Como enfrentar a depressão

Quando sintomas como maior suscetibilidade à frustração, impaciência, desânimo, falta de energia e tristeza constantes se tornam muito frequentes e prolongados, é provável que se encontre perante uma depressão. Neste contexto, é natural que sinta que tudo ao seu redor lhe é indiferente, que nada tem importância e que perdeu todo o seu valor.

O  acompanhamento psicológico é fundamental para conseguir enfrentar as causas da depressão, os conflitos internos e o sofrimento pessoal. Durante o processo psicoterapêutico, são trabalhadas estratégias psicológicas que o ajudam a sair do autoabandono, a eliminar o sentimento de autoanulação, a ultrapassar as dificuldades e extinguir o sofrimento e com isso priorizar-se e a melhorar a qualidade de vida.

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Na PSIC, a consulta de psicologia é uma intervenção individual e confidencial, permitindo que ocorra um restabelecimento emocional, uma mudança nos seus comportamentos e/ou crenças, que o façam ter um novo olhar do mundo e de si mesmo. Saiba como podemos ajudar no tratamento da depressão e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=jpH0RfWGTZQ

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Estas são as 6 causas mais comuns para a depressão

A depressão afeta os pensamentos, comportamentos, sentimentos e o bem-estar da pessoa, causando sintomas como ansiedade, tristeza, preocupação, sentimento de inutilidade e vazio. Mas o que provoca esta doença psicológica e este estado de melancolia? Estas são as 6 causas mais comuns da depressão:

  • Acontecimentos inesperados
    As situações inesperadas como por exemplo luto, divórcio ou perda de um emprego podem precipitar a depressão. Quando ocorrem, é natural que as pessoas demorem algum tempo até serem capazes de aceitar o acontecimento. No entanto, algumas pessoas, são incapazes de lidar com os acontecimentos sozinhas e por isso ficam fragilizadas emocionalmente. Em casos mais graves, além de ficarem com humor deprimido severo, deixam de conseguir realizar as atividades de vida diárias.
  • Situações angustiantes
    Fatores como a solidão, ausência de amigos ou familiares, saudade, stress constante, preocupações ou o facto de estar fisicamente esgotado, podem originar a depressão.
  • Doença física
    As doenças físicas que possam colocar em causa a vida e sobrevivência da pessoa, tais como: o cancro, tuberculose, HIV, doenças cardíacas, fadiga crónica, deficiência de nutrientes, sistema imunológico enfraquecido, doenças crónicas e/ ou prolongadas podem levar ao desenvolvimento da depressão.
  • Personalidade
    Algumas pessoas são mais vulneráveis à depressão do que outras. Isto pode dever-se aos nossos genes, às nossas experiências nos primeiros anos de vida ou ambos. O ambiente em que crescemos e onde estamos inseridos, também pode interferir com a nossa personalidade e com a forma como encaramos as situações da vida.
  • Álcool
    Consumir uma elevada quantidade de álcool regularmente pode contribuir para o desenvolvimento da depressão.
  • Genética
    Existem famílias, com casos em que a depressão é uma doença crónica, e por esse motivo, há uma grande probabilidade de ser transgeracional, ou seja, se um dos pais esteve gravemente deprimido, há uma maior probabilidade do filho ficar igualmente deprimido numa dada fase da vida.

Estas são algumas das causas que contribuem para que as pessoas permaneçam em ciclos intermináveis de tristeza profunda, sentimentos de desamparo, medo e mágoa. Muitas pessoas sentem-se incapazes de sair desse estado e desistem de si mesmas.

Se está a passar por esta situação ou se conhece alguém próximo a si, a ajuda profissional é aconselhável e urgente para ultrapassar algumas destas causas, que estão a limitar o seu bem-estar e liberdade para ser feliz. Saiba como podemos ajudar no tratamento da depressão e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Teste: sente-se com depressão?

Estes são os 15 sinais de alerta para uma depressão que podem ocorrer de forma sucessiva no dia-a-dia. Assinale os sintomas com os quais se identifica e saiba se estará a atravessar uma depressão.

  1. Tristeza, ansiedade ou “vazio” persistente;
  2. Desesperança e pessimismo;
  3. Sentimento de culpa, de inutilidade e de desamparo;
  4. Dificuldade de atenção, concentração e memória;
  5. Perda de interesse na vida;
  6. Incapacidade de retirar prazer da vida;
  7. Dificuldade em tomar decisões e lidar com situações do dia-a-dia;
  8. Sensação de cansaço, exaustão, inquietação e agitação;
  9. 9. Alterações de sono: acordar muito cedo ou dormir demais;
  10. Perda de apetite e peso ou ganho de peso;
  11. Perda de interesse pela vida sexual;
  12. Dores de cabeça, problemas digestivos ou dor crónica sem causa física;
  13. Perda de autoconfiança;
  14. Afastamento de outras pessoas;
  15. Ideias suicidas e/ou tentativa de suicídio.

Se assinalou 5 ou mais sintomas ou se conhece alguém que está a experienciar estes sintomas, a ajuda profissional é aconselhável e urgente.
Saiba como podemos ajudar no tratamento da depressão e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Leia também este testemunho: Depressão, medo e ansiedade

“Decidi procurar ajuda porque me sentia sem energia e com pouca motivação para as coisas do dia-a-dia. Esperava que o programa de tratamento me ajudasse a ser uma pessoa mais feliz e satisfeita com a vida. Durante o tratamento com o DOS e com o acompanhamento da Dra Jatir senti que a minha vida ganhou nova energia e aprendi a lidar com os medos que até então tentava não trazer à luz do dia. O tratamento permitiu-me tomar consciência dos meus medos e dessa forma, através de técnicas que aprendi, poder trabalhá-los de forma a que passem a fazer a pessoa que sou sem me bloquearem e limitarem a minha vida. Aconselho a quem precisa de reencontrar que procure a ajuda da Dra Jatir, que nos guia no conhecimento de nós próprios e nos dá ferramentas para que nos tornemos autónomos na busca de bem-estar.” M.P.

Outros testemunhos em https://www.psic.com.pt/testemunhos/

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Depressão ou apenas tristeza?

A tristeza e a depressão são frequentemente associados e confundidos. Mas afinal, qual é a diferença? Conhece os sintomas que distinguem a tristeza da depressão?

Tristeza

  • Este sentimento tem uma causa, algum acontecimento inesperado, uma perda, etc.;
  • É um sofrimento menos intenso;
  • Com o tempo vai diminuindo de intensidade e frequência;
  • É uma reação típica do ser humano;
  • Não causa limitações graves funcionais;
  • Reage perante estímulos positivos.

Depressão

  • É uma doença que pode ter uma causa genética, traumática, situacional ou aprendida;
  • Caracterizada pelo sofrimento intenso;
  • É uma patologia que necessita de acompanhamento de profissionais da saúde;
  • Causa implicações no dia-a-dia, nomeadamente agitação ou retardo psicomotor;
  • Necessita de tratamento urgente, pois a tendência é o agravar dos sintomas;
  • Não reage perante estímulos positivos;
  • Dificuldade de pensar e de se concentrar;
  • Pensamentos negativos sobre si mesmo, o mundo e o futuro;
  • Diminuição da líbido;
  • Perda de energia ou fadiga;
  • Diminuição ou aumento do apetite;
  • Alteração do sono.

Todos nós vivenciamos momentos de tristeza e todos os encaramos de forma diferente. Porém, quando estes momentos de tristeza se tornam intensos e prolongados, podem prejudicar a nossa vida pessoal, social, familiar e profissional.

Se sente que estes sintomas já perduram há algum tempo e cada vez se tornam mais intensos, interferindo com o seu bem-estar e com o seu dia-a-dia, a PSIC pode ajudar a superar o seu sofrimento. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Saiba mais sobre como podemos ajudar no tratamento da depressão aqui.

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8 Mitos sobre o Suicídio

Mito 1: As pessoas que dizem que se sentem incapazes de encontrar o sentido da vida, nunca tentaram causar danos a si mesmas, pois pretendem apenas chamar atenção dos outros.
FALSO. Por vezes, as pessoas sentem dificuldades em lidar com experiências passadas, que lhes causam profundo sofrimento emocional, criando conflitos consigo mesmas, impedindo-as de se libertarem dessas emoções negativas.

Mito 2: O suicídio ocorre sempre de forma imprevisível e sem advertências.
FALSO. Um suicídio pode ser planeado durante algum tempo. Muitos suicidas comunicam alguns sinais verbais ou comportamentais sobre as suas intenções.

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Mito 3: As pessoas que têm pensamentos irracionais e depressivos querem mesmo pôr um fim à sua vida.
FALSO. As pessoas, muitas vezes revelam sinais e/ou ideias suicidas, no entanto sentem a necessidade urgente, de falar com alguém acerca dos pensamentos e sentimentos suicidas e da sua dor.

 

Mito 4: Quando uma pessoa sobrevive a uma tentativa de suicídio, não tenta o suicídio novamente.
FALSO. Após uma tentativa de suicídio, a pessoa em sofrimento poderá deparar-se com ruminação dos seus pensamentos negativos, e pode ficar emocionalmente muito fragilizada. É necessário ter atenção acrescida após esse período crítico, pois poderão surgir mais tentativas.

Mito 5: O suicídio é praticado sempre quando já se sucedeu na família.
FALSO. Uma história familiar de suicídio pode ser um fator de risco para o comportamento suicida, sobretudo se existirem perturbações psicológicas, como é o caso da depressão. No entanto, a pessoa pode ter outras formas para conseguir lidar e enfrentar os seus pensamentos sem alimentar esses pensamentos suicidas.

Mito 6: As pessoas que tentam ou cometem suicídio fazem-no por falta de coragem para encarar as situações.
FALSO. Os comportamentos suicidas estão associados à depressão, abuso de substâncias e/ou outras perturbações mentais. São vários os motivos que podem conduzir a pessoa ao suicídio. Usualmente, ocorre como forma impulsiva para aliviar pressões internas e/ou externas tais como influência social, sentimentos de culpa, remorsos, depressão, ansiedade, fracasso, medo, etc.

Mito 7: O suicídio só acontece a pessoas que têm doenças mentais.
FALSO. O suicídio pode acontecer a qualquer pessoa, nos diversos sistemas sociais e familiares. O suicídio não escolhe género, idade ou estatuto social. O suicídio está desassociado das doenças mentais e associado a um momento de dor emocional severa e difícil de ser superada. Ocorre mais rapidamente se a pessoa se sentir só, principalmente quando não obtém auxílio nesse período.

Mito 8: Os jovens e as crianças não cometem suicídio visto que desconhecem o significado da morte e são cognitivamente incapazes de se auto agredir com um ato suicida.
FALSO. Deve-se ter a máxima atenção em relação aos comportamentos de risco mesmo quando se trata de crianças ou jovens. Em qualquer idade, o suicídio deve ser encarado como um assunto importante e sério, qualquer ser humano pode estar emocionalmente debilitado diante situações difíceis de encarar e que lhes despertem ideias suicidas.

Perante situações de risco de suicídio é urgente demonstrar que não iremos julgar a pessoa, que queremos apenas ajudar a diminuir o seu sofrimento emocional. O suicídio é um problema da saúde mental associada às dificuldades em lidar com acontecimentos stressantes ou traumáticos.

Se ultimamente sente falta de esperança, ansiedade severa, ataques de pânico, agitação psicomotora ou até mesmo insónia, saiba que pode estar perante uma situação de desgaste físico e mental, contudo podemos ajudá-lo a encontrar estratégias para lidar e ou superar as suas dificuldades emocionais. A Clínica Psic pode ajudá-lo a restabelecer de novo bem-estar na sua vida. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Porque é que as pessoas cometem suicídio?

Há tantas pessoas a pensar em suicídio e por vezes tão desesperadas! É por isso que temos urgência em falar sobre suicídio e nos motivos que levam as pessoas a cometer suicídio. E o que é o suicídio? O suicídio é um ato de morte provocado e propositado para pôr um fim à própria vida. Muitos estudos revelam que os homens cometem mais suicídio, porém as mulheres são as que fazem mais tentativas.

Em Portugal, as doenças mentais mais comuns estão associadas aos casos de suicídio, particularmente a depressão. Por outro lado, também os casos de violência física e/ou sexual, as perdas e/ou rejeição, a negligência, e o luto são os principais acontecimentos de vida que estão muito associados ao suicídio. Sabemos ainda que na maioria dos casos, o impulsor do comportamento suicida está interligado à existência de conflitos no relacionamento familiar ou amoroso, perdas ou até dificuldades económicas.

Cada vez mais é indispensável refletir sobre a relação da ocorrência do suicídio com emoções como a frustração, o sofrimento e a perda emocional. A esta possibilidade podemos também refletir acerca dos fatores que podem ser as componentes do suicídio, nomeadamente: isolamento social; história familiar; problemas e dificuldades socioeconómicas; dificuldades interrelacionais; problemas relacionados com consumo de substâncias psicoativas (e.g., álcool, drogas, entre outros); acontecimentos de vida stressantes (e.g., desemprego, divórcio, fim de relacionamento…) e doenças mentais (e.g., depressão).

É comum, termos contacto com pessoas e familiares que vivenciaram situações traumáticas ou perdas significativas e como consequência mergulham num grande sofrimento interno, sentem dificuldades em expressar por palavras a dor vivida e assim, em desespero encontram na morte uma saída. Devemos estar atentos e compreender os sentimentos e emoções da pessoa que pensa ou já tentou o suicídio como forma de reduzir a sua angústia.

Esteja atento às nossas próximas publicações, iremos falar acerca dos principais Mitos sobre o Suicídio que podem ajudá-lo a identificar sinais, quer em si quer em alguém próximo de si, que possa estar em risco. Se quiser saber mais sobre este tema, consulte-nos para uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A minha vida não tem sentido!

“A minha vida não tem sentido!” Este foi o pedido de ajuda de Dolores. Muitos de nós sofremos traumas. Talvez de abuso sexual ou talvez de agressão na infância ou talvez um acidente que não conseguimos esquecer e que ficou lá no fundo da nossa mente, suprimido da nossa memória e sofremos sem saber o porquê! Carregamos essa dor, imersos em silêncio durante anos ou até mesmo décadas a fio, perdendo o sentido da vida, desconhecendo que é possível curar essas feridas da alma.

Sinto-me gratificada e feliz ao ver que através da hipnoterapia, a Dolores mudou a sua história. Após longos anos de depressão, e muita raiva a todos os que a rodeavam e à vida, ela conta que superou o abuso sexual que sofreu na infância, e como reencontrou o sentido para a sua vida, deixou um trabalho que não gostava e que lhe causava stress, começou a sentir-se com mais energia, alegre, proativa e feliz consigo mesma e com a sua família e até encontrou a sua vocação profissional. Conta ainda, por outro lado, que pode ajudar uma irmã e uma amiga que passaram pelo mesmo, aconselhando-as a resolveram os seus sofrimentos e traumas da infância.

Caso tenha vivido situações semelhantes na sua vida, poderá também ajudar-se e libertar-se do seu passado, curar as feridas da sua vida e possivelmente ajudar outras pessoas, a reencontrar o caminho e um novo sentido. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Jatir Schmitt
Diretora do Corpo Clínico e Psicóloga Clínica

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Testemunho – Voltei a amar-me…

Aléxia de 45 anos, gestora e mãe de 3 filhos, procurou a PSIC pois pretendia sair do estado depressivo que se encontrava já há alguns anos. Atualmente, a cliente deparava-se com todas as burocracias e problemas que muitas vezes são inerentes a um processo de divórcio, o que veio exacerbar o seu estado depressivo.
Aléxia chegou à PSIC, com pouca esperança de que a pudéssemos ajudar, afinal já tinha recorrido anteriormente a ajuda profissional (psiquiatria), mas sem sucesso.
Desta forma, a PSIC achou pertinente partilhar o testemunho da Aléxia. Sabemos que o caso da nossa cliente não é de todo um caso isolado e por isso, gostaríamos de poder ajudá-lo a si, ou a outra pessoa que conheça que se encontre numa situação semelhante.

“ O que me fez procurar a clínica e ajuda de um profissional foi o facto de eu me encontrar num estado depressivo há imensos anos, já tinha recorrido a medicação, a ajuda profissional, nomeadamente de psiquiatria. Mas mesmo assim não melhorava. Então com o acontecimento atual, o meu divórcio resolvi procurar ajuda.
A verdade é que eu não tinha muita fé em que iria resultar, não acreditava muito que iria ficar bem. Mas mesmo assim vim procurar ajuda, pois já não queria mais viver.
Hoje e passado três semanas de tratamento sinto-me linda, amada pelos meus filhos e tenho vontade de viver e quero ser feliz.
Passo o dia sem chorar, sem pensar em situações depressivas, já tenho vontade de sair, de me arranjar de fazer ginástica e de passear com os meus filhos. Ainda preciso de aprender e melhorar a minha reação a situações de raiva, mas já me sinto bem e voltei a amar-me.” Aléxia.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Como ajudar alguém com Depressão

Algum dos seus familiares e amigos sofre de Depressão? Gostaria de ajudar, mas não sabe como?
O seu apoio, compreensão, respeito e incentivo é crucial na recuperação dessa pessoa. Ultrapassar a Depressão é sempre mais fácil quando não se está sozinho. Por isso, transmita ao seu amigo ou familiar que é importante procurar ajuda, aceitar ser ajudado e manter a esperança que tudo irá mudar.
Sugerimos que dedique uns minutos a este vídeo sobre o “Cão Negro da Depressão” com dicas úteis sobre a melhor forma de ajudar, bem como o que dizer a essa mesma pessoa.
A PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, pode facilitar este alcance ao equilíbrio emocional, bem-estar e uma vida mais feliz. Para mais informações, contacte-nos.

 

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Como melhorar a sua saúde de uma vez por todas

Quando o assunto é saúde, todos dedicamos algum do nosso tempo a procurar informação sobre o tema, os melhores profissionais e comportamentos mais saudáveis – mantendo uma alimentação equilibrada, praticando exercício físico ou fazendo exames de rotina.

Mas quando falamos de saúde mental, o nosso comportamento é outro: “Hoje não tenho tempo”, “Amanhã estou melhor”, “Isto é uma fase e não é preocupante”, “Não posso dar-me ao luxo de ir ao psicólogo”. São inúmeras as desculpas para deixarmos a saúde mental para segundo plano, esquecendo-nos de um facto muito importante – saúde mental e física estão intimamente ligadas, influenciando-se mutuamente!

Nos últimos meses, temos vindo a falar da forma como as emoções podem adoecer o nosso corpo – como por exemplo os rins ou o fígado.

Quando a nossa saúde emocional está fragilizada isso tem um impacto direto em vários órgãos do nosso corpo e na produção de neurotransmissores que influenciam o nosso humor, motivação e a forma como nos relacionamos com os outros.

Dê importância à sua saúde como um todo. Tire um tempo para olhar para dentro de si e pergunte-se: como me tenho sentido? O que me tem impedido de funcionar plenamente?

Pelo seu bem e dos seus, cuide da sua saúde mental, emocional e física.

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

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