O amor próprio é …

O amor próprio é …

A história por trás do dia dos namorados está ligada ao Imperador Cláudio II que desenvolveu uma obsessão em criar um exército cada vez maior e mais forte. Assim, proibiu os matrimónios, para que os jovens soldados se concentrassem na vida militar e não construíssem laços familiares. Diz-se que o bispo Valentim, estava entre aqueles que discordavam desta ordem do imperador e continuou a celebrar casamentos em sigilo. Porém, não tardou muito para que fosse descoberto e condenado à morte.

A força e coragem que São Valentim demonstrou ao contrariar as ordens de um imperador, assemelha-se à força necessária para encontrar um amor verdadeiro que muitas vezes se encontra suprimido, o amor próprio. Para resgatar este amor precioso também será necessário lidar com imperadores, neste caso os imperadores da sua vida.

  • Porque é que o amor próprio é essencial numa relação?

Ter amor próprio é essencial para criar e manter laços afetivos saudáveis e embora cultivar o amor próprio possa ser um desafio, esse processo vai ajudá-lo a fazer boas escolhas e a conquistar a sua paz interior, sem procurar que o outro preencha o vazio que compete ao amor próprio.

Deste modo, se achar que tem pouco valor, torna-se difícil valorizar ou manter uma relação recíproca pois, inicialmente, o amor do outro pode dar a impressão de preencher a falta de amor próprio. Com o tempo, essa ilusão fruto da paixão dissipa-se.

A falta de estima por si pode, inclusive, levá-lo a pedir um amor incondicional e essa busca, fará com que teste o amor do outro constantemente, na incerteza de ser verdadeiramente amado. Esses testes ao amor, podem acabar por sabotar a plenitude da sua relação.

  • O que acontece na ausência de amor próprio?

A ausência de amor próprio pode conduzi-lo a sintomas depressivos. Pode inclusive levá-lo a idealizar em excesso o amor, fazendo com que eleve as suas expetativas acerca das suas relações. Essa carência de afeto pode fazer com que se sinta sempre insatisfeito, dentro da sua relação. A falta de amor próprio pode dificultar a criação e manutenção de vínculos verdadeiros com as pessoas, mas também pode gerar:

  1. Sentimento de inferioridade
  2. Instabilidade emocional
  3. Excesso de crítica e insatisfação
  4. Sentimento de culpa

Note que as relações espontâneas e verdadeiras dependem de si – estão ligadas à própria aceitação de si e à sua autoestima.

  • O amor próprio pode ser construído?

Como o amor próprio é a base da autoestima, ter amor próprio faz com que as suas ações estejam voltadas para a promoção do bem-estar, felicidade e satisfação de si mesmo. Quando essa base está em falta, as suas relações são afetadas pela falta de confiança, pelas dúvidas ou insegurança que geram relações frustradas.

Muitas vezes, pode querer gostar de si, mas ser difícil encontrar uma maneira de o fazer. Deixamos-lhe três dicas que o vão ajudar a perceber como se processa a construção do amor próprio.

Dica #1: Procure compreender que a falta de amor próprio tem raízes antigas e que, por trás desse sentimento, há uma história de desafetos que podem incluir abandono ou outros traumas.

Dica #2: Comece por procurar entender a sua história de vida, aprender com ela e aceitá-la. Por mais consciente que esteja, acerca das vantagens de gostar tanto de si como das outras pessoas, é difícil fazer isso sem realizar um trabalho pessoal.

Dica #3: O seu conceito de amor deve evoluir, de modo a entender que dar afeto não é o mesmo que sacrificar-se pelo outro. Quando aprender a amar-se de verdade, conquistará a admiração por si mesmo que o fará agir em prol do bem-estar. Acredite, essa evolução transparece.

As dicas acima apresentadas estão enquadradas na psicoterapia, um processo inicial ou indicado para continuidade após o Programa Detox Emocional. A psicoterapia ajuda a ampliar as suas competências pessoais e contribui para restaurar os recursos emocionais internos. Pode trazer melhorias diretas no seu ânimo e bem-estar, assim como na construção da autoestima. Começar por resgatar o amor próprio pode ser o caminho para encontrar o amor verdadeiro.

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Está na hora de colocar limites pessoais?

Sente que se compromete excessivamente com problemas de outras pessoas? Acha que a sua vida está a ser afetada como resultado da dor dos outros? Se a resposta é positiva, esse é um reflexo de que possui limites pessoais frágeis e que melhorá-los pode ser muito útil.

O que são limites pessoais?
Os limites pessoais são paredes mentais, emocionais e até físicas que são criadas para se proteger e evitar ser usado ou manipulado por outras pessoas. Assim, criar e manter limites pessoais é essencial para o bem-estar físico, emocional e psicológico.

O que acontece quando os limites pessoais são permeáveis?
Quando os limites pessoais são permeáveis corre o risco de confundir as suas necessidades com as dos outros, o que leva a um comprometimento excessivo com tudo e todos, que pode afetar a sua saúde emocional.

As pessoas com fracos limites pessoais estão sempre disponíveis, prontas para ajudar, para corresponder ao desejo do outro e agradar. Evitam dececionar ou aborrecer quem quer que seja e, como contrapartida acabam por se aborrecer e dececionar consigo próprios. O que realmente está em falta nessas pessoas é assertividade e sentido de proteção do seu espaço pessoal.

Quais são alguns sinais da falta de limites pessoais?

  • Ter dificuldades em exprimir-se quando é maltratado
  • Doar excessivamente o seu tempo
  • Concordar com as pessoas quando realmente discorda
  • Dificuldade com o sim e não
  • Fazer sacrifícios pelos outros e comprometer as próprias necessidades
  • Compartilhar demasiados detalhes da sua vida com outras pessoas
  • Sentir receio ou vergonha do que os outros possam pensar de si

Porque é importante estabelecer limites pessoais?
Evitar expressar a sua opinião e comunicar as suas necessidades de forma clara pode ser angustiante. Por isso, os limites são importantes para a manutenção da autoestima. Quando existem limites pessoais, torna-se mais fácil comunicar assertivamente e sentir-se bem consigo mesmo. Neste sentido, é importante traçar uma linha clara dos seus limites para recuperar o seu poder pessoal.

Ter limites pessoais:

  • É diferente de ser egoísta: é ter respeito e amor próprio, isto é, autoestima.
  • Pode aumentar a saúde das suas amizades: limites emocionais claros podem desagradar algumas pessoas, porém, são perdas necessárias, que podem ser substituídas por pessoas que o respeitem, ouçam e gostem de si.
  • Pode deixá-lo mais feliz: criar limites pode parecer desconfortável ao início, mas depois fará com que se sinta mais capaz de estabelecer boas relações, com base na reciprocidade.
  • É diferente de ser rígido: Os limites nem sempre são pretos e brancos ou feitos de ferro e aço. Estes são maleáveis e podem moldar-se de acordo com as suas necessidades do momento.

Ao colocar-se em primeiro lugar favorece a criação de relações mais saudáveis e auxilia a que economize energia para que possa ser útil aos outros de uma forma adequada e recíproca, sem alimentar relações de utilidade.

É sempre altura para adequar os seus limites e proteger o seu espaço pessoal. Para isso, pode ser necessário encontrar e desfazer crenças e sentimentos que o impedem de ter relações de reciprocidade. A PSIC pode ajudá-lo no seu desenvolvimento pessoal, começando pelo amor próprio. Para saber mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis.

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Como superar a baixa autoestima

A baixa autoestima é um problema mais comum do que possa imaginar e está ligado a opiniões negativas que tem de si próprio e em crenças sobre a falta de valor enquanto pessoa, sendo um aspeto que influencia o seu bem-estar psicológico.

Quando se tem uma baixa autoestima, existe a tendência de inibir a relação com o mundo e essa inibição pode fazer com que deixe de retirar prazer das experiências da vida. É possível identificar a baixa autoestima através de vários sinais que causam desconforto e que podem levar ao desenvolvimento de diversos problemas emocionais, além de estar presente sob a forma de sintoma, como na depressão.

Talvez já tenha aceitado a ideia de que muitos dos seus comportamentos fazem parte da sua personalidade quando, na verdade, podem ser sintomas de que a sua autoestima necessita de atenção. Nesse sentido, é importante entender melhor como se manifesta e quais os sinais da baixa autoestima:

