Obsessivo-compulsiva

Comentário ao artigo “UMinho encontra novos marcadores para a doença obsessivo-compulsiva”

A perturbação obsessivo-compulsiva é a 4ª perturbação do foro psicológico com maior prevalência.

Carateriza-se pela ocorrência de obsessões e compulsões, que consomem tempo e causam sofrimento. As obsessões são ideias, pensamentos ou imagens persistentes, experimentados como intrusivos, persistentes e inadequados, provocando elevados níveis de ansiedade. Os temas mais comuns são: contaminação, dúvidas, necessidade de organização segundo uma determinada ordem, impulsos agressivos, imagens sexuais ou religiosas. De modo a neutralizar ou suprimir estes pensamentos intrusivos, costumam desenvolver-se comportamentos repetitivos (por ex., lavar as mãos, ordenar, verificar) ou atos mentais (por ex., contar, rezar, repetir determinadas palavras mentalmente). Constituem uma tentativa de controlo da ansiedade e do sofrimento ou de prevenir a ocorrência de alguma situação ou evento temido.

O stress a que estamos sujeitos diariamente pode tornar-nos mais vulneráveis, sendo um fator decisivo para o desenvolvimento de qualquer doença, inclusive a perturbação obsessivo-compulsiva. Os avanços das neurociências, em particular estudos efectuados em Portugal, têm permitido descobrir novos caminhos que contribuem para a efectividade dos tratamentos psicológicos e para a melhoria da saúde mental. Leia mais em:

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=60009&op=all

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