O stresse pode matar?

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Quando o stresse é crónico, a nossa reação primitiva de “luta ou fuga” afeta o nosso cérebro e danifica muitos órgãos e células do corpo:
• Acelera o envelhecimento – as alterações do fluxo sanguíneo reduzem a nutrição da pele aumentando a deterioração das células.
• Aumenta o peso – o cortisol alerta o corpo para a necessidade de repor as reservas de energia com hidratos de carbono e gorduras, podendo conduzir a obesidade mórbida.
• Enfraquece o sistema imunológico – os glóbulos brancos são reduzidos, tornando-nos mais vulneráveis às infeções, retarda a cicatrização, o ritmo de cura é atrasado e a suscetibilidade à doença aumenta, nomeadamente ao cancro.
• Aumenta o risco de doenças cardíacas e AVC – as hormonas do stresse aumentam a frequência cardíaca, a tensão arterial e o nível de colesterol.
• Interfere com sistema intestinal – afeta a produção do ácido gástrico, provocando dores de estômago, digestão mais lenta, dificulta o trânsito intestinal e predispõe ao aparecimento de úlceras e da síndrome do intestino irritável.
O stresse crónico pode matar. A boa notícia é que podemos controlá-lo agora para prevenir danos no futuro.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Saiba como em psic.com.pt/prosocial

Rita Lopes – Psicóloga Clínica

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