As 8 principais características das pessoas inseguras

De que forma a insegurança afeta a nossa vida?

As pessoas inseguras perdem diversas oportunidades ao longo da vida porque se sentem incapazes em relação a si próprias. Geralmente, são pessoas que sentem medo nos relacionamentos com os outros (não apenas relacionamentos amorosos, mas também profissionais e com familiares e amigos) e, por isso, vivem sob constante receio de serem rejeitadas ou de não serem reconhecidas.

Estas são as principais características das pessoas inseguras:

  1. Medo de arriscar e tomar a iniciativa;
  2. Dificuldade em dizer “não”;
  3. Incapacidade de reconhecer as suas competências;
  4. Excesso de perfeccionismo;
  5. Complexo de inferioridade;
  6. Procrastinação;
  7. Tendência a sofrer muito com críticas;
  8. Medo de rejeição.

Se se identifica com estas características, se sente um medo extremo de errar, dificuldade em agir e em ser assertivo, é o momento de procurar apoio profissional. Conte com a nossa ajuda para superar estas fragilidades. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Testemunho – Falta de Autoconfiança

“Eu vim para o consultório sem nenhum motivo ou ideia do que eu poderia ganhar com as consultas. Não esperava nenhum resultado, mas comecei a conseguir relaxar e a ter mais força de vontade. Alcancei resultados muito positivos e nunca perdi muito tempo para as consultas. As sessões do DOS deixam-me muito relaxado, ajudam-me a libertar a mente e a reorganizar as ideias. As consultas com a Dra., pareciam mais uma viagem ao desconhecido psicológico do que uma consulta normal. Aprendi várias técnicas de relaxamento e ganhei muita confiança em mim próprio. Aconselho estas consultas a qualquer pessoa, mesmo que não esteja à espera de resultados, porque é mesmo uma experiência de outro mundo. Ajuda muito a conhecer a nós próprios e a acreditar em si próprio.”
João Milheiro Costa

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Teste: É agressivo com quem mais ama?

A agressividade é um assunto muito debatido na atualidade no âmbito da violência doméstica e não só. Alguma vez pensou no sofrimento das pessoas que não têm autocontrolo ao ponto de libertarem toda a sua carga emocional e frustração nos que o rodeiam? E como é no seu caso? Também sente dificuldades em controlar as suas emoções? Por vezes, sente desconforto e incapacidade em controlar o seu comportamento acabando mesmo por ser violento? Por vezes sente-se culpabilizado por ser incapaz de controlar o seu comportamento impulsivo e torna-se mais agressivo com os outros?

Responda aos itens abaixo, com sim ou não, e verifique se está de acordo ou desacordo com cada um, consoante as suas ações nos últimos tempos.

E-mail:

1 – Consegue tolerar uma opinião diferente da sua?
SimNão

2 – Fica agressivo (a) quando é contrariado (a) ou algo não corre como planeado?
SimNão

3 – Fica agressivo (a) quando a (o) sua (seu) parceira (o) decide sair com amigos (as)?
SimNão

4 – Costuma ter muitas discussões em que o tema são os amigos e familiares?
SimNão

5 – Tem alterações de humor com facilidade?
SimNão

6 – Costuma fazer muitas críticas ao outro?
SimNão

7 – Costuma fazer autorreflexões sobre si e sobre o seu comportamento?
SimNão

8 – Faz promessas difíceis de cumprir?
SimNão

9 – Sente que os outros querem aproveitar-se de si?
SimNão

10 – Tem uma boa relação com os familiares da (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

11 – Gosta de ter tudo sobre o seu controlo?
SimNão

12 – Costuma mentir?
SimNão

13 – Costuma chantagear para obter o que quer?
SimNão

14 – Já humilhou e/ou insultou publicamente a (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

15 – Sente que na sua vida não existe um meio-termo ou está tudo muito bem ou muito mal?
SimNão

16 – Sente ciúmes excessivos pela (o) sua (seu) parceira (o) chegando a ser agressivo (a)?
SimNão

17 – Controla o dia-a-dia e o telemóvel e/ou as redes sociais da (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

18 – Considera que quando perde o controlo do seu comportamento a culpa é dos outros?
SimNão

19 – Já alguma vez foi violento (a) e agressivo (a) com a (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

Se respondeu “sim” a mais do que três afirmações, procure ajuda profissional urgentemente. Os comportamentos agressivos podem ter muitas explicações, e muitas vezes estão associados à dificuldade que sentimos em lidar com as emoções negativas e com as situações de conflito, recorrendo à violência como forma de as resolver.

Lembre-se, todos nós humanos, vivemos algumas situações de maior frustração, assim como emoções negativas, como medo, tristeza, frustração, revolta que são indicadores de que algo não está bem connosco mesmos e que, portanto, é preciso mudar. Podemos ajudar a encontrar novas formas para lidar com as suas dificuldades, a relativizar as situações que o incomodam, a mudar o seu comportamento e reações e a extinguir todo o seu sofrimento. Para saber mais, procure-nos para uma consulta informativa gratuita.

PS: Se respondeu “Sim” a 2 ou menos perguntas, aproveite para fazer este teste:

É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

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Apaixonado ou dependente? Amor ou Dependência Emocional?

Na dependência emocional a pessoa age de forma totalmente dependente da outra pessoa, para que possa sentir-se segura, perdendo completamente a sua personalidade e liberdade interior, focando-se só nos pensamentos e opiniões da outra pessoa. Necessita da aceitação e aprovação dessa pessoa para conseguir lidar com as decisões da sua vida. Tem dificuldades em aceitar o seu próprio valor e de tomar as suas próprias decisões. Por vezes torna-se submissa e insegura, aceitando relações destrutivas como uma recompensa.

Alguns sinais para detetar uma situação de dependência emocional…
1- Necessidade constante de estar a comunicar com a outra pessoa.
2- Desequilíbrio de poder na relação.
3- Medo e pânico de perder a outra pessoa.
4- Sobrevalorizar excessivamente a oura pessoa, tendo-a como prioridade em qualquer situação.

A dependência emocional não é Amor! As pessoas dependentes emocionalmente, anulam-se, desvalorizam-se com tanta intensidade que acabam por perder a sua identidade. Dedicam todo o tempo à outra pessoa, e exigem que o outro se empenhe na mesma proporção. Porém quando se consciencializam, que a dedicação e afeto não estão a ser recebidos mutuamente, revoltam-se e ficam frustradas pela falta de valorização e reconhecimento. Criam sentimentos como a raiva incontrolável sobre os outros, e sobre si mesmos, somente porque vivem em função da vida da outra pessoa, e quando percebem que não são correspondidas, é-lhes penoso aceitar que podem viver sem a sua presença!

Se já viveu uma situação semelhante à dependência emocional, ou por algum motivo tem de lidar com situações idênticas, podemos ajudar com o tratamento psicológico necessário, estabelecendo estratégias que ajudem a combater este hábito, identificando as suas crenças irreais e desmistificando os paradigmas que alimentam estes comportamentos. Contacte-nos para mais informações! 

 

Aproveite para testar a sua autoestima aqui

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É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

• Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
• Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
• Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

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10 dicas para se tornar mais assertivo

1. AUTOCONHECIMENTO- Faça uma autoavaliação, perceba a sua forma de lidar com as situações no seu dia-a-dia. Como reage perante um imprevisto? Ou perante um problema?
2. AUTOCONTROLO- Obtenha a capacidade de controlar os seus sentimentos e emoções negativas.
3. SEJA PRÓ-ATIVO- Tome uma posição objetiva sobre determinada situação que ocorra para atingir resultados.
4. SEJA ESPONTÂNEO- Aja em conformidade consigo mesmo. Aja de acordo com as suas vontades e faça escolhas por si mesmo. Seja sincero com os seus sentimentos e intenções.
5. SEJA DIRETO- Seja claro, coerente e objetivo nas suas escolhas, aja no aqui e agora.
6. CORRA RISCOS- Aceite novos desafios. Acredite que é capaz e que pode vencer. Tome iniciativa e supere-se a si mesmo.
7. ACEITE CRÍTICAS- Saiba ouvir opiniões diferentes das suas, sem permitir que as mesmas o afetem. Saiba tirar partido daquilo que os outros têm para lhe transmitir e evolua com a diferença.
8. SEJA RESISTENTE À FRUSTRAÇÃO- Crie resistência a aspetos negativos de acontecimentos e situações. Procure entendimento para gerir conflitos.
9. SEJA SOCIAL- Mantenha relações que considere benéficas para si, tenha prazer ao comunicar com outros.
10. USUFRUA DO SEU DIREITO – Lembre-se: estamos em constante aprendizagem com a bagagem que trazemos da vida. Lute por si e acredite em si mesmo. É a sua riqueza tão própria que deve libertar, seja assertivo e mude por si.

A assertividade permite-nos alcançar o que consideramos fundamental, tal como os nossos objetivos e as metas que definimos. Ser assertivo é importante porque nos propicia um maior bem-estar, autoconfiança e autoestima.

É também, essencial porque ao sermos assertivos conseguimos expressar-nos com autenticidade, ao mesmo tempo que defendemos os nossos próprios direitos e necessidades, privilegiando sempre as nossas escolhas, sem violar os direitos dos outros.

Se precisa de ajuda individual para aumentar a sua assertividade, contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Teste – Costuma agir de forma assertiva?

Quantas vezes já ouvimos que devemos ser mais assertivos?  Ou que a assertividade ajuda na comunicação e relações interpessoais, profissionais e amorosas?

Mas, afinal,  o que é a assertividade?

Assertividade – capacidade de exprimir os seus desejos, necessidades, opiniões e sentimentos de uma forma objetiva, sem ansiedade extrema nem agressividade. Consiste em defender os próprios direitos sem violar os direitos dos outros.

Será que costuma agir de forma assertiva?

A PSIC – Psicologia Integrada ajuda- o a responder a esta questão para isso basta que responda a este pequeno questionário.

SIM

NÃO

1 – Costuma a ter receio de falar de forma aberta?
2 – Frequentemente tem medo de dizer o que pensa?
3 – Raramente consegue expressar aquilo que sente?
4 – Sente regularmente dificuldades em impor a sua opinião?
5 – Quando quer expor uma opinião diferente do outro, fica com medo excessivo de o ferir?

6 – Tem dificuldades em admitir perante as pessoas os seus erros?

7 – Perante críticas, frequentemente sente dificuldades em expressar-se de forma assertiva?
8 – Sente medo frequente que a sua opinião /decisão seja rejeitada?
9 – Tem dificuldade em dizer “Não” ou “Não sei”?
10 – Não sente confiança nas suas capacidades no confronto com os outros?

Se assinalou a opção “SIM” em mais de três questões, significa que poderá estar a ter alguma dificuldade em ser assertivo/a.

Como melhorar a assertividade?

Sabia que a assertividade é uma competência comportamental que pode ser adquirida e desenvolvida? Da mesma forma que as situações da nossa vida contribuíram para que nos comportemos de forma não assertiva, temos sempre a possibilidade de apreender um conjunto de ferramentas que nos permitam ter mais confiança e assertividade.

A PSIC ajuda! Neste artigo fornecemos algumas dicas para ser mais assertivo.

Se precisa de ajuda individual para aumentar a sua assertividade, contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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