Como reagir ao luto?

Não existe uma expressão universal do luto. Cada pessoa responde à perda de uma forma singular, em função das suas caraterísticas pessoais e do ambiente onde está inserida. É importante que experiencie o luto nos moldes que, para si, fizerem sentido.

 

Deixamos-lhe alguns conselhos que podem ajudar:

  • Aceite os seus sentimentos e respeite o seu momento de dor que, gradualmente, vai cicatrizando;
  • Foque-se nas boas recordações, que lhe trazem serenidade e o ajudam a seguir em frente;
  • Lembre-se de cuidar de si. Pode ser difícil pensar em si neste momento de dor, mas é importante que mantenha uma alimentação equilibrada, faça a sua higiene, dedique tempo a algum passatempo… Cuidar de si não vai eliminar a dor que sente, mas dá-lhe mais forças para continuar;
  • Peça ajuda sempre que precisar. Não se isole, as pessoas que o rodeiam podem ajudar a distrair-se e a ultrapassar este momento;
  • Retome o seu dia-a-dia: gradualmente envolva-se nas suas tarefas, responsabilidades e atividades que antes lhe davam prazer.

 

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Equipa PSIC

Quando o medo de enfrentar as situações controla a nossa vida

Quando nos confrontamos com uma situação que nos parece ser ameaçadora, perigosa ou simplesmente desconfortável é comum optarmos por fugir ou escapar dessa situação. A fuga é um dos mecanismos básicos da nossa existência. Há milhões de anos atrás aprendemos a lutar ou fugir para nos protegermos de predadores maiores. Atualmente, estas respostas nem sempre são adaptativas.

Evitamos ir a alguns locais, falar sobre alguns assuntos, não sentir emoções dolorosas… evitamos qualquer situação ou estímulo que nos faça sofrer. Ao evitarmos, momentaneamente, o nosso medo e desconforto diminuem. Contudo, será que resolvemos o problema? Na realidade não só não o resolvemos, como “alimentamos” o nosso medo. Ao fugirmos, não temos possibilidade de verificar se os nossos medos tinham fundamento, os nossos pensamentos negativos acerca da situação vão permanecer, deixámos de aproveitar vários momentos agradáveis da nossa vida e temos cada vez menos confiança em nós próprios.

Sempre que evitamos vamos ficando mais prisioneiros do medo, por isso, antes de fugir, pare para pensar… o quê que perde em experimentar?

 

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Equipa PSIC

Como ajudar o seu filho a descobrir a sua vocação

O Pedro tem 15 anos e vive com a mãe. Frequenta o 10º ano na área das ciências socioeconómicas e, nos últimos tempos, baixou significativamente o rendimento escolar e sente-se desmotivado, ansioso e inseguro.

A mãe do Pedro, preocupada com o filho, procurou o serviço de orientação vocacional para tentar perceber o porquê dos maus resultados e desmotivação. O Pedro realizou o programa de orientação vocacional da PSIC e, no final, percebeu que estava na área errada, para a qual não tinha interesse e vocação e daí resultava o seu mal-estar e ansiedade.

Agora, o Pedro sente-se motivado, pois sabe qual a área a seguir, quais os trilhos a traçar, mediante os seus interesses e aptidões. Além disso, levou ferramentas que o ajudam a organizar-se e a saber estudar. No final do ano letivo vai mudar de área, porque afinal o importante é o bem-estar geral e a sua felicidade.

Se o seu filho ou alguém que conhece, se sente perdido, ansioso, desmotivado e tem maus resultados apesar dos esforços, saiba que é possível recuperar a motivação e reconstruir o futuro com base na avaliação certa.

 

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