Apaixonado ou dependente? Amor ou Dependência Emocional?

Na dependência emocional a pessoa age de forma totalmente dependente da outra pessoa, para que possa sentir-se segura, perdendo completamente a sua personalidade e liberdade interior, focando-se só nos pensamentos e opiniões da outra pessoa. Necessita da aceitação e aprovação dessa pessoa para conseguir lidar com as decisões da sua vida. Tem dificuldades em aceitar o seu próprio valor e de tomar as suas próprias decisões. Por vezes torna-se submissa e insegura, aceitando relações destrutivas como uma recompensa.

Alguns sinais para detetar uma situação de dependência emocional…
1- Necessidade constante de estar a comunicar com a outra pessoa.
2- Desequilíbrio de poder na relação.
3- Medo e pânico de perder a outra pessoa.
4- Sobrevalorizar excessivamente a oura pessoa, tendo-a como prioridade em qualquer situação.

A dependência emocional não é Amor! As pessoas dependentes emocionalmente, anulam-se, desvalorizam-se com tanta intensidade que acabam por perder a sua identidade. Dedicam todo o tempo à outra pessoa, e exigem que o outro se empenhe na mesma proporção. Porém quando se consciencializam, que a dedicação e afeto não estão a ser recebidos mutuamente, revoltam-se e ficam frustradas pela falta de valorização e reconhecimento. Criam sentimentos como a raiva incontrolável sobre os outros, e sobre si mesmos, somente porque vivem em função da vida da outra pessoa, e quando percebem que não são correspondidas, é-lhes penoso aceitar que podem viver sem a sua presença!

Se já viveu uma situação semelhante à dependência emocional, ou por algum motivo tem de lidar com situações idênticas, podemos ajudar com o tratamento psicológico necessário, estabelecendo estratégias que ajudem a combater este hábito, identificando as suas crenças irreais e desmistificando os paradigmas que alimentam estes comportamentos. Contacte-nos para mais informações! 

 

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Vamos Celebrar a vida?

O mês de junho é o mês do São João, e por esta razão partilhamos consigo uma pequena reflexão, leia-a e viva a vida!
Neste mês de junho seja apenas o que o encoraja, seja o que lhe enche de felicidade. Todos os roteiros trilhados são válidos, porém mais importante do que conhecer os rumos a seguir, e o que por eles possa encontrar, é ser livre para experienciar a vida em todas as suas possibilidades.
Junho é o mês da alegria, das festas, da partilha, da emoção e do amor…! É neste mês que todos queremos dançar harmoniosas danças, experimentar comidas de Verão, lugares calorosos, sentimentos amoráveis, mergulhar em diferentes olhares, apegar a outros abraços, conversar com o silêncio alegremente, abrir os livros e misturar os capítulos. Pare a sua máquina do tempo, porque tudo tem o seu tempo e a vida é tão rara!
Este é um novo mês para começar a desocupar a horizontalidade que o norteia. Invista em si, para o viver mergulhado na felicidade. Para muitos a felicidade é o estado de ser feliz. Todavia, algumas pessoas sentem dificuldades em definir ou explicar o que falta para alcançar esse estado de felicidade. Posto isto, o que será esse estado de feliz?
A felicidade é algo simples e antes de qualquer outra coisa é um estado de SER. É ser grato pela vida. É ser amado. É ser soldado na viagem da vida. É também Estar. Estar onde sentimos paz. Estar em comunidade. Estar com as pessoas que nos alentam. Estar enamorados connosco mesmos.
Viva este mês com um sentido alegre, com coragem, desfrute de tudo o que encontrar a cada minuto, a cada hora, no dia, na semana, no mês, de um jeito simples, com um sorriso nos lábios, com vida, vivendo tudo o que há para viver… permita-se…comemore a vida Seja e Esteja feliz!

Kit de sobrevivência num Ataque de Pânico

O pânico é a sensação de terror, o medo súbito e inesperado com receio de morrer ou perder o controlo. É um sentimento de ansiedade repentino sobre acontecimentos antecipados. Siga estes 4 passos para sobreviver e superar um ataque de pânico.

1º Passo – Aceite e enfrente o pânico
Deve lembrar-se que ao vivenciar uma crise de pânico, está a sentir uma ansiedade elevada e que pode ser difícil lutar contra os seus sentimentos. Tentar evitá-los ou abstrair-se destes pode aumentar ainda mais a sua ansiedade e assim aumentar o seu medo de pânico. Aceite que o que está a sentir é natural e vai passar.

2ºPasso – Tente relaxar!
Exercícios de relaxamento muscular, respiração abdominal e meditação ajudam a relaxar num momento de maior tensão.

3º Passo – Desafie o seu medo!
Reformule os seus pensamentos: “Que provas é que eu tenho que confirmam os meus medos?”; “Que outras explicações podem existir para o que estou a sentir?”

4º Passo – Seja tolerante consigo mesmo, dê mais tempo.
Quando estiver na iminência de um ataque de pânico, evite apressar essa situação. Mantenha presente que as sensações que sente, quando atingirem o pico da ansiedade irão diminuir, pois se tentar fingir para si mesmo, que a sua ansiedade e respiração estão na normalidade, pode aumentar ainda mais os seus sintomas!
Possivelmente pode ser uma das muitas pessoas que lidam com ataques de pânico durante demasiados anos, e provavelmente sente-se esgotado devido a esses pensamentos assustadores que lhe causam sensações corporais desconfortantes e mais ansiedade. Saiba que através da PSIC, com intervenção terapêutica, poderá aprender mais como superar o pânico e conquistar mais saúde e mais qualidade de vida. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita e aproveite para consultar os testemunhos dos nossos pacientes em: http://www.psic.com.pt/testemunhos/.

 

TESTEMUNHO

“Já tenho ataques de pânico desde os meus 16 anos e mantinha-me controlado com medicação mas, agora com 27 anos comecei a sentir novamente os sintomas, procurei ajuda e encontrei a Dra. Jatir Schmitt. Depois de fazer 10 sessões de DOS e de fazer hipnose e EFT sinto-me muito melhor, ultimamente já não entrava em muitos locais e andava com falta de apetite. Agora já não sinto aqueles medos que me atormentavam, já me sinto uma pessoa diferente. Todas as pessoas que sentem medos deviam passar por este tratamento, não podemos deixar que os medos nos estraguem a vida.”
Bruno Oliveira.