Não apresse o rio

 

O rio corre sozinho, vai seguindo o seu caminho.
Não necessita de ser empurrado.
Sabe que há um ponto de chegada.
Sabe que o seu destino é para a frente.
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando ao mar.
O mar é a sua realização.
É chegar ao ponto final.
É ter feito a caminhada.
É ter realizado totalmente o seu destino.
A vida deve ser levada do jeito do rio.
Deixar que corra como deve correr.
Sem apressar e sem represar.
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cascatas.
Toda a natureza não tem pressa.
Vai seguindo o seu caminho.
Tudo tem o seu ritmo.
Tudo tem o seu tempo.

(Adaptado de Gastão Ribeiro)

O caminho a percorrer para se ter um filho deve ser levado como o curso do rio. Viva cada etapa em pleno e deixe que a natureza conclua a sua parte.

 

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Rita Lopes – Psicóloga Clínica

Como surge uma fobia?

 

A fobia é um medo exagerado, que persiste no tempo e aprisiona quem sofre com ela. Existem diferentes tipos de fobias e a sua origem pode estar relacionada com:

  • Associação de estímulos – por exemplo, o som de uma broca, habitualmente, não causa qualquer aversão, contudo se numa ida ao dentista a broca tocar nalgum nervo e nos provocar dor, ao fim de algumas visitas ao dentista o simples som da broca provoca medo ou aversão;
  • Aprendizagem – se uma pessoa próxima tiver um medo específico (e.g., aranhas, sangue), este pode ser aprendido pela convivência e observação do comportamento dessa pessoa;
  • Transmissão de informações – se forem transmitidas muitas informações negativas em relação a um objeto ou situação, estas podem tornar-se negativas ou aversivas (e.g., muitas notícias sobre acidentes com aviões podem desenvolver uma fobia a este meio de transporte);
  • Traumas – qualquer situação que ameace a nossa existência pode gerar uma fobia.

 

As fobias e medos podem ser ultrapassados, mesmo as mais invalidantes e duradouras. É possível viver livremente, sem limitações.

 

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Carla Santos – Psicóloga Clínica

“Anos de dor de alma descarregada no corpo”

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A Vera tem 51 anos, é professora e vive no Brasil. Logo no inicio da sua atividade profissional começou a sentir dores sem qualquer causa aparente. Inicialmente desvalorizou considerando ser cansaço ou preguiça. Porém, o stresse profissional intensificou as dores, o sono passou a ser um pesadelo, não conseguia raciocinar adequadamente, estava sempre com o rosto inchado, cansada e com dores. Durante mais de 10 anos procurou ajuda junto de diferentes áreas da medicina. Recebeu o diagnóstico de fibromialgia e passou por muitos tratamentos sem resultado.

Em setembro de 2015 iniciou, na PSIC, um programa de intervenção para dor crónica, via skype.  Após 14 sessões a Vera libertou-se do sofrimento físico e emocional. Relata “mudanças de uma profundidade gigantesca”, o sono e o humor melhoraram e refere que “mais de 20 anos de dor de alma descarregada no corpo, foram embora em tão pouco tempo”, estando há mais de um ano sem dores.

A história da Vera é-lhe familiar?

É no corpo que as dores emocionais se manifestam e as dores crónicas podem ser um alerta para encontrar a solução para os conflitos emocionais. Tal como a Vera, é possível viver em pleno, livre da dor.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica