Reprodução medicamente assistida – o papel do psicólogo

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O equilíbrio emocional é um fator decisivo para o sucesso dos tratamentos. O papel do psicólogo antes, durante e depois deste processo é fundamental:

  • Auxília no processo de aceitação e tomada de decisão sobre alternativas;
  • Explora todas as implicações médicas e psicossociais;
  • Oferece um espaço de escuta e apoio – facilita a expressão de emoções e abre uma alternativa para o casal tratar os conflitos inerentes à infertilidade;
  • Trabalha na resolução da perda e luto da capacidade física de reprodução natural;
  • Minimiza o impacto do stresse e ansiedade – através de relaxamentos e meditação;
  • Ajuda a gerir as dificuldades de comunicação com o meio envolvente e reintegração com a família, amigos e relações de trabalho;
  • Medeia a comunicação com a equipa médica: um casal angustiado e ansioso tem maior dificuldade em assimilar as informações que lhe são transmitidas;
  • Orienta e trabalha a relação do casal – promoção da comunicação e investimento no afeto e na vida sexual;
  • Auxilia a preparação do organismo para a conceção – resolução de traumas prévios, fobias ou medos;
  • Ajuda na recuperação da autoestima e autoconfiança;
  • Trabalha o ajustamento à parentalidade.

 

A reprodução medicamente assistida é um processo, muitas vezes, doloroso mas de esperança. O “fim” pode ser um novo começo.

 

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Saiba como em psic.com.pt/prosocial.

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

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