Como o stress afeta o estômago

O estômago tem como função digerir e decompor os alimentos, separando a energia límpida (a energia aproveitada pelo organismo) da energia turva que por sua vez, é eliminada pelo intestino e pela bexiga.
Este órgão assimila também as nossas experiências – o que aconteceu e o que nos fizeram sentir. Quando não conseguimos lidar com alguma experiência ou digerir corretamente as nossas emoções, o estômago pode adoecer.
Muitas pessoas sofrem de dores de estômago devido a um dia-a-dia cheio de preocupações e de assuntos a resolver “para ontem”. Vive-se assim, uma vida intensamente angustiante, onde todas as preocupações surgem em simultâneo e a todo o tempo.
Muitas das vezes, os problemas estomacais também estão ligados à tendência de guardarmos os nossos sentimentos para dentro (para nós), em vez de para fora (para o exterior). Assim, o estômago acaba por digerir, não algo que vem do exterior, mas sim a sua própria parede.
Se quer prevenir dores de estômago, aprenda a tornar-se mais consciente dos seus sentimentos, a lidar de forma consciente com os seus conflitos e digerir, também conscientemente, as suas preocupações.

A PSIC pode ajudar a mudar o seu padrão de comportamento, para que possa melhorar a sua saúde e bem-estar! Saiba como podemos ajudar aqui ou contacte-nos para mais informações.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Porque é que as emoções podem estar a desgastar o seu fígado

O fígado tem múltiplas funções, estando associado, entre outras, ao armazenamento e produção de energia, à desintoxicação das toxinas no nosso organismo. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, o fígado é responsável por garantir o livre fluxo de energia no nosso corpo. Assim, quando a energia do fígado está bloqueada, todos os outros órgãos serão afetados por este desequilíbrio.

 

Este órgão é particularmente vulnerável à raiva, ira, irritação, indignação, frustração e ressentimento. Habitualmente, a repressão das emoções sobretudo da raiva, provoca o bloqueio da energia do fígado, conduzindo à quebra do fluxo natural de energia e à acumulação de toxinas e, consequentemente, origina a doença. O fígado desempenha, portanto, um papel fundamental no correto funcionamento dos outros órgãos e na regulação das nossas emoções, uma vez que a oscilação no fluxo de energia também provoca oscilações de humor.

 

Se quer prevenir problemas de fígado não reprima as suas emoções. Estas emoções reprimidas desgastam, descontrolam, destroem e impedem que o seu organismo funcione em pleno.

 

E se as emoções reprimidas podem prejudicar o seu fígado, descubra o que podem estar a fazer aos seus rins no nosso artigo Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins

Os rins são, por excelência, o órgão do equilíbrio físico e emocional. São a morada da nossa energia essencial. A sua principal função é a filtragem das substâncias absorvidas pelo organismo, identificando quais as substâncias benéficas e que podem ser utilizadas e quais as substâncias tóxicas que precisam ser eliminadas.

Sabia que os problemas renais podem estar relacionados com a incapacidade de filtrar, desprender e eliminar factos desagradáveis do passado, como sentimentos e comportamentos?

Estas são as 5 emoções mais frequentemente ligadas aos problemas renais:

  1. Medo

Habitualmente a emoção que desequilibra os rins é o medo. Quem se sente inseguro e com medo em relação ao futuro, anda desassossegado com várias preocupações e tende a apresentar dores nos rins.

 

  1. Conflitos Relacionais

O sistema renal é composto por um par de rins, estando dependente da parceria e cumplicidade entre o par para uma correta atividade. Assim, o bom funcionamento dos rins também pode ser posto em causa no decurso de conflitos relacionais.

 

  1. Pessimismo

O saudável funcionamento renal também é afetado pelo foco excessivo nas dificuldades;

 

  1. Confusão e Angústia 

Pela falta de direção pessoal;

 

  1. Outros 

Por problemas psicológicos herdados.

 

Se quiser esclarecer dúvidas em relação a este assunto ou se pretender saber mais sobre as causas psicológicas que podem estar na origem dos seus problemas renais, entre em contacto connosco.

Se ficou com curiosidade sobre a ligação entre a saúde emocional e física, reveja o nosso artigo O stress adoece o corpo?

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Escute-se. Conheça-se. Recrie-se. Transforme a sua vida com o Grupo ReCriar.

Grupo ReCriar – o que é?

Provavelmente você deseja compreender e dominar as suas emoções. É possível que queira relaxar o corpo e acalmar mente. Anseia terminar o dia sem aquele peso nos ombros. Precisa melhorar a sua autoestima e o amor-próprio. Sonha ser assertivo e superar os obstáculos que impedem a sua vida de seguir o rumo que deseja.

Com a participação neste grupo poderá compreender e equilibrar as suas emoções, aprender a lidar de forma mais relaxada com os obstáculos que a vida impõe e ativar as suas capacidades internas. O ReCriar é um (re)encontro com o seu Eu, para criar harmonia e equilíbrio em tudo o que faz e seguir o seu propósito.

Participará num grupo fechado e protegido, com encontros semanais, onde irá vivenciar e aprender exercícios práticos e técnicas de auto aplicação para a vida.

 

As inscrições decorrem entre 4 e 15 de setembro. Contacte-nos.

Programação

Entrevista preliminar e inscrições: De 4 a 15/setembro/2017, sob marcação
Duração: 19/setembro a 21/novembro/2017
Horário: Terça-feira das 19h30m às 22h30m
Nº de encontros: 10 encontros de grupo e 2 entrevistas individuais

Investimento

Inscrição -30€
Até 19/setembro – 300€ ou pagamento em 3 prestações – 330€

Participantes

Entre 10 e 15 pessoas

Orientação

Jatir Schmitt
Psicoterapeuta, Hipnoterapeuta e Terapeuta Psicossensorial

Local

PSIC – Psicologia Integrada
Rua da Ramadinha, 153 – Mafamude – Vila Nova de Gaia

Contactos

225 020 828 / 968 931 541
psic@psic.com.pt

 

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Lidar com a Ansiedade

Lidar com ansiedade

Lidar com ansiedade

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O stress adoece o corpo?

O stress excessivo pode prejudicar o nosso corpo e afetar a nossa saúde de diferentes formas e em várias áreas. Na imagem abaixo pode compreender melhor as suas possíveis implicações.

stress infográfico

O stress adoece o corpo?

 

 

Aprender a gerir e modular as emoções é um caminho para reduzir e eliminar o stress e todas as suas consequências. Se quiser saber mais estratégias, veja a Receita Anti-Stress ou consulte a nossa metodologia em https://www.psic.com.pt/stress/.

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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Como surge um Ataque de Pânico?

O ataque de pânico surge repentinamente e com ele trás apreensão, medo ou terror e sensação de catástrofe iminente. Pode surgir inesperadamente ou ocorrer logo após a exposição ou antecipação de uma situação específica. O esquema a seguir pode ajudá-lo a compreender melhor como se manifesta o ataque de pânico.

 

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Equipa PSIC

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Doença obsessivo-compulsiva e o secretismo que a silencia

«A perturbação obsessivo-compulsiva é tão frequente como a asma ou a diabetes, sendo mesmo mais prevalente que a esquizofrenia, mas a autocrítica dos doentes faz com que haja um secretismo que a silencia» – de acordo com os dados divulgados pela TVI24 num artigo recente.

Apesar de frequente, quem sofre com esta doença tem dificuldade em falar sobre os seus problemas e em solicitar ajuda, em parte porque eles próprios têm vergonha dos seus sintomas, acham-nos desapropriados e temem que os outros os considerem loucos.

Esta doença pode manifestar-se através de pensamentos intrusivos, recorrentes e indesejados (obsessões) e/ou rituais repetitivos desenvolvidos com o intuito de aliviar a ansiedade e prevenir que algo de mal aconteça (compulsões). É uma doença muito invalidante, que interfere significativamente no dia-a-dia destas pessoas e de quem as rodeia.

Se conhece alguém que sofre com esta doença, incentive o diálogo e a procura de ajuda. O silêncio é um caminho que não consegue dar a saída para esta dor.

 

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Quando o medo de enfrentar as situações controla a nossa vida

Quando nos confrontamos com uma situação que nos parece ser ameaçadora, perigosa ou simplesmente desconfortável é comum optarmos por fugir ou escapar dessa situação. A fuga é um dos mecanismos básicos da nossa existência. Há milhões de anos atrás aprendemos a lutar ou fugir para nos protegermos de predadores maiores. Atualmente, estas respostas nem sempre são adaptativas.

Evitamos ir a alguns locais, falar sobre alguns assuntos, não sentir emoções dolorosas… evitamos qualquer situação ou estímulo que nos faça sofrer. Ao evitarmos, momentaneamente, o nosso medo e desconforto diminuem. Contudo, será que resolvemos o problema? Na realidade não só não o resolvemos, como “alimentamos” o nosso medo. Ao fugirmos, não temos possibilidade de verificar se os nossos medos tinham fundamento, os nossos pensamentos negativos acerca da situação vão permanecer, deixámos de aproveitar vários momentos agradáveis da nossa vida e temos cada vez menos confiança em nós próprios.

Sempre que evitamos vamos ficando mais prisioneiros do medo, por isso, antes de fugir, pare para pensar… o quê que perde em experimentar?

 

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Roer as unhas – um sinal de ansiedade?

 

Afinal porque roemos as unhas? Muitas vezes não nos apercebermos do motivo pelo qual o fazemos.

No artigo “Pare de roer as unhas, pela sua saúde” publicado na http://www.noticiasmagazine.pt, Sara Dias Oliveira refere-se a este vício como «..um tique difícil de dominar. Fazemo-lo para controlar a ansiedade, diminuir o stress, acalmar o nervosismo, fintar o tédio ou até mesmo para enganar a fome.»

De facto, o controlo da ansiedade está associado a este comportamento, que se vai transformando num vício difícil de dominar.

Existem algumas formas de terminar com o vício de roer as unhas:

– Extinguir o hábito recorrendo a alguns truques, ou

– Identificar a origem da ansiedade, os “gatilhos” que a desencadeiam e estratégias para a controlar, através da ajuda profissional.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

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