7 dicas para aumentar a motivação

A motivação consiste na força interna que regula e sustenta todas as nossas ações importantes. Pode ser intrínseca, associada a metas, objetivos e projetos pessoais ou extrínseca, conectada ao ambiente, às situações e aos fatores externos.

 

Nos tempos em que vivemos sentirmo-nos motivados pode ser difícil. Os obstáculos na vida pessoal e/ou profissional acontecem e é importante entendê-los como parte do nosso caminho para algo melhor – o sucesso.

 

Para isso, precisamos de reforçar a motivação de forma diária e recordar que sermos bem-sucedidos começa no momento em que o decidimos ser.

 

Quer aumentar a sua motivação? Se sim, leia as nossas dicas que podem ajudar.

1 – Estabeleça metas viáveis e com um prazo para as cumprir

Saber onde queremos chegar é fundamental para que possamos manter o foco nos nossos objetivos. Estabelecermos metas, facilita a nossa gestão de tempo para realizarmos os nossos sonhos dentro do prazo estabelecido.

 

2 – Aprenda a reconhecer e comemorar as pequenas conquistas

É importante percebermos e valorizarmos as pequenas conquistas e parar para comemorá-las. Assim, desenvolvemos um ciclo de gratidão e de recompensa pelos nossos esforços – o que nos manterá bem dispostos para encarar os desafios da vida.

 

3 – Trabalhe a força de vontade e autodisciplina

Ter força de vontade permite-nos agir de forma intencional perante o que temos a fazer e a vencer as dificuldades e/ou os estados de humor. A força de vontade estabelece uma relação muito forte com a motivação, refletindo-se nas nossas ações que se tornam mais eficazes quanto mais autodisciplina for colocada na persecução do objetivo a alcançar.

 

4 – Aceite os seus erros

É normal cometer erros. Evite ser muito crítico, olhe para esses erros como uma oportunidade de aprendizagem. Lembre-se que todos erramos! Na verdade, as pessoas mais bem-sucedidas falham ainda mais porque estabelecem metas mais elevadas do que qualquer outra pessoa que escolhe estar na zona de conforto.

 

5 – Execute uma autoanálise do que tem

Alguns problemas de motivação podem surgir pela falta de visualização do que temos à nossa volta. Quantas vezes já parou para avaliar o que tem na sua vida? Alguns exemplos, como ter família, casa, emprego, saúde, pessoas que o amam, entre outros. Apreciar pequenas coisas da vida é uma grande fonte de motivação.

 

6 – Faça pausas

As pausas são importantes para que possamos manter a energia e a empolgação com as nossas atividades diárias. Saber descansar e reconhecer a importância dos momentos de descanso aumenta a nossa motivação, pois evita um desgaste desnecessário.

 

7 – Procure ajuda profissional

Se sentir que a falta de motivação persiste por longos períodos e condiciona a sua vida, é importante identificar as causas que muitas vezes podem ser de origem mais profunda, como a depressão, ansiedade e dificuldades em superar obstáculos que levam à procrastinação.

 

Na Clínica PSIC pode, através do Programa Detox Emocional, superar os impedimentos emocionais e ampliar a sua capacidade motivacional, de forma a atingir os seus objetivos e melhorar a sua qualidade de vida.

Marque uma consulta informativa na Clínica PSIC, que pode ser online ou presencial.

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Mitos sobre a masculinidade que agravam a saúde mental

 

  • Os homens não choram
  • Os homens têm que ser fortes
  • Os homens não podem demonstrar o que sentem

Reconhece estas frases?

Desde muito cedo que a sociedade impõe padrões de comportamento esperados pelo homem, mas é o nosso dever desconstruí-los!

Em pleno século XXI, muitos homens mantêm-se reféns do sofrimento, para evitarem demonstrar que algo não está bem. Este silêncio emocional surge da falsa ideia de masculinidade que os homens “não choram, não fraquejam”, o que compromete gravemente a sua saúde mental e física.

 

Como se desconstroem estes mitos sobre a masculinidade?

É preciso comunicar e reforçar as desvantagens em ficar retido nesses padrões:

  1. Limitação nas formas de agir
  2. Sofrimento por pressão dos pares para agir de certa maneira
  3. Impactos negativos para a saúde mental e física
  4. Dificuldade em manter relacionamentos
  5. Contribuição para comportamentos desiguais
  6. Perpetuação do padrão de forma transgeracional

 

Corresponder com as normas sociais que regem a identidade masculina é algo contínuo. Há uma necessidade de sentirem-se inseridos neste tipo de padrão que irá refletir-se no dia-a-dia, em casa, no trabalho, na escola e nas relações, no geral. Gera-se uma limitação emocional nos homens ao esperar que correspondam, ao vestirem a capa contra a vulnerabilidade.

 

Liberte a capa, mas recorde o seu super-herói quando era criança, o seu pai. Criar filhos é um desafio, trata-se da construção de um futuro ao transmitir valores a uma próxima geração. É o papel dos pais ensinar, guiar e proteger. E nos momentos menos bons, são ainda mais fortes quando expressam o quão frágeis são. Desde cedo, que são o reflexo dos filhos e por isso, que permitam, de igual forma sentir, exprimir e explorar a vida, livremente. Prepare-se hoje o futuro!

 

Ter a capacidade de reconhecer e procurar ajuda é uma prova de amor para connosco, é motivo de orgulho. Na PSIC podemos ajudar a lidar com as consequências geradas por este tipo de padrão e a preservar e manter a saúde emocional e física.

Garanta a sua consulta informativa gratuita, presencial ou online.

 

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Porque sentimos culpa?

No contexto atual desta pandemia Covid-19, é frequente que o sentimento de culpa seja reforçado. Porque é importante compreender para vencer, deixamos-lhe 7 respostas sobre o tema da Culpa.

7 respostas sobre a Culpa:

1 – O que é a Culpa?

A culpa envolve um mau comportamento ou, simplesmente, a crença de ter feito algo errado. E prende-se, em geral, com alguma má ação que ofende, ignora ou provoca danos a outrem, violando com frequência valores pessoais, uma regra ou uma norma social.

 

2 – Como é que o cérebro processa a Culpa?

Alguns estudos apontam que existe uma região específica no cérebro que é ativada quando o sentimento de culpa é experienciado. E, curiosamente, o cérebro dos psicopatas (que por definição, não sentem culpa) do ponto de vista anatómico e funcional é diferente. Há diferenças nas áreas que processam a cognição e o raciocínio e nas que processam a atividade emocional. A conexão entre estas duas áreas falha, ou seja, quem apresenta lesões nessas áreas tem falta de empatia, de medo, de angústia, de sentimentos de culpa e de vergonha.

 

3 – Como identificamos a culpa na expressão facial?

A culpa pode ser identificada através de 3 expressões faciais:

  1. Evitar o olhar do acusador
  2. Manter as pálpebras baixas e semicerradas
  3. Lançar ao acusador apenas alguns olhares furtivos

 

4 – Qual a relação da culpa com a pandemia Covid-19?

Uma das fontes de origem deste sentimento é a pandemia em que vivemos:

  1. Sentir-se responsável pela contaminação do próximo
  2. Ter dificuldade em dar apoio aos familiares/amigos nos hospitais
  3. Manter a distância dos familiares
  4. Ter sido infetado e ter ficado bem – síndrome do sobrevivente
  5. Ter sido impedido de homenagear um ente querido
  6. Ter sido imprudente para com as medidas de segurança
  7. Sentir-se impotente perante a vida

 

5 – Quais os aspetos favoráveis da culpa?

  1. Incentivo para alterar e/ou melhorar a nossa conduta
  2. Esculpa uma melhor versão de nós próprios
  3. Limita os interesses pessoais
  4. Abre espaço para as ações altruístas

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Porque é urgente libertar-se da mágoa (e como)

6 – Qual a melhor cura para a culpa?

O perdão. O perdão que recebemos dos outros e o perdão que podemos conceder a nós próprios. Pode surgir em forma de arte, numa pintura ou numa carta, cada um pode encontrar a melhor forma de se expressar e exteriorizar o que sente.

 

7 – Quando procurar ajuda?

Quando a culpa começa a condicionar e a causar prejuízos na sua vida. Problemas de saúde física, emocional e mental; isolamento social; dificuldades e baixa produtividade no trabalho e conflitos na família são indícios de que uma ajuda profissional é necessária.

 

Na PSIC oferecemos uma consulta informativa que pode ser online ou presencial. Saiba mais aqui sobre o nosso programa intensivo – Detox Emocional Intensivo.

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Qual é a função dos neurotransmissores no equilíbrio das nossas emoções?

Existem inúmeras reações do nosso corpo que influenciam o nosso humor, disposição e felicidade, e importa compreender os efeitos das mesmas no nosso comportamento. É também muito útil compreender como é possível estimular sensações e emoções boas, de forma a contribuir para um estilo de vida mais saudável e seguro.

O que são os neurotransmissores?

De acordo com a Neurociência, os neurotransmissores são agentes que transpõem informações acerca de uma determinada emoção ou comportamento em forma de reação química, denominada de sinapse.  Dentre os neurotransmissores atuantes nos nossos processos emocionais destacam-se as monoaminas: serotonina, noradrenalina e dopamina.

É possível afirmar que os neurotransmissores moldam, de muitas maneiras, a forma como vivemos a vida e quem somos. Assim sendo, vamos começar por esclarecer o propósito e/ou efeitos que os neurotransmissores assumem no nosso comportamento.

Os 3 principais neurotransmissores emocionais

  1. Serotonina – Sensação de bem-estar e felicidade. Os seus níveis são afetados pelo exercício físico e pela exposição à luz solar. Ajuda a equilibrar o humor, o ciclo do sono e a digestão. Insuficiência de serotonina: Pode surgir depressão, irregularidade no humor, enxaquecas e perturbação disfórica pré-menstrual – a nossa famosa TPM.
  2. Noradrenalina – Influencia o humor, ansiedade, sono e alimentação. Possui como uma das suas principais funções, aumentar a energia química no organismo para dar respostas rápidas em situação de stress. Contribui, também, para aumentar a vigília e a atenção. Insuficiência de noradrenalina: Pode ocorrer ansiedade, instabilidade emocional e depressão.
  3. Dopamina – Relacionada ao prazer, satisfação, vício, movimento e motivação. A sinalização da dopamina é essencial para o sistema de recompensa do cérebro, influenciando o indivíduo a repetir comportamentos que levam à libertação desta. Estes comportamentos podem ser naturais, como na alimentação e na atividade sexual, ou patológicos, como na dependência de drogas e jogos. Insuficiência de dopamina: Pode surgir um quadro de depressão, ansiedade, baixa capacidade de memorização, concentração e, até mesmo, a doença de Parkinson.

Como podemos evitar uma insuficiência de neurotransmissores?

Abaixo, indicamos-lhe algumas formas de estimular a produção de neurotransmissores no cérebro, potenciando um estilo de vida mais saudável, através de:

  • Exercício físico – Melhora o fluxo de nutrientes para o cérebro e aumenta os níveis de dopamina, serotonina e noradrenalina.
  • Alimentação equilibrada – Refeições ricas em nutrientes como tirosina, ácidos graxos, ômega 3 e aminoácidos, presentes em frutas, legumes, peixes e ovos, elevam os níveis de dopamina.
  • Cuidado com a saúde intestinal – A nossa flora intestinal regula e impacta quase todas as hormonas no nosso corpo, incluindo tireoidianos, estrogênio e a melatonina. Alguns destes, tem conexão direta com funções vitais do nosso corpo na produção de neurotransmissores.
  • Meditação – Melhora o foco, aumenta a capacidade de concentração e eleva os níveis de dopamina no corpo.
  • Ouvir música – Ativa o sistema de recompensa, consequentemente, a libertação de dopamina e causa um bem-estar.

Curiosidade: A inexistência e/ou baixa exposição à luz solar e a falta de exercício físico interfere com o nosso ciclo do sono. Isto justifica, em parte, a possibilidade das insónias durante o confinamento. Os indivíduos com graus diferenciados de cegueira, devido à má perceção de luminosidade têm dificuldades em produzir melatonina, responsável pela iniciação do sono, que advém da serotonina, tendo que recorrer a medicação.

O equilíbrio dos neurotransmissores é suficiente?

