Insónia e Ansiedade: as principais queixas deste novo mundo em que vivemos

A insónia está entre as queixas mais comuns da pandemia e surge, muitas vezes, a par com a ansiedade. É uma perturbação do sono persistente que prejudica a nossa capacidade de adormecer ou, ainda, de permanecer a dormir durante toda a noite. Assim, a qualidade de vida da pessoa, em geral, costuma ficar comprometida. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a insónia e a falta de sono estão a levar as pessoas a desenvolver vários tipos de distúrbios.  Curiosamente, estudos recentes, publicados no diário de Avaliação Internacional de Imunologia, indicam uma relação entre elevados níveis de melatonina e uma maior resistência à Covid-19.  A melatonina (hormona do sono) melhora os hábitos de sono, reduz a ansiedade, estimula a imunidade e possui altas propriedades antioxidantes.

De acordo com especialistas, a dificuldade de adaptação a este novo mundo em que vivemos, desde o confinamento a todas as questões que nos preocupam ao longo deste período, proporcionam um aumento dos níveis de stress, contribuindo para o desenvolvimento de ansiedade, afetando diretamente o sono.

O que acontece quando nos deitamos para dormir e estamos ansiosos?

  1. Respiração rápida e superficial
  2. Batimento cardíaco acelerado
  3. Mente invadida por pensamentos
  4. Cansaço e impaciência para dormir

Dicas para controlar a insónia e ansiedade e dormir melhor:

  1. Diminuir a exposição à luz dos dispositivos tecnológicos ao longo do dia
  2. Praticar exercícios de respiração
  3. Desligar os dispositivos tecnológicos pelo menos 30 minutos antes de dormir
  4. Tomar um banho relaxante antes de dormir
  5. Acrescentar óleos essenciais (lavanda, vetiver e camomila)na rotina

Se sentir que as dicas mencionadas são insuficientes, é importante reforçar que os sintomas são alertas de que algo não está bem consigo e necessita de ajuda profissional.  Na PSIC, identificamos o seu modo de vida e estabelecemos um plano de mudança de acordo com as suas necessidades. Intervimos de forma sistémica e natural, sem uso de medicação ou qualquer outro processo químico, abrangendo todas as áreas da sua vida.

Para ajudar da melhor forma, marque a sua consulta informativa gratuita que pode ser presencial ou online.

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Stress e Ansiedade: a importância de identificar os fatores de gatilho

Desde 1998, na primeira quarta-feira de novembro, foi criado o Dia da Consciencialização do Stress, no Reino Unido, que este ano é comemorado a 4 de novembro. Em tempos de sobressalto com a pandemia, assuma este dia como uma oportunidade para começar a tomar conta de si mesmo. Dedique algum tempo para identificar as pressões a que está sujeito e de que forma pode reduzi-las ou até mesmo eliminá-las. Então, comece por refletir sobre como se sente em plena pandemia de COVID-19:

  • Ansioso pela escassez de convívio?
  • Sem força e energia?
  • A sua produtividade diminui?
  • Receoso pela sua família?
  • Sente culpa por ter privilégios de segurança?
  • Amedrontado com a imprevisibilidade do futuro?
  • A sua segurança está abalada?
  • Sofre com as diferentes perdas?
  • Está no limite com os seus filhos?
  • A falta de abraços contribui para a sua carência?
  • Lamenta os eventos cancelados?
  • Passa por alterações de humor?
  • Está com dificuldade de adaptação ao teletrabalho?
  • Revive traumas passados?
  • Revoltado com a condição atual?
  • Sente-se congelado?
  • Questiona-se sobre escolhas e experiências passadas?
  • Está à beira de um colapso?

Muitos destes sentimentos, quando ocorrem em baixa intensidade, são oportunos e considerados normais. Cabe salientar que estamos todos a passar pela mesma experiência, sendo que cada um reage de forma particular. No entanto, é a capacidade que cada um tem de compreender e avaliar o grau da intensidade do seu sofrimento e a perceção de que atingiu um limite que é decisivo na hora de pedir ajuda. É importante considerar também os fatores externos que contribuem para o agravamento dos sentimentos negativos que cada um vivencia:

  • Medo de ser infetado, de alguém próximo ser infetado ou da impossibilidade de receber atendimento médico
  • Redução da renda, resultando em sacrifícios no consumo ou endividamento
  • Confinamento
  • Informações conflituantes ou vagas sobre a pandemia e o seu enfrentamento
  • Inexistência de uma estratégia de saída da crise

Como controlar sentimentos negativos?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Sistema Nacional de Saúde (SNS) para além da preocupação com o contágio, também estão preocupados e ativos em proteger a saúde mental e emocional e disponibilizam alguns conselhos para combater e prevenir a ansiedade e o stress em tempo de pandemia. São sugestões que estão ao seu alcance e facilmente poderá tirar proveito:

  • Controle o acesso a informações sobre a doença
  • Use as redes sociais como aliadas
  • Seja solidário
  • Pare e preste atenção às suas necessidades e sentimentos
  • Reconheça o trabalho dos profissionais de saúde
  • Compartilhe histórias positivas
  • Conte até dez e respire fundo
  • Faça exercício físico
  • Durma bem
  • Alimente-se saudavelmente
  • Tenha pensamentos positivos
  • Ouça música instrumental
  • Assista vídeos engraçados
  • Envolva-se menos emocionalmente
  • Faça meditação

Como a PSIC – Psicologia Integrada pode ajudar?

Assim sendo, é importante esclarecer que se encontrar dificuldades em controlar os sintomas de forma autónoma, é imprescindível procurar um especialista que o possa ajudar nesse sentido. A PSIC – Psicologia Integrada disponibiliza essa ajuda, através da identificação dos fatores que lhe provocam stress, neutralizamos os estímulos stressantes e auxiliamos a obter uma maior capacidade para gerir situações adversas e as suas emoções. Fornece estratégias adaptativas para responder aos problemas: exercícios de relaxamento e meios para enfrentar e gerir o stress. Dentro da perspetiva da Consciencialização do Stress, a PSIC destaca que é importante limitar os efeitos prejudiciais do stress para manter a vitalidade, saúde e qualidade de vida.

 

Seguem algumas publicações, sobre este tema, das quais pode usufruir no nosso Blog:

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Saúde mental e doenças emocionais: a 4ª onda da pandemia

Todas as pessoas, de alguma forma, sentiram os impactos da pandemia e procuraram moldar-se ao novo normal. Os efeitos de uma realidade de restrições e de mudanças drásticas começam a tornar-se evidentes e intensificam a discussão de uma quarta onda da doença: a emergência de saúde mental, onde se destaca a depressão, ansiedade e perturbação do stress pós-traumático, como consequência da crise sanitária.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que quase 1 bilião de pessoas vive com alguma perturbação mental e que, a cada 40 segundos, morre uma pessoa por suicídio. Com os reflexos da pandemia, prevê-se que estes números piorem.

Os desequilíbrios emocionais gerados por esta crise podem ser identificados por um conjunto de causas provocados pela nova realidade:

  • Medo de contrair o vírus
  • Preocupação com pessoas próximas e vulneráveis
  • Crianças em período de desconfinamento
  • Falta de contacto físico
  • Desemprego ou ameaça de desemprego
  • Conjugação da vida familiar com o teletrabalho e telescola

Apesar de prematuro, as revisões de literatura científica sobre o impacto psicológico de infeções por coronavírus, mostram que a depressão, ansiedade, fadiga e perturbação do stress pós-traumático acompanham os infetados após a doença. Pessoas que foram infetadas com a COVID-19 podem apresentar sequelas e alguns estudos mostram que, 30 dias após testar negativo, cerca de 80% das pessoas mantém algum sintoma, entre eles a fadiga e dispneia do sono.

Mesmo sendo uma hipótese e algo para o futuro, gostaríamos de deixar um alerta para si, para que tenha um pouco mais de atenção com sua própria saúde emocional. Observe-se, observe o que está ao redor, respeite os seus limites e preste atenção às manifestações do seu corpo. Tendo em conta o nível de tensão percebido, pode tomar algumas providências: utilizar a respiração e o relaxamento e aprender a acalmar o coração. Veja abaixo os exercícios que disponibilizamos para este fim. Se precisar, peça ajuda.

Como saber quando deve procurar ajuda psicológica?

Existem sinais que indicam que, talvez seja necessário procurar ajuda especializada, nomeadamente:

  • Estar sempre em estado de alerta ou modo sobrevivência
  • Apresentar irritabilidade e impaciência
  • Ter picos emocionais
  • Sentir-se pessimista em relação ao futuro
  • Ter a sensação de estar sempre no limite
  • Ter dificuldades em parar o ruído mental
  • Ter dificuldades para adormecer ou ter pequenos despertares ao longo da noite
  • Sentir que as atividades do dia-a-dia são comprometidas
  • Sentir alterações no apetite

Como pode a Clínica PSIC – Psicologia Integrada ajudar?

A Clínica PSIC – Psicologia Integrada apresenta duas modalidades de atendimento: presencial e online. Nesse sentido, durante este período atípico, pode optar por fazer terapia online. Muitos clientes já migraram as sessões de psicoterapia do consultório presencial para o modo à distância. Esta é uma medida recomendada para prevenir o contágio e, ao mesmo tempo, disponibilizar uma ajuda possível e protegida.

Uma conversa com um profissional especializado, pode ser importante para o ajudar a lidar com o seu estado emocional que deriva do momento atual. Conte com a nossa ajuda. Previna-se e procure-nos.

Veja também outros exercícios:

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Como pode um psicólogo ajudar em momentos de crise?

A História ensina que, tal como aconteceu na I e II Guerra Mundial, depois de superada uma crise, as pessoas tendem a encontrar-se para brindar e abraçar, em forma de comemoração excêntrica. É expectável que, depois do confinamento, e com as presentes ordens de distanciamento físico e consequente proibição do abraço, a maior parte das pessoas esteja carente da proximidade do outro.

Como reagem as pessoas ao desconfinamento?

Existe uma diferença entre este momento e todos os outros exemplos que a História nos dá: a experiência digital. Após a obrigatoriedade da socialização à distância, é provável que surja um aumento de dificuldades no regresso à “normalidade”: acentuam-se certos padrões de funcionamento pré-existentes, fomentados pela tendência para o isolamento, onde se investe no contacto apenas através das redes sociais, saindo-se cada vez menos à rua.

Sem sombra de dúvida este é um período de mudanças, que ganha um novo sentido diante da revisão de valores provocada por esta crise sanitária sem precedentes. Podemos citar o impulso de valores como a solidariedade e a empatia, a redescoberta de novos significados e caminhos a seguir, a adaptação a uma nova forma de trabalhar e novos métodos de educação para os filhos.

Ao mesmo tempo, é comum observar algumas pessoas em negação da situação e que, por isso, se expõem a riscos. Já outros podem sentir medo da proximidade, experienciar sentimentos de ansiedade, como se o sistema de alerta estivesse sempre ligado. Há quem experiencie algum desamparo, solidão, carência e até mesmo depressão. Também encontramos quem sinta frustração e até apresente reações de raiva, que se espelham no aumento da violência doméstica e das separações, sem contar com a desesperança mediante a ameaça à sua sobrevivência.

Num cenário de constante mudança, pode um Psicólogo ajudar?

Sim! O psicólogo, além de ajudar a lidar com perturbações da saúde mental, ajuda a desenvolver a capacidade para ultrapassar momentos de crise como este.

Um profissional da área pode ajudá-lo a:

  • Potencializar a clareza mental e a flexibilidade necessárias para lidar com a mudança;
  • Desbloquear e limpar as emoções e comportamentos que o paralisam ou o bloqueiam;
  • Auxiliar na integração do pensar e do sentir, reorganizando os processos cognitivos e emocionais num jogo de conexão mente-corpo;
  • Ensinar a cuidar de si próprio;
  • Fornecer as ferramentas necessárias para que aprenda a fortalecer-se e a manter-se bem.

Quem pode recorrer a ajuda psicológica?

Um Psicólogo pode ajudar qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Seja um executivo, um estudante, um desempregado, uma criança, um adulto, uma pessoa saudável ou uma pessoa que sofra de alguma doença. Todos, por diferentes razões e em diferentes contextos, podem beneficiar da ajuda psicológica.

Que terapias podem ajudar?

A Clínica PSIC aposta no bem-estar psicológico da pessoa e, para isso, faz uso de vários tipos de intervenção. A partir do psicodiagnóstico formal e psicossensorial, fazemos uso de métodos e técnicas como a psicoterapia, hipnoterapia, aconselhamento e desenvolvimento pessoal, que permitem, em conjunto com a pessoa, aceder a questões internas, superá-las e integrá-las, de forma a restabelecer o equilíbrio emocional. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita e conhecer as nossas modalidades. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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É hora de abandonar o pijama!

Com a necessidade de se manter em quarentena,a sua casa é mais do que apenas um local de descanso, é também o seu escritório e muitos começaram a passar o dia de pijama.Neste momento onde começam as preparações para voltar a esta nova realidade, onde muita coisa mudou, aspetos como tirar o pijama, vestir-se e comer em horários regulares ganham ainda mais importância.

Descubra como e porque é que deve começar a preparar a sua rotina para voltar a esta nova realidade pós-confinamento, começando por abandonar o seu pijama:

  • Crie interrupções no modo de descanso: Vestir-se dá sinais ao seu sistema de que vai assumir outro papel. Este passo ajuda a manter manter o foco em cada atividade, mesmo sem mudar de ambiente.
  • Deixe o pijama para a hora de dormir: Assim,sinaliza ao corpo que chegou a hora de descansar.
  • Gere incentivos: Quando está de pijama tende a aninhar-se e retrair-se. Ao vestir-se para o dia, está a gerar um auto incentivo que o motiva a agir.
  • Mantenha-se ativo: As emoções propagam-se no isolamento: quando abusa do pijama o seu sistema interpreta que, ou está cansado ou está doente, e as emoções negativas falam mais alto. É importante dar sinais ao corpo de que está saudável e em atividade.
  • Mantenha-se saudável: Usar um pijama durante muito tempo vai fazer com que se sinta mal, pois a roupa capta as impurezas do ar e durante a noite, o corpo absorve o que está no pijama e compromete a qualidade do descanso.
  • Troque a roupa da alma: Após estar pronto para dormir, faça exercícios para a limpeza dos desconfortos emocionais provenientes da situação atual.

Esta preparação para reiniciar representa mais do que um regresso à rotina, simboliza também um modo de limpeza da crispação causada pela quarentena.

Neste novo recomeço pode sentir-se mais em baixo, com falta de energia e em confusão sem saber por onde começar. Na PSIC, intervimos para reativar os recursos internos e reduzir o desconforto emocional. Fornecemos recursos de auto aplicação para gerir as dificuldades atuais e lidar com as possíveis adversidades deste novo momento.

 

Consulte o nosso programa gratuito SOS Emoções ou entre em contacto connosco para uma consulta informativa gratuita. Neste momento, as nossas consultas voltam a ser realizadas nas duas modalidades: presenciais e online.

 

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COVID-19 – Como a PSIC o pode ajudar

A chegada do COVID-19 a Portugal teve impacto na maioria dos portugueses. Da preocupação moderada com o vírus, passou-se para a implementação de uma série de medidas de proteção e prevenção que incluem o isolamento social. Toda esta nova situação mostrou que, para além de dar assistência médica às pessoas infetadas, também se tornou importante lidar com o sofrimento e reações emocionais desconfortáveis de todas as pessoas, infetadas ou não.

