Tem algum manipulador na sua vida?

Nem sempre é fácil detetar as pessoas manipuladoras à nossa volta. Mas, se pensar bem, provavelmente conhece alguém que termina os seus pedidos de ajuda com “ninguém vai notar”, “é mais rápido desta forma”, “já te ajudei tanto”… Sabia que estes são detalhes de pessoas manipuladoras, que têm o poder de mudar a sua envolvência para benefício próprio?

A pessoa manipuladora pode estar nas suas relações familiares, amorosas, sociais, profissionais e de amizade. São hábeis em certas técnicas de comunicação e usam-nas para o confundir. O manipulador utiliza métodos como a pressão, ilusão ou engano para convencer. A linha que separa uma pessoa que lhe pede ajuda de uma que o manipula pode ser muito ténue.

Como é que os manipuladores conseguem não ser detetados?

São vários os tipos de manipuladores e detetá-los é mais uma questão prática do que teórica. Se já teve que lidar com eles em algum momento, será mais fácil identificá-los, uma vez que os objetivos das pessoas manipuladoras são claros e instrumentais, seguindo um padrão de comportamento.

 

Como reconhecer um manipulador?

Embora estejam ao seu redor, nem sempre é fácil detetar essas pessoas, uma vez que as suas características não são evidentes. Quando sente desconforto corporal, uma sensação de estranheza e de que algo não está bem, pode ser um indicador de que está a sofrer um ato manipulativo. Estes atos podem perturbar as suas emoções, enfraquecer a sua moral, a sua energia e aumentar as suas inseguranças em relação a si e aos outros.

6 características comuns para reconhecer um manipulador:

  • Bajulação: trata-se de uma das habilidades mais interessantes do manipulador. Descobre o que o faz sentir especial para ganhar a sua confiança. Fique atento aqueles que adulam com facilidade, mesmo sem conhecer as pessoas.
  • Favores: o manipulador geralmente ajuda em tudo que pode, como se fosse algo que não pode controlar. Tende a agradar e ajudar. No entanto, esperam pelo momento certo para lhe apresentar uma conta muito alta sob a forma de coação, pois essa é a sua estratégia.
  • Emoção: é outro recurso que o manipulador utiliza. Pode apelar às suas emoções mais intensas que o podem impedir de agir e pensar com clareza. Desse modo, o manipulador provoca medo e culpa com vista a pressionar o outro sempre que quer algo em troca.
  • Cobrança: normalmente é excessiva e pode estar disfarçada em atitudes simples como mostrar deceção quando o outro não cede aos pedidos do manipulador, que espera sempre que se comporte da maneira que ele prevê.
  • Vingança: o manipulador pode punir com o seu desprezo, e quando precisar dele, ele simplesmente finge que não existe. Também é possível que, quando confrontado, insulte-o e use termos depreciativos. A demonstração de desconfiança é a sua forma de controlo.
  • Vitimismo: o manipulador assume o papel de vítima de forma calculada e desvaloriza as experiências do outro com o objetivo de ressaltar o quanto o seu sofrimento é mais intenso. Por detrás das suas “boas intenções” de vítima, esconde uma chantagem emocional, usada para apelar à culpa do outro.

Como devemos lidar com um manipulador?

Conviver com um manipulador pode ser emocionalmente desgastante e causar sofrimento pelas contínuas cedências às vontades do mesmo. Por outro lado, tentar mudar o manipulador pode ser infrutífero e torna-se uma perda de tempo e energia.

Se sente estranheza ou desconforto, ou acha que pode estar sob a influência de um manipulador, procure ajuda de um profissional qualificado, pois este pode dar-lhe as ferramentas apropriadas para lidar com a situação da forma mais adequada para si. A Clínica PSIC – Psicologia Integrada pode ajudar. Saiba como através da nossa consulta informativa gratuita.

Partilhar

Como enfrentar os momentos difíceis? 5 dicas que podem ajudar

“Uma filha queixou-se ao pai sobre a sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis – parecia que, assim que um problema estava resolvido, surgia outro.

O pai levou-a até à cozinha e encheu três panelas com água e colocou cada uma delas a ferver. Numa colocou cenouras, na outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. Cerca de vinte minutos depois, ele desligou o fogão. Colocou as cenouras num prato, os ovos numa tigela e o café numa caneca.

E perguntou:
– Querida, o que estás a ver?
– Cenouras, ovos e café!

Pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela notou que as cenouras estavam moles. Então pediu-lhe para pegar num ovo e o partir. A filha assim o fez e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, pediu-lhe que provasse um pouco do café. Ela sorriu ao experimentar o café com um aroma delicioso.

O pai explicou então que cada um dos alimentos tinha enfrentado a mesma adversidade, a água a ferver, mas cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água, amoleceu e tornou-se frágil. Já os ovos eram frágeis, a sua casca fina tinha protegido o líquido interior, mas o seu interior tornou-se mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável, ele tinha mudado a água. 

  – Qual deles és tu? Quando a adversidade bate à tua porta, como respondes? És como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade tornas-te frágil e perdes a força? Será que és como o ovo, que começa com um coração maleável? Mas depois tornas-te mais difícil e duro? A casca parece a mesma, mas estás mais amarga, com o coração e o espírito inflexíveis? Ou és como o pó de café, que quando as coisas correm mal, se torna melhor e muda a adversidade?”

E você? É como a cenoura, o ovo ou o café?

Possivelmente, já passou por momentos assim, em que se sentiu sobrecarregado, com vontade de parar tudo e de fugir, sem saber o que fazer e se deixou dominar pela adversidade. Nesta história, os alimentos lidaram de distintas formas com a mesma adversidade. No seu dia a dia, o mesmo acontece. Cada ser humano lida com a dificuldade de diferente forma, uns com menos sofrimento que os outros.

A dor não o deveria tornar mais frágil nem mais amargo, mas mais forte! É por isso que lhe deixamos 5 dicas que o podem ajudar a superar os momentos difíceis, com menos sofrimento.

  1. Aceite – fugir do problema e negá-lo só vai trazer mais sofrimento, por isso aceite a situação
  2. Distancie-se – observe a situação como se estivesse de fora
  3. Desfoque-se do problema – não se foque no problema e obtenha uma maior clareza do sucedido
  4. Foque-se na solução – dê a si o tempo que precisa, mas procure uma solução e entre em ação para ultrapassar a dificuldade
  5. Mude de perspectiva – veja a dificuldade como uma oportunidade de crescimento pessoal

Se gostou destas dicas, mas sente dificuldade em aplicá-las à sua realidade pessoal, podemos ajudar. A Clínica PSIC disponibiliza uma consulta informativa gratuita, em que lhe mostramos como podemos ajudar. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

A ação cura o medo. Como vencer o medo?

O medo é real, mas muitas vezes, é uma imaginação mal orientada! Alguma vez se sentiu preocupado, tenso ou até mesmo paralisado? Ou quantas vezes desabafou com alguém e a resposta foi “isso são coisas da tua cabeça”? Esta resposta acaba por aliviar o seu medo no momento, mas acaba por voltar. Leva-nos à incerteza, insegurança de nós próprios e no outro, impede-nos de aproveitar oportunidades, desgasta a nossa energia/entusiasmo e torna-nos frágeis.

Sente que já fez de tudo para o ultrapassar o medo e não conseguiu? Então veja as 4 dicas seguintes:

  • Qual é o seu medo: é importante sabermos exatamente aquilo que nos “congela”;
  • Isole o medo: pode associar o seu medo a uma imagem ou a um desenho;
  • Deite-o fora: pense nessa imagem e coloque-a num balão de ar de hélio. Largue o balão e observe o seu medo a ir embora. Se desenhou o medo, queime esse papel;
  • Entre em ação: enfrentar o medo é diminuir a sua importância.

Todo o tipo de ação que realizar para combater o medo (por mais pequena que pareça), vai ajudar a neutralizá-lo e, consequentemente, ganhar ferramentas para sair do congelamento. Aqui ficam 5 exemplos de possíveis ações para certos tipos de medo:

  • Medo de sair de casa – convide um amigo seu a dar um passeio, mesmo que seja só à volta de casa;
  • Medo de falar em público – faça pequenas apresentações para alguns amigos ou treine em frente a um espelho;
  • Medo de chumbar num exame – planeie um horário de estudo para se organizar e rentabilizar o tempo e diminuir a ansiedade;
  • Medo de ficar doente – pratique exercício e adote uma dieta saudável;
  • Medo de andar de metro – experimente visitar a estação, entrar e sair do metro na primeira estação e assim sucessivamente, até se sentir confortável.

O medo é contagioso e pode condicionar por completo a nossa vida! Caso estas dicas lhe sejam insuficientes, saiba como podemos ajudar com a psicoterapia e a hipnoterapia (https://www.psic.com.pt/hipnose/) e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

Que tal acabar com o seu sofrimento?

Certa vez um homem viajava e ao perceber que estava com pouco combustível, parou numa estação de serviço para atestar o carro. Enquanto abastecia observou que um senhor estava sentado tranquilamente numa cadeira em frente à loja da estação de serviço. Ao lado da loja estava um cão que chorava, uivava, gemia, gania …
Após atestar o carro enquanto se dirigia ao caixa, passou pelo senhor incomodado e curioso e perguntou?

– O senhor está a ouvir os lamentos do cão?
– Estou sim! Respondeu calmamente.
– Porque é ele que chora tanto?
– Ah! É porque está deitado numa tábua que tem um prego para cima.
– E porque ele não muda o lugar para se deitar?
– Certamente o prego o magoou o suficiente para ele chorar, mas não o suficiente para ele mudar.

É comum que o ser humano experiencie diferentes emoções: alegrias, tristezas, contrariedades… e sofrimento. Ora a vida corre bem, ora surgem obstáculos. Obstáculos naturais que a vida impõe. Então como sobreviver ao sofrimento desnecessário?

Assim como no mundo animal, talvez seja uma dessas pessoas que passa por dificuldades que lhe causam imenso sofrimento e que sente que é difícil mudar.

Só para começar, que tal sair de cima do prego?

Comece por refletir acerca dos seus desconfortos e das suas constantes reclamações e aquilo que faz para superar e resolver o motivo das suas dificuldades. Que tal ponderar sobre as suas reclamações e sobre o pouco que tem feito com o intuito de as resolver?

Ao menor desconforto, pare! Comece por aceitar que sofre, permita-se digerir e assimilar o que está a acontecer. Depois, analise a situação e crie alternativas diferentes que lhe forneçam condições para uma mudança segura.

Abra os seus horizontes para novas oportunidades! Na Clínica PSIC dispomos de programas – presenciais e à distância – de detox emocional intensivo de 3 semanas – para o ajudar a libertar-se das emoções negativas e abraçar a vida com outra energia. Saiba mais aqui. ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

A Ana e o João têm medo de falar em público. E você?

Hoje o João acordou, fez a sua rotina diária e saiu de casa em direção à empresa onde trabalha para uma apresentação de um projeto em público. Entrou no metro com uma sensação de angústia que não conseguia explicar. Sentou-se num lugar aleatório e ao seu lado uma senhora cumprimentou-o. Ao responder-lhe, teve a sensação que a sua pressão arterial começou a subir e de repente começou a sentir náuseas, enquanto lhe dizia com uma voz trémula “Bom dia”. Finalmente chegou ao seu local de trabalho, o coração batia cada vez mais rápido, ao caminhar pelo corredor os músculos ficavam cada vez mais tensos e à medida que se cruzava com os seus colegas sentia o rosto a ficar cada vez mais vermelho…
É neste momento que o João se apercebe das inúmeras vezes que teve estas sensações e de repente lembra-se de uma história que a Ana (uma antiga colega da faculdade) lhe contou:
“Sempre fui uma pessoa extrovertida, que falava imenso e por vezes até revelava os segredos que não era suposto contar. Por esse motivo, acabei por ser reprimida, até pela minha família. Aos 9 anos bloqueei pela primeira vez quando tive que falar em público. Era o dia da Mãe, e durante meses tinha decorado um poema para dedicar à minha mãe e apresentar na escola. Quando chegou o momento de subir ao palco senti que a minha voz bloqueou e não consegui falar, saí a correr, com as lágrimas a escorrerem pelo rosto. No dia seguinte, o professor chamou-me à atenção em frente aos meus colegas por ter chorado e por não ter conseguido apresentar o poema. Desde aí, comecei a evitar todo o tipo de apresentações até que chegou a faculdade…
Já na faculdade, num dos primeiros trabalhos tinha de fazer uma apresentação para toda a turma e novamente preparei-me, estudei e eu estava certa que sabia tudo. No dia consegui falar durante os primeiros 5 minutos, mas voltou a acontecer o mesmo: bloqueou-me a voz, veio o choro, as mãos tremiam… Não consegui terminar. Assim, ao longo da faculdade comecei a evitar as apresentações.
Um dia, decidi procurar ajuda. Comecei a fazer terapia e aquele medo de falar em pequenos grupos ficou ultrapassado! No entanto, quando tinha de falar para grandes grupos e que não conhecia, voltava a sentir tudo de novo… No último ano da faculdade, dei continuidade à terapia com o novo objetivo de conseguir ultrapassar o medo de falar em público. Após 6 meses de estudo intenso consegui começar e terminar uma apresentação em público!
Como consegui superar este medo? Tenho a certeza que foi a terapia que me ajudou a descobrir as causas do meu medo, ajudou-me a perceber quais eram as minhas crenças e só assim foi possível ultrapassá-las!”.

Alguma vez sentiu o que o João ou a Ana sentiram? Alguma vez viveu um destes momentos em que tudo no seu dia acontece como o costume, mas há sempre uma sensação de que algo está incompleto?
A Ana viveu em sofrimento durante anos, com sensações de pânico nos momentos de se expor em público, em que a única reação que tinha era lutar ou “fugir”. Só quando iniciou a terapia é que aprendeu a controlar a ansiedade e o medo que sentia nestas situações e foi com as estratégias que o terapeuta lhe ensinou que conseguiu deixar de se sentir limitada e finalmente falar em público com facilidade.
O medo de falar em público (glossofobia) é um dos medos mais frequentes no ser humano. A boa notícia é que é também uma fobia com uma elevada probabilidade de sucesso no seu tratamento. Procure ajuda terapêutica e supere esse medo de uma vez por todas.
Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

As 5 perguntas essenciais sobre o medo do escuro

1 – O que é o medo do escuro?
O medo é uma reação natural, involuntária e protetora que nos ajuda a lidar com o perigo. A Nictofobia (medo do escuro) pode ter origem num trauma de infância ou de outro momento da nossa vida, assim como pode ser desencadeado a qualquer altura no ambiente que nos rodeia.

2 – Quais os principais sintomas físicos e emocionais do medo do escuro?

  • Depressão e ansiedade
  • Respiração rápida e superficial
  • Palpitações cardíacas, tremor, dores
  • Dores no peito ou sensação de asfixia
  • Náuseas e outros problemas gastrointestinais
  • Choro, gritos, pavor
  • Redução de apetite ou compulsão alimentar
  • Insónia
  • Sensação de estar a morrer ou fobia da morte (Tanatofobia)
  • Medo de ser atacado por seres sobrenaturais (Espectrofobia)

3 – Quais os principais comportamentos e atitudes do medo do escuro?

  • Olhar debaixo da cama ou por todo o quarto
  • Recusar-se a dormir sozinho
  • Recusar-se a sair de casa depois do anoitecer
  • Tentar ficar acordado a noite toda
  • Adiar o ato de ir para a cama para dormir
  • Ver televisão até tarde ou dormir com a televisão ligada
  • Adormecer no sofá

4 – Quais as principais consequências do medo do escuro?
O medo do escuro pode impactar negativamente a sua qualidade de vida – prejudicando o sono, mudando os hábitos alimentares, provocando maior stress ou até depressão. Estes sintomas por sua vez podem ter consequências mais graves, especialmente a relação com os outros, desentendimentos a nível social e menos produtividade no trabalho.

5 – Como perder o medo do escuro?
Se sente que o medo do escuro está a prejudicar a sua qualidade de vida, procure ajude psicológica. Na Clínica PSIC identificamos a origem da fobia e trabalhamos consigo e com o auxílio de diversas ferramentas práticas para eliminar este núcleo fóbico, aumentar a sua autoconfiança e o domínio sobre o medo.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

As 4 estratégias para controlar os comportamentos impulsivos

Os comportamentos impulsivos podem ser funcionais ou disfuncionais (quando não são saudáveis). Damos-lhe hoje 4 estratégias para controlar os comportamentos impulsivos disfuncionais. Está preparado para melhorar a sua qualidade de vida?

  • Aumente a sua autoconsciência: Perceba quais os fatores emocionais que o fazem reagir imediatamente. Tome nota das situações que o fazem perder o controlo e assim estará a preveni-las. Por exemplo, o trânsito, situações perturbadoras, episódios de compulsão alimentar, envolvimento em discussões, relações sexuais desprotegidas, conflitos conjugais, risco de perda do emprego, etc.
  • Crie uma distância entre as causas e a reação: Pare por breves segundos! Reflita, respire fundo e abstraia-se dos seus pensamentos para poder agir com mais serenidade nas suas ações. Ao seguir esta sequência, vai perceber quais os momentos em que está prestes a reagir e pode parar para pensar e antecipar os seus comportamentos, agindo assim de forma mais consciente.
  • Converse com alguém próximo: Quando temos de tomar uma decisão importante ou estamos perante situações de pressão e elevada ansiedade, procurar alguém próximo de nós, pode-nos ajudar a ter diferentes perspetivas sobre a situação. Conseguirá assim ter mais autocontrolo e consciência dos seus atos.
  • Faça meditação: Tirar um momento para refletir, ajudará a controlar melhor a sua mente. Pode não ser fácil meditar, mas é importante insistir nesses momentos de tranquilidade e treinar com frequência. O corpo e a mente agradecem as pausas de reencontros connosco próprios, pois dão-nos energia e alento para continuar o dia. Abstraia-se do que o rodeia, respire fundo e faça uma contagem crescente de um a dez!

Muitas pessoas têm dificuldades em mudar o seu comportamento, são mais vulneráveis e têm impulsos incontroláveis constantes e graves. Se se identifica com estas situações, procure ajuda profissional para o ajudar a gerir os seus impulsos, controlar e orientar as reações irrefletidas e viver com mais qualidade de vida! Saiba como podemos ajudar no tratamento de comportamentos impulsivos e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

Será que sofre de Perturbação de Personalidade Dependente?

Confira as 12 características principais da Personalidade Dependente

Será que sofre de personalidade dependente? Conheça as 12 características principais e confira se se identifica com algumas.

  • Necessidade excessiva de ser cuidada e protegida pelos outros;
  • Dificuldade de ficar e de viver sozinha;
  • Medos internos e insegurança emocional;
  • Dificuldade na tomada de decisões no dia-a-dia;
  • Precipitação no início das relações amorosas;
  • Idealização do companheiro;
  • Desvalorização das suas necessidades e desejos em função do outro;
  • Falta de iniciativa na realização das tarefas do quotidiano;
  • Submissão em relação aos desejos dos outros;
  • Manutenção de relacionamentos desequilibrados ou distorcidos;
  • Incapacidade de fazer o luto no fim das relações;
  • Substituição prematura do ex-companheiro.

Estas são algumas das caraterísticas que contribuem para uma personalidade dependente. Se se identifica com algumas destas características, saiba como podemos ajudar  e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

O que é o Gaslighting?

Gaslighting consiste no abuso psicológico e manipulador de outra pessoa com a intenção propositada de anular a sua autoestima e autoconfiança, criando um conjunto de sentimentos de dúvidas e medos.

A vítima raramente tem consciência de que está a ser abusada psicologicamente, acreditando que não se trata de violência porque não ocorre agressão física clara. Entretanto, o agressor exerce poder sobre a vítima, manipulando-a através de atos e palavras, fazendo-a sentir inútil, que perdeu as capacidades de pensar, de racionalizar e tomar decisões autónomas.

Quais os sinais mais comuns de Gaslighting?

  • o agressor esconde informações da vítima para que ela crie uma ideia errada;
  • o agressor filtra informações ou mente para induzir a vítima em erro;
  • o agressor nega determinados acontecimentos ou diminui a gravidade deles;
  • o agressor ofende ou diminui a vítima através de comentários aparentemente inofensivos ou piadas.

A vítima acredita que perdeu a estabilidade psicológica, enquanto o manipulador a reprime cada vez mais, tudo é posto em dúvida, tudo é motivo para discutir, e no final, a opinião da vítima é sempre desprezada e nula.

O Gaslighting é uma forma de abuso muito complicada de explicar à vítima e ainda mais difícil de denunciar.

Se reconhece esta realidade na sua vida ou na vida de alguém que é próximo contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.  As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Já agora, aproveite para ver este vídeo com os 10 sinais de Gaslighting em relacionamentos abusivos: https://youtu.be/As_8Bb0bVNY

Partilhar

Menopausa – as 10 mudanças psicológicas que deve conhecer

A menopausa é uma nova fase na vida da mulher, com várias mudanças físicas, mas também mudanças psicológicas e emocionais. A nível psicológico estas alterações diferem de mulher para mulher, dependendo da sua personalidade, das suas relações familiares e do seu estilo de vida.

Quais as 10 mudanças psicológicas mais frequentes durante a menopausa?

  • Diminuição da autoestima;
  • Perturbação do sono – insónia;
  • Sensação de fraqueza ou fadiga, perda de energia;
  • Redução das capacidades cognitivas, especialmente da memória e atenção;
  • Falta de desejo sexual;
  • Ansiedade e/ou depressão – as emoções – positivas ou negativas – podem ser mais intensas;
  • Perda de interesse e introversão evidente com possíveis estados fóbicos;
  • Pensamentos negativos constantes e choro fácil;
  • “Choque” com a nova realidade – mudança da aparência física e estigma social;
  • Compulsão alimentar.

Estas alterações psicológicas resultantes da menopausa não são obrigatórias nem definitivas. É possível viver uma menopausa feliz! Procure ajuda psicoterapêutica e elimine os sofrimentos e cargas emocionais características desta fase de transição.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar