Sente que chegar a casa é um prolongamento do dia de trabalho?

O objetivo do Dia Internacional da Mulher é reconhecer a luta pela igualdade de direitos femininos e discutir o seu papel na sociedade. Graças a essas lutas e conquistas, a mulher de hoje abraça múltiplos papéis, o que lhe induz a ilusão de ser independente.

Ao entrar no mercado de trabalho, a mulher manteve o seu papel de esposa, mãe, dona de casa, em simultâneo com o seu papel profissional. Porém, conciliar tudo isto é uma tarefa difícil e um desafio, que implica ter um bom suporte familiar ou algo similar que permita o investimento na carreira, sem sobrecargas. Quer no seio familiar, quer no trabalho, a mulher desdobra-se em tarefas, procurando manter um equilíbrio e acaba por se penalizar inconscientemente.

Como resultado, embora se sinta profissionalmente realizada, a sobrecarga a que está sujeita pode trazer problemas relacionais e de saúde associados, tais como:

  • Cansaço
  • Stress
  • Insónia
  • Perda de vitalidade
  • Sofrimento emocional

Quantas vezes sente que chegar a casa é um prolongamento do dia de trabalho?

É comum a mulher dividir todas as despesas, mas não as tarefas. Então, se assume vários papéis é provável que em alguns momentos sucumba, devido às inúmeras responsabilidades e pela dificuldade em priorizar-se de forma equilibrada.

A longa exposição a esta rotina perpetua no núcleo familiar a crença de que este funcionamento unilateral faz parte das obrigações da mulher. Nesse sentido, é importante que encontre um modelo de corresponsabilidade, onde todos contribuam proporcionalmente para o bem-estar geral.

Neste dia tão especial, pedimos que reflita e olhe por si, pensando em tudo o que conquistou. 

E se a sua próxima conquista for a justa igualdade no seu lar?

Podemos ajudar a analisar o seu contexto e identificar os fatores e crenças que mantêm essa desigualdade. Com esta intervenção, será possível ampliar os recursos internos e criar meios externos para resolução de problemas, aumentando a sua assertividade, capacidade de gestão do tempo, emoções e situações adversas. Lembre-se, o bem-estar é um direito que deve estar ao alcance de todas.

Partilhar

O amor próprio é …

O amor próprio é …

A história por trás do dia dos namorados está ligada ao Imperador Cláudio II que desenvolveu uma obsessão em criar um exército cada vez maior e mais forte. Assim, proibiu os matrimónios, para que os jovens soldados se concentrassem na vida militar e não construíssem laços familiares. Diz-se que o bispo Valentim, estava entre aqueles que discordavam desta ordem do imperador e continuou a celebrar casamentos em sigilo. Porém, não tardou muito para que fosse descoberto e condenado à morte.

A força e coragem que São Valentim demonstrou ao contrariar as ordens de um imperador, assemelha-se à força necessária para encontrar um amor verdadeiro que muitas vezes se encontra suprimido, o amor próprio. Para resgatar este amor precioso também será necessário lidar com imperadores, neste caso os imperadores da sua vida.

  • Porque é que o amor próprio é essencial numa relação?

Ter amor próprio é essencial para criar e manter laços afetivos saudáveis e embora cultivar o amor próprio possa ser um desafio, esse processo vai ajudá-lo a fazer boas escolhas e a conquistar a sua paz interior, sem procurar que o outro preencha o vazio que compete ao amor próprio.

Deste modo, se achar que tem pouco valor, torna-se difícil valorizar ou manter uma relação recíproca pois, inicialmente, o amor do outro pode dar a impressão de preencher a falta de amor próprio. Com o tempo, essa ilusão fruto da paixão dissipa-se.

A falta de estima por si pode, inclusive, levá-lo a pedir um amor incondicional e essa busca, fará com que teste o amor do outro constantemente, na incerteza de ser verdadeiramente amado. Esses testes ao amor, podem acabar por sabotar a plenitude da sua relação.

  • O que acontece na ausência de amor próprio?

A ausência de amor próprio pode conduzi-lo a sintomas depressivos. Pode inclusive levá-lo a idealizar em excesso o amor, fazendo com que eleve as suas expetativas acerca das suas relações. Essa carência de afeto pode fazer com que se sinta sempre insatisfeito, dentro da sua relação. A falta de amor próprio pode dificultar a criação e manutenção de vínculos verdadeiros com as pessoas, mas também pode gerar:

  1. Sentimento de inferioridade
  2. Instabilidade emocional
  3. Excesso de crítica e insatisfação
  4. Sentimento de culpa

Note que as relações espontâneas e verdadeiras dependem de si – estão ligadas à própria aceitação de si e à sua autoestima.

  • O amor próprio pode ser construído?

Como o amor próprio é a base da autoestima, ter amor próprio faz com que as suas ações estejam voltadas para a promoção do bem-estar, felicidade e satisfação de si mesmo. Quando essa base está em falta, as suas relações são afetadas pela falta de confiança, pelas dúvidas ou insegurança que geram relações frustradas.

Muitas vezes, pode querer gostar de si, mas ser difícil encontrar uma maneira de o fazer. Deixamos-lhe três dicas que o vão ajudar a perceber como se processa a construção do amor próprio.

Dica #1: Procure compreender que a falta de amor próprio tem raízes antigas e que, por trás desse sentimento, há uma história de desafetos que podem incluir abandono ou outros traumas.

Dica #2: Comece por procurar entender a sua história de vida, aprender com ela e aceitá-la. Por mais consciente que esteja, acerca das vantagens de gostar tanto de si como das outras pessoas, é difícil fazer isso sem realizar um trabalho pessoal.

Dica #3: O seu conceito de amor deve evoluir, de modo a entender que dar afeto não é o mesmo que sacrificar-se pelo outro. Quando aprender a amar-se de verdade, conquistará a admiração por si mesmo que o fará agir em prol do bem-estar. Acredite, essa evolução transparece.

As dicas acima apresentadas estão enquadradas na psicoterapia, um processo inicial ou indicado para continuidade após o Programa Detox Emocional. A psicoterapia ajuda a ampliar as suas competências pessoais e contribui para restaurar os recursos emocionais internos. Pode trazer melhorias diretas no seu ânimo e bem-estar, assim como na construção da autoestima. Começar por resgatar o amor próprio pode ser o caminho para encontrar o amor verdadeiro.

Partilhar

Como alcançar a Saúde Plena

Saúde – ausência de doença; situação plena do bem-estar físico, mental e social (de acordo com a Organização Mundial de Saúde).

Ao contrário do que a maioria das pessoas pode pensar a saúde física está relacionada com a saúde mental e as duas são inseparáveis, porque raramente a saúde física é plena quando a saúde mental não está em equilíbrio e vice-versa. O ser humano consegue estar perto de ter uma saúde na sua plenitude quando atinge um equilíbrio entre sentir-se bem consigo próprio e ter interações com os outros. É desta forma que tem as ferramentas necessárias para enfrentar os desafios constantes da vida e as exigências que a mesma implica.

Cuidar da saúde não se limita a minimizar ou controlar os sintomas que comprometem o nosso bem-estar, mas também (e mais importante) a considerar os aspetos importantes para nós como as relações pessoais, sociais, emocionais, relacionamentos e convivência. Cabe a cada um de nós começar a ter atitudes mais positivas e preventivas para o nosso projeto de vida.

Podemos ter uma saúde mais positiva quando nos tornamos capazes de compreender o meio envolvente e conseguimos adaptá-lo caso necessário, transformamos os nossos comportamentos e assim aumentamos a nossa capacidade para lidar com os acontecimentos de vida negativos protegendo a nossa saúde. Imagine que o seu corpo é uma máquina e como tal requer uma manutenção continuada, lembre-se de que é o grande responsável por manter o seu corpo e a sua saúde saudável.

Neste Dia Mundial da Saúde, relembramos-lhe as 5 atitudes fundamentais para melhorar a sua saúde (física e mental):
1 – Alimente-se bem e de forma equilibrada: a alimentação é importante para o seu bem estar físico pois influencia na prevenção contra várias doenças crónicas como a obesidade e diabetes, entre outras. Por outro lado, uma boa alimentação pode ser benéfica no humor, no funcionamento intelectual e no seu estado de espírito.
2 – Durma bem (entre 6 e 8 horas por noite): uma boa noite de sono pode ajudá-lo a lidar com a ansiedade e o stress. Procure manter um horário de sono regular e tente estabelecer rotinas de horários ao deitar e acordar.
3 – Exercite a mente (jogos e leitura): a autoajuda pode ser útil para ter um maior controlo de si e das suas emoções, contribuindo para uma vida mais satisfatória. Procure ter hábitos de leitura e escrita, pois são uma forma de organizar os seus pensamentos e libertar a ansiedade e as ideias negativas. Irá sentir-se muito melhor e relaxado.
4 – Pratique atividade física regular: qualquer movimento corporal é uma enorme ajuda para melhorar o seu bem-estar. Basta apenas uma caminhada de trinta minutos para o ajudar a ter mais agilidade mental e energia e a melhorar o seu estado de humor. Pode também ser um momento agradável da sua vida contribuindo para o seu bem-estar psicológico e físico.
5 – Relaxe: tire breves instantes do seu dia para realizar exercícios de relaxamento, bastante úteis para aliviar ou melhorar vários problemas que pode sentir, tais como ansiedade, stress, dor, insónia, entre outros. Procure o momento do dia mais relaxante para si e tente ficar confortável num ambiente tranquilo onde ninguém o possa incomodar. Feche os olhos, preste atenção a todas as suas sensações corporais como o respirar lentamente, o calor, a temperatura do seu corpo e concentre-se nos batimentos cardíacos. Assim, irá sentir que tem o controlo de todo o seu corpo e da sua mente conseguindo atingir a harmonia.

Siga estas 5 dicas e tenha uma saúde plena!

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

Dia mundial da Saúde – 7 de abril – Saúde para todos

A maior riqueza é a saúde! Cada vez mais é urgente ter um olhar diferente sobre a saúde. Sentirmo-nos bem é fundamental para a nossa saúde e é por isso que é necessário revigorar os nossos hábitos e os nossos estilos de vida.
A saúde é um direito essencial a qualquer ser humano, e, portanto, pode ser considerada como um nível de plenitude que nos permite alcançar um estado adequado de bem-estar físico, espiritual, mental e social. Uma boa saúde está associada ao aumento da qualidade de vida, logo alguns fatores, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico, ter um bom descanso, ter horas de lazer e realizar atividades que contribuam para o bem-estar emocional são essenciais para assegurar um estado de saúde equilibrado. A saúde pode ser mantida e melhorada dependendo de alguns determinantes fundamentais, tal como nos exemplifica a roda da vida.

A roda da vida é dividida em 12 partes que representam as 4 áreas fundamentais da vida: qualidade de vida; pessoal; profissional e relacionamentos – família, vida social, relacionamentos, contribuição social, recursos financeiros, plenitude e felicidade, saúde e disposição são algumas das partes da sua roda da vida.
Reflita sobre como seria preenchida a sua roda da vida: Será que a sua roda da vida roda? Talvez seja difícil de a fazer rodar. Para isso, será necessário transformar as áreas que podem direcioná-lo para a mudança na sua vida, bem como as áreas mais carentes que necessitam de maior revitalização.
Cuidar da saúde é um hábito que todos devemos ter. É importante lembrar-nos da nossa Saúde diariamente!

Partilhar

Dia Mundial da Ciência – Psicologia e Neurociência

dia_ciencia (1)A evolução da própria Ciência e dos métodos de estudo científicos têm contribuído largamente para a afirmação e crescimento da Psicologia no campo das ciências.

A Neurociência é uma área específica que estuda o funcionamento do órgão mais complexo do corpo humano, o cérebro. Permite compreender as funções e alterações cerebrais e a relação com o comportamento. É aqui que encontramos a complementaridade entre a Neurociência e a Psicologia. A primeira ajudou a entender melhor a causa de algumas doenças psíquicas e o que acontece no nosso cérebro quando temos um determinado sintoma. Ao mesmo tempo, possibilitou a compreensão acerca das alterações cerebrais que ocorrem quando passamos por um processo psicoterapêutico. Estas alterações passaram de um nível subjetivo – baseado no relato de cada um, para um nível mais objetivo.

Respondeu a questões e levantou outras. Mas é no questionamento constante que reside a base de todo o conhecimento e evolução humana.

Leia Mais

Partilhar

Dia Mundial do Cinema

post_cinemaQuando assistimos a um filme, toda aquela atmosfera do cinema é tão envolvente que experienciamos um estado de transe: o ambiente confortável, com pouca luz e uma grande tela à nossa frente captam a nossa atenção. Se o filme for cativante, então toda a nossa atenção está dirigida para ele.

Mas, o cinema é verdadeiramente terapêutico quando nos identificamos com a história que é retratada e com as personagens. Podem surgir questões escondidas no nosso inconsciente, sobre as quais refletiremos e podemos encontrar as respostas que precisamos para elas. Por outro lado, a identificação com algumas cenas do filme pode ser uma forma distanciada de reviver uma situação penosa e permitir atribuir-lhe outro significado. O filme pode constituir uma metáfora da nossa vida e ajudar-nos no nosso processo de autoconhecimento.

Com as condições certas criadas, podemos ter reações emocionais importantes que até então estavam reprimidas, resultando em crises de choro ou de riso.

As comédias são um género cinematográfico muito popular, talvez porque, muitas vezes, rir seja mesmo o melhor remédio. É impossível ignorar o poder de uma comédia para melhorar o nosso humor. Rir alivia tensões, ativa o nosso cérebro para libertar endorfina, a hormona do bem-estar e do amor, distrai-nos dos problemas e muitas vezes ajuda a relativizá-los. Uma boa comédia pode ser um veículo para a catarse.

Assista ao seu filme preferido. Veja uma comédia e ria muito!

Partilhar

Halloween: A Bruxa Interior

05_BruxaInteriorComo se porta a sua bruxa interior?

A bruxa interior é aquela parte de nós que nos faz sentir desconfortáveis. É a parte responsável pelo nosso lado mau, que queremos demitir. No dia-a-dia reprimimos todas as emoções negativas que sentimos. A bruxa interior está relacionada com essas emoções que não expressamos no momento certo, porque achamos que não devemos, porque é inadequado ou porque alguém nos ensinou que é assim. A bruxa interior não sente culpa ou vergonha.

Quando sentimos culpa ou vergonha? No momento em que descobrimos e temos contato com o mal, quando tomamos consciência do que é mau. Enquanto não temos contato com o erro, com o bem e o mal, não sentimos vergonha ou culpa. Sentimos culpa quando somos repreendidos por alguma coisa má que fizemos, e sentimos vergonha porque achamos que temos algum defeito, não somos perfeitos como queríamos ser.

A rejeição da nossa bruxa interior, pela culpa e vergonha, pode manifestar-se através de tensões e sintomas, como uma expressão da maldade interna. O bruxismo, por exemplo, é caraterizado pelo ranger ou apertar dos dentes durante o dia ou durante o sono, por haver uma grande tensão na zona da boca. Está associado à ansiedade, raiva ou frustração. É a manifestação e consequência daquilo que não dizemos, da raiva que não expressamos, da frustração e das contrariedades que guardamos para nós.

Como fazer da bruxa interior uma aliada?

Aprendendo a reconhecer e a lidar com as nossas contrariedades. Deixar de rejeitar este lado que também faz parte de nós, mas aceitá-lo e respeitá-lo. A bruxa interior pode ser uma boa aliada se aceitarmos as nossas dores, para ultrapassar traumas. A aceitação e o equilíbrio emocional são fundamentais para aprender a lidar com a nossa parte boa e com a parte má – personificada na bruxa interior. Quando conseguimos este equilíbrio, abrimos o caminho para a cura interior.

Apanhe uma boleia e entre nesta viagem.

 

Partilhar

Dia Mundial da Alimentação – Porque gostamos de comer

03_post_alimentacaoO ato de comer é muito importante nas nossas vidas, assumindo muitas vezes um papel central. Cada célula do nosso corpo é nutrida a partir dos alimentos que ingerimos. Mas além desta função vital, já pensou porque é que muitos de nós gostam tanto de comer?

Em bebés aprendemos que o desconforto físico na zona do estômago se pode resolver com a boca, ou seja, comendo. Quando o bebé chora, a mãe corre a acalmá-lo, muitas vezes através da alimentação, porque o medo de que o bebé possa ter fome é muito grande. Então, vamos aprendendo que os desconfortos diminuem com a ingestão de alimentos e quando adultos comemos nem sempre que temos fome, mas quando sentimos ansiedade, quando estamos triste, e ingerimos alimentos altamente calóricos, ou em quantidades muito superiores àquelas de que necessitamos.

Hoje, no Dia Mundial da Alimentação, queremos falar-lhe da importância de uma alimentação saudável, pois uma boa alimentação é a chave para uma vida equilibrada.

Muitos problemas fisiológicos ocorrem porque comemos certos alimentos em ocasiões em que o nosso corpo não necessita, o que leva a que a comida se transforme em gordura e toxinas, e não na energia que precisamos. A alimentação tem também um papel importante na promoção do bem-estar e saúde mental. Manter uma alimentação saudável rica em vitaminas, sais minerais, fibras e pobre em gorduras saturadas e açúcares, é essencial para o bom funcionamento da mente. Uma dieta equilibrada pode estimular a produção de neurotransmissores como a serotonina, que ajuda a melhorar o humor, diminuir sentimentos depressivos, ansiedade e estresse.

Para a produção dos neurotransmissores são necessários vários nutrientes presentes nos mais diversos alimentos do dia-a-dia: nozes e amêndoas ajudam na redução do estresse e melhoram a concentração e memória; leite e iogurtes desnatados contribuem para a redução da irritabilidade; laranja e maçã promovem o bom funcionamento do sistema nervoso e o combate ao estresse e fadiga; banana ajuda a combater a depressão, irritação e estresse; frutos vermelhos e ovos ajudam a melhorar o estado de humor; o mel estimula a produção de serotonina, mas por ser bastante calórico deve ser consumido moderadamente; carnes magras e peixe são ricos em triptofano, importante na produção de serotonina; aveia e centeio, hortaliças verde-escuras como espinafres e brócolos são fonte de vários nutrientes importantes para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso; soja e feijão, ricos em magnésio, são fundamentais para a vitalidade das células; chocolate com um mínimo de 70% de cacau é benéfico para o humor e para a memória; cereais integrais, chá de alecrim, camomila, hibisco, laranjeira e verde ajudam a reduzir o estresse e a dormir melhor. O chá verde deve ser consumido em moderação, uma vez que contém cafeína, que é estimulante. É importante lembrar que todos os alimentos devem ser consumidos em doses apropriadas a cada organismo.

Além dos alimentos que ingerimos, devemos também ter atenção à forma como fazemos as refeições diárias. Seguem algumas dicas que podem ajudar numa melhor digestão, com benefícios para a sua saúde em geral: coma num ambiente calmo e tranquilo; foque-se na comida; procure saborear com calma todos os alimentos; sente-se durante alguns minutos depois de terminar a refeição, antes de voltar ao trabalho ou retomar alguma atividade; coma sempre sentado, este gesto ajuda a aumentar a concentração no ato de comer e aumenta o prazer que sente; evite comer quando se sentir aborrecido, ansioso ou triste; evite comer em demasia; mastigue a um ritmo moderado.

Não há uma receita para a felicidade, mas se prestar atenção ao que come e quando come, poderá ficar mais perto dela e a sua mente agradece.

Partilhar

Dia Mundial da Saúde Mental – será só psicológico?

02_Saude Mental_2015A Organização Mundial de Saúde reconhece que saúde “não é simplesmente a ausência de doença ou enfermidade, mas também um estado de completo bem-estar físico, mental e social”.

Para todas as pessoas, a saúde mental, física e o bem-estar social são áreas da vida estreitamente relacionadas e interdependentes. Os nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos exercem grande impacto na saúde física e esta, por sua vez, influencia a saúde mental e o bem-estar. A harmonia entre o corpo e a mente é muito importante para a nossa saúde em geral.

Do mesmo modo que através de uma alimentação saudável e prática regular de exercício físico, podemos melhorar a saúde cardiovascular e condição física, também é possível intervir no sentido de melhorar o estado de saúde mental. É importante procurar ajuda, não apenas quando estamos doentes, também como manutenção e prevenção para um bem-estar maior. Neste sentido, as intervenções psicológicas vão além da doença mental ou da psicopatologia. Atuam também a um nível mais preventivo ao ajudar a desenvolver mecanismos de adaptação saudáveis em momentos de crise ou conflito, ou simplesmente com o objetivo de melhorar a sua qualidade de vida. Podem contribuir para um bom estado da saúde mental ajudando a aumentar o nível de autoconhecimento, promover a gestão das emoções e a elaboração de conflitos internos.

Os sintomas como a fadiga, cansaço, dormir mal, tristeza, sensação de vazio, são reais. Vamos “empurrando” estas situações da vida, porque pensamos que “é só psicológico”. Quando ocorre um sintoma físico ou psicológico, é o nosso organismo a enviar-nos um sinal de alerta para indicar que algo não está bem na nossa vida. Assim, quando evitamos lidar com alguma situação penosa o sintoma apresenta-se em forma de doença e pode estar a encobrir a verdadeira causa. A doença é apenas um desviar do caminho, que nos indica qual o seguimento da cura. Para inverter esta causa é necessário trazer à consciência os aspetos disfarçados/negados que nos tornam infelizes e doentes. Então, quanto mais consciência acerca desses aspetos adquirimos, melhor conseguimos enfrentar o caminho e cumprir o objetivo – ter saúde.

A saúde mental é necessária para construirmos um sistema saudável e chegarmos à nossa verdadeira essência para desfrutar da vida em pleno.

 

Partilhar

Dia Mundial do Professor – Stress do mestre

01_post_professorSer professor é uma atividade que envolve esforço e habilidades técnicas educacionais, proporcionando ensinamentos que vão mais além do contexto de sala de aula. Cada vez mais a sociedade impõe exigências a estes profissionais, assim, o professor vê-se na obrigação de disciplinar/educar na perfeição.

Sabemos que o professor passa por diversas fontes de tensão, que conduzem ao estresse e exaustão emocional, frustração e até depressão. Um professor em estado de estresse prejudica a sua saúde física e psicológica, o seu nível de produtividade diminui e pode prejudicar o processo educativo.

O professor domina a arte de lidar com a diferença: cada aluno é diferente com necessidades específicas. Mas a maioria dos professores não domina a arte de cuidar de si mesmo, vivendo no auto abandono. A exigência desta profissão apela à necessidade da existência de recursos internos, para lidar com todos estes fatores. Falamos da gestão do estresse e ansiedade, das emoções, tolerância à frustração, capacidade de autocontrole e de automotivar-se, que podem ser cultivadas paulatinamente a cada intervalo.

Ser professor é ser mestre na arte de educar e ensinar ao outro e a si próprio. É uma ajuda preciosa na construção do nosso caminho, dando-nos bases para as inúmeras possibilidades da vida.

Um Professor é muito valioso.

Se é Professor lembre-se de cuidar de si.

Esteja no seu melhor!

Feliz Dia do Professor!

 

Como marcar a sessão presencial anti-stress gratuita:

  • Contatos 968 931 541; 225 020 828, ou email psic@psic.com.pt
  • Marcações sujeitas às vagas disponíveis.

Partilhar