É preciso falar do suicídio! 8 sinais de alerta de comportamentos suicidas

O suicídio ainda é um assunto tabu na nossa sociedade, embora seja um problema de saúde pública e esteja entre as 10 principais causas de morte em Portugal e em todo o mundo. Confira os 8 sinais de alerta de um comportamento suicida:

  1. Mudanças de comportamento inesperadas: deixar de praticar algum hobbie de que gostava muito; deixar de cuidar da sua aparência, se antes era uma pessoa que se preocupava com isso
  2. Mudanças de humor drásticas: tristeza intensa, sensação de vazio, acessos de raiva ou irritabilidade, sentimentos fortes de culpa ou vergonha
  3. Isolamento
  4. Expressões como: “A minha vida não tem sentido”, “Estariam melhor se eu desaparecesse”, “Não aguento mais viver assim”, “Não vejo nenhuma saída/luz ao fundo do túnel”, “Ninguém me entende” ou “Quero morrer”
  5. Melhorias ou períodos de calma súbitos: a pessoa aceitou a decisão de cometer suicídio e pode simular uma melhoria para levar a cabo o seu plano
  6. Tentativa de resolver assuntos pendentes: pode indicar igualmente a existência de um plano para cometer suicídio
  7. Ameaças: a maior parte das pessoas que pensa cometer suicídio avisa alguém próximo. Este aviso não deve ser ignorado ou encarado apenas como uma forma de chamar a atenção
  8. Tentativas anteriores: muitas vezes, os suicídios são precedidos por tentativas anteriores

As intenções ou pensamentos suicidas devem ser sempre levados a sério. É importante manter-se próximo, conversar sobre o assunto numa postura de escuta ativa, informar outras pessoas próximas e estar atento. Procure também acompanhar a pessoa numa ida a um profissional de saúde mental.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Carla Santos – Psicóloga Clínica

“O que a nossa mente quer e precisa para sermos quem somos”

O acompanhamento psicológico, habitualmente, é visto como um processo terapêutico que visa reduzir ou eliminar sintomas que provocam sofrimento a vários níveis. É importante realçar que não se limita a esta função. O acompanhamento psicológico também promove o desenvolvimento pessoal. Permite que a pessoa desenvolva o conhecimento sobre si própria, sobre quem é, sobre as suas ações e sobre as suas capacidades e potencialidades.

A seguir apresento-vos o testemunho de Manuel Nogueira, um jovem que através de um acompanhamento psicológico intensivo conseguiu (re)encontrar-se e sentir-se bem com quem é.

Quando contactei com a PSIC foi no intuito de resolver-me e de sentir-me confortável com quem sou. O facto de sentir que consegui mais do que isso foi inesperado, mas mostrou-me do que sou capaz com a ajuda e o apoio das pessoas corretas. Nunca duvidei dos métodos utilizados quer pela sua simplicidade, quer pelos resultados. Foi perceber que com a PSIC conseguimos o que a nossa mente quer e precisa para sermos quem somos. Descobri quem sou e o que me define, mas também percebi o que me deprimiu e como agir quanto a isso. Fez-me voltar a mim.

Consulte mais testemunhos sobre este e outros temas aqui.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

A Dança como terapia

A dança é uma ferramenta terapêutica que trabalha a conexão entre o corpo e a mente. Deste modo, a dançaterapia permite uma vivência emocional feita através do movimento corporal, quebrando barreiras internas e externas e transportando para a tomada de consciência do Self.

Com a simplicidade dos movimentos, mesmo sem saber dançar a pessoa vai de camada em camada sentindo as emoções, libertando-se das amarras da vida. O corpo e mente renascem e a criatividade surge em cada movimento, expandido a sua sensibilidade e afetividade. Com esta técnica, surgem benefícios físicos e psicológicos, tais como:

  • Autoestima
  • Autoconhecimento
  • Motivação
  • Memória
  • Coordenação motora
  • Noção espacial
  • Respiração
  • Perceção do corpo
  • Alívio do stress
  • Socialização
  • Conexão

 

A dançaterapia pode ser realizada por qualquer pessoa, de qualquer idade, independentemente das suas limitações.

Se pretende receber mais informações sobre dançaterapia, contacte-nos.

 

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Ana Macedo – Psicóloga Clínica