A sua saúde emocional está em risco? 8 sinais de alerta!

Conheça os 8 sinais de que a sua saúde emocional está em risco e verifique com quais é que se identifica:

  • Preocupa-se excessivamente com o futuro;
  • Pensa demasiado nos acontecimentos passados;
  • Age sempre com a preocupação de agradar as outras pessoas;
  • Tem dificuldades em gerir o seu dia-a-dia e o seu tempo;
  • Culpabiliza-se sem razão pelos acontecimentos;
  • Adia realizar atividades/hobbies que promovam o seu bem-estar;
  • Cria uma depreciação negativa sobre si mesmo;
  • Reprime as suas emoções e repete pensamentos negativos sobre si próprio.

Avaliar a saúde emocional é importante porque nos permite viver de uma forma mais leve e saudável. Com a intervenção adequada, é possível melhorar e recuperar a sua vida habitual, saudável e equilibrada. Saiba como podemos ajudar através do nosso site e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como ultrapassar o fim de uma relação

Sim, tudo acabou! Com o fim de uma relação, é comum sentir-nos perturbados, mesmo quando concordamos com a decisão ou até mesmo quando tomamos a iniciativa.

Provavelmente sente o mundo a desabar aos seus pés. Sofre com as perdas dos amigos, dos familiares, do aconchego da casa. E os sonhos e projetos partilhados e sonhados para uma vida a dois ficaram em ruínas. É habitual, existir sofrimento e angústia emocional que pode gerar dificuldades de adaptação a esta nova fase. É provável que se culpabilize pela perda e se foque apenas nos aspetos negativos de si mesmo e do seu comportamento, responsabilizando-se pelo fim. Talvez esteja a ser difícil retomar a sua vida.

Compreenda que cada pessoa tem o seu próprio tempo. Cada um de nós, define o espaço que necessita para lidar com a perda vivenciando o luto de forma diferente, não existindo prazos definidos para a superar o fim da relação. Pense em dedicar-se a si mesmo, capacitar-se emocionalmente, recuperar a sua autoestima e descobrir-se interiormente. É importante criar novos objetivos para se fortalecer e ficar apto a dar continuidade à sua vida.

Para ultrapassar o fim de uma relação, reconheça em si, os sinais de que necessita para uma mudança interior. Esta é a fase de cuidar de si, da sua rotina e do seu modo de vida. Trabalhe para o seu bem-estar e invista em atividades que lhe permitam ter contacto com novas pessoas e aproveite o convívio.

Vire a página! Pense que este é um momento de renascimento. Há muitas páginas em branco no livro da sua vida…

Leia aqui o testemunho da Miriam sobre como ultrapassou o seu processo de divórcio:

“Quando recorri à Clínica PSIC-Psicologia Integrada, eu estava a atravessar um momento de grande angústia e aflição, uma vez que me encontrava já há algum tempo, a tentar conviver com uma depressão, na qual entrei depois de me ter divorciado. Não conseguia aceitar que o meu casamento não teve sucesso, nem tão pouco me libertar da imagem do meu ex-marido. Não conseguia por mim própria sair da situação em que me encontrava, estava a entrar em desespero e a ser atormentada por pensamentos negativos e suicidas.Embora soubesse que precisava de ajuda, tinha consciência que essa ajuda teria que ser rápida e do tipo “terapia de choque”. Decidi procurar mais informação, para além da psicologia normal e foi quando conheci a Clínica PSIC – Psicologia Integrada e fiquei muito ansiosa para tentar saber o que poderiam fazer para me ajudar. Conheci a Dra. Jatir e após a primeira conversa percebi que era exatamente o tipo de terapia que eu necessitava.Fiz todo o processo de psicoterapia, com o DOS e EFT e no final da 1ª semana, já sentia uma enorme diferença, na minha forma de estar e de pensar. Curiosamente, após uma das conversas com a Dra. Jatir, percebi que o problema de frieiras que tinha, e que clinicamente estava associado à “má circulação”, na verdade não tinha nada a ver! Após duas sessões de DOS e psicoterapia, as frieiras pura e simplesmente desapareceram. Percebi então, que estas estavam associadas a questões que tinha vivido na minha adolescência.

Agora, passado todo o processo de terapia posso dizer com a maior alegria que me sinto outra pessoa, mais livre, completamente liberta do meu passado, a depressão ficou resolvida e sinto-me feliz e com vontade de gozar a vida que Deus me proporcionou.

Estou grata à Dra. Jatir, por todo o auxílio, a compreensão e por ter servido de canal de ajuda, na resolução do problema da depressão em que me encontrava.”

Miriam Gomes

Veja outros testemunhos em https://www.psic.com.pt/testemunhos/.

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Como é que a Tristeza pode mudar a sua vida?

A Tristeza é a emoção que ativa o processo psicológico que nos permite superar perdas, deceções ou fracassos. Quando nos sentimos tristes e estamos a interiorizar a nossa dor, tendemos a isolarmo-nos e a criar pensamentos negativos sobre nós e sobre o problema.

Ao aceitarmos a tristeza permitimos que se inicie um processo de consciencialização da realidade que vivemos. Tornamo-nos mais aptos para modificar os nossos pensamentos e sentimentos negativos, substituindo-os e transformando a situação vivida. Desta forma, contribuímos para que haja um reajuste do nosso comportamento de acordo com a nova realidade.

Caso perceba que está com mais dificuldades em lidar com as suas emoções, este é o momento certo para recomeçar. Cuide mais de si e do seu bem-estar. Pense mais na sua qualidade de vida e invista na sua saúde!

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Leia também: 6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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Teste: É agressivo com quem mais ama?

A agressividade é um assunto muito debatido na atualidade no âmbito da violência doméstica e não só. Alguma vez pensou no sofrimento das pessoas que não têm autocontrolo ao ponto de libertarem toda a sua carga emocional e frustração nos que o rodeiam? E como é no seu caso? Também sente dificuldades em controlar as suas emoções? Por vezes, sente desconforto e incapacidade em controlar o seu comportamento acabando mesmo por ser violento? Por vezes sente-se culpabilizado por ser incapaz de controlar o seu comportamento impulsivo e torna-se mais agressivo com os outros?

Responda aos itens abaixo, com sim ou não, e verifique se está de acordo ou desacordo com cada um, consoante as suas ações nos últimos tempos.

E-mail:

1 – Consegue tolerar uma opinião diferente da sua?
SimNão

2 – Fica agressivo (a) quando é contrariado (a) ou algo não corre como planeado?
SimNão

3 – Fica agressivo (a) quando a (o) sua (seu) parceira (o) decide sair com amigos (as)?
SimNão

4 – Costuma ter muitas discussões em que o tema são os amigos e familiares?
SimNão

5 – Tem alterações de humor com facilidade?
SimNão

6 – Costuma fazer muitas críticas ao outro?
SimNão

7 – Costuma fazer autorreflexões sobre si e sobre o seu comportamento?
SimNão

8 – Faz promessas difíceis de cumprir?
SimNão

9 – Sente que os outros querem aproveitar-se de si?
SimNão

10 – Tem uma boa relação com os familiares da (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

11 – Gosta de ter tudo sobre o seu controlo?
SimNão

12 – Costuma mentir?
SimNão

13 – Costuma chantagear para obter o que quer?
SimNão

14 – Já humilhou e/ou insultou publicamente a (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

15 – Sente que na sua vida não existe um meio-termo ou está tudo muito bem ou muito mal?
SimNão

16 – Sente ciúmes excessivos pela (o) sua (seu) parceira (o) chegando a ser agressivo (a)?
SimNão

17 – Controla o dia-a-dia e o telemóvel e/ou as redes sociais da (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

18 – Considera que quando perde o controlo do seu comportamento a culpa é dos outros?
SimNão

19 – Já alguma vez foi violento (a) e agressivo (a) com a (o) sua (seu) parceira (o)?
SimNão

Se respondeu “sim” a mais do que três afirmações, procure ajuda profissional urgentemente. Os comportamentos agressivos podem ter muitas explicações, e muitas vezes estão associados à dificuldade que sentimos em lidar com as emoções negativas e com as situações de conflito, recorrendo à violência como forma de as resolver.

Lembre-se, todos nós humanos, vivemos algumas situações de maior frustração, assim como emoções negativas, como medo, tristeza, frustração, revolta que são indicadores de que algo não está bem connosco mesmos e que, portanto, é preciso mudar. Podemos ajudar a encontrar novas formas para lidar com as suas dificuldades, a relativizar as situações que o incomodam, a mudar o seu comportamento e reações e a extinguir todo o seu sofrimento. Para saber mais, procure-nos para uma consulta informativa gratuita.

PS: Se respondeu “Sim” a 2 ou menos perguntas, aproveite para fazer este teste:

É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

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7 dicas para gerir a raiva

A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

Leia também o nosso artigo:
https://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

• Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
• Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
• Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

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Testemunho: EFT – Displasia Rotuliana e o medo de andar de bicicleta

Sou Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta. Em 2002 descobri o EFT (Emotional Freedom Tecniques®) e foi em Portugal que fiz o nível 1 e 2 (antes do EFT Oficial). Como sempre preferi a prática ensinada pelo Gary Craig, desde 2010 estudo o EFT Oficial. Tenho estudado e aperfeiçoado o EFT clínico – Gold Standart EFT-Tapping, o Optimal, que utilizo ora isoladamente, ora de forma integrada nas sessões de hipnoterapia ou de psicoterapia. A seguir apresento um caso que trabalhei exclusivamente com EFT Clínico e que acompanhei a evolução dos resultados a longo prazo.
A A.M. vinha com um diagnóstico de restrição física devido a um problema congénito na coluna, contendo uma vértebra sacral a mais, somado a um problema no joelho. As orientações médicas foram de restrição em relação ao levantamento de pesos e uma atenção constante à postura corporal. Também alertou para possíveis dores durante a gravidez e parto. Deixo aqui o seu testemunho.

“Quando iniciei o EFT, foi por causa de uma queda de bicicleta, quando tinha 28 anos. Bati com a cabeça e magoei o joelho direito. Andava a treinar para ir a Santiago de Compostela e achei que não iria ser capaz. Ao iniciar o trabalho com esse medo de cair, surgiu o medo de ficar em cadeira de rodas. Após limpar esta situação, veio o medo de me magoar no joelho esquerdo, ao ponto de ficar sem andar (foi-me diagnosticada uma Displasia Rotuliana, nesse mesmo joelho, em que o médico me disse que tinha que andar com uma joalheira quando fizesse desporto mais intensivo). Em seguida, veio a questão de a minha bicicleta estar a vir da Madeira, pois estava a mudar a minha vida toda para o Porto. Senti que iria sair do meu porto seguro e senti medo que as coisas não resultassem, que o casamento não desse certo. Limpei essa questão, entretanto surge o medo de encarar a vida tal como ela é e de ir para a vida por assim dizer. Limpei todos estes factos, senti-me muito bem, confiante e feliz, o próximo passo era a viagem de Santiago.
Após as sessões, foi sugerido que realizasse o EFT pelo caminho de Santiago de Compostela e assim o fiz, para as dores físicas/cansaço e aspetos negativos que surgissem. Fiz 3 rodadas em cada dia (foram 3 dias para chegar a Santiago). Senti-me muito bem a fazer o caminho, não tive medo nenhum, não tive dores nas articulações, fui sem a joalheira. Senti-me feliz e o que era apenas um passeio de lazer, para mim tornou-se algo mais profundo, consegui controlar a mente e o corpo e consegui concretizar os meus objetivos.
A partir de Santiago, a minha vida transformou-se, o EFT tornou-se uma prática constante sempre que necessário, especialmente na questão da ansiedade. Durante os últimos 4 anos casei e tenho um filho de 13 meses, a gravidez foi feliz e esqueci-me dos prognósticos dados pelo médico pela ausência dos sintomas. Tornei-me proactiva e comecei a realizar meus sonhos e vi que nada é impossível.” A.M.

Saiba mais sobre EFT – Emotional Freedom Tecniques® aqui.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? 6 conselhos para se manter uma pessoa positiva – parte 2

Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo:
1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar.
2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir.
3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja!
4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução.
5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos.
6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.

A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.

Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Tenho vergonha de ir a um psicólogo…

Muitas pessoas sentem necessidade e interesse em ir ao psicólogo. No entanto, o preconceito, a vergonha e muitos outros sentimentos fazem com que a pessoa adie a procura de um profissional da área. Todos nós em algum momento da vida necessitamos que alguém nos ajude a resolver os nossos conflitos internos, a superar as nossas dificuldades e a ressignificar histórias e sentimentos.

Um psicólogo é tão válido e precioso como qualquer médico de outra especialidade

Quando temos algum problema de saúde, imediatamente procuramos um médico da especialidade. Então porque é que quando não estamos bem emocionalmente não procuramos um psicólogo? Liberte-se de tabus e de ideias arcaicas como: “Os psicólogos são para os malucos ou para os fracos”.

Procurar ajuda terapêutica é um sinal de desenvolvimento, consciência, maturidade, amor próprio e coragem para atingir o seu equilíbrio emocional e bem-estar.

Caso seja uma dessas pessoas que insiste em adiar a psicoterapia, livre-se de todas esses pensamentos que atrapalham a sua vida e procure um profissional da área.

Lidar com os efeitos da psicoterapia

Se já deu este passo, ficamos muito felizes por si. Aproveite cada minuto da sua psicoterapia. Agora, terá de libertar-se da necessidade de no final da terapia sair pela “porta dos fundos” para que ninguém o veja ou para que ninguém perceba que esteve a chorar, bem como a necessidade de dizer numa chamada telefónica que está no médico ou no dentista. Tenha orgulho do passo que tomou e não o esconda de ninguém. Quando sai do dentista não esconde o efeito que a anestesia faz ao seu rosto, pois não? É normal, tão normal como os seus olhos vermelhos por ter chorado, depois de uma consulta de psicologia.

Não deixe para depois a sua psicoterapia, nem que nenhum preconceito ou vergonha o façam deixar de lado o seu bem-estar. Visite-nos na Clínica PSIC e receba uma consulta informativa gratuita, temos ao seu dispor profissionais qualificados que o poderão ajudar.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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