Como exercer uma parentalidade positiva?

O foco da parentalidade está no cuidar, existindo uma interação constante entre pais e filho(s), que implica direitos e deveres. Exercer a parentalidade pode ser muito exigente, mas não tem que ser desgastante, nem desafiador.

Seguem algumas dicas, para a prática de uma parentalidade positiva:

  • Respeite os sentimentos do seu filho(a)
  • Promova segurança e autoestima
  • Estimule as suas capacidades
  • Valorize as suas emoções
  • Dê incentivos
  • Encoraje-o(a)
  • Brinque com ele(a)
  • Elogie
  • Oriente para a resolução de problemas
  • Estabeleça limites claros e eficazes
  • Seja firme e consistente
  • Seja específico quando comunica com ele(a)
  • Comunique de forma positiva
  • Dê Amor

A parentalidade positiva não é ser permissivo, mas sim estabelecer regras e limites, direcionados à sua criança e consoante as suas necessidades. Respeite-a como ela é, um ser único e independente.

Acima de tudo esteja consciente das suas emoções! Pais felizes e em equilíbrio têm crianças felizes.

 

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Ana Macedo – Psicóloga Clínica

Alguém próximo de mim sofre com POC – perturbação obsessivo-compulsiva. E agora?

Apesar do secretismo que envolve a perturbação obsessivo-compulsiva, trata-se de uma perturbação psicológica tão frequente como a asma ou a diabetes, no plano médico.

Saiba mais sobre esta doença aqui 

Por todas as limitações diárias que provoca, esta doença também pode ser difícil para quem convive com uma pessoa com esta perturbação. Os familiares e amigos podem e devem ser envolvidos na intervenção para melhores resultados.

 

6 dicas práticas para ajudar alguém que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo:

  1. Fale sobre o assunto – sempre que necessário, mostre-se disponível para conversar, com empatia e compreensão, sem criticar ou rejeitar;
  2. Esteja atento a situações de maior stresse e/ou mudança – os sintomas pioram nestes casos;
  3. Chame a atenção da pessoa quando esta realiza o comportamento compulsivo – muitas vezes, devido ao hábito, a pessoa não se apercebe de que está a realizar um ritual;
  4. Não participe nos rituais compulsivos e nos rituais obsessivos nem os realize pela pessoa;
  5. Aprecie todos os esforços realizados e valorize todos os sucessos conseguidos;
  6. Planeie momentos de descanso e distração, incluindo atividades agradáveis e prazerosas.

Os sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo não tendem a melhorar com a passagem do tempo. Incentive a procura de ajuda profissional que permite uma melhoria elevada dos sintomas e a recuperação da qualidade de vida. Saiba mais sobre as intervenções para esta perturbação aqui

 

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

Vomitar para não engordar – 7 sinais de bulimia nervosa…

A bulimia nervosa é um distúrbio alimentar grave que se caracteriza pela ingestão de grandes quantidades de comida, seguidas da indução do vómito.

Manifesta-se por uma preocupação excessiva pela imagem e peso, um medo constante de engordar, uma sensação de culpa e perda de controlo na ingestão de alimentos até ocorrer desconforto ou dor. A culpa leva ao uso repetido de métodos compensatórios, como a indução do vómito após comer ou realizar exercício físico em excesso, uso inadequado de laxantes, diuréticos ou outros fármacos.

Quando este quadro não é devidamente controlado podem surgir várias complicações, como a desidratação, problemas cardíacos, irregularidades menstruais, deterioração dos dentes e gengivas, ansiedade e/ou depressão, abuso de álcool e/ou drogas, entre outras.

Desconhece-se a causa exata da bulimia. Provavelmente, para esta condição contribuem múltiplos fatores biológicos, emocionais e sociais.

O envolvimento da família é de extrema importância na identificação da doença, pois geralmente o bulímico não reconhece que tem um problema, ou quando reconhece, pensa que consegue controlar.

São estes os sinais de alerta a que deve prestar atenção:

  1. Interesse desmesurado por temas de alimentação e conteúdo calórico dos alimentos
  2. Desenvolvimento de rituais à volta de alimentos e refeições
  3. Excessiva preocupação com o peso
  4. Recusa de determinados grupos de alimentos
  5. Prática excessiva de exercício
  6. Consumo injustificado de laxantes
  7. Abandono de atividades e/ou de amigos.

O tratamento é crucial devido à elevada taxa de morbilidade associada. O diagnóstico rápido pode mudar o rumo de toda a história.

 

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica