A minha vida não tem sentido!

“A minha vida não tem sentido!” Este foi o pedido de ajuda de Dolores. Muitos de nós sofremos traumas. Talvez de abuso sexual ou talvez de agressão na infância ou talvez um acidente que não conseguimos esquecer e que ficou lá no fundo da nossa mente, suprimido da nossa memória e sofremos sem saber o porquê! Carregamos essa dor, imersos em silêncio durante anos ou até mesmo décadas a fio, perdendo o sentido da vida, desconhecendo que é possível curar essas feridas da alma.

Sinto-me gratificada e feliz ao ver que através da hipnoterapia, a Dolores mudou a sua história. Após longos anos de depressão, e muita raiva a todos os que a rodeavam e à vida, ela conta que superou o abuso sexual que sofreu na infância, e como reencontrou o sentido para a sua vida, deixou um trabalho que não gostava e que lhe causava stress, começou a sentir-se com mais energia, alegre, proativa e feliz consigo mesma e com a sua família e até encontrou a sua vocação profissional. Conta ainda, por outro lado, que pode ajudar uma irmã e uma amiga que passaram pelo mesmo, aconselhando-as a resolveram os seus sofrimentos e traumas da infância.

Caso tenha vivido situações semelhantes na sua vida, poderá também ajudar-se e libertar-se do seu passado, curar as feridas da sua vida e possivelmente ajudar outras pessoas, a reencontrar o caminho e um novo sentido. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt
Diretora do Corpo Clínico e Psicóloga Clínica

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Apaixonado ou dependente? Amor ou Dependência Emocional?

Na dependência emocional a pessoa age de forma totalmente dependente da outra pessoa, para que possa sentir-se segura, perdendo completamente a sua personalidade e liberdade interior, focando-se só nos pensamentos e opiniões da outra pessoa. Necessita da aceitação e aprovação dessa pessoa para conseguir lidar com as decisões da sua vida. Tem dificuldades em aceitar o seu próprio valor e de tomar as suas próprias decisões. Por vezes torna-se submissa e insegura, aceitando relações destrutivas como uma recompensa.

Alguns sinais para detetar uma situação de dependência emocional…
1- Necessidade constante de estar a comunicar com a outra pessoa.
2- Desequilíbrio de poder na relação.
3- Medo e pânico de perder a outra pessoa.
4- Sobrevalorizar excessivamente a oura pessoa, tendo-a como prioridade em qualquer situação.

A dependência emocional não é Amor! As pessoas dependentes emocionalmente, anulam-se, desvalorizam-se com tanta intensidade que acabam por perder a sua identidade. Dedicam todo o tempo à outra pessoa, e exigem que o outro se empenhe na mesma proporção. Porém quando se consciencializam, que a dedicação e afeto não estão a ser recebidos mutuamente, revoltam-se e ficam frustradas pela falta de valorização e reconhecimento. Criam sentimentos como a raiva incontrolável sobre os outros, e sobre si mesmos, somente porque vivem em função da vida da outra pessoa, e quando percebem que não são correspondidas, é-lhes penoso aceitar que podem viver sem a sua presença!

Se já viveu uma situação semelhante à dependência emocional, ou por algum motivo tem de lidar com situações idênticas, podemos ajudar com o tratamento psicológico necessário, estabelecendo estratégias que ajudem a combater este hábito, identificando as suas crenças irreais e desmistificando os paradigmas que alimentam estes comportamentos. Contacte-nos para mais informações! 

 

Aproveite para testar a sua autoestima aqui

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7 dicas para gerir a raiva

A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

Leia também o nosso artigo:
https://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

• Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
• Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
• Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

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6 Dicas para ser Feliz mais vezes

1- Arrisque. Comunique mais. Fale abertamente sobre aquilo que sente.
Se tentar recalcar os seus sentimentos e emoções está a contribuir para que possam surgir problemas de saúde mesmo a nível físico. É importante que exprima os seus sentimentos, que desabafe, partilhe as suas emoções positivas e menos positivas.

2- Tenha coragem para fazer escolhas.
Quando vivemos com preocupações excessivas e com demasiadas indecisões, podemos tornar-nos mais vulneráveis perante situações de ansiedade e angústia, prejudicando o nosso próprio bem-estar. Analise com calma e descontração o momento mais adequado para fazer as suas escolhas e siga o seu coração.

