Ejaculação precoce – uma história que pode ser a sua

Alexandre tem 35 anos, é casado e procurou a PSIC numa altura em que a sua relação já não era a mesma devido à insatisfação que o casal sentia na sua vida sexual.

O Alexandre sofria de ejaculação precoce e relatava sentir medo, insegurança e inferioridade para com outros homens. Além disso, referia que esta situação o deixava bastante ansioso sempre que tinha relações sexuais com a esposa, o que levava a que muitas vezes evitasse ter relações. Conta que “tinha-me tornado num marido que manifestava sempre insatisfação, que só o que os outros tinham era bom, só os outros estavam felizes”. Estes fatores levaram a um afastamento entre o casal que estava a provocar muito sofrimento ao Alexandre, chegando a temer que o seu casamento terminasse.

Após a intervenção psicológica com hipnoterapia e estratégias psicossensoriais, durante cerca de 1 mês, o Alexandre sente-se agora “mais calmo, mais sereno, mais confiante e muito menos carente.”

O caso do Alexandre é bastante comum. No entanto, muitas vezes a vergonha e o preconceito impedem a procura de ajuda profissional para este problema que tem resolução.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

3 dicas para lidar com o stress no trabalho

Existem várias estratégias que o podem ajudar a lidar com o stress no trabalho. Pode começar por:

  1. Definir momentos de pausa – ao longo do dia vá fazendo pequenas pausas de 5 minutos. As pausas ajudam-no a manter-se mais atento e concentrado no trabalho.
  2. Ser assertivo – aprenda a dizer “não”. É importante que respeite os seus limites e não aceite responsabilidades que, no momento, não consegue cumprir.
  3. Aceitar que há coisas que não pode controlar – algumas coisas podem estar fora do seu controlo, nomeadamente, o comportamento dos seus colegas. Foque-se no que pode verdadeiramente controlar.

 

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica

O suicídio nas polícias portuguesas

 

Todos os anos são notícia os suicídios nas polícias portuguesas. Mas afinal porquê que este é um grupo de risco?

De acordo com o artigo publicado no Jornal Público por Ana Henriques e Pedro Sales Dias – https://www.publico.pt/2017/01/31/sociedade/noticia/policias-matamse-sobretudo-por-problemas-pessoais-conclui-estudo-1760352 – os problemas familiares são apontados como a principal causa dos suicídios na polícia.

A “lei do silêncio” autoimposta pelo dever da profissão, o trabalho exigente e desgastante por turnos, a imprevisibilidade e risco das funções desempenhadas e o elevado desgaste emocional, muitas vezes, culminam em ruturas e desentendimentos familiares. Pode acontecer, em casos mais graves, que estes profissionais vejam no suicídio a única saída para acabar com o seu sofrimento.

Se conhece algum profissional que esteja a passar por estas dificuldades, incentive-o a procurar ajuda. Existem outros caminhos para acabar com o sofrimento, por mais profundo que ele seja.

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica