Doença obsessivo-compulsiva e o secretismo que a silencia

«A perturbação obsessivo-compulsiva é tão frequente como a asma ou a diabetes, sendo mesmo mais prevalente que a esquizofrenia, mas a autocrítica dos doentes faz com que haja um secretismo que a silencia» – de acordo com os dados divulgados pela TVI24 num artigo recente.

Apesar de frequente, quem sofre com esta doença tem dificuldade em falar sobre os seus problemas e em solicitar ajuda, em parte porque eles próprios têm vergonha dos seus sintomas, acham-nos desapropriados e temem que os outros os considerem loucos.

Esta doença pode manifestar-se através de pensamentos intrusivos, recorrentes e indesejados (obsessões) e/ou rituais repetitivos desenvolvidos com o intuito de aliviar a ansiedade e prevenir que algo de mal aconteça (compulsões). É uma doença muito invalidante, que interfere significativamente no dia-a-dia destas pessoas e de quem as rodeia.

Se conhece alguém que sofre com esta doença, incentive o diálogo e a procura de ajuda. O silêncio é um caminho que não consegue dar a saída para esta dor.

 

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Equipa PSIC

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