3- Enfrente os seus problemas.
Perante as adversidades seja resiliente. Nem sempre as situações ocorrem da forma como esperávamos, mas todos temos capacidades para ultrapassar as dificuldades. Às vezes, basta apenas manter o foco e o pensamento positivo para transformarmos o problema em solução.

4- Deixe as aparências de lado, seja fiel a si mesmo.
Algumas pessoas tentam demonstrar uma realidade de si próprias, diferente daquela que realmente é. Sentem vergonha de si e insegurança em relação ao que os outros podem pensar acerca delas. Esconder-se atrás das aparências pode trazer-lhe sofrimento. Seja sempre simples, deixe os acontecimentos da vida fluírem naturalmente.

5- Goste mais de si. Confie mais em si.
Quando nos esquecemos da nossa própria essência, tornamo-nos mais rígidos, acabando por anular a nossa autoestima. Seja mais benevolente consigo mesmo e aprenda a valorizar-se mais. Tenha mais fé em si e confie na sua intuição.

6- Seja Feliz mais vezes
Sorria mais. Preocupe-se menos. Desfrute dos momentos que o deixam sereno e em harmonia. Procure divertir-se. Conviva mais vezes com outras pessoas. Faça com amor tudo aquilo que deseja. Crie esperança no futuro e ambicione sempre por mais e melhor. Cuide de si e da sua saúde e vá ser feliz.

Esperamos que com estas 6 dicas possa ser mais feliz, mais vezes!

Aproveite para ler também o nosso artigo “6 conselhos para se manter uma pessoa positiva”

 

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

6 conselhos para se manter uma pessoa positiva

6 conselhos para se manter uma pessoa positiva

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De Quem é o Presente?

Perto de Tóquio vivia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar os mais jovens. Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que o seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.  Conhecendo a reputação do samurai mais velho, estava ali para derrotá-lo, e aumentar a sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras na sua direção, cuspiu no seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive os seus ancestrais.  Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.  No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo facto do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
– “Como é que o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou a sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de se mostrar cobarde diante de todos nós?”
O velho mestre respondeu:
– “Se alguém chega até vocês com um presente, e vocês não o aceitam, a quem pertence o presente?
– “A quem tentou entregá-lo.” – respondeu um dos discípulos.
– “O mesmo vale para a inveja, a raiva, o desrespeito e os insultos” – disse o mestre – “Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo.”

A paz interior depende exclusivamente de cada um. As pessoas não vos podem tirar a calma, a serenidade e o vosso bem-estar a não ser que vocês o permitam.

Autor Desconhecido

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Teste a sua autoestima

A autoestima é um indicador de como nos sentimos acerca de nós próprios. É avaliação subjetiva que fazemos de nós mesmos e que determina se características como a confiança, o respeito e a valorização estão presentes na nossa personalidade. Estas características podem ter influência nas nossas experiências pessoais e decisões.
As 15 afirmações seguintes relacionam-se com a forma como cada pessoa se vê, bem como os estados de humor que pode experienciar no dia-a-dia. Verifique se está de acordo ou desacordo com cada uma, consoante se tem sentido nos últimos dias.

SIM

NÃO

1 – Muitas vezes sinto dificuldades em dizer não nas diversas situações e saber impor limites.

2 – Demasiadas vezes faço coisas que não me dão prazer porque não quero desiludir as outras pessoas.

3 – Mantenho relações de amizade superficiais com receio de ficar sozinho.

4 – Frequentemente tenho relacionamentos amorosos destrutivos e/ou desagradáveis.

5 – Muitas vezes sinto-me desconfortável com o meu corpo e aparência física.

6 – Frequentemente tenho dificuldades em saber lidar com as críticas das outras pessoas.

7 – Regularmente sinto-me culpado por situações que aconteceram no passado e/ou presente.

8 – Constantemente penso que não sou capaz de perdoar e superar situações, magoando-me com facilidade.

9 – Sinto que sou demasiado crítico comigo mesmo.

10 – Frequentemente sinto-me inútil e rejeitado.

11 – Geralmente sinto uma preocupação excessiva acerca da opinião das outras pessoas.

12 – Muitas vezes quero dizer o que penso, porém tenho dificuldades em expressar sentimentos.

13 – Sinto um medo excessivo de ser rejeitado pelos outros.

14 – Geralmente sinto que dou mais de mim aos outros do que aquilo que recebo.

15 – Ás vezes tento esconder os meus receios e acabo por agir impulsivamente com os outros.

Se respondeu “sim” a mais do que quatro afirmações, então possivelmente pode ser necessário encontrar e dissolver emoções, crenças e sentimentos que o impedem de ter uma autoestima equilibrada.
A PSIC ajuda-o a restaurar a sua autoestima e a dissipar as emoções negativas que podem estar a afetá-lo em várias áreas da sua vida, ajudando-o a reencontrar o seu amor-próprio. Para mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis.

Sabia que a assertividade ajuda a aumentar a autoestima? Saiba como ser mais assertivo em 10 dicas para se tornar mais assertivo

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Dia mundial da Saúde – 7 de abril – Saúde para todos

A maior riqueza é a saúde! Cada vez mais é urgente ter um olhar diferente sobre a saúde. Sentirmo-nos bem é fundamental para a nossa saúde e é por isso que é necessário revigorar os nossos hábitos e os nossos estilos de vida.
A saúde é um direito essencial a qualquer ser humano, e, portanto, pode ser considerada como um nível de plenitude que nos permite alcançar um estado adequado de bem-estar físico, espiritual, mental e social. Uma boa saúde está associada ao aumento da qualidade de vida, logo alguns fatores, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico, ter um bom descanso, ter horas de lazer e realizar atividades que contribuam para o bem-estar emocional são essenciais para assegurar um estado de saúde equilibrado. A saúde pode ser mantida e melhorada dependendo de alguns determinantes fundamentais, tal como nos exemplifica a roda da vida.

A roda da vida é dividida em 12 partes que representam as 4 áreas fundamentais da vida: qualidade de vida; pessoal; profissional e relacionamentos – família, vida social, relacionamentos, contribuição social, recursos financeiros, plenitude e felicidade, saúde e disposição são algumas das partes da sua roda da vida.
Reflita sobre como seria preenchida a sua roda da vida: Será que a sua roda da vida roda? Talvez seja difícil de a fazer rodar. Para isso, será necessário transformar as áreas que podem direcioná-lo para a mudança na sua vida, bem como as áreas mais carentes que necessitam de maior revitalização.
Cuidar da saúde é um hábito que todos devemos ter. É importante lembrar-nos da nossa Saúde diariamente!

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Testemunho: EFT – Displasia Rotuliana e o medo de andar de bicicleta

Sou Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta. Em 2002 descobri o EFT (Emotional Freedom Tecniques®) e foi em Portugal que fiz o nível 1 e 2 (antes do EFT Oficial). Como sempre preferi a prática ensinada pelo Gary Craig, desde 2010 estudo o EFT Oficial. Tenho estudado e aperfeiçoado o EFT clínico – Gold Standart EFT-Tapping, o Optimal, que utilizo ora isoladamente, ora de forma integrada nas sessões de hipnoterapia ou de psicoterapia. A seguir apresento um caso que trabalhei exclusivamente com EFT Clínico e que acompanhei a evolução dos resultados a longo prazo.
A A.M. vinha com um diagnóstico de restrição física devido a um problema congénito na coluna, contendo uma vértebra sacral a mais, somado a um problema no joelho. As orientações médicas foram de restrição em relação ao levantamento de pesos e uma atenção constante à postura corporal. Também alertou para possíveis dores durante a gravidez e parto. Deixo aqui o seu testemunho.

“Quando iniciei o EFT, foi por causa de uma queda de bicicleta, quando tinha 28 anos. Bati com a cabeça e magoei o joelho direito. Andava a treinar para ir a Santiago de Compostela e achei que não iria ser capaz. Ao iniciar o trabalho com esse medo de cair, surgiu o medo de ficar em cadeira de rodas. Após limpar esta situação, veio o medo de me magoar no joelho esquerdo, ao ponto de ficar sem andar (foi-me diagnosticada uma Displasia Rotuliana, nesse mesmo joelho, em que o médico me disse que tinha que andar com uma joalheira quando fizesse desporto mais intensivo). Em seguida, veio a questão de a minha bicicleta estar a vir da Madeira, pois estava a mudar a minha vida toda para o Porto. Senti que iria sair do meu porto seguro e senti medo que as coisas não resultassem, que o casamento não desse certo. Limpei essa questão, entretanto surge o medo de encarar a vida tal como ela é e de ir para a vida por assim dizer. Limpei todos estes factos, senti-me muito bem, confiante e feliz, o próximo passo era a viagem de Santiago.
Após as sessões, foi sugerido que realizasse o EFT pelo caminho de Santiago de Compostela e assim o fiz, para as dores físicas/cansaço e aspetos negativos que surgissem. Fiz 3 rodadas em cada dia (foram 3 dias para chegar a Santiago). Senti-me muito bem a fazer o caminho, não tive medo nenhum, não tive dores nas articulações, fui sem a joalheira. Senti-me feliz e o que era apenas um passeio de lazer, para mim tornou-se algo mais profundo, consegui controlar a mente e o corpo e consegui concretizar os meus objetivos.
A partir de Santiago, a minha vida transformou-se, o EFT tornou-se uma prática constante sempre que necessário, especialmente na questão da ansiedade. Durante os últimos 4 anos casei e tenho um filho de 13 meses, a gravidez foi feliz e esqueci-me dos prognósticos dados pelo médico pela ausência dos sintomas. Tornei-me proactiva e comecei a realizar meus sonhos e vi que nada é impossível.” A.M.

Saiba mais sobre EFT – Emotional Freedom Tecniques® aqui.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Procrastinação & autossabotagem – uma dupla inseparável!

Esta dupla Procrastinação & Autossabotagem bloqueia o fluxo da vida. Impede-nos de seguir em frente e implica um interminável adiar dos nossos desejos e sonhos.

As pessoas que aqui chegam em busca de ajuda apresentam-se sobrecarregadas de culpa, autocensura, autoataque e desespero consigo próprias. Rotulam-se de preguiçosas e de não querer nada com a vida. Reclamam que por mais que tentem, são sempre vencidas. Sentem-se sem motivação, paralisadas e impotentes.

O que alimenta o funcionamento desta dupla Procrastinação & Autossabotagem? É necessário aprofundar e entender porque não consegue fazer o que planeou e tomar consciência dos bloqueios internos, que alimentam esta paralisação.

Na vida, momento a momento, fazemos o que sabemos e o que podemos para sobreviver. O acumular das experiências negativas porque passamos, é criado para manter a nossa integridade psíquica. Com o passar do tempo tornam-se parte de nós. Embora já não necessitemos delas, por já termos outros recursos, resgatamo-las cada vez com mais força. Saiba que temos forças inconscientes que nos protegem e nos defendem do sofrimento e tudo que passamos durante a vida.

Mas como combater esta notável dupla, cheia de boa intenção? Como fazer melhor? Como deixar a vida fluir em direção ao seu desejo?
1 – Em primeiro lugar precisamos de entender os padrões defensivos e os medos responsáveis por esta defesa de sobrevivência. Cada pessoa tem a sua própria maneira de responder aos congelamentos emocionais.
2 – O importante é começar! Fazer algo diferente do que vem fazendo. A mudança de estratégia estimula o corpo e a mente a realizar o que deseja. Passo a passo, amplie as suas iniciativas e crie novas possibilidades de quebra do vício de estagnar a própria vida. Só você pode quebrar a resistência e eliminar as desculpas para as suas frustrações, que surgem a cada desistência de si mesmo. O importante é cooperar para a sua vida fluir.
3 – Talvez tenha tentado isto e muito mais. Eu sei que sozinho é difícil vencer essa dupla – procrastinação e autossabotagem – uma estratégia eficaz para tirá-las do seu velho trono é pedir apoio. Foi o que fez a Luísa – leia aqui o seu testemunho

A PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, pode ajudá-lo a vencer esta dupla e retirar todo proveito do fluir da vida. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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