Abordagem Psicossensorial – a terapia do amor

Abordagem Psicossensorial

Nos últimos anos temos vindo a assistir ao desenvolvimento na área das Neurociências associado aos conhecimentos da Física Quântica e Epigenética que mudaram o modo como vemos o cérebro e o comportamento humano.

Estes fundamentos constituem a base científica que explicam o funcionamento das terapias que recorrem à estimulação psicossensorial através do toque ou o tapping. Possibilitam a potencialização da informação no cérebro, fazendo com que a intervenção psicoterapêutica seja mais rápida e eficaz. O princípio básico desta abordagem está na organização neurológica e elétrica do sistema. Ativam estruturas cerebrais que ajudam na produção de neuro hormonas e neurotransmissores, restabelecem a comunicação energética e regula as respostas emocionais. São exemplos destas terapias TFT – Terapia do Campo do Pensamento, EFT – Técnica de Liberdade Emocional, PRI – Processamento Rápido de Informações, TAT -Técnica Acupressão de Tapas, Fleming, entre outras.

Estas intervenções atuam ao nível dos dois grandes tipos de memória: a declarativa (acontecimentos históricos – cortical) e a procedimental (da emoção, do medo e do amor – subcortical). As memórias de longa duração formam-se essencialmente através de duas emoções: do medo ou do amor.

Quando pensamos num acontecimento negativo, aumentamos o potencial da sensação negativa associada. O foco no negativo aumenta a produção de cortisol e noradrenalina, responsável por memórias de longa duração negativas, aumentando os pensamentos e comportamentos negativos, bem como o medo. Deste modo, treinamos o circuito negativo.

Ao contrário do que acontece muitas vezes com as terapias convencionais, a utilização das terapias psicossensoriais na prática clínica não aumenta os níveis de cortisol e noradrenalina, que perpetuam o problema. Estas intervenções promovem a produção de ocitocina, beta endorfina e usam comportamentos positivos para mudar os comportamentos e pensamentos negativos de modo natural, sem sofrimento. Mudar o comportamento pelo positivo leva a uma mudança mais rápida, pois altera o modo como nos relacionamos com os pensamentos negativos, sem julgamento, sem o diálogo interno negativo, apenas observando e não agindo sobre eles. É acionado o potencial de auto-cura emocional que permite entrar numa sintonia maior com os pensamentos positivos alcançando o bem-estar interior.

Para haver mudança não é necessário haver sofrimento.

A neuroplasticidade é a capacidade de transformação das células nervosas. Através do treino do cérebro para o bem, para o positivo, ocorrem mudanças de modo não doloroso, mais rápidas, eficientes e de modo permanente. Formam-se memórias de longa duração positivas, de amor e de afeto, com a produção de ocitocina e endorfina. A estimulação da produção destas neuro hormonas combate de modo natural o cortisol e a noradrenalina, levando à mudança de comportamento e à ressignificação das experiências negativas, sem dor.

É possível mudar pelo amor.

Experimente.

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