactos

225 020 828 / 968 931 541
psic@psic.com.pt

 

8 hábitos essenciais para aprender a envelhecer

Na chamada terceira idade, há uma grande transformação do corpo e da mente. É o momento em que termina a atividade profissional, o tempo livre aumenta e parece não haver muito com que se distrair. Além disso, a energia para realizar atividades de que se gostava antes já não é a mesma.

 

Nesta mudança podem surgir sentimentos de inutilidade, tristeza, solidão e, em alguns casos, até depressão. Para algumas pessoas, “parar” pode ser como “morrer em vida”.

 

Contudo, esta fase da vida pode ser uma oportunidade de explorar e aprender coisas para as quais até então o tempo escasseava. Seguem-se algumas dicas para disfrutar desta etapa:

  1. Mantenha uma rotina estruturada – defina horários para levantar e deitar, para tomar refeições e inclua uma atividade produtiva diariamente.
  2. Promova convívios familiares e com amigos.
  3. Envolva-se em atividades sociais, culturais e de lazer – além de ajudar o seu cérebro a manter-se saudável, permite a troca de experiências com pessoas da mesma idade ou diferentes gerações.
  4. Faça exercício físico – hidroginástica, caminhadas diárias ou outro exercício do seu agrado.
  5. Mantenha-se mentalmente ativo – procure ler livros, jornais, revistas, realizar exercícios simples, novas atividades para aprender novas habilidades.
  6. Cuide de si e da sua imagem.
  7. Acolha o tempo livre – aproveite a oportunidade para se conhecer e redescobrir como pessoa.
  8. Defina novos objetivos de vida – faça um balanço da sua vida e defina novos projetos e novos objetivos.

 

Liberte-se do medo e agarre a beleza de aprender a envelhecer.

 

Acha que conhece alguém nesta situação que possa sofrer de depressão? Confira aqui no nosso artigo Alerta vermelho – os 7 principais sinais de que alguém sofre de depressão

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Carla Santos – Psicóloga Clínica

A Hiperatividade não é um problema de comportamento! 7 dicas para lidar com uma criança hiperativa

A Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA) não é falta de concentração por falta de empenho ou um comportamento indisciplinado resultante da educação dada pelos pais. A Hiperatividade é uma doença neurobiológica, não é uma condição psicológica em que se as pessoas quisessem conseguiriam ser pontuais, organizadas, disciplinadas ou que passa a qualquer momento. Pedir a uma pessoa Hiperativa para se concentrar e organizar é a mesma coisa que pedir a uma pessoa com dificuldades motoras para correr mais depressa.

 

Este distúrbio provoca problemas de aprendizagem, integração, socialização e sofrimento, não só para quem sofre da doença, mas também para com quem ela lida. Uma pessoa com PHDA terá sempre PHDA, mas poderá aprender a lidar com as características deste distúrbio e com a ajuda de psicofármacos é possível controlar os sintomas.

 

7 dicas para lidar com a PHDA

Embora o acompanhamento com um profissional seja bastante eficaz, e a intervenção precoce previna o impacto na vida adulta, o convívio com uma criança hiperativa pode ser muito desgastante, no entanto, é necessário amenizar a situação e promover uma boa convivência com a doença:

 

  1. Imposição de limites

Devido à grande inquietude das crianças hiperativas, há uma tendência à intolerância a regras. Portanto, cabe aos pais impor limites desde cedo e, a partir de recompensas e correções, demonstrar a importância do respeito às regras.

 

  1. Incentivo à organização

Um dos grandes problemas das crianças com PHDA é a manutenção de disciplina, principalmente nas tarefas escolares. Assim, é essencial que haja um estímulo à organização de todas as tarefas. É possível obter grandes ganhos a partir da utilização de cronogramas e agendas, tudo que estimule a manutenção de uma rotina produtiva na vida da criança.

 

  1. Paciência e compreensão

Embora muitas vezes seja difícil os pais manterem-se serenos perante as atitudes de uma criança hiperativa, a repreensão nem sempre é o melhor caminho. É necessário compreender e tentar lidar da melhor maneira possível, pois nem sempre a criança tem consciência do que está a fazer. Exemplo: a criança sabe e percebe que no cinema tem que ficar sentada, mas ela não é capaz de o fazer.

 

  1. Evitar comparações

É comum que muitos pais comparem as crianças, ou com outro filho ou com outras crianças, com o objetivo de conseguirem mudanças de comportamento. No entanto, essa comparação pode não ser saudável, uma vez que certas atividades representam um grau de dificuldade elevadíssimo para as crianças com PHDA, além do risco de desenvolvimento de problemas de autoestima nas crianças.

 

  1. Estimular a prática de atividades físicas

A prática de exercícios físicos é muito benéfica para as crianças hiperativas, para que possam canalizar o excesso de energia de uma forma segura e adequada, como no caso da natação, artes marciais, atletismo, ginástica e dança.

 

“As crianças com PHDA não fazem porque não querem, mas porque não são capazes de fazer aquilo que sabem que devia ser feito”.

Se suspeita que o seu filho sofre de Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção, contacte-nos para marcar um rastreio.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica