O poder do perdão – Guia Prático

Consegue perdoar facilmente? Se é uma daquelas pessoas que não consegue perdoar alguém ou até a si mesmo, sente-se aprisionado e carrega um grande peso dentro de si. Quando não consegue perdoar, surge o ressentimento, a raiva e pensamentos negativos que afetam a sua saúde física e emocional. É por isso que lhe deixamos um guia para perdoar e ser mais feliz:

1- Porque é difícil perdoar?

  • Porque é incompreensível a motivação da pessoa (ou de si próprio) para ter agido assim. Porque talvez ache que ao perdoar está a aprovar o que aconteceu. Ou porque fica à espera que a pessoa entenda que esteve mal na situação e que admita que errou.

2- O que significa perdoar?

  • Perdoar é preferir aceitar o que aconteceu, é focar-se no presente e libertar-se do passado. O perdão pode ser visto como uma decisão consciente de se libertar da raiva e do ressentimento em relação a si ou à pessoa e à situação que o magoou.

3 – Quais os benefícios do perdão?

  • O perdão é algo para si. Quando consegue perdoar, tanto a sua saúde mental como física beneficiam. Alguns estudos mostram que perdoar contribuiu para a redução da depressão, ansiedade, raiva e sentimentos de hostilidade. Melhora também a sua saúde física pela redução do stress e da tensão arterial.

4 – Como perdoar?

  • Identifique a situação que o incomoda e expresse o que sente. Exemplo: faça uma lista com todos os sentimentos relacionados à situação.
  • Crie condições para o perdão – antes de perdoar é importante lidar com os sentimentos que surgem como a raiva e a frustração (ex: escreva uma carta sobre o que sente, queime e deite fora).
  • Deixe o papel de vítima – assuma a sua responsabilidade no acontecimento para ter poder de mudança.
  • Aceite – acolha de boa vontade aquilo que aconteceu e liberte-se da carga emocional do passado.
  • Aprenda – perceba essa vivência como uma experiência de aprendizagem, que lhe deu recursos para lidar com situações semelhantes no futuro.

O ser humano tem um recurso poderoso: o perdão! Quando perdoa, sente-se livre, mais leve e reequilibra a sua saúde. No entanto, nem sempre é fácil perdoar-se e perdoar o outro. O perdão permite-lhe fluir na vida livre das cargas negativas oriundas das emoções pesadas, devido a uma atitude ou comportamento seu ou do outro que lhe causa sofrimento e amargura.

Se gostou dessas dicas, mas sente que a sua dor é muito profunda e transcende as suas forças para superá-la sozinho e precisa de ajuda, podemos ajudar. A Clínica PSIC disponibiliza uma Consulta Informativa Gratuita onde poderá tirar todas as suas dúvidas, receber apoio e conhecer as nossas modalidades de ajuda. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como praticar o desapego

Como praticar o desapego
“O Apego aprisiona, o desapego liberta”

O que é o apego?

O apego é uma relação de dependência, onde apenas encontramos a felicidade, alegria, tranquilidade, entre outras emoções noutra pessoa ou em coisas materiais.

E o que é o desapego?

Desapego significa saber amar de uma forma saudável e equilibrada, sem excessos e sem se prejudicar a si, nem ao outro.

A história do jovem viajante mostra bem como o apego disfuncional pode desequilibrar a nossa vida.

Um jovem viajante estava na margem de um rio e queria passar para o outro lado. A corrente era muito forte e seria impossível conseguir atravessar a nado. Foi então que o jovem viu uma pequena canoa presa na vegetação. Agilmente colocou a canoa na água e pôs-se a remar para o outro lado. Assim que colocou os seus pés em terra firme, pegou na canoa, colocou-a às costas e partiu em direção à floresta. Algumas pessoas, que observaram toda a situação, ficaram admiradas com aquela atitude inesperada do jovem. Então perguntaram-lhe: “Por que colocou a canoa nas costas? De que lhe servirá agora que já atravessou o rio?”. O jovem, vermelho, suado e cansado do esforço de carregar a embarcação nas costas, respondeu: “Esta canoa ajudou-me muito a atravessar o rio. Eu não posso abandoná-la. Espero que agora ela me ajude também a atravessar a floresta.”

O desapego NÃO significa tornar-se frio, egoísta e incapaz de ter relacionamentos pessoais e amar! O desapego equilibrado pode ser praticado em 4 passos:

  1. Tome consciência do seu papel na sua vida – não responsabilize nem os outros, nem coisas materiais, pela sua felicidade. Ninguém pode carregar as suas tristezas, nem dores, nem alegrias e sucesso. Seja responsável, cultive a sua própria felicidade e não deixe que o seu bem-estar dependa de alguém ou de algo.
  2. Viva o momento presente – perceba que nesta vida nada é eterno. Liberte-se da mágoa do passado, aceite o que aconteceu e aprenda a perdoar.
  3. Escolha a liberdade – pode amar e ser amado e criar vínculos, mas não assuma a responsabilidade pela vida do outro, o outro não o pode prender nem impor os seus princípios.
  4. Aceite as perdas – nada dura para sempre, inclusive, relacionamentos e bens materiais. Assuma que é algo natural e normal do ciclo da vida e que nos leva ao crescimento pessoal. Enfrente a situação com calma e mantenha a capacidade de amar.

O apego esconde problemas emocionais, aprisiona e causa sofrimento para si e para quem vive ao seu redor. A Clínica PSIC possui um programa terapêutico com estratégias para modificar os comportamentos e as emoções para um desapego saudável e equilibrado. Para obter informações personalizadas, marque uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 5 perguntas essenciais sobre o sentimento de culpa

Talvez seja uma pessoa que carregue culpa de situações do passado. Provavelmente, o erro até pode ter sido perdoado pelo outro, mas você não se perdoa, toma decisões para se punir, critica-se e não consegue seguir com a sua vida. O sentimento de culpa gera um peso muito grande dentro de si e para se libertar da culpa, é preciso entender como funciona o sentimento de culpa.

1 – Como surge o sentimento de culpa?

O desenvolvimento da culpa teve início na sua infância, baseada na construção das suas relações, como por exemplo, com os seus pais, familiares, professores e amigos. Essas relações guiam a forma como vai ver o mundo e como vai interpretar cada ação. O sentimento de culpa surge quando avalia um comportamento seu como reprovável e se julga de forma negativa, acreditando que não consegue viver de acordo com a sua ação passada.

2 – Como se manifesta o sentimento de culpa?

O sentimento de culpa pode manifestar-se pela vergonha e/ou raiva, aliando-se a pensamentos do tipo “Porque é que fiz isto?”, “Nunca me vou perdoar” ou “Nem acredito que agi assim”. Se não conseguir sair dessa espiral, a culpa pode dominar a sua vida e criar inúmeros problemas.

3 – Quais as consequências do sentimento da culpa?

Complexo de inferioridade, medo do fracasso e exigência exagerada em relação a si e ao outro. Por norma, pessoas perfeccionistas não abrem espaço para o erro, para possíveis fracassos, e quando isso acontece surge a culpa e aumenta a autocrítica, a autopunição e, consequentemente, o sofrimento.

4 – O sentimento de culpa pode ser positivo?

Sim! O sentimento de culpa pode ser positivo se ajudar a desenvolver melhores alternativas para situações semelhantes à que aconteceu no passado.

5 – Como lidar com o sentimento de culpa?

  • Desenvolva o autoperdão e deixe o erro onde ele aconteceu – no passado.
  • Trabalhe a sua autocompaixão: pense o que diria a um amigo que se estivesse nessa situação e diga essas palavras a si mesmo.
  • Amplie a sua consciência e perceba as melhorias na sua vida.

A Clínica PSIC ajuda na limpeza da carga emocional para ativar os recursos internos e também oferece ferramentas que possibilitam o alcance do seu bem-estar e da paz pessoal. Saiba como, através da marcação de uma consulta informativa gratuita! As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

 

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Era uma vez uma princesa apaixonada… mas o príncipe não tinha tempo para ela

“Era uma vez uma princesa apaixonada pelo seu príncipe azul, que tinha pouco tempo para lhe dedicar. Era muito ocupado com reuniões da corte, com a caça à raposa e com viagens pelos reinos próximos. Quando a princesa lhe perguntava quando podiam ficar juntos, ele suspirava e em voz baixa dizia que, infelizmente, não podia fazer planos precisos, porque estava muito ocupado com os deveres da corte. A princesa era compreensiva e confiante. Bastava-lhe que, de vez em quando, o príncipe lhe direcionasse o olhar ou lhe prometesse uma visita futura. Com o passar do tempo, as amigas da princesa casaram-se com os seus príncipes azuis, tiveram filhos e cresceram experimentando as diferenças das várias fases da vida e das relações. A princesa sente-se jovem, à espera que a promessa do príncipe se torne real. Um dia, olha-se ao espelho e não se reconhece. Vê-se como uma velha enrugada com cabelos brancos. Olhando-se profundamente nos olhos, para ver se restava alguma coisa de princesa, apenas se depara com a ilusão que por muitos anos a impediu de ver aquilo que era evidente”.

Pergunta: ao ler esta história identificou-se com a princesa apaixonada? Se a sua resposta foi sim, talvez signifique que se encontra num relacionamento que deixou de ser saudável, que lhe provoca mais sofrimento do que alegria, onde as ações do outro são maioritariamente egoístas. Às vezes, pondera sair desse relacionamento, mas a sua passividade emocional (como no caso da princesa), impede-a de ver os factos com clareza, ficando à espera que tudo mude e quando dá por si, passaram-se anos numa relação de ilusão.

Será que, tal como a princesa apaixonada, precisa de ver o que é evidente? Aqui ficam algumas sugestões para reflexão:

Deixamos-lhe 5 dicas naturais para atenuar a dor e aumentar a sua qualidade de vida:

  • Seja honesta – É verdadeira consigo própria? Segue os seus valores e as suas opiniões? O que deixou de fazer por causa do outro?
  • Compare os seus comportamentos – recorde-se dos seus comportamentos e atitudes antes desta relação e compare-os com os de agora. Vai ajudá-la a perceber em que medida isso a mudou;
  • Meça a sua felicidade – neste momento, de 0 a 10, quão plena e satisfeita se sente na relação?
  • Peça uma opinião aos amigos e familiares mais próximos – por vezes quem está de fora e principalmente quem gosta de nós, consegue ter uma visão diferente;
  • Preste atenção aos sinais – que desvios o outro faz para não estar consigo na relação? Que utilidade tem para essa pessoa?

Tem consciência que está numa relação onde a infelicidade perdura? Sente que sair desse ciclo parece ser uma missão impossível? Então tome nota: uma relação é constituída por duas pessoas e ambas têm direito a ter um papel ativo na relação. Portanto, está também nas suas mãos agir e lutar pela sua felicidade! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Porque é urgente libertar-se da mágoa (e como)

É uma pessoa que carrega uma mágoa durante muito tempo e que nunca se consegue desligar completamente dos pensamentos e sentimentos relacionados com isso? Talvez até esteja a passar por uma relação em que está magoado e parece que essa dor se apodera cada vez mais de si. Essa mágoa acaba por afetar a sua vida, perde a confiança nas pessoas, em si mesmo, sente-se inseguro e com raiva.

Afinal, o que é a mágoa?

Peço-lhe que reflita por uns instantes na definição da sua mágoa. A maioria das pessoas caracteriza-a como um peso no peito, rancor, angústia e tristeza, culpando o outro por ferir os seus valores e expectativas, acabando por ficar à espera que o outro mude, que tenha alguma ação e que tire este peso do seu peito. Mas o que acontece é que o outro não faz nada e mesmo quando tenta, a mágoa persiste. Leia a seguinte história que poderá retratar o peso da mágoa na sua vida:

“Numa aula, o professor pediu para que cada aluno levasse várias batatas e um saco. Já na aula, pediu aos alunos que escolhessem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoa, escrevessem o respetivo nome da pessoa na batata e as guardassem no saco. Os alunos, durante uma semana, tinham de andar sempre com o saco das batatas consigo. As batatas foram-se estragando e era cada vez mais percetível o cheiro a podre que cada batata tinha. Para além disso, andar sempre com o saco era incomodativo e não lhes dava liberdade. Este exercício acabou por mostrar aos alunos o peso diário que a mágoa gera. Como eles estavam constantemente focados no saco e não o podiam deixar em nenhum lugar, os alunos deixaram de prestar atenção a outras coisas que eram importantes para eles.”

Como podemos ser livres de mágoa?

Então, o que tem de fazer para deitar fora a sua batata podre? Deixamos-lhe 4 dicas para ultrapassar a mágoa e seguir com a sua vida de uma forma inteira e positiva:

  • A responsabilidade da mágoa é sua – culpar o outro apenas o faz ficar no papel de vítima e perdura a mágoa. Tem de se responsabilizar por aquilo que sente e de assumir a sua própria vida
  • Volte à situação – pense e perceba o que faltou em si e não no outro
  • Analise o motivo da sua inação no momento – depois de identificar a ação que faltou em si, perceba o porquê. Foi o medo de perder a pessoa? Insegurança? Quais os benefícios secundários que isso lhe trouxe?
  • Transforme essa energia de inação em energia de ação – procure pensar no que pode fazer para mudar a mágoa que sente

Quando identifica a mágoa como sua inteira responsabilidade e passa da inação para a ação, alcança finalmente o sentimento de leveza. Se sente que ainda tem dificuldades em assumir a mágoa como sua responsabilidade, saiba que a ajuda psicológica facilita este processo. Saiba como através da marcação de uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A ação cura o medo. Como vencer o medo?

O medo é real, mas muitas vezes, é uma imaginação mal orientada! Alguma vez se sentiu preocupado, tenso ou até mesmo paralisado? Ou quantas vezes desabafou com alguém e a resposta foi “isso são coisas da tua cabeça”? Esta resposta acaba por aliviar o seu medo no momento, mas acaba por voltar. Leva-nos à incerteza, insegurança de nós próprios e no outro, impede-nos de aproveitar oportunidades, desgasta a nossa energia/entusiasmo e torna-nos frágeis.

Sente que já fez de tudo para o ultrapassar o medo e não conseguiu? Então veja as 4 dicas seguintes:

  • Qual é o seu medo: é importante sabermos exatamente aquilo que nos “congela”;
  • Isole o medo: pode associar o seu medo a uma imagem ou a um desenho;
  • Deite-o fora: pense nessa imagem e coloque-a num balão de ar de hélio. Largue o balão e observe o seu medo a ir embora. Se desenhou o medo, queime esse papel;
  • Entre em ação: enfrentar o medo é diminuir a sua importância.

Todo o tipo de ação que realizar para combater o medo (por mais pequena que pareça), vai ajudar a neutralizá-lo e, consequentemente, ganhar ferramentas para sair do congelamento. Aqui ficam 5 exemplos de possíveis ações para certos tipos de medo:

  • Medo de sair de casa – convide um amigo seu a dar um passeio, mesmo que seja só à volta de casa;
  • Medo de falar em público – faça pequenas apresentações para alguns amigos ou treine em frente a um espelho;
  • Medo de chumbar num exame – planeie um horário de estudo para se organizar e rentabilizar o tempo e diminuir a ansiedade;
  • Medo de ficar doente – pratique exercício e adote uma dieta saudável;
  • Medo de andar de metro – experimente visitar a estação, entrar e sair do metro na primeira estação e assim sucessivamente, até se sentir confortável.

O medo é contagioso e pode condicionar por completo a nossa vida! Caso estas dicas lhe sejam insuficientes, saiba como podemos ajudar com a psicoterapia e a hipnoterapia (https://www.psic.com.pt/hipnose/) e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Que tal acabar com o seu sofrimento?

Certa vez um homem viajava e ao perceber que estava com pouco combustível, parou numa estação de serviço para atestar o carro. Enquanto abastecia observou que um senhor estava sentado tranquilamente numa cadeira em frente à loja da estação de serviço. Ao lado da loja estava um cão que chorava, uivava, gemia, gania …
Após atestar o carro enquanto se dirigia ao caixa, passou pelo senhor incomodado e curioso e perguntou?

– O senhor está a ouvir os lamentos do cão?
– Estou sim! Respondeu calmamente.
– Porque é ele que chora tanto?
– Ah! É porque está deitado numa tábua que tem um prego para cima.
– E porque ele não muda o lugar para se deitar?
– Certamente o prego o magoou o suficiente para ele chorar, mas não o suficiente para ele mudar.

É comum que o ser humano experiencie diferentes emoções: alegrias, tristezas, contrariedades… e sofrimento. Ora a vida corre bem, ora surgem obstáculos. Obstáculos naturais que a vida impõe. Então como sobreviver ao sofrimento desnecessário?

Assim como no mundo animal, talvez seja uma dessas pessoas que passa por dificuldades que lhe causam imenso sofrimento e que sente que é difícil mudar.

Só para começar, que tal sair de cima do prego?

Comece por refletir acerca dos seus desconfortos e das suas constantes reclamações e aquilo que faz para superar e resolver o motivo das suas dificuldades. Que tal ponderar sobre as suas reclamações e sobre o pouco que tem feito com o intuito de as resolver?

Ao menor desconforto, pare! Comece por aceitar que sofre, permita-se digerir e assimilar o que está a acontecer. Depois, analise a situação e crie alternativas diferentes que lhe forneçam condições para uma mudança segura.

Abra os seus horizontes para novas oportunidades! Na Clínica PSIC dispomos de programas – presenciais e à distância – de detox emocional intensivo de 3 semanas – para o ajudar a libertar-se das emoções negativas e abraçar a vida com outra energia. Saiba mais aqui. ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A Ana e o João têm medo de falar em público. E você?

Hoje o João acordou, fez a sua rotina diária e saiu de casa em direção à empresa onde trabalha para uma apresentação de um projeto em público. Entrou no metro com uma sensação de angústia que não conseguia explicar. Sentou-se num lugar aleatório e ao seu lado uma senhora cumprimentou-o. Ao responder-lhe, teve a sensação que a sua pressão arterial começou a subir e de repente começou a sentir náuseas, enquanto lhe dizia com uma voz trémula “Bom dia”. Finalmente chegou ao seu local de trabalho, o coração batia cada vez mais rápido, ao caminhar pelo corredor os músculos ficavam cada vez mais tensos e à medida que se cruzava com os seus colegas sentia o rosto a ficar cada vez mais vermelho…
É neste momento que o João se apercebe das inúmeras vezes que teve estas sensações e de repente lembra-se de uma história que a Ana (uma antiga colega da faculdade) lhe contou:
“Sempre fui uma pessoa extrovertida, que falava imenso e por vezes até revelava os segredos que não era suposto contar. Por esse motivo, acabei por ser reprimida, até pela minha família. Aos 9 anos bloqueei pela primeira vez quando tive que falar em público. Era o dia da Mãe, e durante meses tinha decorado um poema para dedicar à minha mãe e apresentar na escola. Quando chegou o momento de subir ao palco senti que a minha voz bloqueou e não consegui falar, saí a correr, com as lágrimas a escorrerem pelo rosto. No dia seguinte, o professor chamou-me à atenção em frente aos meus colegas por ter chorado e por não ter conseguido apresentar o poema. Desde aí, comecei a evitar todo o tipo de apresentações até que chegou a faculdade…
Já na faculdade, num dos primeiros trabalhos tinha de fazer uma apresentação para toda a turma e novamente preparei-me, estudei e eu estava certa que sabia tudo. No dia consegui falar durante os primeiros 5 minutos, mas voltou a acontecer o mesmo: bloqueou-me a voz, veio o choro, as mãos tremiam… Não consegui terminar. Assim, ao longo da faculdade comecei a evitar as apresentações.
Um dia, decidi procurar ajuda. Comecei a fazer terapia e aquele medo de falar em pequenos grupos ficou ultrapassado! No entanto, quando tinha de falar para grandes grupos e que não conhecia, voltava a sentir tudo de novo… No último ano da faculdade, dei continuidade à terapia com o novo objetivo de conseguir ultrapassar o medo de falar em público. Após 6 meses de estudo intenso consegui começar e terminar uma apresentação em público!
Como consegui superar este medo? Tenho a certeza que foi a terapia que me ajudou a descobrir as causas do meu medo, ajudou-me a perceber quais eram as minhas crenças e só assim foi possível ultrapassá-las!”.

Alguma vez sentiu o que o João ou a Ana sentiram? Alguma vez viveu um destes momentos em que tudo no seu dia acontece como o costume, mas há sempre uma sensação de que algo está incompleto?
A Ana viveu em sofrimento durante anos, com sensações de pânico nos momentos de se expor em público, em que a única reação que tinha era lutar ou “fugir”. Só quando iniciou a terapia é que aprendeu a controlar a ansiedade e o medo que sentia nestas situações e foi com as estratégias que o terapeuta lhe ensinou que conseguiu deixar de se sentir limitada e finalmente falar em público com facilidade.
O medo de falar em público (glossofobia) é um dos medos mais frequentes no ser humano. A boa notícia é que é também uma fobia com uma elevada probabilidade de sucesso no seu tratamento. Procure ajuda terapêutica e supere esse medo de uma vez por todas.
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As 5 perguntas essenciais sobre o medo do escuro

1 – O que é o medo do escuro?
O medo é uma reação natural, involuntária e protetora que nos ajuda a lidar com o perigo. A Nictofobia (medo do escuro) pode ter origem num trauma de infância ou de outro momento da nossa vida, assim como pode ser desencadeado a qualquer altura no ambiente que nos rodeia.

2 – Quais os principais sintomas físicos e emocionais do medo do escuro?

  • Depressão e ansiedade
  • Respiração rápida e superficial
  • Palpitações cardíacas, tremor, dores
  • Dores no peito ou sensação de asfixia
  • Náuseas e outros problemas gastrointestinais
  • Choro, gritos, pavor
  • Redução de apetite ou compulsão alimentar
  • Insónia
  • Sensação de estar a morrer ou fobia da morte (Tanatofobia)
  • Medo de ser atacado por seres sobrenaturais (Espectrofobia)

3 – Quais os principais comportamentos e atitudes do medo do escuro?

  • Olhar debaixo da cama ou por todo o quarto
  • Recusar-se a dormir sozinho
  • Recusar-se a sair de casa depois do anoitecer
  • Tentar ficar acordado a noite toda
  • Adiar o ato de ir para a cama para dormir
  • Ver televisão até tarde ou dormir com a televisão ligada
  • Adormecer no sofá

4 – Quais as principais consequências do medo do escuro?
O medo do escuro pode impactar negativamente a sua qualidade de vida – prejudicando o sono, mudando os hábitos alimentares, provocando maior stress ou até depressão. Estes sintomas por sua vez podem ter consequências mais graves, especialmente a relação com os outros, desentendimentos a nível social e menos produtividade no trabalho.

5 – Como perder o medo do escuro?
Se sente que o medo do escuro está a prejudicar a sua qualidade de vida, procure ajude psicológica. Na Clínica PSIC identificamos a origem da fobia e trabalhamos consigo e com o auxílio de diversas ferramentas práticas para eliminar este núcleo fóbico, aumentar a sua autoconfiança e o domínio sobre o medo.

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As 5 fases do luto

Lidar com o luto é doloroso! Geram-se sentimentos de tristeza, raiva, choque, ansiedade, angústia e incompreensão. Cada pessoa vive o luto de forma diferente, mas, tipicamente, o luto assume 5 fases.

1ª Fase do Luto: Negação

É difícil entender e aceitar a perda. Temos tendência a racionalizar a situação e minimizar o impacto que ela tem e terá nas nossas vidas, negando o ocorrido.

2ª Fase do Luto: Raiva

Direcionamos a raiva a todos os que nos rodeiam e que nos são próximos. Podemos também sentir raiva de nós próprios por não ter feito as coisas de forma diferente, acabando por nos culpabilizarmos.

3º Fase do Luto: Negociação

Nesta fase, compreendemos que a raiva que sentimos não muda o que aconteceu. Começamos a adquirir mais paz interior e serenidade e continuamos ou retomamos a nossa rotina. É natural que, nesta fase, criemos reflexões em que nos comprometemos a ser melhores para connosco próprios e tentarmos ter uma vida mais calma e saudável para que tudo volte a ser como era antes.

4ª Fase do Luto: Depressão

Depois de uma perda, é normal que haja a sensação de cansaço extremo. Sentimos muita tristeza e choro fácil. Ficamos mais silenciosos e podemos até ter alterações no apetite ou no sono. De uma forma geral, ficamos emocionalmente mais fragilizados.

5ª Fase do Luto: Aceitação

A tristeza e a saudade poderão ainda estar presentes nesta fase, porém já começa a ser possível pensar no futuro e sentir que mudanças positivas poderão ocorrer. Pode ainda não ser o momento de total felicidade, mas é a fase em que já há diminuição/ausência da depressão e conseguimos voltar a sentir emoções serenas e a estar predisposto para a mudança.

Como recuperar de um luto?

O luto é uma reação emocional perante uma perda significativa na nossa vida. É um processo natural que revela a forma como reagimos e tentamos preencher um vazio. Faz parte da recuperação emocional e sucede-se após situações de dor, como a morte de alguém, o fim de uma relação, a morte de um animal de estimação, ou até a perda de algo importante.

Se sente que ninguém compreende a sua dor, procure o apoio especializado de profissionais de saúde e aprenda a aceitar a dor, o desamparo e a lidar com a perda para poder continuar a viver. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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