Quando o medo de enfrentar as situações controla a nossa vida

Quando nos confrontamos com uma situação que nos parece ser ameaçadora, perigosa ou simplesmente desconfortável é comum optarmos por fugir ou escapar dessa situação. A fuga é um dos mecanismos básicos da nossa existência. Há milhões de anos atrás aprendemos a lutar ou fugir para nos protegermos de predadores maiores. Atualmente, estas respostas nem sempre são adaptativas.

Evitamos ir a alguns locais, falar sobre alguns assuntos, não sentir emoções dolorosas… evitamos qualquer situação ou estímulo que nos faça sofrer. Ao evitarmos, momentaneamente, o nosso medo e desconforto diminuem. Contudo, será que resolvemos o problema? Na realidade não só não o resolvemos, como “alimentamos” o nosso medo. Ao fugirmos, não temos possibilidade de verificar se os nossos medos tinham fundamento, os nossos pensamentos negativos acerca da situação vão permanecer, deixámos de aproveitar vários momentos agradáveis da nossa vida e temos cada vez menos confiança em nós próprios.

Sempre que evitamos vamos ficando mais prisioneiros do medo, por isso, antes de fugir, pare para pensar… o quê que perde em experimentar?

 

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Equipa PSIC

Como ajudar o seu filho a descobrir a sua vocação

O Pedro tem 15 anos e vive com a mãe. Frequenta o 10º ano na área das ciências socioeconómicas e, nos últimos tempos, baixou significativamente o rendimento escolar e sente-se desmotivado, ansioso e inseguro.

A mãe do Pedro, preocupada com o filho, procurou o serviço de orientação vocacional para tentar perceber o porquê dos maus resultados e desmotivação. O Pedro realizou o programa de orientação vocacional da PSIC e, no final, percebeu que estava na área errada, para a qual não tinha interesse e vocação e daí resultava o seu mal-estar e ansiedade.

Agora, o Pedro sente-se motivado, pois sabe qual a área a seguir, quais os trilhos a traçar, mediante os seus interesses e aptidões. Além disso, levou ferramentas que o ajudam a organizar-se e a saber estudar. No final do ano letivo vai mudar de área, porque afinal o importante é o bem-estar geral e a sua felicidade.

Se o seu filho ou alguém que conhece, se sente perdido, ansioso, desmotivado e tem maus resultados apesar dos esforços, saiba que é possível recuperar a motivação e reconstruir o futuro com base na avaliação certa.

 

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Equipa PSIC

5 mandamentos do ex-fumador

Como ex-fumador(a) sigo novos mandamentos, os mandamentos do ex-fumador(a):

  1. Evito sempre o primeiro cigarro!
  2. Pratico atividade física para um melhor funcionamento do meu organismo, preferencialmente ao ar livre. O ar livre é muito melhor que o fumo do cigarro.
  3. Livrei-me do cheiro a tabaco. Agora todos os meus utensílios, a minha casa, a minha roupa, o meu cabelo já não cheiram a tabaco. Cheiram bem melhor!
  4. Aprendi a acalmar-me recorrendo a novas estratégias, como a respiração, novos hobbies e o convívio social.
  5. Cuido do meu coração, dos meus pulmões e do meu cérebro. Eles são únicos para mim!

Veja outras ideias para manter a sua decisão de deixar de fumar no nosso artigo Mudança de rotinas – 1º passo para deixar de fumar (link para http://www.psic.com.pt/mudanca-de-rotinas-1-passo-para-deixar-de-fumar/)

 

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