Ataques de pânico – “Vitória após vitória, hei-de conseguir!”

“Há cerca de 4 anos comecei a não me sentir muito bem em espaços fechados. Tudo o que não tivesse uma saída fácil criava desconforto. Recordo-me de um anexo da minha anterior casa que apenas tinha a porta e uma janela onde eu não passava. E se alguém me fechasse a porta? Então, eu fiz uma chave e arranjei um sítio para a chave, que só eu sabia que estava lá. Com o passar do tempo apareceram os ataques de pânico e, já não era só o anexo que me preocupava. Comboio, metro, elevadores, basicamente tudo o que fosse de difícil saída. Até que cheguei ao ponto de entrar em pânico no trânsito, em sítios que antes adorava e agora me provocavam medo, de nevoeiro denso, de uma simples ida ao shopping de sempre.

 

Foi então que decidi que precisava de ajuda. Por mim, pela minha esposa, mas principalmente pelo meu filho. Conheci a PSIC numa pesquisa online e decidi que era aqui que podia estar a solução. Eu pensava que depois de fazer o tratamento aconselhado nunca mais me ia lembrar que tinha os problemas, mas com o passar das sessões fui percebendo que não ia ser assim, tinha que ser eu a primeira pessoa a ajudar-me. Não sei se voltarei a passar o que passei, mas sinto-me muito mais confiante em relação ao futuro, mais calmo e principalmente ensinaram-me as técnicas e deram-me as ferramentas necessárias para ultrapassar tudo isto. Ainda não tentei entrar no metro, mas tenho-me controlado no trânsito, tenho ido ao shopping com a família e apesar de me lembrar do que passei, as coisas têm corrido bem. Vitória após vitória, hei-de conseguir!”

 

O Rui realizou um tratamento intensivo, personalizado e orientado para as suas dificuldades. Através de técnicas combinadas (hipnose, terapias psicossensoriais e de biofeedback), aprendeu estratégias para lidar com os ataques de pânico e as suas fobias, os sintomas desapareceram e retomou a sua vida.  O Rui é o exemplo de que adiar o pedido de ajuda e prolongar o sofrimento é restringir a liberdade.

 

Se esta história lhe é familiar, é hora de procurar ajuda.

Se quiser saber mais sobre Como surge um Ataque de Pânico?  consulte este artigo ou descubra o nosso método aqui.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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7 dores no corpo com causas emocionais

Já sentiu alguma dor de costas, cabeça, ombros… sem saber qual a sua causa? É possível que, algumas dessas dores, tenham causa emocional. O nosso corpo também expressa o sofrimento emocional através de dores físicas. Aqui fica uma lista das dores que estão diretamente ligadas às emoções:

 

  1. Dor de costas – zona superior – pode estar associada à solidão, sensação de não ser amado ou desejado;
  2. Dor de costas – zona lombar – pode estar relacionada com o stress provocado por problemas financeiros;
  3. Dor de cabeça – o stress e a sensação de estar sobrecarregado podem estar na origem desta dor;
  4. Dor no cotovelo – habitualmente surge perante a resistência à mudança, quando se prende a padrões rígidos;
  5. Dor no quadril – o medo intenso da mudança pode estar relacionado com este tipo de dor;
  6. Dor no pescoço – se é rancoroso e hostil com os outros ou consigo mesmo, este é o tipo de dor que o pode afetar;
  7. Dor no ombro – é comum surgir quando tenta “carregar” nos ombros os seus problemas e os de toda a gente.

 

Este tipo de dores representa muito mais do que um simples desgaste físico. Estas dores são o alerta do seu corpo de que algo não está bem consigo e podem mascarar problemas emocionais. Se não conseguir ultrapassar estas dores sozinho, faça um despiste médico e se as dores persistirem procure ajuda psicológica para descobrir a origem e resolver as suas dores.

Veja também o testemunho da Vera – professora de 51 anos que vive com fibromialgia há décadas.

Saiba mais sobre problemas de saúde psicossomáticos aqui.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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O jogo da Baleia Azul – 10 sinais a que deve estar atento nos seus filhos

O jogo virtual chamado de “Baleia azul” tem sido notícia no nosso País devido aos crescentes casos que têm surgido de adolescentes que tentam o suicídio. Lembramo-nos por exemplo do caso de uma jovem de 18 anos que saltou de um viaduto e foi encontrada com múltiplos ferimentos.

Com aparência de brincadeira, o jogo tem início na rede social Facebook, e tem continuidade no WhatsApp dos jogadores. Estes recebem mensagens às 4.20 da manhã, com tarefas que envolvem o desafio a regras, automutilação, e numa última fase o suicídio.

O assunto tem provocado uma crescente preocupação nos Pais, pois sentem-se impotentes para lidar com tamanha vulnerabilidade destes jovens.

A prevenção pode ser clara: os Pais devem conversar com os filhos desde os primeiros anos de vida. O diálogo cria um vínculo que se mantém na adolescência, e evita que casos extremos como a participação no presente jogo tenha efeitos nefastos sobre os jovens.

No entanto, para além de todos os parâmetros observados em torno deste jogo, tanto a nível social como criminal, é importante entender que por trás do comportamento que leva estes jovens a “quererem” ou “precisarem” entrar neste tipo de jogos, existe um sintoma, e esse sintoma remete-nos para um problema, como a solidão sentida por esses jovens.

A solidão e a angústia dos jovens, propiciam a identificação com a dor e com a morte, fazendo com que mais facilmente adiram a este tipo de jogos. É essencial vermos além do jogo e percebermos a saúde emocional dos nossos filhos.

 

Como Pai, esteja atento a estes sinais:

  1. Isolamento, silêncio, introspeção e fuga de diálogo;
  2. Afastamento da família e dos amigos (perda de interesse nas pessoas);
  3. Perda de interesse nas atividades que costumava fazer;
  4. Mudanças nos hábitos de sono (insónias ou dormir mais do que o habitual);
  5. Mudanças nos hábitos alimentares e adoecer frequentemente;
  6. Mudanças bruscas no comportamento (irritabilidade, crises de raiva);
  7. Comportamentos autodestrutivos, como a automutilação e exposição a situações de risco (ferimentos repentinos);
  8. Recusa em ir para a escola (bullying);
  9. Publicação de imagens de baixa-autoestima nas redes sociais;
  10. Interesse anormal por filmes de terror e preocupação com a temática da morte e violência.

 

É importante que os Pais procurem ajuda e orientação adequada para lidar com a vulnerabilidade psicológica dos filhos, pois a ausência e falta de proximidade parental pode abrir espaço para este tipo de acontecimentos.

 

Aproveite para ler sobre “Como exercer uma parentalidade positiva?

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

 

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Patrícia Pereira – Psicóloga Clínica