É importante salientar que é difícil um equilíbrio dos neurotransmissores quando a harmonia com o que sentimos está comprometida. É fundamental investirmos num estado de equilíbrio, pois este permite um controlo das nossas emoções de forma a propiciar o surgimento de bons sentimentos e consequentemente, bons comportamentos. Assim sendo e com o propósito de atingirmos um estado de equilíbrio, é aconselhável recorrermos a um psicólogo como ação preventiva e de manutenção, com o intuito de promover um estado geral de saúde do corpo e da mente. Deste modo, podemos seguir com maior segurança.

Como é que a PSIC – Psicologia Integrada pode ajudar?

É compreensível que as dicas sugeridas possam ser insuficientes, dado o momento atual. A PSIC – Psicologia Integrada pode ajudar da seguinte forma: identifica e elimina as barreiras que impedem a autoaplicação, auxilia a obter uma maior capacidade no controlo das emoções, modulação dos sentimentos, processamento rápido de informações através de intervenções psicossensoriais e de neuromodulação, de modo a estimular a produção equilibrada dos neurotransmissores. Para desenvolver comportamentos adaptativos e preservar a saúde poderá conhecer melhor os programas e modalidades terapêuticas da PSIC, através de uma consulta informativa gratuita, presencial ou online.

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Como pode um psicólogo ajudar em momentos de crise?

A História ensina que, tal como aconteceu na I e II Guerra Mundial, depois de superada uma crise, as pessoas tendem a encontrar-se para brindar e abraçar, em forma de comemoração excêntrica. É expectável que, depois do confinamento, e com as presentes ordens de distanciamento físico e consequente proibição do abraço, a maior parte das pessoas esteja carente da proximidade do outro.

Como reagem as pessoas ao desconfinamento?

Existe uma diferença entre este momento e todos os outros exemplos que a História nos dá: a experiência digital. Após a obrigatoriedade da socialização à distância, é provável que surja um aumento de dificuldades no regresso à “normalidade”: acentuam-se certos padrões de funcionamento pré-existentes, fomentados pela tendência para o isolamento, onde se investe no contacto apenas através das redes sociais, saindo-se cada vez menos à rua.

Sem sombra de dúvida este é um período de mudanças, que ganha um novo sentido diante da revisão de valores provocada por esta crise sanitária sem precedentes. Podemos citar o impulso de valores como a solidariedade e a empatia, a redescoberta de novos significados e caminhos a seguir, a adaptação a uma nova forma de trabalhar e novos métodos de educação para os filhos.

Ao mesmo tempo, é comum observar algumas pessoas em negação da situação e que, por isso, se expõem a riscos. Já outros podem sentir medo da proximidade, experienciar sentimentos de ansiedade, como se o sistema de alerta estivesse sempre ligado. Há quem experiencie algum desamparo, solidão, carência e até mesmo depressão. Também encontramos quem sinta frustração e até apresente reações de raiva, que se espelham no aumento da violência doméstica e das separações, sem contar com a desesperança mediante a ameaça à sua sobrevivência.

Num cenário de constante mudança, pode um Psicólogo ajudar?

Sim! O psicólogo, além de ajudar a lidar com perturbações da saúde mental, ajuda a desenvolver a capacidade para ultrapassar momentos de crise como este.

Um profissional da área pode ajudá-lo a:

  • Potencializar a clareza mental e a flexibilidade necessárias para lidar com a mudança;
  • Desbloquear e limpar as emoções e comportamentos que o paralisam ou o bloqueiam;
  • Auxiliar na integração do pensar e do sentir, reorganizando os processos cognitivos e emocionais num jogo de conexão mente-corpo;
  • Ensinar a cuidar de si próprio;
  • Fornecer as ferramentas necessárias para que aprenda a fortalecer-se e a manter-se bem.

Quem pode recorrer a ajuda psicológica?

Um Psicólogo pode ajudar qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Seja um executivo, um estudante, um desempregado, uma criança, um adulto, uma pessoa saudável ou uma pessoa que sofra de alguma doença. Todos, por diferentes razões e em diferentes contextos, podem beneficiar da ajuda psicológica.

Que terapias podem ajudar?

A Clínica PSIC aposta no bem-estar psicológico da pessoa e, para isso, faz uso de vários tipos de intervenção. A partir do psicodiagnóstico formal e psicossensorial, fazemos uso de métodos e técnicas como a psicoterapia, hipnoterapia, aconselhamento e desenvolvimento pessoal, que permitem, em conjunto com a pessoa, aceder a questões internas, superá-las e integrá-las, de forma a restabelecer o equilíbrio emocional. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita e conhecer as nossas modalidades. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Qual a diferença entre amor e paixão?

Borboletas na barriga, palpitações, mãos suadas, pensamentos constantes, euforia e ausência de fadiga são algumas das sensações relatadas por pessoas quando estão apaixonadas. Mas, o que é a paixão? E o que é o amor?

Para entender a diferença entre paixão e amor é necessário olhar para o organismo e falar de química.

De um modo geral, o amor divide-se em três momentos:

  • No primeiro, há o desejo, despertado pelas hormonas sexuais.
  • No segundo, dá-se a paixão, surgindo sintomas como dificuldades em dormir e pensamentos constantes acerca da “pessoa amada”, que são favorecidos pela presença de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina.
  • No terceiro, dá-se o amor propriamente dito. Cria-se um sentimento de ligação e conexão entre parceiros, despertado pela presença de oxitocina, a hormona do amor.

As substâncias mencionadas têm um papel definido:

  • A dopamina produz a sensação de energia e foco
  • A noradrenalina é responsável pelo desejo sexual
  • A oxitocina é responsável pelos laços afetivos intensos – o amor.

Se já esteve apaixonado, de certo reconhecerá o comportamento relacionado com a dopamina, a hiperatividade. Existe uma incrível motivação e ausência de fadiga e fará de tudo para estar com a “pessoa amada”.

A paixão pode ser duradoura?

Essa incontestável admiração pelo objeto de desejo é temporária. Com o passar do tempo, volta a pensar com clareza e o seu parceiro surge sob outra luz. Após meses de admiração recíproca, alimentada pelas hormonas, a relação passa por consideráveis alterações, mas os laços intensos podem prevalecer, com o contributo da oxitocina.

Com o tempo e ao encontrar o parceiro certo, o sentimento inicial evolui e amadurece. Passará a contemplar outras formas elevadas de beleza e da paixão nasce o amor.

E o amor pode perdurar?

A relação amorosa vive da aceitação e cumplicidade entre as duas pessoas, do porto seguro encontrado no parceiro, no abraço afetuoso que os une e dos sonhos e projetos em comum. É normal que as relações amorosas sejam pouco lineares e que por isso passem por altos e baixos. Tão importante como superar os momentos difíceis de uma relação é preveni-los, investindo tempo na qualidade da relação.

Se neste momento procura investir na qualidade da sua relação, saiba que a PSIC pode ajudar. Trabalhamos para ajudar o casal a construir uma relação saudável, aceitando as diferenças entre ambos, eliminando as emoções negativas que geram conflito e procurando uma melhor interação.

Saiba mais sobre a nossa Terapia de Casal através da nossa Consulta Informativa Gratuita. As consultas podem ser presenciais ou à distância.

 

 

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Como controlar as suas emoções?

Quando se depara com situações de pressão ou momentos difíceis, nem sempre é fácil manter a calma e evitar deixar-se levar pela emoção do momento. É importante saber gerir as emoções, principalmente diante de situações que podem ter repercussões no seu futuro.

Para lidar com essas situações é necessário ter a habilidade de lidar com os seus próprios sentimentos e saber manter um equilíbrio entre a razão e a emoção.

5 dicas para controlar as emoções

Então como fazer para controlar as suas emoções? Mostramos-lhe 5 dicas práticas que o podem auxiliar a lidar com as suas emoções em momentos difíceis:

  1. Respire profunda e calmamente: tome o seu tempo e conscientemente preste atenção ao ritmo da sua respiração. Desta forma, ajuda a interromper a resposta automática e defensiva diante de uma possível ameaça emocional.
  2. Saia do ambiente: quando necessário, afaste-se, observe a situação de longe e tome um copo de água. Este distanciamento favorece novas perspetivas.
  3. Dê nome ao que sente: quando identificar uma emoção forte, procure dar-lhe nome e pergunte-se em que altura já sentiu isso. Só vai saber lidar com aquilo que conhece e é bom começar por saber o que sente, para depois procurar saber como diminuir a sua intensidade.
  4. Aceite o que sente: quando nega certas emoções, favorece que estas apareçam de forma descontrolada em outro momento. Todas as emoções são necessárias, permita-se senti-las.
  5. Observe as reações físicas: quando sentir uma determinada emoção, preste atenção às manifestações dessa no seu corpo que podem surgir como um gosto amargo na boca, um arrepio de frio, um aperto no peito, uma dor de barriga…

Outros textos sobre emoções, controlo e equilíbrio emocional

E porque controlar as emoções não é sinónimo de as reprimir, leia também:

Como a PSIC pode ajudar?

É importante compreender que as emoções formam um estado, mas não são uma característica sua, por isso, evite repetir que é uma pessoa “nervosa, ansiosa, triste…”. Se sente que o seu  estado emocional o aprisiona de tal forma que se torna difícil ver para além dele, é um sinal de que deve procurar ajuda especializada que o ajude a desenvolver a capacidade de entender as suas próprias emoções e a direcioná-las positivamente, sem prejuízo para o seu bem-estar.

Na clínica PSIC fornecemos recursos para alcançar a atitude consciente, o domínio das emoções e o equilíbrio na vida, através de um Programa Intensivo de 3 semanas Detox Emocional Intensivo.

Aproveite para marcar uma Consulta Informativa Gratuita  onde poderá tirar as suas dúvidas e conhecer as nossas modalidades. As consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Sabia que o intestino é tão importante como o cérebro na saúde mental?

Sim, é verdade. Acredite que o intestino faz mais do apenas digerir os alimentos. Este órgão tem a capacidade de proteger contra doenças e ajudar no funcionamento do cérebro. A sua importância é tal que já o denominaram de “segundo cérebro”.

Como é que o intestino interfere no equilíbrio do organismo?
70% das células do sistema imunitário residem neste órgão. É por isso que ter um intestino saudável é essencial para a prevenção de doenças. Este órgão aloja 500 milhões de neurónios e triliões de bactérias que estão envolvidas em processos essenciais do organismo. Esta quantidade de neurónios é o suficiente para que os circuitos desde órgão atuem sozinhos, sem comando cerebral, formando um sistema nervoso próprio que coordena:

  • tarefas de libertação de substâncias digestivas
  • movimentos que estimulam a excreção do bolo fecal

A ligação entre intestino e o cérebro é feita através do nervo vago, uma estrutura que passa pelo tórax. Assim, o abdómen envia mensagens para o cérebro e o inverso também acontece. Essa é a razão pela qual diante de uma situação de stress, pode sentir um calafrio na barriga ou vontade súbita de ir à casa-de-banho.

Uma das principais substâncias produzidas e armazenadas neste órgão que afeta o seu estado emocional é serotonina, um neurotransmissor responsável pelo bom humor. Baixos níveis da serotonina estão associados a ansiedade e a depressão, por isso, ao preservar a saúde intestinal está a prevenir estes quadros.

É importante também lembrar dos triliões de bactérias que formam a sua flora intestinal, ou microbioma, que auxiliam na digestão de alimentos e a retirar deles a energia que precisa. O microbioma, interfere na predisposição a várias doenças e é capaz de influenciar até o comportamento e as emoções. Um microbioma saudável é diverso, contendo uma grande variedade de espécies diferentes de micro-organismos, que podem influenciar:

  • o peso e maneira como a gordura é armazenada
  • os níveis de energia
  • as emoções e o bom humor

Então, como preservar a saúde intestinal e fortalecer a saúde física e emocional?
O microbioma é formado a partir do nascimento e funciona como um computador intestinal. Deve apostar nas bactérias certas, que vão preencher o microbioma de “sensores do bem”. Procure:

  • Diversificar o microbioma: o microbioma será tão variado quanto mais variada for a sua dieta, garantindo que este absorve o máximo de nutrientes possíveis. Evite o glúten e aposte em probióticos, bactérias reconhecidamente benéficas e que podem ser encontradas em iogurtes, kefir de leite e de água, leites fermentados, queijos e cápsulas.
  • Reduzir o stress: aposte na meditação, relaxamento ou ioga pois, irá favorecer a produção de substâncias que contribuem para o humor e bem-estar.
  • Evitar certas substâncias: se já tem sintomas de algum problema intestinal, deve evitar álcool, cafeína e comidas muito condimentadas, pois estas podem agravá-lo;
  • Dormir melhor: mudar ou interromper o seu relógio biológico, alterando os padrões de sono, também prejudica o funcionamento do seu intestino. Procure desenvolver uma rotina do sono.
    • Estas dicas evidenciam que existem diferentes áreas implícitas na saúde emocional, tornando-a complexa e dinâmica. Se ao ler estas dicas, se apercebeu de alguma negligência perante a sua saúde e considera difícil agir corretamente, deixe de se prejudicar e procure ajuda.

      A Clínica PSIC utiliza abordagens integrativas e sistémicas na área da Psicologia Clínica, para que possa refletir sobre o seu modo de vida atual e equilibrar as diferentes áreas implícitas da sua saúde emocional. Para saber mais informações, usufrua da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

      Leia também:
      Como o stress afeta o estômago
      http://bit.ly/2qQalGh

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Como lidar com as emoções natalícias

Como lidar com as emoções natalícias

Tradicionalmente, a época natalícia permite refletir e agradecer o que aconteceu de bom, perto das pessoas que mais ama. Também é o momento onde se apercebe que outras pessoas que deixaram de o acompanhar e o quanto fazem falta, dando lugar a sentimentos como a melancolia, saudade e tristeza. Assim, o Natal assume-se como uma data de forte componente emocional que merece a devida atenção.

Existem duas vertentes emocionais, uma positiva e outra negativa, que convivem de mãos dadas à medida que a quadra natalícia avança.

Numa vertente mais positiva, o Natal é um ponto alto para:

  • unir as pessoas e as famílias
  • partilhar bens e emoções
  • agradecer o que foi conquistado
  • idealizar um novo ciclo

Nesta perspetiva, os acontecimentos parecem ganhar menos importância e as relações pessoais passam a ter o papel principal. Estar com as pessoas de quem mais gosta ganha relevo e traz a alegria de estar bem acompanhado. O simbolismo emocional de “dar e receber” também é importante, pois demonstra o quanto as pessoas se lembram umas das outras.

Já a partilha da refeição, das histórias, dos momentos junto à lareira, de revisitar certos locais, as chamadas para as pessoas que estão longe e que, neste dia, ficam mais perto, são tudo ações que realiza e que ganham relevância pelo enquadramento e para que ocorram mais vezes ao longo do ano.

Noutra vertente mais negativa, no Natal as pessoas tendem a:

  • fazer pontos de situação internos
  • perceber o que lhes falta
  • resumir as emoções negativas

É também nesta quadra, que a ausências de entes queridos se fazem sentir, a saudade dos que faleceram ou dos que estão longe. São também relembradas, as mágoas e desentendimentos com familiares e amigos, fazendo relembrar a dureza destas experiências.

Pode, ainda, sentir necessidade de resumir tudo o que se tornou impossível de conquistar e inclusive, comparar-se com outras pessoas, potencializando o sentimento de inferioridade e a frustração. Deve ter em conta que, as cargas emocionais negativas são mais fortes e pesadas do que as positivas, o que torna mais difícil ultrapassar acontecimentos negativos do que recordar o que foi positivo.

Ter esta dupla atividade emocional é natural em qualquer momento do ano, mas a verdade é que ganha um destaque maior durante esta época de Natal, obrigando-o a uma maior e mais efetiva gestão emocional.

É indispensável apontar aquilo que pode ajudar a tirar o maior proveito das festividades e da quadra natalícia, para que possa aproveitar a disposição afetiva natural desta altura. Procure:

  • Trabalhar a sua perspetiva: tudo depende dos olhos de quem vê e, portanto, deve evitar focar-se no negativo. Claro que as situações negativas precisam de ser resolvidas, no entanto, poderá existir uma melhor altura para centrar os seus esforços do que na quadra festiva, que tem o potencial de as aumentar.
  • Valorizar as suas conquistas: é importante dar valor aquilo que batalhou e conquistou, mesmo que para si possa parecer pequeno quando comparado com outros. Entenda que é irrelevante comparar-se com outros quando os sapatos deles são diferentes dos seus.
  • Simplificar os seus desejos: os desejos devem trazer energia e motivação. Deste modo, evite a angústia e deixe de se focar no impossível. Comece por trabalhar o que é possível. Estabeleça pequenas metas pessoais para que, no próximo encerrar de ciclo, reveja as conquistas como algo planeado e atingido.
  • Expressar as suas emoções: as emoções são naturais e fazem parte de si, então, procure estar com a família e expressá-las, tanto as positivas como as negativas. Expor o que acontece dentro de si tem um cariz libertador.
  • Ser afetivo: esbanje os sinais de afeição, mesmo que esteja a vivenciar sentimentos mais negativos, como a melancolia e a saudade. Pode encontrar nos outros um abraço acolhedor e compreensivo.
  • Crie novas memórias: procurar atividades diferentes pode contribuir para criar novas memórias que vai querer recordar nas próximas épocas festivas.

É importante lembrar que, obrigar-se a sentir-se feliz nesta época é infrutífero e só fará com que se sinta pior. Se estiver perto de alguém que está em sofrimento, entenda que deve respeitar o momento e o espaço dessa pessoa. Se a tristeza atrapalha, então este período acaba por ser um alerta de que existe algo para ser trabalhado psicologicamente.

Aproveite a época natalícia para usufruir do poder construtivo das suas emoções e dar-lhes uma nova atenção. Em 2020, cuide da sua saúde emocional ao longo do ano, pois tudo o que fizer em prol da regulação emocional fará com que chegue ao próximo Natal mais tranquilo.

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O peso do “amor” na dependência emocional

Por vezes quando ama, perde a sua identidade e vive como cópia de si mesmo. Abandona os amigos, afasta-se da família e desprende-se de si. Pára de pensar com a sua cabeça e passa a pensar pela cabeça do outro. Entra num jogo onde dois se tornam um, e este “um” determina a direção dos dois. É apenas um: um no gosto, na preferência, nas necessidades. É o “um” que dita isso ou aquilo para o “nós”. E apaixonado, responde e aceita às imposições feliz na sua paixão cega. Cúmplices, entendem que o “um” é o salvador da pátria, ou a meia laranja, ou a sua cara-metade, a tampa da panela, a pilha que faltava ao brinquedo. Todo este jogo, é alimentado pela ilusão da união perfeita e da satisfação plena. Não precisa de muito mais: “és meu, sou teu” e ponto. E seguem na ilusão.

Já pensou na relação entre a pilha e o brinquedo?
“Imaginemos um brinquedo dentro da sua caixa, de formas atrativas e cores cativantes… mas inerte, incapaz de apresentar os seus encantos por si só. Em contrapartida, a pilha, cheia de energia, chega disposta a dar vida ao seu brinquedo e consegue que esse monte de plástico se movimente, fale, caminhe, acenda as luzes e se comporte como se fosse um carro de fórmula 1 ou um palhaço. Mas essa mesma pilha, tão suficiente face ao brinquedo, é coisa pouca sem a sua combinação de plástico e metal. Seria um cadáver inútil, cheio de possibilidades, sim, mas apenas um cadáver até que se demonstre ao contrário, até que justifique a sua existência ao unir-se com outro ser a que pode dar vida.” Adaptação de Mariela Michelena

Nesta fusão, sentem que não são nada um sem o outro, e inconscientes sofrem as consequências. É que no desenrolar da relação, o “não existir” começa a ganhar peso, o peso da insatisfação e da frustração, da dependência emocional… E também começam os sintomas, como: medos, fobias, ansiedade, ataque de pânico, depressão…. Sem contar com as doenças, como o cancro, problemas de coluna, glandulares, talvez incontáveis intervenções cirúrgicas. Também os acidentes fazem parte deste rol.

Se reconhece a sua relação nesta descrição, temos algo de muito importante para lhe dizer: o amor é algo leve e proveitoso. Onde a cumplicidade existe e cada um é “um completo” – sustenta-se individualmente e na relação. Mantém-se fiel a si mesmo, nas amizades, família e preferências pessoais, onde os dois partilham e usufruem o que há de melhor em cada um.

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