Neste momento particularmente difícil, pode começar a apresentar sinais de instabilidade, ansiedade, medo, preocupação, entre outras. Para quem já tinha um quadro depressivo ou ansioso diagnosticado pode ser ainda mais desafiante lidar com todas as emoções que podem surgir. Em ambos os casos, e sempre que reconheça que o seu estado emocional o impede de realizar as suas atividades do dia-a-dia, é importante pedir ou manter a ajuda especializada.

Nesse sentido, entre várias outras vertentes, o apoio psicológico é importante ao providenciar:

  • suporte emocional;
  • estratégias para lidar com o isolamento, crise e mudança;
  • promoção de uma perceção positiva;
  • desenvolvimento de respostas específicas para o período pós COVID-19.

O apoio psicológico pode abranger tanto pessoas infetadas como pessoas que procuram informação e apoio. Torna-se difícil ser psicólogo de si mesmo, especialmente em momentos de crise. Falar abertamente acerca dos anseios e medos cria espaço para a organização mental que o ajudará a serenar neste momento.

O atendimento clínico, feito através de várias plataformas digitais, é um ato psicológico e deve ser realizado exclusivamente por psicólogos, cuja prática profissional é regulada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.

A Clínica PSIC, desde sempre, realiza intervenções presenciais e à distância. Neste momento, e em função do isolamento social e para segurança de todos, os atendimentos passaram a ser realizados exclusivamente através de plataformas digitais. Estas intervenções têm como objetivo manter o acompanhamento psicológico para atuais clientes, mas também prestar apoio às pessoas que, neste momento, se encontram em dificuldades emocionais, pelas mais diversas razões.

Para que possa ter acesso ao atendimento online, deve garantir o acesso à internet, podendo utilizar o seu telemóvel ou computador. É importante que procure um ambiente privado e tranquilo de modo a evitar interrupções durante a sessão.

Estas são as modalidades de atendimento à distância em funcionamento na Clínica PSIC:

A comunicação é direta com uma psicóloga e todas as informações serão tratadas de forma confidencial. Se se encontra em dificuldades, nós podemos ajudar, marque a sua consulta informativa online aqui.

Disponibilizamos também outras vias pelas quais nos pode contactar, nomeadamente Facebook, Instagram, telemóvel/WhatsApp +351 968 931 541 e email: psichipnose@gmail.com.

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Programa SOS Emoções

Olá,

Sou a Jatir Schmitt, Psicóloga Clínica e Diretora da PSIC – Psicologia Integrada

Estamos a passar por tempos difíceis e com um impacto significativo em nossas vidas. Enquanto psicólogos, ressalvamos a importância de manter as suas emoções equilibradas para que se sinta mais sereno, consciente e capaz de fazer as escolhas saudáveis para si e para os outros.

Na PSIC criámos um programa de teleapoio, o SOS Emoções, disponibilizado gratuitamente, cujo objetivo principal é ajudá-lo a minimizar o seu desconforto emocional em tempo de quarentena.

O acesso ao programa estará disponível nas nossas redes sociais, assim como conselhos e orientações úteis para a sua saúde e bem-estar psicológico.

Poderá inscrever-se no programa de teleapoio, através de um formulário, onde terá acesso aos critérios para a sua participação, indicados na descriação deste vídeo.

Conte com o nosso apoio, inscreva-se e até breve!

Pode inscrever-se no Programa SOS Emoções GRATUITO aqui 👇
https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89

Saber mais aqui.

#StaySafe #FiqueEmCasa #Psic

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COVID-19: Exercício para reduzir o medo

Com a crise gerada pelo COVID-19, cresceu um sintoma emocional comum: o medo. Lembre-se que quanto mais cultivar emoções negativas, mais estas crescem. Neste momento de isolamento social físico, o excesso de informações que recebe pode estar a nutrir emoções indesejadas. Para que mantenha o equilíbrio emocional, deixamos aqui um exercício prático, que o pode ajudar.

Orientação prévia: crie um espaço só seu na sua casa. Um espaço seguro, onde pode estar a relaxar, meditar, ou simplesmente desfrutar dele.

  1. Concretize a emoção – acomode-se confortavelmente, da maneira que for mais apropriado para si. Preste atenção ao seu estado emocional. Crie uma imagem mental para o medo: qual o tamanho? (do tamanho de um berlinde, de uma bola de ping-pong, de uma bola de ténis, de futebol ou de basquete?). E a forma, qual é? Qual é a cor? Qual é o peso? E que temperatura tem? E onde se manifesta no seu corpo? Responda a estas perguntas num papel e, a partir das respostas, desenhe o medo. Observe como conseguiu concretizar aquilo que está a sentir. Agora, dobre o papel e reserve perto de si.
  2. Liberte-se – é o momento de libertar-se dos efeitos do medo no seu corpo.

Aí onde está, mantenha-se confortável. Respire calma e pausadamente. Concentre-se na sua respiração, no ar a entrar pelo nariz e a sair pela boca. Relembre as notas e a imagem do papel e permita que, ao expirar, toda essa energia vá embora juntamente com o ar e deixe que se evapore no espaço. Ao inspirar, imagine que a energia dourada do sol entra, preenche e acalma os seus pulmões e, através do oxigénio, espalha-se por todas as células do seu corpo, transformando-as numa estrelinha dourada. Repita 3 vezes.

  1. Descarte – agora, pegue nas notas que tinha reservado. Amasse o papel em forma de bola. De seguida, coloque no lixo que vai para o contentor.

Preserve as suas emoções com exercícios simples como este.

Na PSIC criámos um programa de teleapoio, o “SOS Emoções”, disponibilizado gratuitamente e cujo objetivo principal é ajudá-lo a diminuir o seu desconforto emocional, causado pelo isolamento. Inscreva-se através do link: https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89. Informamos também que continuamos com o trabalho clínico online e pode marcar as suas consultas através do número de telefone +351 968 931 541.

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Covid-19: 8 conselhos para gerir o stress e a ansiedade

A ansiedade e o stress são cenários reais em casos de emergência pública e podem causar emoções fortes, tanto nos adultos como nas crianças.

Estes sentimentos são tendencialmente negativos e desconfortáveis e deixam-no mais vigilante e predisposto a alterar os seus comportamentos, gerando ansiedade “má”. Para evitar que a “ansiedade má” vença a “ansiedade boa”, veja os oito conselhos que disponibilizamos para o ajudar:

  1. Evite o consumo de substâncias: procure uma alternativa saudável como cuidar do corpo e aliviar a tensão acumulada. Respire fundo, alongue, medite, passe creme e massageie o seu corpo… ame-se!
  2. Reforce o sistema imunitário: Faça refeições saudáveis e equilibradas, ricas em vitaminas e minerais. Exercite-se e faça a higiene do sono diariamente…privilegie o prazer!
  3. Viaje sem sair do lugar: Este é o momento ideal para ler aqueles livros que estão na prateleira há imenso tempo. Veja filmes, séries e dê preferência às comédias. Explore o melhor que o mundo virtual lhe pode dar…favoreça a alegria!
  4. Utilize os seus recursos internos: Durante a vida passou por experiências, que lhe trouxeram aprendizagens importantes para a sua sobrevivência e para o seu fortalecimento. Ao acionar esses recursos será mais fácil aceitar e ultrapassar este momento…é capaz!
  5. Pratique o desfoque: Embora seja importante manter-se informado, demasiada atenção pode ser problemática. Limite a sua exposição a notícias para evitar sentir-se sobrecarregado pela situação…mude a estratégia!
  6. Dê atenção às crianças: Neste momento, as crianças podem pedir mais colo, mostrarem-se mais dependentes, ansiosas e agitadas. Procure ser mais compreensivo e dar-lhes também uma dose extra de atenção e carinho. Brinque, jogue, faça atividades interativas…ampare!
  7. Foque-se no presente: Neste momento, poderá haver preocupação e medo em relação ao futuro, que geram o aumento da ansiedade. Procure colocar o seu foco no presente e naquilo que pode realmente fazer. Foque a sua mente numa única atividade e acalme-se…o agora é um presente!
  8. Adapte a sua rotina: procure estabelecer horários para cada momento do seu dia, respeitando o horário do trabalho, do lazer, com a família e consigo próprio…faça o possível!

 

Lembre-se, esta é uma oportunidade para realizar atividades que lhe dêem prazer e capazes de retirar o foco do tema atual. Este é o momento para atuar com confiança, aceitação e compreensão sobre o que é possível fazer diariamente, para gerir o stress e ansiedade, e dedicar-se ao presente e àquilo que pode realmente fazer para ajudar a si, aos que ama e à comunidade.

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Guia do equilíbrio emocional durante o COVID-19

As epidemias costumam provocar pânico generalizado na população, principalmente quando existe desconhecimento e incerteza. Tendo em conta que o vírus COVID-19 se transformou numa pandemia, esta situação pode abalar a sua saúde mental e emocional.

Então, o que fazer?

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou algumas diretrizes que visam proteger a sua saúde mental durante este período conturbado. Como especialistas em cuidados de saúde psicológicos, decidimos juntar outras dicas que o podem guiar neste momento:

  • Dispa-se de preconceitos – Sendo esta uma pandemia, é expectável que afete vários países e etnias. Por isso, evite vincular este novo coronavírus a uma etnia ou nacionalidade e pratique a empatia com aqueles que foram afetados.
  • Afaste-se de notícias falsas – O fluxo repentino e constante de notícias sobre um surto pode funcionar como um “gatilho” emocional que dispara a sua ansiedade. Em vez disso, procure informações para tomar medidas práticas de prevenção. Atualize-se em horários específicos durante o dia e reúna factos de fontes fidedignas, como a OMS, a DGS e ainda o Governo Português para ajudá-lo a distinguir factos de rumores.
  • Use o momento de lavar as mãos – Aproveite os múltiplos momentos em que lava as mãos para regular a sua respiração. Com atenção, respire calma e profundamente e visualize que ao expirar está a eliminar todas as emoções tóxicas produzidas pelo stress do momento.
  • Faça do relaxamento uma parte da sua rotina – Procure pequenos momentos diários só seus que o ajudem a equilibrar as emoções, como o mindfulness, meditação, ler um livro, ouvir música ou um simples banho relaxante.
  • Exercite-se – Mantenha-se ativo e pratique atividade física com regularidade.
  • Esteja perto dos seus – Nos momentos em que experienciar maior angústia, procure falar das suas preocupações a respeito do COVID-19 com pessoas próximas e mantenha contacto regular, ainda que seja à distância.
  • Utilize o teleapoio – Durante a quarentena, em caso de ansiedade, medo ou pânico relacionados com esta pandemia, saiba que criamos o projeto de teleapoio “SOS Emoções – Reduza o desconforto emocional durante o COVD-19″. Pode inscrever-se no programa através do link: https://forms.gle/pFLL1jqQTyizg2S89

Lembre-se que as autoridades de saúde pública e especialistas do mundo todo estão a trabalhar continuamente para garantir os melhores cuidados aos afetados e para descobrir uma vacina para este vírus. Evitar a propagação do vírus é uma tarefa de todos nós, assim como acalmar as emoções que tendem a atrapalhar a razão.

Evite deteriorar o seu equilíbrio psicológico em tempos de crise, cuidando de si mesmo antes de mais nada, diminuindo os efeitos do COVID-19 na sua saúde mental.

“Ao reduzir o desconforto, ganhe equilíbrio e saúde emocional!”

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