Tinha medo de andar de avião, mas hoje entra no avião serena

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Elsa tem uma atividade profissional onde necessita de viajar frequentemente de avião. A cada viagem sentia um grande medo, ansiedade e angústia que começavam logo após a marcação da viagem. A Elsa antecipava várias vezes os cenários que temia: turbulência, avarias, quedas. Nos dias anteriores sentia-se muito ansiosa, não conseguia dormir, perdia o apetite e chegou a ter de cancelar algumas viagens devido à sua fobia de andar de avião.

Após algum tempo a viver com este medo de voar, que prejudicava a sua vida profissional, Elsa procurou ajuda. Depois de completar um programa de intervenção por hipnose e abordagem psicossensorial direcionado para a fobia específica, a Elsa relata que “entro no avião serena e não sinto o medo que até à data sentia”. Além disso, a ansiedade antecipatória desapareceu e durante as viagens chega mesmo a adormecer, devido ao relaxamento que sente. Elsa conta ainda que em algumas viagens de avião já houve turbulência e que conseguiu lidar com a situação, mantendo-se mais calma.

Apesar de o medo ser uma emoção natural e protetora, quando em excesso pode tornar-se incapacitante. Vê a sua vida restringida por algum medo excessivo? Saiba que, tal como a Elsa, é possível ultrapassá-lo.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

O que é a disfunção sexual feminina?

 

A disfunção sexual não afeta exclusivamente os homens. A disfunção sexual feminina pode manifestar-se em:

  • Diminuição ou ausência de desejo
  • Aversão do contacto sexual
  • Perturbação da excitação
  • Perturbação do orgasmo
  • Dispareunia – dor persistente na zona genital ou pélvica durante o ato sexual
  • Vaginismo – dificuldade na penetração, devido à contração involuntária, recorrente ou persistente, dos músculos da vagina.

As causas destas disfunções podem ser fisiológicas, psicológicas ou mistas. A nível psicológico os seguintes fatores podem contribuir para o desenvolvimento de uma disfunção sexual:

  • ansiedade, stress e depressão
  • falta de estimulação sexual adequada
  • comunicação ineficaz entre o casal
  • rejeição do parceiro
  • inexistência de informação
  • crenças erradas ou negativas sobre a sexualidade
  • experiências prévias insatisfatórias (e.g., dor, trauma)

 

Se a vivência de uma sexualidade plena é importante para si, não deixe que a disfunção sexual seja um tabu na sua vida. Procure ajuda!

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

Stress no trabalho – 5 fatores de risco

 

O stress no trabalho é cada vez mais um problema que afeta os colaboradores e as organizações. Alguns dos fatores de risco são:

Conteúdo do trabalho – tarefas monótonas, desvalorização das qualidades do trabalhador, elevada incerteza e insegurança e constante exposição a diferentes pessoas;

Carga e ritmo de trabalho – sobrecarga e/ou exigências excessivas, pausas inexistentes ou reduzidas;

Horário de trabalho – aumento do horário de trabalho, horários rígidos e inflexíveis, trabalho por turnos;

Cultura e ambiente organizacional – falta de apoio, feedback e reconhecimento, monotorização ou supervisão excessiva, má comunicação, fraca definição ou não acordo nos objetivos;

Bullying/mobbing – discriminações, vitimizações, humilhações, ameaças ou atos repetidos com o objetivo de prejudicar um trabalhador ou grupo de trabalhadores.

A conjugação de alguns destes fatores ou a exposição prolongada no tempo pode conduzir à manifestação de sinais de stress no trabalho, afetando a qualidade de vida.

Identifica-se com algum destes cenários? Pode ser difícil alterar o seu contexto de trabalho, mas é possível aprender estratégias para adaptar-se a esta realidade.

 

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica