7 dicas para gerir a raiva

A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

Leia também o nosso artigo:
http://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

• Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
• Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
• Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

Sorte ou Azar?

Era uma vez um menino pobre que morava na China, e desejava muito ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesse dia passou na sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, tendo conhecimento do desejo do menino, perguntou se ele queria o potrinho. Jubiloso o menino aceitou.

Um vizinho disse ao pai do menino:
– O seu filho tem muita sorte!
– Porquê? – perguntou o pai.
– O seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele recebe um potrinho. Não é ter sorte?
– Pode ser sorte ou pode ser azar! Pode ser bom ou pode ser mau. – comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho disse:
– O seu filho é azarento. Ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!
– Pode ser sorte ou pode ser azar! Pode ser bom ou pode ser mau. – repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com eles todos. Observa o vizinho:
– O seu filho tem sorte! Ganha um potrinho, cria-o, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.
– Pode ser sorte ou pode ser azar! Pode ser bom ou pode ser mau. – responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava a treinar um dos seus cavalos, cai e parte uma perna. Vem o vizinho:
– O seu filho tem azar! O cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o rapaz vai treinar um deles e parte uma perna.
– Pode ser sorte ou pode ser azar! Pode ser bom ou pode ser mau. – insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna partida. O vizinho repete: ” O seu filho tem sorte…”

Assim é a vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem a seguir. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Autor Desconhecido