“Sou muito novo e quero viver muitos anos” – um testemunho sobre deixar de fumar

Júlio tem 25 anos, é estudante e procurou a PSIC porque pretendia deixar de ser fumador. Começou a fumar aos 15 anos com um amigo que lhe ofereceu um cigarro. Durante algum tempo, apenas fumava em situações de convívio, mas desde que entrou para a faculdade o número de cigarros começou a aumentar. Além de agora ir a mais festas, Júlio conta que “tenho tanto para estudar que, às vezes, fumo mais do que um maço por dia, parece que ajuda a fluir.”

Nos últimos meses, alguns amigos do Júlio decidiram que iam parar de fumar e um deles até o fez recorrendo ao tratamento por hipnose da PSIC. Ao ver o sucesso do amigo, o Júlio decidiu que também queria deixar de fumar “sou muito novo e quero viver muitos anos, também não gosto do cheiro a tabaco e gasto muito dinheiro”. Optou então pelo mesmo método, visto que não tem efeitos secundários e é rápido.

Hoje, Júlio está livre do tabaco e sente-se mais seguro e autoconfiante.

Entre os fumadores portugueses existem muitos jovens. Saiba que quanto mais cedo se livrar deste vício, maior é a probabilidade de viver uma vida longa e saudável.

 

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica

5 dicas para superar o medo de falar em público

O medo de falar em público representa muitas vezes um bloqueio e pode prejudicar quer o seu rendimento profissional quer as suas relações pessoais. Deixamos algumas dicas simples para iniciar a superação deste medo:

  1. Prepare a sua apresentação – estude sobre o assunto que vai apresentar, faça resumos, explique a alguém próximo para se familiarizar com o tema;
  2. Treine, treine, treine – pode fazê-lo em frente ao espelho, em voz alta e com públicos pequenos e familiares que lhe darão feedback;
  3. Conheça o local da apresentação – quanto mais familiarizado estiver com o local, menos intimidado se vai sentir. Chegar mais cedo, preparar os equipamentos e ter um tempo para si pode ajudar;
  4. Faça da tecnologia uma aliada – prepare uma apresentação interessante, criativa, que capte a atenção do público e com alguns pontos-chave para o ajudar;
  5. Use a respiração a seu favor – quando temos medo ou ansiedade, a respiração tende a ser acelerada, irregular e superficial. Antes da apresentação, procure fazer respirações mais longas, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, enchendo o diafragma de ar, sem subir os ombros.

E… lembre-se que o público não está lá para o julgar. Inicie este caminho e saiba que é possível livrar-se deste medo.

 

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica

Vivenciar a perda

Muitas vezes, o luto é encarado como a perda de alguém que amamos devido à sua morte. Contudo, o luto pode estender-se a outras perdas:

  • Divórcio
  • Afastamento de amigos ou familiares
  • Animais de estimação
  • Bens materiais
  • Emprego

O sofrimento e a dor são respostas instintivas à perda que devem ser vivenciadas respeitando o ritmo de cada um. Este processo é muito particular, dependendo de cada pessoa e tipo de perda.

Cada um precisa de um tempo próprio para se ajustar a esta nova realidade e refazer a representação que alguém ou algo tinham e têm na sua vida. Este tempo não implica um esquecimento, mas sim a construção de uma nova relação com a memória dessa pessoa, situação ou objeto.

É legítimo que se sinta triste, com raiva, angustiado, culpado, frustrado, que chore e tenha vontade de desistir. Permita-se vivenciar este sofrimento que é necessário para se libertar e continuar a viver.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica