COVID-19 – Como a PSIC o pode ajudar

A chegada do COVID-19 a Portugal teve impacto na maioria dos portugueses. Da preocupação moderada com o vírus, passou-se para a implementação de uma série de medidas de proteção e prevenção que incluem o isolamento social. Toda esta nova situação mostrou que, para além de dar assistência médica às pessoas infetadas, também se tornou importante lidar com o sofrimento e reações emocionais desconfortáveis de todas as pessoas, infetadas ou não.

Neste momento particularmente difícil, pode começar a apresentar sinais de instabilidade, ansiedade, medo, preocupação, entre outras. Para quem já tinha um quadro depressivo ou ansioso diagnosticado pode ser ainda mais desafiante lidar com todas as emoções que podem surgir. Em ambos os casos, e sempre que reconheça que o seu estado emocional o impede de realizar as suas atividades do dia-a-dia, é importante pedir ou manter a ajuda especializada.

Nesse sentido, entre várias outras vertentes, o apoio psicológico é importante ao providenciar:

  • suporte emocional;
  • estratégias para lidar com o isolamento, crise e mudança;
  • promoção de uma perceção positiva;
  • desenvolvimento de respostas específicas para o período pós COVID-19.

O apoio psicológico pode abranger tanto pessoas infetadas como pessoas que procuram informação e apoio. Torna-se difícil ser psicólogo de si mesmo, especialmente em momentos de crise. Falar abertamente acerca dos anseios e medos cria espaço para a organização mental que o ajudará a serenar neste momento.

O atendimento clínico, feito através de várias plataformas digitais, é um ato psicológico e deve ser realizado exclusivamente por psicólogos, cuja prática profissional é regulada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.

A Clínica PSIC, desde sempre, realiza intervenções presenciais e à distância. Neste momento, e em função do isolamento social e para segurança de todos, os atendimentos passaram a ser realizados exclusivamente através de plataformas digitais. Estas intervenções têm como objetivo manter o acompanhamento psicológico para atuais clientes, mas também prestar apoio às pessoas que, neste momento, se encontram em dificuldades emocionais, pelas mais diversas razões.

Para que possa ter acesso ao atendimento online, deve garantir o acesso à internet, podendo utilizar o seu telemóvel ou computador. É importante que procure um ambiente privado e tranquilo de modo a evitar interrupções durante a sessão.

Estas são as modalidades de atendimento à distância em funcionamento na Clínica PSIC:

A comunicação é direta com uma psicóloga e todas as informações serão tratadas de forma confidencial. Se se encontra em dificuldades, nós podemos ajudar, marque a sua consulta informativa online aqui.

Disponibilizamos também outras vias pelas quais nos pode contactar, nomeadamente Facebook, Instagram, telemóvel/WhatsApp +351 968 931 541 e email: psichipnose@gmail.com.

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Programa SOS Emoções

Olá,

Sou a Jatir Schmitt, Psicóloga Clínica e Diretora da PSIC – Psicologia Integrada

Estamos a passar por tempos difíceis e com um impacto significativo em nossas vidas. Enquanto psicólogos, ressalvamos a importância de manter as suas emoções equilibradas para que se sinta mais sereno, consciente e capaz de fazer as escolhas saudáveis para si e para os outros.

Na PSIC criámos um programa de teleapoio, o SOS Emoções, disponibilizado gratuitamente, cujo objetivo principal é ajudá-lo a minimizar o seu desconforto emocional em tempo de quarentena.

O acesso ao programa estará disponível nas nossas redes sociais, assim como conselhos e orientações úteis para a sua saúde e bem-estar psicológico.

Poderá inscrever-se no programa de teleapoio, através de um formulário, onde terá acesso aos critérios para a sua participação, indicados na descriação deste vídeo.

Conte com o nosso apoio, inscreva-se e até breve!

Pode inscrever-se no Programa SOS Emoções GRATUITO aqui 👇
https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89

#StaySafe #FiqueEmCasa #Psic

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COVID-19: Exercício para reduzir o medo

Com a crise gerada pelo COVID-19, cresceu um sintoma emocional comum: o medo. Lembre-se que quanto mais cultivar emoções negativas, mais estas crescem. Neste momento de isolamento social físico, o excesso de informações que recebe pode estar a nutrir emoções indesejadas. Para que mantenha o equilíbrio emocional, deixamos aqui um exercício prático, que o pode ajudar.

