Quando a impulsividade não é saudável

Agir por impulso é inevitável. Há certos momentos na vida em que ser impulsivo é uma força motivadora, que pode estimular e melhorar alguns momentos da nossa vida – trata-se da impulsividade funcional.

Porém, quando as pessoas têm reações de raiva, desproporcionais a algumas situações, agindo de forma altiva e descontrolada, tendem a tomar decisões e agir precipitada e imprevisivelmente, sem avaliarem as consequências desse comportamento, do qual tendem a arrepender-se.

Quando há muita ansiedade, tornamo-nos mais impulsivos. Por exemplo, temos gastos compulsivos, condução imprudente, comemos compulsivamente, discutimos constantemente ou fumamos/bebemos álcool em excesso. Estas são algumas situações de impulsividade disfuncional e este tipo de impulsividade não é saudável!

Leia também:
Aproveite para ver a história “A Raposa e o Lenhador” que ilustra bem as consequências de agir sem pensar
https://youtu.be/2Q9GUApQU0w (A Raposa e o Lenhador)

Tem dificuldades em controlar as suas emoções e atitudes? Sente que a sua impulsividade não é saudável e está a afetar a sua qualidade vida e as suas relações com os outros? Saiba como podemos ajudar através do nosso website – www.psic.com.pt e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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O que é o Bullying Social – Testemunho

Partilhamos aqui o desabafo de uma vítima de bullying social:

“Torna-se esgotante sermos julgados pela aparência. Olham-nos só para observar se há ou não beleza no nosso rosto e elegância no nosso corpo. Criticam as roupas. Falam se estão ou não na moda. Se são de marca X ou Y. Criticam o estilo, o jeito de andar e de falar. Julgam o perfume que trazemos afeiçoado à roupa. Criticam até os alimentos que comemos. Tudo é motivo de crítica. A nossa altura, o nosso peso, o nosso emprego, se temos idade para casar e estamos solteiros. Se ainda não temos o emprego que sempre quisemos ter. Se somos mães ou pais solteiros. Ou divorciados. Ou viúvos. Se vamos à igreja ou se aproveitamos as sextas-feiras para descontrair, sair da rotina e ir passear por aí. Após tantos reparos, opiniões, chega aquele momento em que saímos do emprego chegamos a casa, sentamo-nos e vemos o mundo a redopiar à nossa volta a uma velocidade imparável. Enfurecemo-nos com os filhos, gritamos com os companheiros, com os pais. E chorámos porque estamos esgotados e envolvidos no redemoinho da rotina. E temos uma casa para cuidar… Temos de cozinhar, de comer, de deitar e lidar com dia a seguir… “ Anónimo

As agressões associadas a este tipo de bullying prejudicam e modificam todas as pessoas envolvidas que facilmente podem oprimir traumas durante toda a vida, ter pensamentos negativos permanentes e sentirem-se constantemente com baixa autoestima e desmotivação para viver. Algumas pessoas acabam por se excluir da sociedade e evitam manter contacto com pessoas próximas por achar que estão a mais.

Leia também: E se o seu filho for vítima de Bullying ou Cyberbullying?

Se se encontra numa situação de desamparo emocional, insegurança e medo constante, com dificuldades para recuperar a sua vida ou se conhece alguém próximo nesta situação, procure ajuda terapêutica. Na clínica PSIC ajudamos a conquistar qualidade de vida para si e para aqueles que mais estima. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos negativos

Estas são as 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos intrusivos. Aplicadas no seu dia a dia, estas atitudes vão ajudar a banir para sempre os pensamentos negativos e repetitivos.

  • Não perca tempo! Perceba o quanto esses pensamentos são tóxicos e automáticos e que, por isso, acontecem muitas vezes sem se aperceber. Ao pensar que os está a ter, já está no caminho para os enfraquecer.
  • Liberte os pensamentos. Os pensamentos são uma reação do corpo. Escreva-os no papel. De seguida, repita “eu não sou aquilo que eu penso” e “não preciso de acreditar em tudo aquilo que penso”.
  • Tome uma decisão. Se os pensamentos o enfraquecem, então solte-os, distancie-se e abandone-os. Ao tomar esta decisão está a aumentar a sua força para lidar com eles.
  • Redirecione a sua atenção: foque a sua atenção numa atividade/objeto que não seja o pensamento. Foque-se mais nos seus cinco sentidos – olhe à sua volta, sinta o toque, o contacto, ouça o ambiente, sinta os aromas e aprecie os sabores.
  • Nutra-se de emoções saudáveis: procure novas experiências, agradeça pelos bons momentos, concentre-se em sentimentos bons, faça atividades que goste de realizar e que permitam estar com outras pessoas.

Leia também: 6 Dicas para ser Feliz mais vezes

Para lidar com os pensamentos negativos é preciso criar uma rotina de treino e, claro, praticar! Se está com dificuldades em lidar com estes pensamentos, este é o momento certo para recomeçar. A ajuda de um psicólogo pode ajudar. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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A sua saúde emocional está em risco? 8 sinais de alerta!

A maioria das pessoas não sabe que sintomas indicam que a sua saúde mental está em risco, deixando os mesmo arrastarem-se ou a procurar ajuda tardiamente.

Conheça os 8 sinais de que a sua saúde emocional está em risco e verifique com quais é que se identifica:

  • Preocupa-se excessivamente com o futuro;
  • Pensa demasiado nos acontecimentos passados;
  • Age sempre com a preocupação de agradar as outras pessoas;
  • Tem dificuldades em gerir o seu dia-a-dia e o seu tempo;
  • Culpabiliza-se sem razão pelos acontecimentos;
  • Adia realizar atividades/hobbies que promovam o seu bem-estar;
  • Cria uma depreciação negativa sobre si mesmo;
  • Reprime as suas emoções e repete pensamentos negativos sobre si próprio.

Como a PSIC o pode ajudar?

Avaliar a saúde emocional é importante porque nos permite viver de uma forma mais leve e saudável. Com a intervenção adequada, é possível melhorar e recuperar a sua vida habitual, saudável e equilibrada. Saiba como podemos ajudar através do nosso site e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como ultrapassar o fim de uma relação

Sim, tudo acabou! Com o fim de uma relação, é comum sentir-nos perturbados, mesmo quando concordamos com a decisão ou até mesmo quando tomamos a iniciativa.

Provavelmente sente o mundo a desabar aos seus pés. Sofre com as perdas dos amigos, dos familiares, do aconchego da casa. E os sonhos e projetos partilhados e sonhados para uma vida a dois ficaram em ruínas. É habitual, existir sofrimento e angústia emocional que pode gerar dificuldades de adaptação a esta nova fase. É provável que se culpabilize pela perda e se foque apenas nos aspetos negativos de si mesmo e do seu comportamento, responsabilizando-se pelo fim. Talvez esteja a ser difícil retomar a sua vida.

Compreenda que cada pessoa tem o seu próprio tempo. Cada um de nós, define o espaço que necessita para lidar com a perda vivenciando o luto de forma diferente, não existindo prazos definidos para a superar o fim da relação. Pense em dedicar-se a si mesmo, capacitar-se emocionalmente, recuperar a sua autoestima e descobrir-se interiormente. É importante criar novos objetivos para se fortalecer e ficar apto a dar continuidade à sua vida.

Para ultrapassar o fim de uma relação, reconheça em si, os sinais de que necessita para uma mudança interior. Esta é a fase de cuidar de si, da sua rotina e do seu modo de vida. Trabalhe para o seu bem-estar e invista em atividades que lhe permitam ter contacto com novas pessoas e aproveite o convívio.

Vire a página! Pense que este é um momento de renascimento. Há muitas páginas em branco no livro da sua vida…

Leia aqui o testemunho da Miriam sobre como ultrapassou o seu processo de divórcio:

“Quando recorri à Clínica PSIC-Psicologia Integrada, eu estava a atravessar um momento de grande angústia e aflição, uma vez que me encontrava já há algum tempo, a tentar conviver com uma depressão, na qual entrei depois de me ter divorciado. Não conseguia aceitar que o meu casamento não teve sucesso, nem tão pouco me libertar da imagem do meu ex-marido. Não conseguia por mim própria sair da situação em que me encontrava, estava a entrar em desespero e a ser atormentada por pensamentos negativos e suicidas.Embora soubesse que precisava de ajuda, tinha consciência que essa ajuda teria que ser rápida e do tipo “terapia de choque”. Decidi procurar mais informação, para além da psicologia normal e foi quando conheci a Clínica PSIC – Psicologia Integrada e fiquei muito ansiosa para tentar saber o que poderiam fazer para me ajudar. Conheci a Dra. Jatir e após a primeira conversa percebi que era exatamente o tipo de terapia que eu necessitava.Fiz todo o processo de psicoterapia, com o DOS e EFT e no final da 1ª semana, já sentia uma enorme diferença, na minha forma de estar e de pensar. Curiosamente, após uma das conversas com a Dra. Jatir, percebi que o problema de frieiras que tinha, e que clinicamente estava associado à “má circulação”, na verdade não tinha nada a ver! Após duas sessões de DOS e psicoterapia, as frieiras pura e simplesmente desapareceram. Percebi então, que estas estavam associadas a questões que tinha vivido na minha adolescência.

Agora, passado todo o processo de terapia posso dizer com a maior alegria que me sinto outra pessoa, mais livre, completamente liberta do meu passado, a depressão ficou resolvida e sinto-me feliz e com vontade de gozar a vida que Deus me proporcionou.

Estou grata à Dra. Jatir, por todo o auxílio, a compreensão e por ter servido de canal de ajuda, na resolução do problema da depressão em que me encontrava.”

Miriam Gomes

Veja outros testemunhos em https://www.psic.com.pt/testemunhos/.

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Como é que a Tristeza pode mudar a sua vida?

A Tristeza é a emoção que ativa o processo psicológico que nos permite superar perdas, deceções ou fracassos. Quando nos sentimos tristes e estamos a interiorizar a nossa dor, tendemos a isolarmo-nos e a criar pensamentos negativos sobre nós e sobre o problema.

Ao aceitarmos a tristeza permitimos que se inicie um processo de consciencialização da realidade que vivemos. Tornamo-nos mais aptos para modificar os nossos pensamentos e sentimentos negativos, substituindo-os e transformando a situação vivida. Desta forma, contribuímos para que haja um reajuste do nosso comportamento de acordo com a nova realidade.

Caso perceba que está com mais dificuldades em lidar com as suas emoções, este é o momento certo para recomeçar. Cuide mais de si e do seu bem-estar. Pense mais na sua qualidade de vida e invista na sua saúde!

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Leia também: 6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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Teste: É agressivo com quem mais ama?

A agressividade é um assunto muito debatido na atualidade no âmbito da violência doméstica e não só. Alguma vez pensou no sofrimento das pessoas que não têm autocontrolo ao ponto de libertarem toda a sua carga emocional e frustração nos que o rodeiam? E como é no seu caso? Também sente dificuldades em controlar as suas emoções? Por vezes, sente desconforto e incapacidade em controlar o seu comportamento acabando mesmo por ser violento? Por vezes sente-se culpabilizado por ser incapaz de controlar o seu comportamento impulsivo e torna-se mais agressivo com os outros?

Responda aos itens abaixo, com sim ou não, e verifique se está de acordo ou desacordo com cada um, consoante as suas ações nos últimos tempos.

    E-mail:

    1 – Consegue tolerar uma opinião diferente da sua?
    SimNão

    2 – Fica agressivo (a) quando é contrariado (a) ou algo não corre como planeado?
    SimNão

    3 – Fica agressivo (a) quando a (o) sua (seu) parceira (o) decide sair com amigos (as)?
    SimNão

    4 – Costuma ter muitas discussões em que o tema são os amigos e familiares?
    SimNão

    5 – Tem alterações de humor com facilidade?
    SimNão

    6 – Costuma fazer muitas críticas ao outro?
    SimNão

    7 – Costuma fazer autorreflexões sobre si e sobre o seu comportamento?
    SimNão

    8 – Faz promessas difíceis de cumprir?
    SimNão

    9 – Sente que os outros querem aproveitar-se de si?
    SimNão

    10 – Tem uma boa relação com os familiares da (o) sua (seu) parceira (o)?
    SimNão

    11 – Gosta de ter tudo sobre o seu controlo?
    SimNão

    12 – Costuma mentir?
    SimNão

    13 – Costuma chantagear para obter o que quer?
    SimNão

    14 – Já humilhou e/ou insultou publicamente a (o) sua (seu) parceira (o)?
    SimNão

    15 – Sente que na sua vida não existe um meio-termo ou está tudo muito bem ou muito mal?
    SimNão

    16 – Sente ciúmes excessivos pela (o) sua (seu) parceira (o) chegando a ser agressivo (a)?
    SimNão

    17 – Controla o dia-a-dia e o telemóvel e/ou as redes sociais da (o) sua (seu) parceira (o)?
    SimNão

    18 – Considera que quando perde o controlo do seu comportamento a culpa é dos outros?
    SimNão

    19 – Já alguma vez foi violento (a) e agressivo (a) com a (o) sua (seu) parceira (o)?
    SimNão

    Se respondeu “sim” a mais do que três afirmações, procure ajuda profissional urgentemente. Os comportamentos agressivos podem ter muitas explicações, e muitas vezes estão associados à dificuldade que sentimos em lidar com as emoções negativas e com as situações de conflito, recorrendo à violência como forma de as resolver.

    Lembre-se, todos nós humanos, vivemos algumas situações de maior frustração, assim como emoções negativas, como medo, tristeza, frustração, revolta que são indicadores de que algo não está bem connosco mesmos e que, portanto, é preciso mudar. Podemos ajudar a encontrar novas formas para lidar com as suas dificuldades, a relativizar as situações que o incomodam, a mudar o seu comportamento e reações e a extinguir todo o seu sofrimento. Para saber mais, procure-nos para uma consulta informativa gratuita.

    PS: Se respondeu “Sim” a 2 ou menos perguntas, aproveite para fazer este teste:

    É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

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    7 dicas para gerir a raiva

    A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.

    E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!

    1- Aceite este sentimento
    Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.

    2- Viva o seu tempo
    Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.

    3- Consciencialize-se do sentimento
    Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.

    4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
    Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.

    5- Utilize a respiração para se acalmar
    Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.

    6- Observe e analise o momento.
    Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.

    7- Peça ajuda.
    Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.

    A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.

    Leia também o nosso artigo:
    https://www.psic.com.pt/6-dicas-para-ser-feliz-mais-vezes/

    6 Dicas para ser Feliz mais vezes

    6 Dicas para ser Feliz mais vezes

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    É uma pessoa ciumenta? Teste o seu ciúme com 4 perguntas.

    O ciúme apoia-se na posse, bloqueia e não permite que o amor cresça. É um sentimento que causa angústia, raiva, desconfiança, baixa autoestima, insegurança e tensão nos relacionamentos. Enfraquece a saúde mental e pode chegar ao ponto da violência doméstica – agressões físicas e verbais, homicídios e/ou suicídios. Pode também ser uma resposta negativa e protetora perante uma ameaça da perda.

    Reconhece alguma destas circunstâncias? Então responda ao questionário abaixo e teste o seu ciúme. Responda o mais fielmente possível, de acordo com a situação em que se enquadra.

    1. A dada altura, por coincidência, está a caminhar com o/a seu/sua companheiro/a e cruzam-se com a/o ex-namorada/o deste/a:
    a) Continua o seu percurso agindo com naturalidade e conversa normalmente.
    b) Não consegue ficar indiferente e tenta atrair para si a atenção do/a seu/sua companheiro/a.
    c) Fica perturbado/a, quer ir embora ou cria uma situação de conflito com a/o companheira/o ou com o/a ex.

    2. Repara que o/a seu/sua companheiro/a está a trocar mensagens no telemóvel e, quando se aproxima, afasta o telemóvel. Como reage?
    a) Pergunta simplesmente com quem está a conversar por mensagens.
    b) Especula sobre com quem estará a falar e qual o teor da conversa.
    c) Acha que este comportamento significa uma traição amorosa.

    3. O/A seu/sua companheiro/a telefona-lhe para a/o avisar que chegará mais tarde:
    a) Preocupa-se e pensa que algo de mau pode ter acontecido. E quando regressa sente-se aliviado/a.
    b) Fica muito ansioso/a e ocorre-lhe que poderá estar a ser traído/a, exigindo explicações mais tarde.
    c) Fica desconfiado/a, com frustração, e quando a/o recebe trata-a/o com agressividade.

    4. O/A seu/sua companheiro/a diz-lhe que irá a uma saída com amigos, para a qual não foi convidada/o:
    a) Incentiva-o/a, e dá-lhe o seu espaço natural e aproveita para fazer outras coisas.
    b) Fica desconfortável com a situação, e durante o tempo de espera, envia-lhe mensagens excessivas para saber como está a correr.
    c) Não consegue aceitar a situação e reage com atitudes extremas para impedir esta saída.

    Agora é o momento de refletir nos seus resultados, e perceber se o ciúme que já sentiu ou sente pode ou não interferir consigo, com o/a seu/sua companheiro/a e com a sua relação:

    • Se a maioria das respostas for “a”: Encontra-se dentro dos parâmetros da normalidade. Evidencia-se que tenta cuidar da sua relação, com afeto e confia em si e no/a companheiro/a.
    • Se a maioria das respostas for “b”: É uma pessoa ciumenta típica. Algo não permite que tenha a plena confiança no/a seu/sua companheiro/a e na sua relação.
    • Se a maioria das respostas for “c”: Procure ajuda terapêutica especializada. Talvez as suas emoções estejam a tornar-se insustentáveis, manter o ciúme no mais alto nível, poderá culminar em risco de surgimento de agressões físicas e emocionais.

    Se percebeu que provavelmente a sua rotina está a ser prejudicada devido ao ciúme, com um sofrimento psicológico cada vez maior que limita a sua tranquilidade, nós podemos ajudá-lo. A PSIC através de Sessões de Psicoterapia pode ajudá-lo a reestabelecer o autocontrolo das emoções, melhorar a sua autoestima e ajudá-lo a construir relacionamentos afetivos mais saudáveis. Contacte-nos e agende a sua consulta informativa grátis.

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    Testemunho: EFT – Displasia Rotuliana e o medo de andar de bicicleta

    Sou Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta. Em 2002 descobri o EFT (Emotional Freedom Tecniques®) e foi em Portugal que fiz o nível 1 e 2 (antes do EFT Oficial). Como sempre preferi a prática ensinada pelo Gary Craig, desde 2010 estudo o EFT Oficial. Tenho estudado e aperfeiçoado o EFT clínico – Gold Standart EFT-Tapping, o Optimal, que utilizo ora isoladamente, ora de forma integrada nas sessões de hipnoterapia ou de psicoterapia. A seguir apresento um caso que trabalhei exclusivamente com EFT Clínico e que acompanhei a evolução dos resultados a longo prazo.
    A A.M. vinha com um diagnóstico de restrição física devido a um problema congénito na coluna, contendo uma vértebra sacral a mais, somado a um problema no joelho. As orientações médicas foram de restrição em relação ao levantamento de pesos e uma atenção constante à postura corporal. Também alertou para possíveis dores durante a gravidez e parto. Deixo aqui o seu testemunho.

    “Quando iniciei o EFT, foi por causa de uma queda de bicicleta, quando tinha 28 anos. Bati com a cabeça e magoei o joelho direito. Andava a treinar para ir a Santiago de Compostela e achei que não iria ser capaz. Ao iniciar o trabalho com esse medo de cair, surgiu o medo de ficar em cadeira de rodas. Após limpar esta situação, veio o medo de me magoar no joelho esquerdo, ao ponto de ficar sem andar (foi-me diagnosticada uma Displasia Rotuliana, nesse mesmo joelho, em que o médico me disse que tinha que andar com uma joalheira quando fizesse desporto mais intensivo). Em seguida, veio a questão de a minha bicicleta estar a vir da Madeira, pois estava a mudar a minha vida toda para o Porto. Senti que iria sair do meu porto seguro e senti medo que as coisas não resultassem, que o casamento não desse certo. Limpei essa questão, entretanto surge o medo de encarar a vida tal como ela é e de ir para a vida por assim dizer. Limpei todos estes factos, senti-me muito bem, confiante e feliz, o próximo passo era a viagem de Santiago.
    Após as sessões, foi sugerido que realizasse o EFT pelo caminho de Santiago de Compostela e assim o fiz, para as dores físicas/cansaço e aspetos negativos que surgissem. Fiz 3 rodadas em cada dia (foram 3 dias para chegar a Santiago). Senti-me muito bem a fazer o caminho, não tive medo nenhum, não tive dores nas articulações, fui sem a joalheira. Senti-me feliz e o que era apenas um passeio de lazer, para mim tornou-se algo mais profundo, consegui controlar a mente e o corpo e consegui concretizar os meus objetivos.
    A partir de Santiago, a minha vida transformou-se, o EFT tornou-se uma prática constante sempre que necessário, especialmente na questão da ansiedade. Durante os últimos 4 anos casei e tenho um filho de 13 meses, a gravidez foi feliz e esqueci-me dos prognósticos dados pelo médico pela ausência dos sintomas. Tornei-me proactiva e comecei a realizar meus sonhos e vi que nada é impossível.” A.M.

    Saiba mais sobre EFT – Emotional Freedom Tecniques® aqui.

    Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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