Será preocupação ou ansiedade?

Existe a tendência de utilizar os termos preocupação e ansiedade como sinónimos, quando na verdade se tratam de termos distintos e de estados psicológicos diferentes. Embora ambos estejam associados a um estado de inquietação, a forma como o experienciam é distinta.

Então, é pertinente saber distingui-los e compreender como se manifestam e associam. Isto pode facilitar uma atitude proativa aquando de sintomas mais intensos, como os de ansiedade, ao mesmo tempo que o pode preparar para lidar eficazmente com o estado de preocupação.

Quais as 4 principais diferenças entre ansiedade e preocupação?

  • A preocupação reside na mente, a ansiedade no corpo: as preocupações, estão ligadas a pensamentos repetitivos e intensos sobre uma situação com potencial negativo, enquanto que a ansiedade produz efeitos sobre o corpo que causam desconforto e angústia.
  • A preocupação é um sistema de alarme claro e a ansiedade é um falso alarme: a preocupação atua como um sistema de alarme mental interno, que o leva a lidar com as situações potencialmente negativas. Já a ansiedade, pode ser suscitada por situações sem potencial negativo, que o seu cérebro identificou como ameaça.
  • A preocupação promove a resolução dos problemas, ao contrário da ansiedade: a preocupação leva-o a pensar em soluções eficazes para lidar com determinada situação, que podem ter um ou mais resultados negativos. Já a ansiedade, tende a criar um conjunto de sintomas físicos e psicológicos que prejudicam a aquisição de soluções produtivas.
  • A preocupação gera angústia emocional suave e a ansiedade uma angústia emocional severa: a ansiedade é algo mais dominador e que o leva a um estado psicológico mais perturbador do que a preocupação.

A preocupação, embora desagradável é, na verdade, algo normal que age como um propulsor do problema que precisa de ser tratado, preparando-o para lidar com ele. Porém, pode tornar-se algo negativo quando surge desnecessariamente e se perpetua num longo período de tempo. Quando é excessiva, a preocupação pode paralisar e resultar em perturbações como a ansiedade, ou até mesmo fobias.

Como lidar eficazmente com a preocupação? Deve começar por:

  • Definir o problema – é impossível resolver todos os problemas ao mesmo tempo. Procure abordá-los um a um por grau de complexidade. Isto significa que tem de colocar algumas preocupações em espera.
  • Pensar em soluções – muitas vezes pode estar relutante a lidar com os seus problemas, pelo que deve pensar em várias formas de os resolver. Quanto mais escolhas tiver, mais hipótese tem de selecionar uma forma de resolver o problema que se ajuste a si.
  • Pensar nos prós e nos contras das soluções – colocar as coisas no papel e elaborar uma lista das opções, categorizando quais os prós e contras de cada um, vai ajudá-lo a tomar uma decisão ajustada e mais rapidamente.
  • Implementar a estratégia – pôr o plano em ação significa agir e seguir com a decisão que tomou. Transforme a sua preocupação em ação assim que possível.

Como lidar eficazmente com a ansiedade?
Se as suas preocupações assumem proporções maiores do que as descritas neste texto, pode estar a passar por algo mais profundo como ansiedade. Qualquer situação ou sintoma que fuja do seu controlo merece atenção, pelo que, é importante procurar ajuda de um profissional habilitado.

*Fonte: Frank Tallis – “Como travar as preocupações e reduzir a ansiedade”

Saiba que a Clínica PSIC possui um programa de intervenção próprio, com estratégias terapêuticas eficazes na gestão da preocupação e regulação da ansiedade. Este tem por base a hipnose clínica, técnicas de respiração e intervenções psicossensoriais, que promovem a neuro-modulação dos estados emocionais e ajudam na reinterpretação dos eventos. Para saber mais sobre esta intervenção marque a sua consulta informativa gratuita aqui. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Leia também:
A diferença entre Ansiedade e Pânico
http://bit.ly/2XTZBCE

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Como lidar com uma crise existencial?

Há momentos na vida em que pode sentir sobrecarregado e em que se pode colocar perguntas como: Por que estou aqui? Estou a fazer as coisas de maneira correta? O que é que eu quero?

Se tem ou já teve frequentemente estas questões, saiba que não é o único e que é comum ter vários momentos de reflexão ao longo da vida. A crise existencial pode trazer-lhe angústia e desencadear ansiedade e depressão. É por isso importante saber reconhecer, desmistificar e trabalhar a crise existencial.

O que pode desencadear uma crise existencial?
Este período de instabilidade emocional ocorre quando o motivo que o impulsionava deixa de fazer sentido e pode partir de algum acontecimento psicologicamente traumático. Cada pessoa sente e age de forma particular diante das situações e por isso, os sintomas, principalmente os de foro emocional, podem variar de acordo com as experiências de cada um e dos diferentes momentos da vida em que se encontram.

Quais os sinais mais comuns de uma crise existencial?
Existem alguns sinais recorrentes que apontam para o surgimento da crise existencial, tais como:

  • necessidade de isolamento
  • desânimo e pessimismo constante
  • incertezas sobre o futuro
  • sentimento de incapacidade
  • dúvidas sobre a própria personalidade
  • cansaço mental

Como lidar com a crise existencial?
Pode ser difícil reconhecer e sair de uma crise existencial sozinho e a fórmula exata para sair dela, ainda está por descobrir pois cada crise tem razões e intensidades diferentes. Contudo, existem algumas dicas que podem ajudar:
1 – Questione-se – questionar o propósito da vida é algo natural no ser humano. Enfrentar o medo da resposta e da emoção que virá é um passo importante para construir a sua motivação.
2 – Responsabilize-se pela sua crise – aceite o período em que se encontra. Existe uma pessoa capaz de o fazer sair da crise existencial: você mesmo.
3 – Veja a crise como uma oportunidade de mudança – a crise pode fazê-lo abrir os olhos – a sua mente trabalhou para o alertar que precisa de uma mudança.

A crise existencial é um processo natural que muitos enfrentam e pode trazer benefícios, já que proporciona mudanças necessárias. Por isso, não a ignore. O primeiro passo está em reconhecer o significado da crise e assumir um papel proactivo nas próximas decisões. Lembre-se, nem sempre tudo é linear e perante a intensidade das dificuldades mencionadas, quebrar o sentimento de incapacidade e desânimo constante, pode ser um trabalho difícil para fazer sozinho. Algumas pessoas podem sentir dificuldades em lidar com as emoções e pensamentos típicos desta fase e todas as questões que a envolvem.

Se deseja ultrapassar a crise existencial e investir na sua mudança, saiba que a PSIC disponibiliza programas terapêuticos específicos para ajudá-lo no reequilibro emocional e desenvolvimento pessoal, reunindo estratégias psicoterapêuticas, hipnoterapêuticas, psicossensoriais e de Biofeedback. Disponibilizamos uma Consulta Informativa Gratuita onde poderá tirar todas as suas dúvidas e conhecer as nossas modalidades de ajuda. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como saber se sofre de Perturbação de Pânico

O que é?

A Perturbação de Pânico é constituída por ataques de pânico recorrentes, que podem ser caracterizados por um momento abrupto de medo ou forte desconforto, atingindo o pico em minutos.

Quais os sintomas?

Identificamos 2 níveis dos principais sintomas que caracterizam a Perturbação de Pânico.* Perceba se algum deles se identifica com a sua realidade.

A – Tenho ataques de pânico imprevisíveis e frequentes e consigo identificar 4 (ou mais) dos seguintes sintomas:

  1. Palpitações, batimentos cardíacos ou ritmo cardíaco acelerado
  2. Suor excessivo
  3. Estremecimentos ou tremores
  4. Falta de ar ou dificuldade em respirar
  5. Sensação de asfixia
  6. Incómodo ou dor no peito
  7. Náuseas ou mal-estar abdominal
  8. Tontura, desequilíbrio ou desmaio
  9. Sensações de frio ou calor
  10. Sensações de formigueiro
  11. Sensações de sentir-se desligado de si próprio
  12. Medo de perder o controlo
  13. Medo de morrer

B – Sinto uma inquietação constante sobre ter novos ataques de pânico ou do que me pode acontecer e/ou evito comportamentos que possam levar a um ataque de pânico (ex: exercício físico, situações desconhecidas).

Caso se identifique com estes sintomas ou conhece alguém que se identifica, é provável que esteja perante uma situação de Perturbação de Pânico. Está na hora de procurar ajuda. Com a compreensão do processo de pânico, das suas crenças limitantes, dos medos excessivos e pensamentos negativos é possível recuperar a sua confiança, autonomia e domínio de si mesmo. Este é um processo realizado na Clínica PSIC através do Programa Intensivo Detox Emocional. O programa reúne as estratégias psicoterapêuticas, hipnoterapeuticas, psicossensoriais e de Biofeedback, aliadas às terapêuticas orientais, sendo um poderoso complemento às intervenções convencionais. É um método singular que produz efeitos transformadores e duradouros. Trata-se de uma solução fundamentada nos princípios da psicologia, da neurociência afetiva e da física quântica. Produz resultados impressionantes, quase mágicos.

Marque uma consulta informativa gratuita para conhecer melhor este programa intensivo. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

 

*Fonte: Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5.ª edição (DSM-5)

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Teste: sofre de Ansiedade de Separação?

A ansiedade é uma característica biológica intrínseca ao ser humano. É uma reação normal perante situações de perigo, que pode ser bastante útil. No entanto, quando é sentida em excesso e é desproporcional ao perigo real apresentado provoca muito sofrimento. No caso específico da ansiedade de separação existe um medo e ansiedade excessivos e inadequados da separação das pessoas a quem se tem um vínculo. A ansiedade de separação pode manifestar-se em crianças, adolescentes e até em adultos.

Será que sofre de ansiedade de separação? Indique com que sintomas de ansiedade de separação se identifica e descubra se este é um tema que merece ser desenvolvido na sua vida.

  • Sinto um mal-estar muito grande e recorrente que ocorre no momento (ou na antecipação do momento) da separação das pessoas de que gosto ou à saída de casa;
  • Sinto-me constantemente preocupado em que possa perder as pessoas de quem gosto ou que alguma coisa de mal lhes aconteça;
  • Fico preocupado com possibilidade de que um imprevisto – perder-me, ser raptado, ter um acidente, adoecer – leve à separação das pessoas que gosto;
  • Evito e/ou recuso-me a sair de casa para a escola, para o trabalho ou para outro local, por não conseguir ficar longe de quem gosto;
  • Recorrentemente, sinto medo de ficar em casa, ou noutros locais, sozinho ou sem as pessoas que gosto;
  • Não consigo dormir fora de casa;
  • Sonho frequentemente com o tema da separação;

Sinto, com alguma frequência, dores de cabeça, de estômago, náuseas ou vómitos quando fico, ou penso que vou ficar, longe de quem gosto.

Se assinalou 3 ou mais dos sintomas acima descritos ou se conhece alguém que está a passar por isso, é provável que esteja perante uma situação de Ansiedade de Separação e que a sua qualidade de vida esteja a ser prejudicada. Nesse caso, é importante procurar ajuda profissional. A Clínica PSIC pode ajudar no tratamento da ansiedade de separação. Saiba como, através da marcação de uma consulta informativa gratuita! As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

 

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Um testemunho sobre Ansiedade

Margarida sempre se caracterizou como uma pessoa muito ativa, alegre e com um gosto especial por viajar por todo o mundo. A ansiedade não escolhe idades e por volta dos seus 70 anos, Margarida começou a ter crises de ansiedade que mudaram a sua vida. Tomava muita medicação e sentia-se cada vez pior psicológica e fisicamente: não tinha equilíbrio, caía e a inatividade começou a apoderar-se de si. A Margarida entrou em contacto connosco, ainda que um pouco cética devido aos insucessos com outros tratamentos anteriores.

Partilhamos aqui o seu testemunho:

“Desde há dois anos, que sofria de crises de ansiedade que me tornavam a vida insuportável. Sentia-me pessimamente, desmotivada, sem animo, sem força para fazer o que quer que fosse, mesmo aquilo que eu mais gostava de fazer anteriormente. Depois de diversas tentativas para, pelo menos, minimizar o mal que me atormentava, revelou-se infrutífero, levando-me a um estado de desânimo total. Por sugestão, recorri à clínica PSIC. Confesso que depois de tantos insucessos anteriores, sentia-me um pouco desconfiada dos resultados. Iniciei o tratamento, com cautela, avaliando o seu efeito e após duas ou três sessões pude verificar (agora com confiança) que estava a resultar. Com o prosseguimento do tratamento comecei a sentir-me cada vez melhor, as crises de ansiedade diminuíram de intensidade e de frequência, e pude prosseguir com a minha vida normal. No final, sentia-me bem, mesmo muito bem, o pesadelo desapareceu e a vida voltou a ter cor!”

Leia também: SOS Ansiedade

Também sofre de ansiedade?

Ao ler e ouvir este testemunho, identificou-se com a história de Margarida? Tem crises de ansiedade que afetam a sua rotina diária?

Na Clínica Psic – Psicologia Integrada estabelecemos um programa de intervenção com estratégias terapêuticas eficazes na regulação da ansiedade, promovendo o equilíbrio da sua vida. Se, tal como a Margarida quer que a sua vida volte a ter cor, contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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SOS Ansiedade

Sabia que 15% da população sofre de ansiedade? Talvez se insira nessa percentagem. Tem momentos em que os pensamentos não páram e se apoderam de si, a respiração começa a ficar descontrolada, fica com o corpo tenso e sem saber o que fazer, tenta relaxar a todo o custo, mas não consegue e os pensamentos negativos ficam ainda mais intensos, começa a sentir vergonha e fica sem saber o que fazer…

Veja este pequeno vídeo e verifique se se identifica com estes sintomas:

Se a ansiedade é a sua realidade, uma coisa é certa, se nada fizer, o sofrimento será cada vez maior. Aqui estão algumas sugestões para aliviar este sofrimento:

  • Em alguns momentos do seu dia, faça várias pausas de breves instantes para respirar e tirar a tensão do seu corpo
  • Tenha momentos de lazer, tanto só, como na companhia de alguém
  • Consuma alimentos que tenham aminoácidos e vitaminas, pois aumentam os níveis de serotonina responsáveis pelo prazer e bem-estar
  • Beba chá de plantas calmantes como: camomila, alecrim, cidreira, passiflora, chá de banana, chá de alface…
  • Realize atividades físicas simples como: caminhadas, andar de bicicleta, subir e descer escadas, brincar com crianças, passear animais…
  • Ao fim do dia, tenha um momento só seu, desligue-se: tire o som do telemóvel, faça uma breve meditação
  • Prepare-se, crie um ritual de recolhimento e descanse antes de ir dormir…

Caso sinta que os sintomas persistem e que continuam a perturbar a sua vida, é importante procurar ajuda especializada para que tenha um acompanhamento adequado e eficaz.

A hipnose e a psicoterapia associadas ajudam a entender as razões da sua ansiedade, trabalham com a sua mente inconsciente, dando-lhe apoio, mudam a sua programação interna, os seus hábitos inadequados e dão um novo significado às suas emoções.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Kit de sobrevivência num Ataque de Pânico

O pânico é a sensação de terror, o medo súbito e inesperado com receio de morrer ou perder o controlo. É um sentimento de ansiedade repentino sobre acontecimentos antecipados. Siga estes 4 passos para sobreviver e superar um ataque de pânico.

1º Passo – Aceite e enfrente o pânico
Deve lembrar-se que ao vivenciar uma crise de pânico, está a sentir uma ansiedade elevada e que pode ser difícil lutar contra os seus sentimentos. Tentar evitá-los ou abstrair-se destes pode aumentar ainda mais a sua ansiedade e assim aumentar o seu medo de pânico. Aceite que o que está a sentir é natural e vai passar.

2ºPasso – Tente relaxar!
Exercícios de relaxamento muscular, respiração abdominal e meditação ajudam a relaxar num momento de maior tensão.

3º Passo – Desafie o seu medo!
Reformule os seus pensamentos: “Que provas é que eu tenho que confirmam os meus medos?”; “Que outras explicações podem existir para o que estou a sentir?”

4º Passo – Seja tolerante consigo mesmo, dê mais tempo.
Quando estiver na iminência de um ataque de pânico, evite apressar essa situação. Mantenha presente que as sensações que sente, quando atingirem o pico da ansiedade irão diminuir, pois se tentar fingir para si mesmo, que a sua ansiedade e respiração estão na normalidade, pode aumentar ainda mais os seus sintomas!
Possivelmente pode ser uma das muitas pessoas que lidam com ataques de pânico durante demasiados anos, e provavelmente sente-se esgotado devido a esses pensamentos assustadores que lhe causam sensações corporais desconfortantes e mais ansiedade. Saiba que através da PSIC, com intervenção terapêutica, poderá aprender mais como superar o pânico e conquistar mais saúde e mais qualidade de vida. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita e aproveite para consultar os testemunhos dos nossos pacientes em: https://www.psic.com.pt/testemunhos/.

 

TESTEMUNHO

“Já tenho ataques de pânico desde os meus 16 anos e mantinha-me controlado com medicação mas, agora com 27 anos comecei a sentir novamente os sintomas, procurei ajuda e encontrei a Dra. Jatir Schmitt. Depois de fazer 10 sessões de DOS e de fazer hipnose e EFT sinto-me muito melhor, ultimamente já não entrava em muitos locais e andava com falta de apetite. Agora já não sinto aqueles medos que me atormentavam, já me sinto uma pessoa diferente. Todas as pessoas que sentem medos deviam passar por este tratamento, não podemos deixar que os medos nos estraguem a vida.”
Bruno Oliveira.

 

 

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8 dicas sobre como ajudar alguém com Ansiedade

Há muitas pessoas a ter que lidar com a ansiedade: as pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade e as pessoas à sua volta.

E há pouca informação sobre como realmente ajudar pessoas com ansiedade.

Portanto, se convive com alguém que sofre de ansiedade, gostaria de ajudar, mas não sabe como, a PSIC dá-lhe 8 dicas para ajudar essa pessoa:

  1. Pergunte o que pode fazer caso surja uma crise de ansiedade ou ataque de pânico;
  2. Compreenda que muitas das situações do dia-a-dia podem parecer simples para si, mas para essa pessoa não;
  3. Faça planos concretos, caso combine alguma saída;
  4. Aprenda a ler os sinais de ansiedade – que podem variar de pessoa para pessoa;
  5. Não crie suspense desnecessário;
  6. Demonstre que se importa, que compreende e que estará sempre disponível para ouvir;
  7. Respeite o espaço da pessoa e não pressione, apenas comemorem as pequenas mudanças;
  8. Ajude a recordar momentos bons da sua vida e façam atividades divertidas e/ou relaxantes juntos.

Como a PSIC – Psicologia Integrada pode ajudar?

Estas dicas embora importantes para o dia-a-dia das pessoas com ansiedade e pessoas à volta e podem fazer toda a a diferença! No entanto, é importante a avaliação e acompanhamento profissional. Na PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia terapias psicossensoriais e biofeedback também estamos disponíveis para ajudar.

Quer saber mais sobre como lidar com a ansiedade?

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Teste aqui o seu nível de stress

Antes de passar ao teste em si, devemos clarificar alguns conceitos.

O que é a Ansiedade?

Ansiedade é o estado psíquico de apreensão ou medo devido à antecipação de uma situação desagradável ou mesmo perigosa, acompanhado de uma resposta de stress e sintomas somáticos de tensão.

A ansiedade afeta o nosso dia-a-dia, a saúde física e mental, e por consequência a nossa qualidade de vida. É importante conhecer os seus sinais, para que possamos tomar medidas e minimizar os seus efeitos.

Como testar se temos distúrbios de ansiedade?

A PSIC ajuda a identificar estes sinais de ansiedade com este pequeno teste. Para cada afirmação verifique no nosso medidor de ansiedade qual o nível de desconforto que sente em: stress e ansiedade
◦ Testes/ Exames de avaliação de conhecimentos ou Entrevistas de emprego
◦ Exames médicos
◦ Momentos sociais (ex: convívios com amigos)
◦ Relações íntimas (ex: cônjuge, namorado, parceiro)
◦ Relações familiares (ex: pais, filhos, etc)
◦ Trabalho (ex: conflitos, prazos de entrega, etc)
◦ Situações do quotidiano (ex: falar em público, atender o telemóvel, etc.)
◦ Estar sozinho
◦ Conduzir (ex: transito, o próprio ato de conduzir)
◦ Estar em locais fechados ou locais de onde será difícil de sair

Se assinalou no Medidor de Stress alguma das afirmações como “desconfortável” ou “muito desconfortável” ou “extremamente desconfortável” deve procurar apoio profissional, para que haja uma avaliação mais cuidada do seu caso.

Na PSIC, ajudamos a lidar com a ansiedade de uma forma mais saudável. Marque aqui uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Como ajudar alguém com Depressão

Algum dos seus familiares e amigos sofre de Depressão? Gostaria de ajudar, mas não sabe como?
O seu apoio, compreensão, respeito e incentivo é crucial na recuperação dessa pessoa. Ultrapassar a Depressão é sempre mais fácil quando não se está sozinho. Por isso, transmita ao seu amigo ou familiar que é importante procurar ajuda, aceitar ser ajudado e manter a esperança que tudo irá mudar.
Sugerimos que dedique uns minutos a este vídeo sobre o “Cão Negro da Depressão” com dicas úteis sobre a melhor forma de ajudar, bem como o que dizer a essa mesma pessoa.
A PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, pode facilitar este alcance ao equilíbrio emocional, bem-estar e uma vida mais feliz. Para mais informações, contacte-nos.

 

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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