Orientação prévia: crie um espaço só seu na sua casa. Um espaço seguro, onde pode estar a relaxar, meditar, ou simplesmente desfrutar dele.

  1. Concretize a emoção – acomode-se confortavelmente, da maneira que for mais apropriado para si. Preste atenção ao seu estado emocional. Crie uma imagem mental para o medo: qual o tamanho? (do tamanho de um berlinde, de uma bola de ping-pong, de uma bola de ténis, de futebol ou de basquete?). E a forma, qual é? Qual é a cor? Qual é o peso? E que temperatura tem? E onde se manifesta no seu corpo? Responda a estas perguntas num papel e, a partir das respostas, desenhe o medo. Observe como conseguiu concretizar aquilo que está a sentir. Agora, dobre o papel e reserve perto de si.
  2. Liberte-se – é o momento de libertar-se dos efeitos do medo no seu corpo.

Aí onde está, mantenha-se confortável. Respire calma e pausadamente. Concentre-se na sua respiração, no ar a entrar pelo nariz e a sair pela boca. Relembre as notas e a imagem do papel e permita que, ao expirar, toda essa energia vá embora juntamente com o ar e deixe que se evapore no espaço. Ao inspirar, imagine que a energia dourada do sol entra, preenche e acalma os seus pulmões e, através do oxigénio, espalha-se por todas as células do seu corpo, transformando-as numa estrelinha dourada. Repita 3 vezes.

  1. Descarte – agora, pegue nas notas que tinha reservado. Amasse o papel em forma de bola. De seguida, coloque no lixo que vai para o contentor.

Preserve as suas emoções com exercícios simples como este.

Na PSIC criámos um programa de teleapoio em grupo, o “SOS Emoções”, disponibilizado gratuitamente e cujo objetivo principal é ajudá-lo a diminuir o seu desconforto emocional, causado pelo isolamento. Inscreva-se através do link: https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89. Informamos também que continuamos com o trabalho clínico online e pode marcar as suas consultas através do número de telefone +351 968 931 541.

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Covid-19: 8 conselhos para gerir o stress e a ansiedade

A ansiedade e o stress são cenários reais em casos de emergência pública e podem causar emoções fortes, tanto nos adultos como nas crianças.

Estes sentimentos são tendencialmente negativos e desconfortáveis e deixam-no mais vigilante e predisposto a alterar os seus comportamentos, gerando ansiedade “má”. Para evitar que a “ansiedade má” vença a “ansiedade boa”, veja os oito conselhos que disponibilizamos para o ajudar:

  1. Evite o consumo de substâncias: procure uma alternativa saudável como cuidar do corpo e aliviar a tensão acumulada. Respire fundo, alongue, medite, passe creme e massageie o seu corpo… ame-se!
  2. Reforce o sistema imunitário: Faça refeições saudáveis e equilibradas, ricas em vitaminas e minerais. Exercite-se e faça a higiene do sono diariamente…privilegie o prazer!
  3. Viaje sem sair do lugar: Este é o momento ideal para ler aqueles livros que estão na prateleira há imenso tempo. Veja filmes, séries e dê preferência às comédias. Explore o melhor que o mundo virtual lhe pode dar…favoreça a alegria!
  4. Utilize os seus recursos internos: Durante a vida passou por experiências, que lhe trouxeram aprendizagens importantes para a sua sobrevivência e para o seu fortalecimento. Ao acionar esses recursos será mais fácil aceitar e ultrapassar este momento…é capaz!
  5. Pratique o desfoque: Embora seja importante manter-se informado, demasiada atenção pode ser problemática. Limite a sua exposição a notícias para evitar sentir-se sobrecarregado pela situação…mude a estratégia!
  6. Dê atenção às crianças: Neste momento, as crianças podem pedir mais colo, mostrarem-se mais dependentes, ansiosas e agitadas. Procure ser mais compreensivo e dar-lhes também uma dose extra de atenção e carinho. Brinque, jogue, faça atividades interativas…ampare!
  7. Foque-se no presente: Neste momento, poderá haver preocupação e medo em relação ao futuro, que geram o aumento da ansiedade. Procure colocar o seu foco no presente e naquilo que pode realmente fazer. Foque a sua mente numa única atividade e acalme-se…o agora é um presente!
  8. Adapte a sua rotina: procure estabelecer horários para cada momento do seu dia, respeitando o horário do trabalho, do lazer, com a família e consigo próprio…faça o possível!

 

Lembre-se, esta é uma oportunidade para realizar atividades que lhe dêem prazer e capazes de retirar o foco do tema atual. Este é o momento para atuar com confiança, aceitação e compreensão sobre o que é possível fazer diariamente, para gerir o stress e ansiedade, e dedicar-se ao presente e àquilo que pode realmente fazer para ajudar a si, aos que ama e à comunidade.

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Guia do equilíbrio emocional durante o COVID-19

As epidemias costumam provocar pânico generalizado na população, principalmente quando existe desconhecimento e incerteza. Tendo em conta que o vírus COVID-19 se transformou numa pandemia, esta situação pode abalar a sua saúde mental e emocional.

Então, o que fazer?

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou algumas diretrizes que visam proteger a sua saúde mental durante este período conturbado. Como especialistas em cuidados de saúde psicológicos, decidimos juntar outras dicas que o podem guiar neste momento:

  • Dispa-se de preconceitos – Sendo esta uma pandemia, é expectável que afete vários países e etnias. Por isso, evite vincular este novo coronavírus a uma etnia ou nacionalidade e pratique a empatia com aqueles que foram afetados.
  • Afaste-se de notícias falsas – O fluxo repentino e constante de notícias sobre um surto pode funcionar como um “gatilho” emocional que dispara a sua ansiedade. Em vez disso, procure informações para tomar medidas práticas de prevenção. Atualize-se em horários específicos durante o dia e reúna factos de fontes fidedignas, como a OMS, a DGS e ainda o Governo Português para ajudá-lo a distinguir factos de rumores.
  • Use o momento de lavar as mãos – Aproveite os múltiplos momentos em que lava as mãos para regular a sua respiração. Com atenção, respire calma e profundamente e visualize que ao expirar está a eliminar todas as emoções tóxicas produzidas pelo stress do momento.
  • Faça do relaxamento uma parte da sua rotina – Procure pequenos momentos diários só seus que o ajudem a equilibrar as emoções, como o mindfulness, meditação, ler um livro, ouvir música ou um simples banho relaxante.
  • Exercite-se – Mantenha-se ativo e pratique atividade física com regularidade.
  • Esteja perto dos seus – Nos momentos em que experienciar maior angústia, procure falar das suas preocupações a respeito do COVID-19 com pessoas próximas e mantenha contacto regular, ainda que seja à distância.
  • Utilize o teleapoio – Durante a quarentena, em caso de ansiedade, medo ou pânico relacionados com esta pandemia, saiba que criamos o projeto de teleapoio “SOS Emoções – Reduza o desconforto emocional durante o COVD-19″. Pode inscrever-se no programa através do link: https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89

Lembre-se que as autoridades de saúde pública e especialistas do mundo todo estão a trabalhar continuamente para garantir os melhores cuidados aos afetados e para descobrir uma vacina para este vírus. Evitar a propagação do vírus é uma tarefa de todos nós, assim como acalmar as emoções que tendem a atrapalhar a razão.

Evite deteriorar o seu equilíbrio psicológico em tempos de crise, cuidando de si mesmo antes de mais nada, diminuindo os efeitos do COVID-19 na sua saúde mental.

“Ao reduzir o desconforto, ganhe equilíbrio e saúde emocional!”

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Como promover a resiliência em 4 passos

Já teve problemas na sua vida em que a solução estava tão escondida que parecia inexistente? 

Em situações assim, é inevitável alimentar o pessimismo e por mais atento que esteja, haverá algum ponto no caminho onde terá dificuldade em saber por onde seguir.

A vida é difícil, mas enfrentar a adversidade com otimismo e fé em si mesmo, pode provocar uma mudança enriquecedora e a resiliência pode ser a chave para lidar de forma positiva com as situações menos boas que vão acontecendo.

Justamente para promover a resiliência e encontrar luz em momentos complicados, aqui estão 4 passos que podem ajudar:

  1. Seja flexível: Procure entender que vai enfrentar desafios em diferentes pontos da sua vida. Se tiver isso em mente, terá a capacidade de ajustar os seus objetivos, criar novas estratégias e encontrar maneiras de se adaptar às situações.
  2. Procure lições: Quando tem uma experiência negativa, concentrar-se nas lições positivas que pode retirar. Procurar um culpado é uma perda de energia. Deixe também de se perguntar “Porquê eu?”. Será mais útil encontrar uma forma diferente para da próxima vez obter um resultado melhor.
  3. Mantenha as relações vivas: É importante que nutra os seus relacionamentos com amigos e familiares e quando passar por um momento difícil, esteja próximo das pessoas que o acarinham. Aceite a ajuda daqueles que se preocupam consigo, pois, esse apoio faz toda a diferença.
  4. Liberte a tensão: Certifique-se que possui algumas alternativas que o façam expressar as suas emoções e aliviar a tensão. Recomendamos algumas como, fazer terapia, meditar, falar e rir com amigos, assistir comédias, praticar exercício físico e sair da rotina.

Às vezes, são as grandes dificuldades da vida que o levam a erguer-se acima de si mesmo e mostram que pode continuar a crescer em qualquer idade. Procurar ajuda de um profissional pode potencializar as soluções para momentos difíceis, assim como o seu bem-estar.

Saiba que a clínica PSIC pode ajudá-lo ultrapassar os momentos difíceis pois utiliza abordagens integrativas e sistémicas que promovem a superação da crise e o equilíbrio das diferentes áreas implícitas da sua saúde emocional. Para saber mais informações, usufrua da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Sabia que a fibromialgia pode ser consequência de um trauma?

“Foi-me diagnosticado fibromialgia há muitos anos. Desde aí fui medicada para as dores, mas as dores nunca passavam. Sentia-me sempre muito cansada e ansiosa. Houve um dia em que tive um ataque de pânico(…). Nesse mesmo dia, um pouco cansada de tantas idas ao médico e de medicação, fiz uma pesquisa na internet e encontrei a PSIC. Comecei de imediato o meu plano terapêutico, e sinto-me outra pessoa. Agora, consigo controlar a minha ansiedade, as dores dos pés desapareceram, a cabeça está mais leve, sinto-me mais segura, mais tranquila e as dores nas costas diminuíram cerca de 85%. Foi na PSIC que encontrei alguém para me escutar e entender, alguém que parece que me conhece melhor do que eu mesma. Estou muito feliz e quero continuar com as visitas à PSIC. Muito obrigado por me darem qualidade de vida.” – Gia.

Sentir dores crónicas intensas e muitas vezes flutuantes por todo o corpo, que impedem a realização de pequenas tarefas do dia-a-dia, é o desafio das pessoas que são diagnosticadas com fibromialgia. Grande parte das vezes, pode ainda sofrer de fadiga, distúrbios de sono e episódios depressivos.

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que são frequentemente associados a esta síndrome como:

  • genética
  • distúrbios do sono
  • ansiedade
  • depressão
  • trauma físico ou emocional

Atendendo à variedade de causas, torna-se difícil obter um diagnóstico preciso para a fibromialgia e quando há sucessivos insucessos no tratamento, a questão pode ter fundo traumático.

Como é que o trauma psicológico pode desencadear a fibromialgia?

Qualquer situação que o deixe paralisado emocionalmente, quer por exposição única ou repetida, pode resultar em trauma. Essas experiências podem ser bloqueadas pela mente, mas permanecem no sistema sob a forma de memórias profundas e de difícil acesso.

Ao desconhecer as manifestações do trauma e/ou evitar trabalhá-lo, pode facilitar a manifestação dos sintomas físicos. Lembre-se que o seu corpo tem memória e tudo o que está no seu inconsciente poderá manifestar-se no corpo como uma forma de suportar o sofrimento. Essa poderá ser a causa da sua fibromialgia.

Como é que a terapia do trauma pode aliviar os sintomas da fibromialgia?

A intervenção de um profissional de saúde mental pode melhorar o cuidado dessas dores que clamam por ajuda, através da reintegração e reinterpretação das experiências traumáticas.

A clínica PSIC pode ajudar através da terapia especializada em trauma. Esta terapia ajuda a ativar os recursos naturais produzidos pelo próprio corpo para a resolução e prevenção do trauma. É um tratamento eficaz que visa atuar na origem do problema, promovendo a dissolução das experiências traumáticas e libertação das manifestações secundárias, como a dor. O resultado é o restauro do seu bem-estar e equilíbrio emocional e físico.

Gostaria de obter mais informações acerca da terapia do trauma? Usufrua da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Sente que chegar a casa é um prolongamento do dia de trabalho?

O objetivo do Dia Internacional da Mulher é reconhecer a luta pela igualdade de direitos femininos e discutir o seu papel na sociedade. Graças a essas lutas e conquistas, a mulher de hoje abraça múltiplos papéis, o que lhe induz a ilusão de ser independente.

Ao entrar no mercado de trabalho, a mulher manteve o seu papel de esposa, mãe, dona de casa, em simultâneo com o seu papel profissional. Porém, conciliar tudo isto é uma tarefa difícil e um desafio, que implica ter um bom suporte familiar ou algo similar que permita o investimento na carreira, sem sobrecargas. Quer no seio familiar, quer no trabalho, a mulher desdobra-se em tarefas, procurando manter um equilíbrio e acaba por se penalizar inconscientemente.

Como resultado, embora se sinta profissionalmente realizada, a sobrecarga a que está sujeita pode trazer problemas relacionais e de saúde associados, tais como:

  • Cansaço
  • Stress
  • Insónia
  • Perda de vitalidade
  • Sofrimento emocional

Quantas vezes sente que chegar a casa é um prolongamento do dia de trabalho?

É comum a mulher dividir todas as despesas, mas não as tarefas. Então, se assume vários papéis é provável que em alguns momentos sucumba, devido às inúmeras responsabilidades e pela dificuldade em priorizar-se de forma equilibrada.

A longa exposição a esta rotina perpetua no núcleo familiar a crença de que este funcionamento unilateral faz parte das obrigações da mulher. Nesse sentido, é importante que encontre um modelo de corresponsabilidade, onde todos contribuam proporcionalmente para o bem-estar geral.

Neste dia tão especial, pedimos que reflita e olhe por si, pensando em tudo o que conquistou. 

E se a sua próxima conquista for a justa igualdade no seu lar?

Podemos ajudar a analisar o seu contexto e identificar os fatores e crenças que mantêm essa desigualdade. Com esta intervenção, será possível ampliar os recursos internos e criar meios externos para resolução de problemas, aumentando a sua assertividade, capacidade de gestão do tempo, emoções e situações adversas. Lembre-se, o bem-estar é um direito que deve estar ao alcance de todas.

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Três passos para vencer a depressão masculina

A depressão masculina é silenciosa e na maioria das vezes, quem está por perto, tem dificuldade em aperceber-se do que está a acontecer. É comum o homem evitar queixar-se e procurar dar a entender que tem tudo sob controlo quando, no fundo, a angústia e a tristeza tomam conta dos seus pensamentos.

Muitos homens optam pelo silêncio, com receio de que o relato possa afetar a sua vida, preferindo varrer a realidade para debaixo do tapete. O resultado leva ao isolamento dos amigos e família e até ao suicídio.

Talvez se identifique com esta situação ou conheça alguém que se encaixe nela, e como na depressão é tão essencial ser corretamente ajudado, quanto saber ajudar, identificamos três passos iniciais que o podem o auxiliar a vencer a depressão masculina:

  1. Entenda os sintomas: As dores de cabeça, os problemas digestivos, cansaço, irritabilidade ou dor podem ser indicadores de depressão. Seja realista e dê atenção a estes sinais e sintomas, procurando aprender a expressar o seu estado emocional com aqueles que estão à sua volta, sem receios ou vergonha.
  2. Procure ajuda psicológica: É extremamente difícil sair de uma depressão sozinho, pelo que deve evitar o isolamento ou comportamentos de risco e procurar ajuda especializada que proporcione um diagnóstico precoce. Suprimir ou mascarar a depressão apenas vai piorar a expressão das emoções negativas.
  3. Liberte-se do estigma: Procurar um profissional de saúde mental e falar dos seus sentimentos e emoções é sinal de força. Entenda que problemas emocionais são comuns e quem procura o psicólogo, procura resolvê-los. Liberte-se do receio de julgamentos alheios, pois o estigma da saúde mental pode impedi-lo de obter ajuda e tratamento.

É importante reforçar que, quando existe manifestação de sintomas depressivos, para além de reconhecer, é necessário atuar. Sabendo de antemão que os homens apresentam alguma resistência em aceitar a presença da depressão, por vezes, o melhor é ajudá-los a entender que têm um problema e que é importante procurar ajuda.

Aproveite para fazer este teste:
Teste: sente-se com depressão?

Caso se tenha identificado com este assunto, saiba que a clínica PSIC, disponibiliza um programa específico e indicado para casos de depressão: o Programa Detox Emocional. Este é um programa intensivo com duração de três semanas que ajuda a interromper o processo depressivo, auxiliando na limpeza da carga emocional, a mudar comportamentos indesejados e potencializar os recursos internos. Para mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A diferença entre a depressão masculina e feminina

Em muitos aspetos, os sinais e sintomas de depressão são comuns entre homens e mulheres. Porém, é importante ter em mente que quando um homem se encontra deprimido, os sintomas podem assumir outros contornos ou serem mascarados por determinados comportamentos.

Quais os sintomas de depressão que são comuns entre mulheres e homens?

Os sintomas mais comuns da depressão são:
• Tristeza
• Desesperança
• Fadiga e cansaço
• Dificuldade em adormecer ou dormir demais
• Dificuldade em desfrutar de atividades que normalmente são apreciadas

Por norma, estes sintomas são intensos e consomem grande parte do dia-a-dia, interferindo na capacidade de trabalhar, estudar, comer, dormir ou obter prazer.

Os sintomas da depressão nos homens e mulheres são semelhantes, mas a depressão masculina é menos diagnosticada, pois existem outros sintomas que podem diferir das queixas principais.

Qual a diferença entre a depressão masculina e feminina?

Homens depressivos tendem a assumir comportamentos de escape, como passar muito tempo no trabalho ou desenvolver comportamentos de risco. Alguns dos indícios que podem estar a mascarar a depressão masculina são:
• Consumo de álcool ou drogas
• Comportamento excessivamente controlador, violento ou abusivo
• Irritabilidade ou raiva desajustada

Para além dos comportamentos, podem surgir sintomas físicos como:
• Dor
• Dores de cabeça
• Problemas digestivos

Relembramos que os sintomas de depressão nos homens, descritos neste texto, podem fazer parte dos fluxos normais da vida e nem sempre sinalizam depressão. Todavia, é essencial prestar atenção ao corpo e aos sinais que este transmite, principalmente se costuma recorrer a estratégias de evitamento.

Os homens utilizam estratégias de evitamento uma vez que, desde sempre, os meninos são encorajados a exteriorizar a sua raiva quando algo não está bem e evitar falar dos seus sentimentos. Esta forma de pensar influencia a leitura que fazem do contexto ou a forma como se posicionam acerca da sua saúde mental.

É importante perceber que esses comportamentos de evitamento podem ser úteis a curto prazo, mas perdem funcionalidade com o passar do tempo, tornando-se necessário recorrer a profissionais que podem ajudar.

Na clínica PSIC, disponibilizamos um programa específico para casos de depressão: o Programa Intensivo Detox Emocional. Este programa reúne estratégias psicoterapêuticas, hipnoterapêuticas, psicossensoriais e de Biofeedback. Saiba como funciona através da marcação de uma Consulta Informativa Gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Leia também o testemunho do João (nome fictício):
“Procurei ajuda para resolver um problema que prejudicava a minha vida, não retirava prazer das coisas que anteriormente me faziam feliz. A terapia ajudou-me a recentrar aquilo que eram os meus objetivos e sobretudo a valorizar as coisas que fazia e aprendi a lidar com os problemas passados que nos momentos críticos sempre apareciam no meu pensamento. Neste momento sinto mais disposição, mais energia e com sorriso. Objetivo atingido e com ferramentas para futuros momentos menos bons.”
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