Sabia que a fibromialgia pode ser consequência de um trauma?

“Foi-me diagnosticado fibromialgia há muitos anos. Desde aí fui medicada para as dores, mas as dores nunca passavam. Sentia-me sempre muito cansada e ansiosa. Houve um dia em que tive um ataque de pânico(…). Nesse mesmo dia, um pouco cansada de tantas idas ao médico e de medicação, fiz uma pesquisa na internet e encontrei a PSIC. Comecei de imediato o meu plano terapêutico, e sinto-me outra pessoa. Agora, consigo controlar a minha ansiedade, as dores dos pés desapareceram, a cabeça está mais leve, sinto-me mais segura, mais tranquila e as dores nas costas diminuíram cerca de 85%. Foi na PSIC que encontrei alguém para me escutar e entender, alguém que parece que me conhece melhor do que eu mesma. Estou muito feliz e quero continuar com as visitas à PSIC. Muito obrigado por me darem qualidade de vida.” – Gia.

Sentir dores crónicas intensas e muitas vezes flutuantes por todo o corpo, que impedem a realização de pequenas tarefas do dia-a-dia, é o desafio das pessoas que são diagnosticadas com fibromialgia. Grande parte das vezes, pode ainda sofrer de fadiga, distúrbios de sono e episódios depressivos.

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que são frequentemente associados a esta síndrome como:

  • genética
  • distúrbios do sono
  • ansiedade
  • depressão
  • trauma físico ou emocional

Atendendo à variedade de causas, torna-se difícil obter um diagnóstico preciso para a fibromialgia e quando há sucessivos insucessos no tratamento, a questão pode ter fundo traumático.

Como é que o trauma psicológico pode desencadear a fibromialgia?

Qualquer situação que o deixe paralisado emocionalmente, quer por exposição única ou repetida, pode resultar em trauma. Essas experiências podem ser bloqueadas pela mente, mas permanecem no sistema sob a forma de memórias profundas e de difícil acesso.

Ao desconhecer as manifestações do trauma e/ou evitar trabalhá-lo, pode facilitar a manifestação dos sintomas físicos. Lembre-se que o seu corpo tem memória e tudo o que está no seu inconsciente poderá manifestar-se no corpo como uma forma de suportar o sofrimento. Essa poderá ser a causa da sua fibromialgia.

Como é que a terapia do trauma pode aliviar os sintomas da fibromialgia?

A intervenção de um profissional de saúde mental pode melhorar o cuidado dessas dores que clamam por ajuda, através da reintegração e reinterpretação das experiências traumáticas.

A clínica PSIC pode ajudar através da terapia especializada em trauma. Esta terapia ajuda a ativar os recursos naturais produzidos pelo próprio corpo para a resolução e prevenção do trauma. É um tratamento eficaz que visa atuar na origem do problema, promovendo a dissolução das experiências traumáticas e libertação das manifestações secundárias, como a dor. O resultado é o restauro do seu bem-estar e equilíbrio emocional e físico.

Gostaria de obter mais informações acerca da terapia do trauma? Usufrua da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Quando a dor de cabeça tem causas emocionais

Existe uma explicação para a dor de cabeça ou enxaqueca que sente? Possivelmente foi ao médico, realizou exames e as causas físicas foram excluídas. Nesse caso, é possível que essa dor de cabeça possa ter uma causa psicológica e emocional. Quando o seu estado emocional se encontra desequilibrado, pode-se manifestar através de dores físicas.

Então, que causas emocionais podem estar na origem da dor de cabeça?

  • Razão – quando resolve algum conflito baseado exclusivamente no seu lado racional e sem ponderar as suas emoções.
  • Dúvida – o remoer de algum assunto pode levá-lo a se questionar frequentemente e a pensar demasiado na situação. A cabeça e, consequentemente, o lado racional subjuga o seu corpo e a sua vida.
  • Orgulho – por receio de ser dominado, não gosta que pessoas autoritárias controlem aquilo que faz, nem permite ser controlado por elas.
  • Perfeccionismo – autocrítica exacerbada criando auto pressão pelo desejo da perfeição.
  • Vitimização – colocar-se num papel de vítima das situações e de inatividade perante a mudança de velhos padrões.
  • Negação – quando o conflito é evitado por não aceitar pensamentos, sentimentos, impulsos, desejos ou situações que, de forma consciente, são insuportáveis para si.
  • Ganhos – a dor que sente pode trazer ganhos secundários na sua vida sem que se aperceba, como por exemplo, atenção de familiares e amigos, evitamento do outro para o confrontar ou contrariar, entre outros.

Quando existe uma dor de cabeça sem causa física, significa que está a priorizar o racional em detrimento das emoções, gerando elevados níveis de stress no seu organismo. O stress é uma consequência do próprio funcionamento de pessoas com as características acima mencionadas, resultando em cefaleia de stress. Encontrar um equilíbrio entre a emoção e razão evita conflitos internos e a manifestação destes conflitos na sua saúde física.

O que fazer para aliviar a dor de cabeça emocional e prevenir o seu surgimento?

  • Reflita – perceba o que está a acontecer à sua volta – identifique se houve alguma situação de stress ou conflito e ganhe mais consciência desta realidade.
  • Seja flexível – perceba se foi inflexível consigo e/ou com outra pessoa, ponha o orgulho de lado e aprenda com a diferença.
  • Aceite – evite criticar ou rejeitar a opinião do outro e faça do diálogo um recurso mediador para um caminho mais equilibrado na resolução da situação.
  • Seja paciente – diminua a pressa na vida e adquira mais amor e sabedoria para consigo e para com as suas emoções. Liberte-se da tirania da sua autoimposição.
  • Mantenha o bom humor – experimente soltar-se e descontraia, divirta-se mais e ria de tudo e de nada.

O despiste das causas físicas para a dor de cabeça, realizada pelo seu médico, é o primeiro passo. Na exclusão das causas físicas é necessário avaliar a parte emocional. Tente, pelo menos uma vez, acabar com a sua dor sem o auxílio de remédio e com o apoio das dicas apresentadas. Se a dor persistir procure ajuda especializada.

A PSIC atua com uma visão integrada e interativa – biopsicossocial e noético. Através da hipnoterapia, terapias psicossensoriais e terapias de biofeedback ajudamos a ampliar o seu controlo voluntário das respostas físicas do seu organismo e na modulação e controlo ou eliminação da dor. Aliamos o autoconhecimento com a mudança do modo de vida, de atitudes e comportamentos, crenças e pensamentos negativos geradores de stress. Estas intervenções são importantes na transformação do sofrimento em saúde e bem-estar. Estamos disponíveis para orientá-lo e ajudá-lo a alcançar os seus objetivos com segurança e confiança. Marque uma consulta informativa gratuita para saber como podemos ajudar. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Estas são as 5 dicas essenciais para controlar a dor crónica

Sabia que cerca de 37% dos portugueses em idade adulta sofrem de dor crónica? Se pertence a este grupo, talvez já tenha consultado vários médicos e sabe que embora a dor atenue por algum tempo acaba por regressar. A dor que sente é uma dor persistente ou recorrente e afeta a sua vida tanto a nível físico, como emocional e, consequentemente, a nível relacional. Talvez tenha chegado a um ponto em que não sabe o que mais fazer!

A dor crónica pode surgir devido a uma dor física aguda prolongada e de um estado emocional negativo intenso que, mesmo sem a presença de causa física, leva à existência de memórias de dor no corpo. Mas sabia que a sua dor também pode estar relacionada com questões emocionais? Traumas e stress recorrentes, bem como emoções reprimidas libertam neuro-hormonas que prejudicam o corpo.

Deixamos-lhe 5 dicas naturais para atenuar a dor e aumentar a sua qualidade de vida:

  • Alimentação – adote uma dieta que inclua alimentos anti-inflamatórios, como alguns vegetais, frutos vermelhos ou peixes gordos, para equilibrar o seu organismo;
  • Relaxamento – ao relaxar, elimina a rigidez corporal, promovendo a calma que liberta os opióides naturais responsáveis pela analgesia da dor;
  • Exercício – o exercício, prescrito pelo seu médico de acordo com o seu problema de saúde, promove o equilíbrio articular e fortalece os músculos;
  • Invista no prazer e bem-estar – algumas inflamações no nosso corpo estão relacionadas com a raiva. Como a raiva e o prazer são incompatíveis, aposte em atividades que lhe deem prazer e que acabam por afastar a dor, como: entretenimento, meditação, relaxamento, convívio, hobby,..
  • O poder da mente e a respiração – atribua uma cor à sua dor e uma cor diferente ao alívio que deseja. Agora relaxe: inspire a cor do alívio e direcione para o local da dor e expire a cor que representa a dor, sempre imaginando apenas as respetivas cores.

Sabemos que esta dor lhe causa imenso sofrimento, pode sentir incapacidade física e uma mudança nas suas relações familiares e/ou um afastamento dos seus amigos. Pode também sentir que está dependente de outros e que a sua vida nunca mais terá alegria.

Ponha em prática estas dicas e veja se consegue sozinho atenuar a dor. Tenha em atenção que, por vezes, a dor é um S.O.S que necessita de atenção profissional. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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5 perguntas sobre a Fibromialgia – das causas ao tratamento

1 – O que é a Fibromialgia?
A fibromialgia é uma dor crónica que se localiza em várias partes do corpo. Geralmente, afeta músculos, tendões e ligamentos causando uma dor intensa, prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar do paciente.

2 – Quais as principais causas para a Fibromialgia?
A principal causa da fibromialgia ainda não é conhecida, todavia considera-se que terá origem em fatores físicos e emocionais, podendo surgir devido a uma suscetibilidade genética, a traumas físicos e/ou a traumas psicológicos.

3 – Quais os principais sintomas da Fibromialgia?

  • Dor crónica generalizada – dor muscular constante localizada em vários locais específicos do corpo, como o pescoço ou a região lombar e que dura pelo menos 3 meses.
  • Ansiedade – estes sintomas podem prejudicar muito a qualidade de vida dos pacientes.
  • Alterações de Concentração e Memória – podem ter implicações nas atividade do dia-a-dia, causando muitas vezes dor de cabeça.
  • Insónias – bem como outros distúrbios do sono, como um sono perturbado, por acordar várias vezes ao longo da noite devido da dor intensa.
  • Fadiga – cansaço, mesmo após várias horas de sono
  • Depressão – sintomas depressivos, choro fácil, diminuição do prazer em realizar as atividades diárias.

4 – Como se expressa a ansiedade e depressão na Fibromialgia?
Estes sintomas quando associados à elevada severidade da dor, podem gerar pensamentos automáticos negativos, falta de otimismo e descrença em relação ao processo de recuperação, medo constante e focalização mental da dor, levando assim ao acentuar de sintomas de ansiedade e depressão.
As pessoas que sofrem de fibromialgia, por vezes optam pelo isolamento, evitam atividades sociais, que lhes poderiam proporcionar prazer em situações normais, devido à intolerância à dor que sentem. Adquirem ainda uma perceção acerca do seu estado de saúde como frágil e imprevisível, levando a um aumento de sentimentos como insegurança, frustração, inutilidade e baixa autoestima.

5 – Como tratar a Fibromialgia?
A PSIC recomenda um programa terapêutico adaptado à sua situação, para ajudar a gerir e aliviar os sintomas da doença, contribuindo para o seu bem-estar e aumento da qualidade de vida. Consulte aqui um testemunho de um paciente de fibromialgia e saiba como podemos ajudar  ou contacte-nos para uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Quer saber mais sobre fibromialgia? Leia também:

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Sabe o que pode estar a magoar os seus pulmões (mesmo que não seja fumador)?

Sabia que a saúde pulmonar está associada à predisposição à vida, à vontade de interagir com o ambiente ao nosso redor e à capacidade de manter relações interpessoais?

Todos sabemos que os pulmões são órgãos do sistema respiratório e que a sua principal função é oxigenar o sangue e eliminar o dióxido de carbono do nosso organismo. Os pulmões são também considerados órgãos de contacto e relacionamento com a vida e com o ambiente. São órgãos que refletem a nossa capacidade de absorver o que existe no exterior, bem como a nossa capacidade para exteriorizar emoções, pensamentos e ideais. Há assim um processo de troca, onde se dá mas também se recebe.

As doenças pulmonares são as principais causas da morte da maioria das pessoas que desistem da vida, quer seja por uma doença grave, por uma grande desilusão, pela perda de alguém ou por uma tristeza profunda. Muitas das vezes o receio de se envolver em algumas situações da vida, de dar os primeiros passos para a independência e o medo de receber um não, também são fatores emocionais que podem originar problemas nos pulmões.

Se quer prevenir doenças pulmonares, já sabe, mantenha-se disposto a viver a vida e a lidar com as mais diversas situações do seu dia-a-dia. A PSIC pode ajudá-lo a manter os seus pulmões saudáveis, cuidando da sua saúde emocional!

PS: Se é fumador, o risco de problemas nos pulmões é ainda maior! Saiba como podemos ajudar aqui.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins

Os rins são por excelência o órgão do equilíbrio e a morada da nossa energia essencial. A sua principal função é a filtragem das substâncias absorvidas pelo organismo, identificando quais as substâncias benéficas e que podem ser utilizadas e quais as substâncias tóxicas que precisam ser eliminadas.

 

Sabia que os problemas renais podem estar relacionados com a incapacidade de filtrar, desprender e eliminar factos desagradáveis do passado, como sentimentos e comportamentos?

Estas são as 5 emoções mais frequentemente ligadas aos problemas renais:

1 – Habitualmente a emoção que desequilibra os rins é o medo. Quem se sente inseguro e com medo em relação ao futuro, anda desassossegado com várias preocupações e tende a apresentar dores nos rins.

2 – O sistema renal é composto por um par de rins, estando dependente da parceria e cumplicidade entre o par para uma correta atividade. Assim, o bom funcionamento dos rins também pode ser posto em causa no decurso de conflitos relacionais.

3 – O saudável funcionamento renal também é afetado pelo foco excessivo nas dificuldades;

4 – Pela falta de direção pessoal;

5 – E por problemas psicológicos herdados.

 

Se quiser esclarecer dúvidas em relação a este assunto ou se pretender saber mais sobre as causas psicológicas que podem estar na origem dos seus problemas renais, entre em contacto connosco.

Se ficou com curiosidade sobre a ligação entre a saúde emocional e física, reveja o nosso artigo O stress adoece o corpo?

 

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Porque é que as mulheres estão mais sujeitas a sofrer de dor crónica?

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No decurso de vários anos de experiência clínica acompanhei diferentes tipos de dor crónica. A maioria dos casos eram curiosamente mulheres, o que me levou a refletir sobre os principais fatores psicológicos da dor crónica, tais como:

  • Não corresponder às expectativas – gera sentimentos de culpa, revolta e medo, autonegligência e envolvimento em atividades penosas e relacionamentos não gratificantes que induzem a dor
  • Vivência submissa, contrariada e reprimida em vários domínios – sexual, familiar, profissional
  • Modelo familiar – a convivência com familiares com dor conduz a repetição dos sintomas
  • Benefícios secundários – a dor possibilita momentos de atenção e afeto e adia o confronto com problemas ou a fuga perante situações que se quer evitar
  • Assédio e/ou abuso – induzem sentimentos de culpa, raiva, vergonha, impotência… que se traduzem em dor
  • Desconhecimento dos sintomas da depressão – a dor, por vezes, é uma manifestação da depressão

A compreensão do significado da dor e a resolução da mesma, muitas vezes, só é conseguida com ajuda profissional.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

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