  • Sentimentos de inferioridade: as experiências negativas da infância, tais como intimidação, bullying, relacionamentos familiares difíceis ou dificuldades na escola, podem ser particularmente prejudiciais para a autoestima e podem-se manifestar na idade adulta sob a forma de sentimento de inferioridade.
  • Necessidade de aprovação: quanto maior o desejo de ser reconhecido pelo outro, mais se procura agradar e isso faz com deixe de ser você mesmo, tornando-se no que os outros gostariam que fosse, isto é, uma cópia falsificada de si.
  • Sentimento de culpa: a baixa autoestima pode ser a causa de sentir culpas que não são suas e julgar-se incapaz de merecer a afetividade do outro.
    Comparar-se negativamente com outras pessoas: ao longo da vida, pode desenvolver pensamentos com padrões que reforçam a baixa autoestima, como comparar-se constantemente com os outros ou desenvolver padrões elevados para si mesmo, que pode ter dificuldade em atingir.
  • Relacionamentos superficiais: os relacionamentos passados podem ter alimentado a baixa autoestima, desenvolvendo a crença de que é incapaz de satisfazer as expectativas dos outros. Nesse sentido, pode levar a que se sinta com pouco valor e a ter dificuldade na entrega afetiva.
  • Voz interior muito crítica ou cobradora: a autocrítica está fortemente associada a um sentimento primordial de ser insuficiente. Frequentemente encontra-se relacionado com expectativas extremamente altas dos pais, professores rigidamente exigentes, treinadores punitivos e a própria religião ou cultura. Isto gera atitudes que visam evitar a vergonha aos olhos dos outros e de si mesmo, deixando de lado aquilo que o caracteriza.

Ao observar estes sintomas, é notório como uma baixa autoestima pode afetar de forma negativa a relação consigo próprio e as relações afetivas, sociais e até profissionais. A boa notícia é que totalmente possível desenvolver uma autoestima plena e saudável se começar por procurar e entender as feridas emocionais que estiveram na origem da sua baixa autoestima e trabalhar em prol do autoconhecimento.

Antes de começar, há um trabalho preparatório dedicado à formação do amor-próprio ou cuidado consigo mesmo que se desenvolve em três passos:

  • Tornar-se consciente das próprias emoções e necessidades: diminuir o volume da voz critica e aumentar o volume do coração.
  • Relacionar-se respeitosamente consigo mesmo: olhar para si de forma respeitosa e amar aquilo que realmente é, com todas as virtudes e defeitos.
  • Cuidar de si: investir no autoconhecimento e cuidar das suas emoções.

Estes são os princípios básicos para começar a lidar de forma positiva com a sua autoestima, contornando a crítica interna e tornando-se consciente das suas qualidades. Lembre-se que a autoestima é como uma flor que precisa de ser regada. Depois de começar a fornecer a água que precisa, esta cresce e espalha-se. Comece a alimentar esse cuidado próprio e perceba como tudo isso pode facilitar o seu dia-a-dia e as suas relações.

Se está disposto a mudar e encontrar o seu amor-próprio, a Clínica PSIC pode ajudá-lo. A PSIC trabalha para reconstituir a sua autoestima e dissipar as emoções negativas que podem estar a afetá-lo em várias áreas da sua vida, ajudando-o a reencontrar o seu equilíbrio emocional. Para mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Porque deixam os homens crescer a barba em novembro?

O que é o Dia Internacional do Homem?

Este evento internacional foi iniciado por Jerome Teelucksingh, com o apoio da Organização das Nações Unidas e vários grupos de defesa dos direitos masculinos da Europa, América do Norte, África e Ásia. Está diretamente ligado ao “Movember”, um evento mundial que se realiza todos os anos em Novembro. Neste mês, os homens deixam crescer a barba com o intuito de alertar a sociedade para os problemas de saúde masculinos, incluindo os do foro mental.

 

Quais os objetivos do Dia Internacional do Homem?

Estes são alguns dos objetivos que se pretendem promover na comunidade masculina neste dia:

  • melhorar a saúde física e psicológica
  • melhorar as relações entre os géneros
  • destacar papéis positivos dos homens
  • promover a igualdade entre géneros

 

Qual o tema principal do Dia Internacional do Homem?

De todos os pontos acima referidos, aquele que assume um papel principal é a saúde pois, este movimento nasceu devido à tendência do homem em evitar procurar ajuda para doenças em geral, e em específico para as de foro mental.

Para melhor entendermos esta tendência, devemos recuar um pouco no tempo pois, os papéis de género estereotipados de séculos passados, ainda têm relevância hoje. Estes papéis definem gestos, comportamentos e atitudes que levam os homens a apresentar resistência em procurar ajuda e dificuldade em falar das suas próprias emoções e sentimentos, acreditando que isso demonstrará sinal de fraqueza. Esta perceção de fraqueza está ligada às crenças enraizadas do tipo “homens não choram”. Como resultado, os meninos e homens aprenderam a conter as suas emoções pois “ele não pode chorar, não pode pedir ajuda, nem pode demonstrar fragilidade”.

É cada vez mais importante incentivar os homens a falar sobre as suas emoções, a aprender a reconhecer os seus sentimentos e romper o silêncio, evitando a postura de recolhimento e abraçando outras atitudes face à saúde e aos papéis sociais, uma vez que as consequências desse recolhimento e, consequente marginalização masculina devido ao esforço em manter uma postura inabalável, são desastrosas.

 

Quais as consequências do recolhimento emocional masculino?

Alguns homens, inconscientes da importância de viverem e exprimirem de forma correta as suas emoções, acabam por desenvolver mecanismos de fuga como o consumo de álcool e outras drogas. Isto acontece porque desde sempre são encorajados a agir de maneira a exteriorizar o seu stress elevado e isso pode apresentar ligações com comportamentos antissociais, uso de substâncias e suicídio.

De acordo com o estudo de 2018 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, os homens são mais propensos a morrer por suicídio do que as mulheres. Desta forma, também são os homens que apresentam maiores taxas de ideação suicida.

 

Quais as exigências que colaboram para o desequilíbrio emocional masculino?

As doenças podem-se manifestar em maior ou menor grau de acordo com a fase em que o homem se encontre e das exigências que tem de enfrentar. As exigências podem incluir:

  • Pressão no trabalho
  • Procura de estabilidade financeira
  • Responsabilidades familiares
  • Parentalidade
  • Relações amorosas

Estas demandas do quotidiano e a “masculinidade tradicional” têm tido um grande impacto na saúde masculina, por exemplo, perder o emprego pode ser mais severo e impactante para muitos homens devido à ideia de homem “provedor do lar”.

 

Qual a importância do Dia Internacional do Homem para a saúde mental masculina?

É com base em tudo isto que o Dia Internacional do Homem se tornou um evento importante para dar início à discussão sobre as fragilidades e fortalezas do homem.  Este dia alerta para a necessidade de incrementar os cuidados de saúde física e mental e ressalta que ser homem é mais do que seguir padrões estereotipados impostos pela sociedade. Ser homem é ser pessoa e poder expressar as suas emoções, reconhecer as suas responsabilidades, assumir os seus atos e, acima de tudo, ter respeito por si mesmo.

 Uma das maneiras para iniciar esta jornada de conquista do respeito pela saúde masculina é começar a trabalhar sobre as emoções do homem com vista a promover o desenvolvimento pessoal, para que possam utilizar da melhor maneira possível os seus recursos que durante tanto tempo estiveram retraídos.

A PSIC acredita que intervir para ativar os recursos naturais retidos é uma boa forma de ressignificar vivências e mudar a postura perante os aspetos que possam causar desconforto ou que interfiram nas suas relações. Lembre-se que construir a autonomia emocional implica investimento, principalmente quando, até então, o trabalho foi invertido.

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O poder do perdão – Guia Prático

Consegue perdoar facilmente? Se é uma daquelas pessoas que não consegue perdoar alguém ou até a si mesmo, sente-se aprisionado e carrega um grande peso dentro de si. Quando não consegue perdoar, surge o ressentimento, a raiva e pensamentos negativos que afetam a sua saúde física e emocional. É por isso que lhe deixamos um guia para perdoar e ser mais feliz:

1- Porque é difícil perdoar?

  • Porque é incompreensível a motivação da pessoa (ou de si próprio) para ter agido assim. Porque talvez ache que ao perdoar está a aprovar o que aconteceu. Ou porque fica à espera que a pessoa entenda que esteve mal na situação e que admita que errou.

2- O que significa perdoar?

  • Perdoar é preferir aceitar o que aconteceu, é focar-se no presente e libertar-se do passado. O perdão pode ser visto como uma decisão consciente de se libertar da raiva e do ressentimento em relação a si ou à pessoa e à situação que o magoou.

3 – Quais os benefícios do perdão?

  • O perdão é algo para si. Quando consegue perdoar, tanto a sua saúde mental como física beneficiam. Alguns estudos mostram que perdoar contribuiu para a redução da depressão, ansiedade, raiva e sentimentos de hostilidade. Melhora também a sua saúde física pela redução do stress e da tensão arterial.

4 – Como perdoar?

  • Identifique a situação que o incomoda e expresse o que sente. Exemplo: faça uma lista com todos os sentimentos relacionados à situação.
  • Crie condições para o perdão – antes de perdoar é importante lidar com os sentimentos que surgem como a raiva e a frustração (ex: escreva uma carta sobre o que sente, queime e deite fora).
  • Deixe o papel de vítima – assuma a sua responsabilidade no acontecimento para ter poder de mudança.
  • Aceite – acolha de boa vontade aquilo que aconteceu e liberte-se da carga emocional do passado.
  • Aprenda – perceba essa vivência como uma experiência de aprendizagem, que lhe deu recursos para lidar com situações semelhantes no futuro.

O ser humano tem um recurso poderoso: o perdão! Quando perdoa, sente-se livre, mais leve e reequilibra a sua saúde. No entanto, nem sempre é fácil perdoar-se e perdoar o outro. O perdão permite-lhe fluir na vida livre das cargas negativas oriundas das emoções pesadas, devido a uma atitude ou comportamento seu ou do outro que lhe causa sofrimento e amargura.

Se gostou dessas dicas, mas sente que a sua dor é muito profunda e transcende as suas forças para superá-la sozinho e precisa de ajuda, podemos ajudar. A Clínica PSIC disponibiliza uma Consulta Informativa Gratuita onde poderá tirar todas as suas dúvidas, receber apoio e conhecer as nossas modalidades de ajuda. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como se libertar do sentimento de inferioridade

Alguma vez sentiu que os outros são mais inteligentes? Ou bonitos? Ou sofisticados? Costuma sentir-se inferior a alguém? Estas são algumas das características do complexo de inferioridade:

  • Hábito de comparação com outros
  • Preocupação excessiva com a opinião de terceiros
  • Procura pelo reconhecimento ou aprovação de outras pessoas
  • Procura excessiva pela perfeição
  • Sensibilidade à crítica
  • Isolamento
  • Vitimização

Reconhece em si algumas destas características? Muitas vezes, quando se sente inferior a alguém existe uma idealização da outra pessoa, ou seja, vê qualidades nessa pessoa que não percebe em si. O complexo de inferioridade pode abalar a sua autoconfiança e prejudicar a sua vida profissional e pessoal. Como superar então este sentimento de inferioridade? Aqui ficam 4 dicas que podem ajudar:

  1. Deixe de se comparar! Quando sentir que se está a comparar, faça uma breve pausa: pare, respire profundamente e apenas observe os seus pensamentos. Depois, encontre pensamentos alternativos mais positivos
  2. Identifique as suas qualidades – sempre que se criticar, altere o foco de pensamento e reconheça pelo menos uma qualidade
  3. Reconheça as suas vitórias – para cada vitória, celebre! Por mais pequena que esta seja, perceba que foi pelo seu esforço que conseguiu. Sinta-se grato.
  4. Trabalhe a sua autoestima – realize atividades que estimulem a sua confiança e que o façam sentir-se bem e confiante!

O complexo de inferioridade está enraizado na falta de amor próprio e resulta de frustrações, traumas e rejeições. É aprendido desde a tenra infância, podendo evoluir para depressão e ansiedade. Se quer mudar esta realidade o primeiro passo é reconhecer que tem um papel ativo na mudança e desejá-la. A hipnoterapia, combinada com a psicoterapia, ajuda a compreender a sua história de vida, a origem desse sentimento, as suas necessidades emocionais e propicia a limpeza da carga emocional, o autoconhecimento e a superação pessoal.  A Clínica PSIC pode ajudar. Na consulta informativa gratuita apresentamos a nossa metodologia terapêutica. Entre em contacto connosco. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como saber se é vítima de violência psicológica?

Violência psicológica é toda a ação que causa ou visa causar dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. A violência psicológica passa por ameaças, humilhações, chantagem, cobranças de comportamento, discriminação, exploração, crítica pelo desempenho sexual, rejeição, depreciação, desrespeito, punições ou castigos exagerados, isolamento de amigos e familiares, intimidação, domínio económico e até ameaça de morte.

Hoje, temos consciência de que a violência psicológica ou emocional é uma agressão tão ou mais prejudicial que a violência física e é considerada a mais silenciosa de todas as formas de violência. É por ser subtil, que muitas vezes é dificilmente identificada, e em alguns casos, nem a própria pessoa que é violentada tem a real noção de que está a ser alvo deste tipo de agressão.

Frequentemente o “plano” usado pelo agressor passa pela mobilização emocional e psicológica da pessoa vitimizada para satisfazer todas as suas necessidades de atenção, de carinho e de importância. Disfarçadamente o agressor tenta inferiorizar a pessoa, tornando-a dependente e aumentando os seus sentimentos de culpa.

Os efeitos da violência psicológica são vastos e podem permanecer durante muito tempo silenciosos, deixando “cicatrizes” emocionais para o resto da vida!

Se está perante um relacionamento abusivo, em que sente constantemente um sentimento de culpa, de incapacidade e inutilidade, ajude-se a si mesmo (a). Pare de permitir que os comportamentos destrutivos da sua relação lhe retirem qualidade de vida! Contacte-nos para que possamos ajudar a enfrentar a situação e a recomeçar uma nova etapa da sua vida. A consulta informativa é gratuita e pode ser o 1º passo para se libertar e começar a viver a sua vida! As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A minha vida não tem sentido!

“A minha vida não tem sentido!” Este foi o pedido de ajuda de Dolores. Muitos de nós sofremos traumas. Talvez de abuso sexual ou talvez de agressão na infância ou talvez um acidente que não conseguimos esquecer e que ficou lá no fundo da nossa mente, suprimido da nossa memória e sofremos sem saber o porquê! Carregamos essa dor, imersos em silêncio durante anos ou até mesmo décadas a fio, perdendo o sentido da vida, desconhecendo que é possível curar essas feridas da alma.

Sinto-me gratificada e feliz ao ver que através da hipnoterapia, a Dolores mudou a sua história. Após longos anos de depressão, e muita raiva a todos os que a rodeavam e à vida, ela conta que superou o abuso sexual que sofreu na infância, e como reencontrou o sentido para a sua vida, deixou um trabalho que não gostava e que lhe causava stress, começou a sentir-se com mais energia, alegre, proativa e feliz consigo mesma e com a sua família e até encontrou a sua vocação profissional. Conta ainda, por outro lado, que pode ajudar uma irmã e uma amiga que passaram pelo mesmo, aconselhando-as a resolveram os seus sofrimentos e traumas da infância.

Caso tenha vivido situações semelhantes na sua vida, poderá também ajudar-se e libertar-se do seu passado, curar as feridas da sua vida e possivelmente ajudar outras pessoas, a reencontrar o caminho e um novo sentido. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt
Diretora do Corpo Clínico e Psicóloga Clínica

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Apaixonado ou dependente? Amor ou Dependência Emocional?

Na dependência emocional a pessoa age de forma totalmente dependente da outra pessoa, para que possa sentir-se segura, perdendo completamente a sua personalidade e liberdade interior, focando-se só nos pensamentos e opiniões da outra pessoa. Necessita da aceitação e aprovação dessa pessoa para conseguir lidar com as decisões da sua vida. Tem dificuldades em aceitar o seu próprio valor e de tomar as suas próprias decisões. Por vezes torna-se submissa e insegura, aceitando relações destrutivas como uma recompensa.

Alguns sinais para detetar uma situação de dependência emocional…
1- Necessidade constante de estar a comunicar com a outra pessoa.
2- Desequilíbrio de poder na relação.
3- Medo e pânico de perder a outra pessoa.
4- Sobrevalorizar excessivamente a oura pessoa, tendo-a como prioridade em qualquer situação.

A dependência emocional não é Amor! As pessoas dependentes emocionalmente, anulam-se, desvalorizam-se com tanta intensidade que acabam por perder a sua identidade. Dedicam todo o tempo à outra pessoa, e exigem que o outro se empenhe na mesma proporção. Porém quando se consciencializam, que a dedicação e afeto não estão a ser recebidos mutuamente, revoltam-se e ficam frustradas pela falta de valorização e reconhecimento. Criam sentimentos como a raiva incontrolável sobre os outros, e sobre si mesmos, somente porque vivem em função da vida da outra pessoa, e quando percebem que não são correspondidas, é-lhes penoso aceitar que podem viver sem a sua presença!

Se já viveu uma situação semelhante à dependência emocional, ou por algum motivo tem de lidar com situações idênticas, podemos ajudar com o tratamento psicológico necessário, estabelecendo estratégias que ajudem a combater este hábito, identificando as suas crenças irreais e desmistificando os paradigmas que alimentam estes comportamentos. Contacte-nos para mais informações! 

 

Aproveite para testar a sua autoestima aqui

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7 dicas para gerir a raiva

A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

Leia também o nosso artigo:
https://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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