Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? 6 conselhos para se manter uma pessoa positiva – parte 2

Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo:
1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar.
2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir.
3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja!
4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução.
5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos.
6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.

A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.

Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

Partilhar

Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Partilhar

Gestão das Emoções

post_emo2_final

Vivemos numa sociedade cada vez mais global onde a competitividade, a informação e a novidade atingem o seu nível máximo a cada milésimo de segundo. Para acompanhar este ritmo revestimo-nos de uma pele que muitas vezes não é a nossa, mas que nos dá uma sensação de conforto. Será essa pele verdadeira? Estudos realizados sobre o consumo de substâncias psicoativas ajuda-nos a responder a esta questão.

Em França, em cada sete pessoas, há um consumo de tranquilizantes ou antidepressivos, sendo 40% superior aos EUA, que é líder no consumo de anti-inflamatórios, porém, quase 9 milhões de soníferos são tomados a cada noite pelos franceses. Verifica-se que 56% da população francesa sofre habitualmente de angústia e 6 milhões vive em depressão. Assim sendo, conferimos que o stress é um fator de risco comparativamente ao tabaco. Segundo alguns estudos 50 a 70% das consultas marcadas são derivadas ao stress. Todavia, sabe-se que o consumo de álcool e tabaco é uma outra maneira de compensar os problemas ligados à depressão, ansiedade e stress. Estudos indicam que 5 milhões de pessoas são dependentes do álcool, que provoca por ano 50 000 mortes, e metade dos 18 milhões são fumadores ativos e sofrem de distúrbios graves ligados ao tabagismo, havendo 700 000 mortes todos os anos.

Em Portugal, num estudo realizado pela INFARMED entre 2000 e 2012, observou-se um aumento no consumo de psicofármacos em todos os grupos, sendo mais relevante nos antidepressivos (+240%) e antipsicóticos (+141%). Porém na utilização de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos, obteve-se um aumento menos significativo (+6%).

De acordo com o Programa Nacional para a Saúde Mental, realizado em 2013, Portugal apresenta uma elevada prevalência de doenças mentais, ficando em destaque a depressão major. Numa outra análise observou-se que os medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central (SNC) constituem um dos grupos terapêuticos com grande peso no consumo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em ambulatório e com uma tendência global de crescimento. Foi revelado o peso dos psicofármacos, nomeadamente os antipsicóticos e antidepressivos.

O consumo de psicofármacos é essencial numa primeira fase em alguns casos, para estabilizar o organismo, mas assistimos ao uso indiscriminado destas substâncias, como se fossem a panaceia para todos os males e que em vez de compreender as emoções, as anestesiam e nos fazem andar em incessantes círculos que nos corroem.

Partilhar