4 perguntas sobre orientação profissional que podem ajudar a decidir o seu futuro

1 – O que é a orientação profissional?

A orientação profissional ou vocacional é um processo que ajuda a fazer escolhas. E escolhas que, geralmente, são difíceis.

 

2 – Porquê recorrer à orientação profissional?

Todos os anos milhares de jovens fazem a mesma pergunta: que área escolher no 10º ano e que curso ou profissão escolher no final do 12º ano? Esta é uma decisão difícil que se refletirá na carreira dos jovens. O estudante sente-se confuso, inseguro e ansioso, num momento de grande mudança na sua vida, com a pressão de ter que fazer a primeira escolha profissional e imaginar que esta será uma decisão que vai ter implicações no futuro.

 

Essas decisões correm o risco de serem feitas de maneira precipitada, pois o jovem não está completamente preparado para saber qual o caminho que deve seguir.

 

A Orientação Profissional é uma ferramenta de enorme importância dentro desse ciclo. A Orientação profissional não se resume à aplicação de testes. Os testes são utilizados como instrumentos auxiliares de um processo cujo objetivo é, principalmente, ajudar e capacitar o jovem a lidar com as dificuldades naturais e inerentes a qualquer situação de escolha.

 

3 – Quais os objetivos da orientação profissional?

  • Compreender-se si mesmo, as pressões sociais que sofre e as suas motivações;
  • Aceitar que a ansiedade atual é natural e aprender a lidar com essa ansiedade;
  • Identificar novas possibilidades de profissões;
  • Promover condições para fazer as suas escolhas e planear o seu futuro profissional, considerando os seus interesses, motivações e aptidões.

 

4 – A quem se destina a orientação profissional?

  • A quem escolher a sua área de estudo no ensino secundário;
  • A quem quer escolher o curso universitário;
  • A quem quer definir a sua área de atuação para a primeira escolha profissional
  • A quem quer uma mudança de carreira.

 

Quando fazemos o que gostamos, sentimo-nos realizados a nível profissional. E quando isso acontece, a probabilidade de sucesso na vida pessoal também aumenta. E se tivermos sucesso a nível profissional e pessoal, somos mais felizes.

 

 

“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.” Confúcio

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica

Os medos mais comuns das crianças – e como lidar com eles

Na infância é normal as crianças sentirem medos. Na sua caminhada e descoberta do mundo, existem milhares de coisas novas para aprenderem. O cérebro vai desenvolvendo e as perceções que as crianças têm da realidade que os rodeia, vão sendo diferentes em função do seu nível de desenvolvimento.

 

Habitualmente, cada medo está associado a uma fase do desenvolvimento e à medida que a criança cresce forma perceções mais realistas sobre o mundo que a rodeia. É normal que desde cedo surjam medos que com o tempo acabam por desaparecer.

 

Quais são os medos mais comuns na infância?

 

6 Meses a 1 ano

  • Ansiedade de separação
  • Medo de estranhos
  • Ruídos fortes
  • Medo de dormir

 

2 – 4 Anos

  • Escuro
  • Dormir sozinho
  • Barulhos fortes
  • Perder-se
  • Monstros
  • Animais
  • Situações novas

 

5 – 7 Anos

  • Abandono
  • Perda/Morte
  • Performance escolar
  • Rejeição
  • Escuro
  • Fracassar/errar

 

Não valorize excessivamente estes medos, contudo esteja atento. Se os medos persistirem por longos períodos de tempo e interferirem nas rotinas do dia-a-dia, procure ajuda de um profissional. Ajude a sua criança a superar os medos que a impedem de explorar o mundo, para que possa usufruir da sua infância livremente e feliz.

 

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

 

 

 

 

 

 

Hipnose reduz consequências da diabetes tipo 1

Através da hipnose, é possível aceder à raiz emocional que acompanha muitas doenças, nomeadamente, a diabetes. Independentemente da predisposição genética, a diabetes também pode estar relacionada com:

  • Problemas familiares – divórcio, separação, perda, luto
  • Frustrações afetivas – desgosto amoroso, rejeição
  • Dificuldade em expressar e receber afeto
  • Problemas profissionais
  • Stress

 

Ao longo da minha prática clínica tenho constatado que ao potenciar os recursos naturais do organismo para a saúde, bem como ao limpar a carga emocional decorrente da diabetes (e.g., tristeza, melancolia, baixa autoestima, depressão) é possível a estabilização emocional e a aceitação da doença.

 

Além disso, a investigação científica recente da Universidade de Aveiro tem demostrado que a hipnose pode ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue e a diminuir a dose diária de insulina que estes doentes necessitam de administrar. Se quiser saber mais consulte o artigo da SIC Notícias Estudo científico conclui que hipnose reduz consequências da diabetes tipo 1

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta