Teste – Costuma agir de forma assertiva?

Assertividade – capacidade de exprimir os seus desejos, necessidades, opiniões e sentimentos de uma forma objetiva, sem ansiedade extrema nem agressividade. Consiste em defender os próprios direitos sem violar os direitos dos outros.

Será que costuma agir de forma assertiva? A PSIC ajuda- o a responder a esta questão para isso basta que reponta a este pequeno quiz.

SIM

NÃO

1 – Costuma a ter receio de falar de forma aberta?
2 – Frequentemente tem medo de dizer o que pensa?
3 – Raramente consegue expressar aquilo que sente?
4 – Sente regularmente dificuldades em impor a sua opinião?
5 – Quando quer expor uma opinião diferente do outro, fica com medo excessivo de o ferir?

6 – Tem dificuldades em admitir perante as pessoas os seus erros?

7 – Perante críticas, frequentemente sente dificuldades em expressar-se de forma assertiva?
8 – Sente medo frequente que a sua opinião /decisão seja rejeitada?
9 – Tem dificuldade em dizer “Não” ou “Não sei”?
10 – Não sente confiança nas suas capacidades no confronto com os outros?

Se assinalou a opção “SIM” em mais de três questões, significa que poderá estar a ter alguma dificuldade em ser assertivo.

Sabia que a assertividade é uma competência comportamental que pode ser adquirida e desenvolvida? Da mesma forma que as situações da nossa vida contribuíram para que nos comportemos de forma não assertiva, temos sempre a possibilidade de apreender um conjunto de ferramentas que nos permitam ter mais confiança e assertividade.

A PSIC ajuda! Não perca a nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para ser mais assertivo.

Se precisa de ajuda individual para aumentar a sua assertividade, contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Dia mundial da Saúde – 7 de abril – Saúde para todos

A maior riqueza é a saúde! Cada vez mais é urgente ter um olhar diferente sobre a saúde. Sentirmo-nos bem é fundamental para a nossa saúde e é por isso que é necessário revigorar os nossos hábitos e os nossos estilos de vida.
A saúde é um direito essencial a qualquer ser humano, e, portanto, pode ser considerada como um nível de plenitude que nos permite alcançar um estado adequado de bem-estar físico, espiritual, mental e social. Uma boa saúde está associada ao aumento da qualidade de vida, logo alguns fatores, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico, ter um bom descanso, ter horas de lazer e realizar atividades que contribuam para o bem-estar emocional são essenciais para assegurar um estado de saúde equilibrado. A saúde pode ser mantida e melhorada dependendo de alguns determinantes fundamentais, tal como nos exemplifica a roda da vida.

A roda da vida é dividida em 12 partes que representam as 4 áreas fundamentais da vida: qualidade de vida; pessoal; profissional e relacionamentos – família, vida social, relacionamentos, contribuição social, recursos financeiros, plenitude e felicidade, saúde e disposição são algumas das partes da sua roda da vida.
Reflita sobre como seria preenchida a sua roda da vida: Será que a sua roda da vida roda? Talvez seja difícil de a fazer rodar. Para isso, será necessário transformar as áreas que podem direcioná-lo para a mudança na sua vida, bem como as áreas mais carentes que necessitam de maior revitalização.
Cuidar da saúde é um hábito que todos devemos ter. É importante lembrar-nos da nossa Saúde diariamente!

Atravessando o Rio

Em Abril, deixamos-lhe o conto “Atravessando o Rio”. A mensagem implícita passa pela constante preocupação que o ser humano tem sobre “o que os outros irão pensar”. Por vezes, esta preocupação leva-nos a agir incorretamente, e isso incomoda-nos. De tal forma, que carregamos aquele assunto/atitude permanentemente na nossa cabeça. Faz-nos sentir culpados ou com medo. Assim, “Atravessando o Rio”, mostra-nos que a melhor forma de agir, é sem julgamentos e da forma mais verdadeira para si.

Atravessando o Rio

Dois monges viajavam juntos por um caminho cheio de lama. Chovia torrencialmente o que dificultava a caminhada. A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água lhes dava pela cintura. Na margem encontrava-se uma rapariga que parecia não saber o que fazer:
– Quero atravessar para o outro lado da margem, mas tenho medo! – disse a rapariga.
Então o monge mais velho carregou a rapariga às suas cavalitas para a outra margem. Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:
– Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?
O monge mais velho respondeu:
– Eu deixei a rapariga lá. Tu ainda a estás a carregar!

(Adaptado dos contos Budistas recontados por
Sherab Chödzin e Alexandra Kohn
– trad. Monica Stahel –
Martins Fontes, São Paulo, 2003).