Era uma vez uma princesa apaixonada… mas o príncipe não tinha tempo para ela

“Era uma vez uma princesa apaixonada pelo seu príncipe azul, que tinha pouco tempo para lhe dedicar. Era muito ocupado com reuniões da corte, com a caça à raposa e com viagens pelos reinos próximos. Quando a princesa lhe perguntava quando podiam ficar juntos, ele suspirava e em voz baixa dizia que, infelizmente, não podia fazer planos precisos, porque estava muito ocupado com os deveres da corte. A princesa era compreensiva e confiante. Bastava-lhe que, de vez em quando, o príncipe lhe direcionasse o olhar ou lhe prometesse uma visita futura. Com o passar do tempo, as amigas da princesa casaram-se com os seus príncipes azuis, tiveram filhos e cresceram experimentando as diferenças das várias fases da vida e das relações. A princesa sente-se jovem, à espera que a promessa do príncipe se torne real. Um dia, olha-se ao espelho e não se reconhece. Vê-se como uma velha enrugada com cabelos brancos. Olhando-se profundamente nos olhos, para ver se restava alguma coisa de princesa, apenas se depara com a ilusão que por muitos anos a impediu de ver aquilo que era evidente”.

Pergunta: ao ler esta história identificou-se com a princesa apaixonada? Se a sua resposta foi sim, talvez signifique que se encontra num relacionamento que deixou de ser saudável, que lhe provoca mais sofrimento do que alegria, onde as ações do outro são maioritariamente egoístas. Às vezes, pondera sair desse relacionamento, mas a sua passividade emocional (como no caso da princesa), impede-a de ver os factos com clareza, ficando à espera que tudo mude e quando dá por si, passaram-se anos numa relação de ilusão.

Será que, tal como a princesa apaixonada, precisa de ver o que é evidente? Aqui ficam algumas sugestões para reflexão:

Deixamos-lhe 5 dicas naturais para atenuar a dor e aumentar a sua qualidade de vida:

  • Seja honesta – É verdadeira consigo própria? Segue os seus valores e as suas opiniões? O que deixou de fazer por causa do outro?
  • Compare os seus comportamentos – recorde-se dos seus comportamentos e atitudes antes desta relação e compare-os com os de agora. Vai ajudá-la a perceber em que medida isso a mudou;
  • Meça a sua felicidade – neste momento, de 0 a 10, quão plena e satisfeita se sente na relação?
  • Peça uma opinião aos amigos e familiares mais próximos – por vezes quem está de fora e principalmente quem gosta de nós, consegue ter uma visão diferente;
  • Preste atenção aos sinais – que desvios o outro faz para não estar consigo na relação? Que utilidade tem para essa pessoa?

Tem consciência que está numa relação onde a infelicidade perdura? Sente que sair desse ciclo parece ser uma missão impossível? Então tome nota: uma relação é constituída por duas pessoas e ambas têm direito a ter um papel ativo na relação. Portanto, está também nas suas mãos agir e lutar pela sua felicidade! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

Porque é urgente libertar-se da mágoa (e como)

É uma pessoa que carrega uma mágoa durante muito tempo e que nunca se consegue desligar completamente dos pensamentos e sentimentos relacionados com isso? Talvez até esteja a passar por uma relação em que está magoado e parece que essa dor se apodera cada vez mais de si. Essa mágoa acaba por afetar a sua vida, perde a confiança nas pessoas, em si mesmo, sente-se inseguro e com raiva.

Peço-lhe que reflita por uns instantes na definição da sua mágoa. A maioria das pessoas caracteriza-a como um peso no peito, rancor, angústia, tristeza e culpa o outro por ferir os seus valores e expectativas, acabando por ficar à espera que o outro mude, que tenha alguma ação e que tire este peso do seu peito. Mas o que acontece é que o outro não faz nada e mesmo quando tenta, a mágoa persiste. Leia a seguinte história que poderá retratar o peso da mágoa na sua vida:

“Numa aula, o professor pediu para que cada aluno levasse várias batatas e um saco. Já na aula, pediu aos alunos que escolhessem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoa, escrevessem o respetivo nome da pessoa na batata e as guardassem no saco. Os alunos, durante uma semana, tinham de andar sempre com o saco das batatas consigo. As batatas foram-se estragando e era cada vez mais percetível o cheiro a podre que cada batata tinha. Para além disso, andar sempre com o saco era incomodativo e não lhes dava liberdade. Este exercício acabou por mostrar aos alunos o peso diário que a mágoa gera. Como eles estavam constantemente focados no saco e não o podiam deixar em nenhum lugar, os alunos deixaram de prestar atenção a outras coisas que eram importantes para eles.”

Então, o que tem de fazer para deitar fora a sua batata podre? Deixamos-lhe 4 dicas para ultrapassar a mágoa e seguir com a sua vida de uma forma inteira e positiva:

  • A responsabilidade da mágoa é sua – culpar o outro apenas o faz ficar no papel de vítima e perdura a mágoa. Tem de se responsabilizar por aquilo que sente e de assumir a sua própria vida
  • Volte à situação – pense e perceba o que faltou em si e não no outro
  • Analise o motivo da sua inação no momento – depois de identificar a ação que faltou em si, perceba o porquê. Foi o medo de perder a pessoa? Insegurança? Quais os benefícios secundários que isso lhe trouxe?
  • Transforme essa energia de inação em energia de ação – procure pensar no que pode fazer para mudar a mágoa que sente

Quando identifica a mágoa como sua inteira responsabilidade e passa da inação para a ação, alcança finalmente o sentimento de leveza. Se sente que ainda tem dificuldades em assumir a mágoa como sua responsabilidade, saiba que a ajuda psicológica facilita este processo. Saiba como através da marcação de uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

A ação cura o medo. Como vencer o medo?

O medo é real, mas muitas vezes, é uma imaginação mal orientada! Alguma vez se sentiu preocupado, tenso ou até mesmo paralisado? Ou quantas vezes desabafou com alguém e a resposta foi “isso são coisas da tua cabeça”? Esta resposta acaba por aliviar o seu medo no momento, mas acaba por voltar. Leva-nos à incerteza, insegurança de nós próprios e no outro, impede-nos de aproveitar oportunidades, desgasta a nossa energia/entusiasmo e torna-nos frágeis.

Sente que já fez de tudo para o ultrapassar o medo e não conseguiu? Então veja as 4 dicas seguintes:

  • Qual é o seu medo: é importante sabermos exatamente aquilo que nos “congela”;
  • Isole o medo: pode associar o seu medo a uma imagem ou a um desenho;
  • Deite-o fora: pense nessa imagem e coloque-a num balão de ar de hélio. Largue o balão e observe o seu medo a ir embora. Se desenhou o medo, queime esse papel;
  • Entre em ação: enfrentar o medo é diminuir a sua importância.

Todo o tipo de ação que realizar para combater o medo (por mais pequena que pareça), vai ajudar a neutralizá-lo e, consequentemente, ganhar ferramentas para sair do congelamento. Aqui ficam 5 exemplos de possíveis ações para certos tipos de medo:

  • Medo de sair de casa – convide um amigo seu a dar um passeio, mesmo que seja só à volta de casa;
  • Medo de falar em público – faça pequenas apresentações para alguns amigos ou treine em frente a um espelho;
  • Medo de chumbar num exame – planeie um horário de estudo para se organizar e rentabilizar o tempo e diminuir a ansiedade;
  • Medo de ficar doente – pratique exercício e adote uma dieta saudável;
  • Medo de andar de metro – experimente visitar a estação, entrar e sair do metro na primeira estação e assim sucessivamente, até se sentir confortável.

O medo é contagioso e pode condicionar por completo a nossa vida! Caso estas dicas lhe sejam insuficientes, saiba como podemos ajudar com a psicoterapia e a hipnoterapia (https://www.psic.com.pt/hipnose/) e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

Que tal acabar com o seu sofrimento?

Certa vez um homem viajava e ao perceber que estava com pouco combustível, parou numa estação de serviço para atestar o carro. Enquanto abastecia observou que um senhor estava sentado tranquilamente numa cadeira em frente à loja da estação de serviço. Ao lado da loja estava um cão que chorava, uivava, gemia, gania …
Após atestar o carro enquanto se dirigia ao caixa, passou pelo senhor incomodado e curioso e perguntou?

– O senhor está a ouvir os lamentos do cão?
– Estou sim! Respondeu calmamente.
– Porque é ele que chora tanto?
– Ah! É porque está deitado numa tábua que tem um prego para cima.
– E porque ele não muda o lugar para se deitar?
– Certamente o prego o magoou o suficiente para ele chorar, mas não o suficiente para ele mudar.

É comum que o ser humano experiencie diferentes emoções: alegrias, tristezas, contrariedades… e sofrimento. Ora a vida corre bem, ora surgem obstáculos. Obstáculos naturais que a vida impõe. Então como sobreviver ao sofrimento desnecessário?

Assim como no mundo animal, talvez seja uma dessas pessoas que passa por dificuldades que lhe causam imenso sofrimento e que sente que é difícil mudar.

Só para começar, que tal sair de cima do prego?

Comece por refletir acerca dos seus desconfortos e das suas constantes reclamações e aquilo que faz para superar e resolver o motivo das suas dificuldades. Que tal ponderar sobre as suas reclamações e sobre o pouco que tem feito com o intuito de as resolver?

Ao menor desconforto, pare! Comece por aceitar que sofre, permita-se digerir e assimilar o que está a acontecer. Depois, analise a situação e crie alternativas diferentes que lhe forneçam condições para uma mudança segura.

Abra os seus horizontes para novas oportunidades! Na Clínica PSIC dispomos de programas – presenciais e à distância – de detox emocional intensivo de 3 semanas – para o ajudar a libertar-se das emoções negativas e abraçar a vida com outra energia. Saiba mais aqui. ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

A Ana e o João têm medo de falar em público. E você?

Hoje o João acordou, fez a sua rotina diária e saiu de casa em direção à empresa onde trabalha para uma apresentação de um projeto em público. Entrou no metro com uma sensação de angústia que não conseguia explicar. Sentou-se num lugar aleatório e ao seu lado uma senhora cumprimentou-o. Ao responder-lhe, teve a sensação que a sua pressão arterial começou a subir e de repente começou a sentir náuseas, enquanto lhe dizia com uma voz trémula “Bom dia”. Finalmente chegou ao seu local de trabalho, o coração batia cada vez mais rápido, ao caminhar pelo corredor os músculos ficavam cada vez mais tensos e à medida que se cruzava com os seus colegas sentia o rosto a ficar cada vez mais vermelho…
É neste momento que o João se apercebe das inúmeras vezes que teve estas sensações e de repente lembra-se de uma história que a Ana (uma antiga colega da faculdade) lhe contou:
“Sempre fui uma pessoa extrovertida, que falava imenso e por vezes até revelava os segredos que não era suposto contar. Por esse motivo, acabei por ser reprimida, até pela minha família. Aos 9 anos bloqueei pela primeira vez quando tive que falar em público. Era o dia da Mãe, e durante meses tinha decorado um poema para dedicar à minha mãe e apresentar na escola. Quando chegou o momento de subir ao palco senti que a minha voz bloqueou e não consegui falar, saí a correr, com as lágrimas a escorrerem pelo rosto. No dia seguinte, o professor chamou-me à atenção em frente aos meus colegas por ter chorado e por não ter conseguido apresentar o poema. Desde aí, comecei a evitar todo o tipo de apresentações até que chegou a faculdade…
Já na faculdade, num dos primeiros trabalhos tinha de fazer uma apresentação para toda a turma e novamente preparei-me, estudei e eu estava certa que sabia tudo. No dia consegui falar durante os primeiros 5 minutos, mas voltou a acontecer o mesmo: bloqueou-me a voz, veio o choro, as mãos tremiam… Não consegui terminar. Assim, ao longo da faculdade comecei a evitar as apresentações.
Um dia, decidi procurar ajuda. Comecei a fazer terapia e aquele medo de falar em pequenos grupos ficou ultrapassado! No entanto, quando tinha de falar para grandes grupos e que não conhecia, voltava a sentir tudo de novo… No último ano da faculdade, dei continuidade à terapia com o novo objetivo de conseguir ultrapassar o medo de falar em público. Após 6 meses de estudo intenso consegui começar e terminar uma apresentação em público!
Como consegui superar este medo? Tenho a certeza que foi a terapia que me ajudou a descobrir as causas do meu medo, ajudou-me a perceber quais eram as minhas crenças e só assim foi possível ultrapassá-las!”.

Alguma vez sentiu o que o João ou a Ana sentiram? Alguma vez viveu um destes momentos em que tudo no seu dia acontece como o costume, mas há sempre uma sensação de que algo está incompleto?
A Ana viveu em sofrimento durante anos, com sensações de pânico nos momentos de se expor em público, em que a única reação que tinha era lutar ou “fugir”. Só quando iniciou a terapia é que aprendeu a controlar a ansiedade e o medo que sentia nestas situações e foi com as estratégias que o terapeuta lhe ensinou que conseguiu deixar de se sentir limitada e finalmente falar em público com facilidade.
O medo de falar em público (glossofobia) é um dos medos mais frequentes no ser humano. A boa notícia é que é também uma fobia com uma elevada probabilidade de sucesso no seu tratamento. Procure ajuda terapêutica e supere esse medo de uma vez por todas.
Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

As 5 perguntas essenciais sobre o medo do escuro

1 – O que é o medo do escuro?
O medo é uma reação natural, involuntária e protetora que nos ajuda a lidar com o perigo. A Nictofobia (medo do escuro) pode ter origem num trauma de infância ou de outro momento da nossa vida, assim como pode ser desencadeado a qualquer altura no ambiente que nos rodeia.

2 – Quais os principais sintomas físicos e emocionais do medo do escuro?

  • Depressão e ansiedade
  • Respiração rápida e superficial
  • Palpitações cardíacas, tremor, dores
  • Dores no peito ou sensação de asfixia
  • Náuseas e outros problemas gastrointestinais
  • Choro, gritos, pavor
  • Redução de apetite ou compulsão alimentar
  • Insónia
  • Sensação de estar a morrer ou fobia da morte (Tanatofobia)
  • Medo de ser atacado por seres sobrenaturais (Espectrofobia)

3 – Quais os principais comportamentos e atitudes do medo do escuro?

  • Olhar debaixo da cama ou por todo o quarto
  • Recusar-se a dormir sozinho
  • Recusar-se a sair de casa depois do anoitecer
  • Tentar ficar acordado a noite toda
  • Adiar o ato de ir para a cama para dormir
  • Ver televisão até tarde ou dormir com a televisão ligada
  • Adormecer no sofá

4 – Quais as principais consequências do medo do escuro?
O medo do escuro pode impactar negativamente a sua qualidade de vida – prejudicando o sono, mudando os hábitos alimentares, provocando maior stress ou até depressão. Estes sintomas por sua vez podem ter consequências mais graves, especialmente a relação com os outros, desentendimentos a nível social e menos produtividade no trabalho.

5 – Como perder o medo do escuro?
Se sente que o medo do escuro está a prejudicar a sua qualidade de vida, procure ajude psicológica. Na Clínica PSIC identificamos a origem da fobia e trabalhamos consigo e com o auxílio de diversas ferramentas práticas para eliminar este núcleo fóbico, aumentar a sua autoconfiança e o domínio sobre o medo.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

As 5 fases do luto

Lidar com o luto é doloroso! Geram-se sentimentos de tristeza, raiva, choque, ansiedade, angústia e incompreensão. Cada pessoa vive o luto de forma diferente, mas, tipicamente, o luto assume 5 fases.

1ª Fase do Luto: Negação

É difícil entender e aceitar a perda. Temos tendência a racionalizar a situação e minimizar o impacto que ela tem e terá nas nossas vidas, negando o ocorrido.

2ª Fase do Luto: Raiva

Direcionamos a raiva a todos os que nos rodeiam e que nos são próximos. Podemos também sentir raiva de nós próprios por não ter feito as coisas de forma diferente, acabando por nos culpabilizarmos.

3º Fase do Luto: Negociação

Nesta fase, compreendemos que a raiva que sentimos não muda o que aconteceu. Começamos a adquirir mais paz interior e serenidade e continuamos ou retomamos a nossa rotina. É natural que, nesta fase, criemos reflexões em que nos comprometemos a ser melhores para connosco próprios e tentarmos ter uma vida mais calma e saudável para que tudo volte a ser como era antes.

4ª Fase do Luto: Depressão

Depois de uma perda, é normal que haja a sensação de cansaço extremo. Sentimos muita tristeza e choro fácil. Ficamos mais silenciosos e podemos até ter alterações no apetite ou no sono. De uma forma geral, ficamos emocionalmente mais fragilizados.

5ª Fase do Luto: Aceitação

A tristeza e a saudade poderão ainda estar presentes nesta fase, porém já começa a ser possível pensar no futuro e sentir que mudanças positivas poderão ocorrer. Pode ainda não ser o momento de total felicidade, mas é a fase em que já há diminuição/ausência da depressão e conseguimos voltar a sentir emoções serenas e a estar predisposto para a mudança.

Como recuperar de um luto?

O luto é uma reação emocional perante uma perda significativa na nossa vida. É um processo natural que revela a forma como reagimos e tentamos preencher um vazio. Faz parte da recuperação emocional e sucede-se após situações de dor, como a morte de alguém, o fim de uma relação, a morte de um animal de estimação, ou até a perda de algo importante.

Se sente que ninguém compreende a sua dor, procure o apoio especializado de profissionais de saúde e aprenda a aceitar a dor, o desamparo e a lidar com a perda para poder continuar a viver. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

E ainda relacionado com o tema, leia também:

Partilhar

Quando a impulsividade não é saudável

Agir por impulso é inevitável. Há certos momentos na vida em que ser impulsivo é uma força motivadora, que pode estimular e melhorar alguns momentos da nossa vida – trata-se da impulsividade funcional.

Porém, quando as pessoas têm reações de raiva, desproporcionais a algumas situações, agindo de forma altiva e descontrolada, tendem a tomar decisões e agir precipitada e imprevisivelmente, sem avaliarem as consequências desse comportamento, do qual tendem a arrepender-se.

Quando há muita ansiedade, tornamo-nos mais impulsivos. Por exemplo, temos gastos compulsivos, condução imprudente, comemos compulsivamente, discutimos constantemente ou fumamos/bebemos álcool em excesso. Estas são algumas situações de impulsividade disfuncional e este tipo de impulsividade não é saudável!

Leia também:
Aproveite para ver a história “A Raposa e o Lenhador” que ilustra bem as consequências de agir sem pensar
https://youtu.be/2Q9GUApQU0w (A Raposa e o Lenhador)

Tem dificuldades em controlar as suas emoções e atitudes? Sente que a sua impulsividade não é saudável e está a afetar a sua qualidade vida e as suas relações com os outros? Saiba como podemos ajudar através do nosso website – www.psic.com.pt e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

O que é o Bullying Social – Testemunho

Partilhamos aqui o desabafo de uma vítima de bullying social:

“Torna-se esgotante sermos julgados pela aparência. Olham-nos só para observar se há ou não beleza no nosso rosto e elegância no nosso corpo. Criticam as roupas. Falam se estão ou não na moda. Se são de marca X ou Y. Criticam o estilo, o jeito de andar e de falar. Julgam o perfume que trazemos afeiçoado à roupa. Criticam até os alimentos que comemos. Tudo é motivo de crítica. A nossa altura, o nosso peso, o nosso emprego, se temos idade para casar e estamos solteiros. Se ainda não temos o emprego que sempre quisemos ter. Se somos mães ou pais solteiros. Ou divorciados. Ou viúvos. Se vamos à igreja ou se aproveitamos as sextas-feiras para descontrair, sair da rotina e ir passear por aí. Após tantos reparos, opiniões, chega aquele momento em que saímos do emprego chegamos a casa, sentamo-nos e vemos o mundo a redopiar à nossa volta a uma velocidade imparável. Enfurecemo-nos com os filhos, gritamos com os companheiros, com os pais. E chorámos porque estamos esgotados e envolvidos no redemoinho da rotina. E temos uma casa para cuidar… Temos de cozinhar, de comer, de deitar e lidar com dia a seguir… “ Anónimo

As agressões associadas a este tipo de bullying prejudicam e modificam todas as pessoas envolvidas que facilmente podem oprimir traumas durante toda a vida, ter pensamentos negativos permanentes e sentirem-se constantemente com baixa autoestima e desmotivação para viver. Algumas pessoas acabam por se excluir da sociedade e evitam manter contacto com pessoas próximas por achar que estão a mais.

Leia também: E se o seu filho for vítima de Bullying ou Cyberbullying?

Se se encontra numa situação de desamparo emocional, insegurança e medo constante, com dificuldades para recuperar a sua vida ou se conhece alguém próximo nesta situação, procure ajuda terapêutica. Na clínica PSIC ajudamos a conquistar qualidade de vida para si e para aqueles que mais estima. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

As 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos negativos

Estas são as 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos intrusivos. Aplicadas no seu dia a dia, estas atitudes vão ajudar a banir para sempre os pensamentos negativos e repetitivos.

  • Não perca tempo! Perceba o quanto esses pensamentos são tóxicos e automáticos e que, por isso, acontecem muitas vezes sem se aperceber. Ao pensar que os está a ter, já está no caminho para os enfraquecer.
  • Liberte os pensamentos. Os pensamentos são uma reação do corpo. Escreva-os no papel. De seguida, repita “eu não sou aquilo que eu penso” e “não preciso de acreditar em tudo aquilo que penso”.
  • Tome uma decisão. Se os pensamentos o enfraquecem, então solte-os, distancie-se e abandone-os. Ao tomar esta decisão está a aumentar a sua força para lidar com eles.
  • Redirecione a sua atenção: foque a sua atenção numa atividade/objeto que não seja o pensamento. Foque-se mais nos seus cinco sentidos – olhe à sua volta, sinta o toque, o contacto, ouça o ambiente, sinta os aromas e aprecie os sabores.
  • Nutra-se de emoções saudáveis: procure novas experiências, agradeça pelos bons momentos, concentre-se em sentimentos bons, faça atividades que goste de realizar e que permitam estar com outras pessoas.

Leia também: 6 Dicas para ser Feliz mais vezes

Para lidar com os pensamentos negativos é preciso criar uma rotina de treino e, claro, praticar! Se está com dificuldades em lidar com estes pensamentos, este é o momento certo para recomeçar. A ajuda de um psicólogo pode ajudar. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar