O poder do perdão – Guia Prático

Consegue perdoar facilmente? Se é uma daquelas pessoas que não consegue perdoar alguém ou até a si mesmo, sente-se aprisionado e carrega um grande peso dentro de si. Quando não consegue perdoar, surge o ressentimento, a raiva e pensamentos negativos que afetam a sua saúde física e emocional. É por isso que lhe deixamos um guia para perdoar e ser mais feliz:

1- Porque é difícil perdoar?

  • Porque é incompreensível a motivação da pessoa (ou de si próprio) para ter agido assim. Porque talvez ache que ao perdoar está a aprovar o que aconteceu. Ou porque fica à espera que a pessoa entenda que esteve mal na situação e que admita que errou.

2- O que significa perdoar?

  • Perdoar é preferir aceitar o que aconteceu, é focar-se no presente e libertar-se do passado. O perdão pode ser visto como uma decisão consciente de se libertar da raiva e do ressentimento em relação a si ou à pessoa e à situação que o magoou.

3 – Quais os benefícios do perdão?

  • O perdão é algo para si. Quando consegue perdoar, tanto a sua saúde mental como física beneficiam. Alguns estudos mostram que perdoar contribuiu para a redução da depressão, ansiedade, raiva e sentimentos de hostilidade. Melhora também a sua saúde física pela redução do stress e da tensão arterial.

4 – Como perdoar?

  • Identifique a situação que o incomoda e expresse o que sente. Exemplo: faça uma lista com todos os sentimentos relacionados à situação.
  • Crie condições para o perdão – antes de perdoar é importante lidar com os sentimentos que surgem como a raiva e a frustração (ex: escreva uma carta sobre o que sente, queime e deite fora).
  • Deixe o papel de vítima – assuma a sua responsabilidade no acontecimento para ter poder de mudança.
  • Aceite – acolha de boa vontade aquilo que aconteceu e liberte-se da carga emocional do passado.
  • Aprenda – perceba essa vivência como uma experiência de aprendizagem, que lhe deu recursos para lidar com situações semelhantes no futuro.

O ser humano tem um recurso poderoso: o perdão! Quando perdoa, sente-se livre, mais leve e reequilibra a sua saúde. No entanto, nem sempre é fácil perdoar-se e perdoar o outro. O perdão permite-lhe fluir na vida livre das cargas negativas oriundas das emoções pesadas, devido a uma atitude ou comportamento seu ou do outro que lhe causa sofrimento e amargura.

Se gostou dessas dicas, mas sente que a sua dor é muito profunda e transcende as suas forças para superá-la sozinho e precisa de ajuda, podemos ajudar. A Clínica PSIC disponibiliza uma Consulta Informativa Gratuita onde poderá tirar todas as suas dúvidas, receber apoio e conhecer as nossas modalidades de ajuda. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como se libertar do sentimento de inferioridade

Alguma vez sentiu que os outros são mais inteligentes? Ou bonitos? Ou sofisticados? Costuma sentir-se inferior a alguém? Estas são algumas das características do complexo de inferioridade:

  • Hábito de comparação com outros
  • Preocupação excessiva com a opinião de terceiros
  • Procura pelo reconhecimento ou aprovação de outras pessoas
  • Procura excessiva pela perfeição
  • Sensibilidade à crítica
  • Isolamento
  • Vitimização

Reconhece em si algumas destas características? Muitas vezes, quando se sente inferior a alguém existe uma idealização da outra pessoa, ou seja, vê qualidades nessa pessoa que não percebe em si. O complexo de inferioridade pode abalar a sua autoconfiança e prejudicar a sua vida profissional e pessoal. Como superar então este sentimento de inferioridade? Aqui ficam 4 dicas que podem ajudar:

  1. Deixe de se comparar! Quando sentir que se está a comparar, faça uma breve pausa: pare, respire profundamente e apenas observe os seus pensamentos. Depois, encontre pensamentos alternativos mais positivos
  2. Identifique as suas qualidades – sempre que se criticar, altere o foco de pensamento e reconheça pelo menos uma qualidade
  3. Reconheça as suas vitórias – para cada vitória, celebre! Por mais pequena que esta seja, perceba que foi pelo seu esforço que conseguiu. Sinta-se grato.
  4. Trabalhe a sua autoestima – realize atividades que estimulem a sua confiança e que o façam sentir-se bem e confiante!

O complexo de inferioridade está enraizado na falta de amor próprio e resulta de frustrações, traumas e rejeições. É aprendido desde a tenra infância, podendo evoluir para depressão e ansiedade. Se quer mudar esta realidade o primeiro passo é reconhecer que tem um papel ativo na mudança e desejá-la. A hipnoterapia, combinada com a psicoterapia, ajuda a compreender a sua história de vida, a origem desse sentimento, as suas necessidades emocionais e propicia a limpeza da carga emocional, o autoconhecimento e a superação pessoal.  A Clínica PSIC pode ajudar. Na consulta informativa gratuita apresentamos a nossa metodologia terapêutica. Entre em contacto connosco. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como saber se é vítima de violência psicológica?

Violência psicológica é toda a ação que causa ou visa causar dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. A violência psicológica passa por ameaças, humilhações, chantagem, cobranças de comportamento, discriminação, exploração, crítica pelo desempenho sexual, rejeição, depreciação, desrespeito, punições ou castigos exagerados, isolamento de amigos e familiares, intimidação, domínio económico e até ameaça de morte.

Hoje, temos consciência de que a violência psicológica ou emocional é uma agressão tão ou mais prejudicial que a violência física e é considerada a mais silenciosa de todas as formas de violência. É por ser subtil, que muitas vezes é dificilmente identificada, e em alguns casos, nem a própria pessoa que é violentada tem a real noção de que está a ser alvo deste tipo de agressão.

Frequentemente o “plano” usado pelo agressor passa pela mobilização emocional e psicológica da pessoa vitimizada para satisfazer todas as suas necessidades de atenção, de carinho e de importância. Disfarçadamente o agressor tenta inferiorizar a pessoa, tornando-a dependente e aumentando os seus sentimentos de culpa.

Os efeitos da violência psicológica são vastos e podem permanecer durante muito tempo silenciosos, deixando “cicatrizes” emocionais para o resto da vida!

Se está perante um relacionamento abusivo, em que sente constantemente um sentimento de culpa, de incapacidade e inutilidade, ajude-se a si mesmo (a). Pare de permitir que os comportamentos destrutivos da sua relação lhe retirem qualidade de vida! Contacte-nos para que possamos ajudar a enfrentar a situação e a recomeçar uma nova etapa da sua vida. A consulta informativa é gratuita e pode ser o 1º passo para se libertar e começar a viver a sua vida! As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A minha vida não tem sentido!

“A minha vida não tem sentido!” Este foi o pedido de ajuda de Dolores. Muitos de nós sofremos traumas. Talvez de abuso sexual ou talvez de agressão na infância ou talvez um acidente que não conseguimos esquecer e que ficou lá no fundo da nossa mente, suprimido da nossa memória e sofremos sem saber o porquê! Carregamos essa dor, imersos em silêncio durante anos ou até mesmo décadas a fio, perdendo o sentido da vida, desconhecendo que é possível curar essas feridas da alma.

Sinto-me gratificada e feliz ao ver que através da hipnoterapia, a Dolores mudou a sua história. Após longos anos de depressão, e muita raiva a todos os que a rodeavam e à vida, ela conta que superou o abuso sexual que sofreu na infância, e como reencontrou o sentido para a sua vida, deixou um trabalho que não gostava e que lhe causava stress, começou a sentir-se com mais energia, alegre, proativa e feliz consigo mesma e com a sua família e até encontrou a sua vocação profissional. Conta ainda, por outro lado, que pode ajudar uma irmã e uma amiga que passaram pelo mesmo, aconselhando-as a resolveram os seus sofrimentos e traumas da infância.

Caso tenha vivido situações semelhantes na sua vida, poderá também ajudar-se e libertar-se do seu passado, curar as feridas da sua vida e possivelmente ajudar outras pessoas, a reencontrar o caminho e um novo sentido. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt
Diretora do Corpo Clínico e Psicóloga Clínica

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Apaixonado ou dependente? Amor ou Dependência Emocional?

Na dependência emocional a pessoa age de forma totalmente dependente da outra pessoa, para que possa sentir-se segura, perdendo completamente a sua personalidade e liberdade interior, focando-se só nos pensamentos e opiniões da outra pessoa. Necessita da aceitação e aprovação dessa pessoa para conseguir lidar com as decisões da sua vida. Tem dificuldades em aceitar o seu próprio valor e de tomar as suas próprias decisões. Por vezes torna-se submissa e insegura, aceitando relações destrutivas como uma recompensa.

Alguns sinais para detetar uma situação de dependência emocional…
1- Necessidade constante de estar a comunicar com a outra pessoa.
2- Desequilíbrio de poder na relação.
3- Medo e pânico de perder a outra pessoa.
4- Sobrevalorizar excessivamente a oura pessoa, tendo-a como prioridade em qualquer situação.

A dependência emocional não é Amor! As pessoas dependentes emocionalmente, anulam-se, desvalorizam-se com tanta intensidade que acabam por perder a sua identidade. Dedicam todo o tempo à outra pessoa, e exigem que o outro se empenhe na mesma proporção. Porém quando se consciencializam, que a dedicação e afeto não estão a ser recebidos mutuamente, revoltam-se e ficam frustradas pela falta de valorização e reconhecimento. Criam sentimentos como a raiva incontrolável sobre os outros, e sobre si mesmos, somente porque vivem em função da vida da outra pessoa, e quando percebem que não são correspondidas, é-lhes penoso aceitar que podem viver sem a sua presença!

Se já viveu uma situação semelhante à dependência emocional, ou por algum motivo tem de lidar com situações idênticas, podemos ajudar com o tratamento psicológico necessário, estabelecendo estratégias que ajudem a combater este hábito, identificando as suas crenças irreais e desmistificando os paradigmas que alimentam estes comportamentos. Contacte-nos para mais informações! 

 

Aproveite para testar a sua autoestima aqui

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7 dicas para gerir a raiva

A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

Leia também o nosso artigo:
https://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

• Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
• Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
• Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

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6 Dicas para ser Feliz mais vezes

1- Arrisque. Comunique mais. Fale abertamente sobre aquilo que sente.
Se tentar recalcar os seus sentimentos e emoções está a contribuir para que possam surgir problemas de saúde mesmo a nível físico. É importante que exprima os seus sentimentos, que desabafe, partilhe as suas emoções positivas e menos positivas.

2- Tenha coragem para fazer escolhas.
Quando vivemos com preocupações excessivas e com demasiadas indecisões, podemos tornar-nos mais vulneráveis perante situações de ansiedade e angústia, prejudicando o nosso próprio bem-estar. Analise com calma e descontração o momento mais adequado para fazer as suas escolhas e siga o seu coração.

3- Enfrente os seus problemas.
Perante as adversidades seja resiliente. Nem sempre as situações ocorrem da forma como esperávamos, mas todos temos capacidades para ultrapassar as dificuldades. Às vezes, basta apenas manter o foco e o pensamento positivo para transformarmos o problema em solução.

4- Deixe as aparências de lado, seja fiel a si mesmo.
Algumas pessoas tentam demonstrar uma realidade de si próprias, diferente daquela que realmente é. Sentem vergonha de si e insegurança em relação ao que os outros podem pensar acerca delas. Esconder-se atrás das aparências pode trazer-lhe sofrimento. Seja sempre simples, deixe os acontecimentos da vida fluírem naturalmente.

5- Goste mais de si. Confie mais em si.
Quando nos esquecemos da nossa própria essência, tornamo-nos mais rígidos, acabando por anular a nossa autoestima. Seja mais benevolente consigo mesmo e aprenda a valorizar-se mais. Tenha mais fé em si e confie na sua intuição.

6- Seja Feliz mais vezes
Sorria mais. Preocupe-se menos. Desfrute dos momentos que o deixam sereno e em harmonia. Procure divertir-se. Conviva mais vezes com outras pessoas. Faça com amor tudo aquilo que deseja. Crie esperança no futuro e ambicione sempre por mais e melhor. Cuide de si e da sua saúde e vá ser feliz.

Esperamos que com estas 6 dicas possa ser mais feliz, mais vezes!

Aproveite para ler também o nosso artigo “6 conselhos para se manter uma pessoa positiva”

 

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

6 conselhos para se manter uma pessoa positiva

6 conselhos para se manter uma pessoa positiva

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De Quem é o Presente?

Perto de Tóquio vivia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar os mais jovens. Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que o seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.  Conhecendo a reputação do samurai mais velho, estava ali para derrotá-lo, e aumentar a sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras na sua direção, cuspiu no seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive os seus ancestrais.  Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.  No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo facto do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
– “Como é que o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou a sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de se mostrar cobarde diante de todos nós?”
O velho mestre respondeu:
– “Se alguém chega até vocês com um presente, e vocês não o aceitam, a quem pertence o presente?
– “A quem tentou entregá-lo.” – respondeu um dos discípulos.
– “O mesmo vale para a inveja, a raiva, o desrespeito e os insultos” – disse o mestre – “Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo.”

A paz interior depende exclusivamente de cada um. As pessoas não vos podem tirar a calma, a serenidade e o vosso bem-estar a não ser que vocês o permitam.

Autor Desconhecido

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Teste a sua autoestima

A autoestima é um indicador de como nos sentimos acerca de nós próprios. É avaliação subjetiva que fazemos de nós mesmos e que determina se características como a confiança, o respeito e a valorização estão presentes na nossa personalidade. Estas características podem ter influência nas nossas experiências pessoais e decisões.
As 15 afirmações seguintes relacionam-se com a forma como cada pessoa se vê, bem como os estados de humor que pode experienciar no dia-a-dia. Verifique se está de acordo ou desacordo com cada uma, consoante se tem sentido nos últimos dias.

SIM

NÃO

1 – Muitas vezes sinto dificuldades em dizer não nas diversas situações e saber impor limites.

2 – Demasiadas vezes faço coisas que não me dão prazer porque não quero desiludir as outras pessoas.

3 – Mantenho relações de amizade superficiais com receio de ficar sozinho.

4 – Frequentemente tenho relacionamentos amorosos destrutivos e/ou desagradáveis.

5 – Muitas vezes sinto-me desconfortável com o meu corpo e aparência física.

6 – Frequentemente tenho dificuldades em saber lidar com as críticas das outras pessoas.

7 – Regularmente sinto-me culpado por situações que aconteceram no passado e/ou presente.

8 – Constantemente penso que não sou capaz de perdoar e superar situações, magoando-me com facilidade.

9 – Sinto que sou demasiado crítico comigo mesmo.

10 – Frequentemente sinto-me inútil e rejeitado.

11 – Geralmente sinto uma preocupação excessiva acerca da opinião das outras pessoas.

12 – Muitas vezes quero dizer o que penso, porém tenho dificuldades em expressar sentimentos.

13 – Sinto um medo excessivo de ser rejeitado pelos outros.

14 – Geralmente sinto que dou mais de mim aos outros do que aquilo que recebo.

15 – Ás vezes tento esconder os meus receios e acabo por agir impulsivamente com os outros.

Se respondeu “sim” a mais do que quatro afirmações, então possivelmente pode ser necessário encontrar e dissolver emoções, crenças e sentimentos que o impedem de ter uma autoestima equilibrada.
A PSIC ajuda-o a restaurar a sua autoestima e a dissipar as emoções negativas que podem estar a afetá-lo em várias áreas da sua vida, ajudando-o a reencontrar o seu amor-próprio. Para mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis.

Sabia que a assertividade ajuda a aumentar a autoestima? Saiba como ser mais assertivo em 10 dicas para se tornar mais assertivo

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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