7 dores no corpo com causas emocionais

Já sentiu alguma dor de costas, cabeça, ombros… sem saber qual a sua causa? É possível que, algumas dessas dores, tenham causa emocional. O nosso corpo também expressa o sofrimento emocional através de dores físicas. Aqui fica uma lista das dores que estão diretamente ligadas às emoções:

 

  1. Dor de costas – zona superior – pode estar associada à solidão, sensação de não ser amado ou desejado;
  2. Dor de costas – zona lombar – pode estar relacionada com o stress provocado por problemas financeiros;
  3. Dor de cabeça – o stress e a sensação de estar sobrecarregado podem estar na origem desta dor;
  4. Dor no cotovelo – habitualmente surge perante a resistência à mudança, quando se prende a padrões rígidos;
  5. Dor no quadril – o medo intenso da mudança pode estar relacionado com este tipo de dor;
  6. Dor no pescoço – se é rancoroso e hostil com os outros ou consigo mesmo, este é o tipo de dor que o pode afetar;
  7. Dor no ombro – é comum surgir quando tenta “carregar” nos ombros os seus problemas e os de toda a gente.

 

Este tipo de dores representa muito mais do que um simples desgaste físico. Estas dores são o alerta do seu corpo de que algo não está bem consigo e podem mascarar problemas emocionais. Se não conseguir ultrapassar estas dores sozinho, faça um despiste médico e se as dores persistirem procure ajuda psicológica para descobrir a origem e resolver as suas dores.

Veja também o testemunho da Vera – professora de 51 anos que vive com fibromialgia há décadas.

Saiba mais sobre problemas de saúde psicossomáticos aqui.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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Todas as emoções são boas?

Na realidade, sim! Não podemos afirmar que existem emoções más e boas. É verdade que existem algumas emoções com as quais temos mais dificuldade em lidar, no entanto, todas desempenham um papel fundamental na nossa vida, até mesmo as mais difíceis. É o excesso das emoções que as tornam prejudiciais ao sistema. Quais são então as mais-valias de cada emoção?

 

MEDO
É um alerta para o perigo. Motiva-nos a agir (lutar/fugir), para evitarmos consequências negativas. É protetor.

RAIVA
Possibilita a libertação de algo que nos incomoda, que achamos injusto ou que nos está a fazer mal. Leva-nos a lutar contra erros e/ou injustiças, de modo a estabelecermos limites que consideramos justos/adequados.

TRISTEZA
Permite o reconhecimento de uma perda, a tomada de consciência de que perdemos ou sentimos falta de algo. Ajuda-nos a pedir ajuda e a aproximarmo-nos dos outros.

ALEGRIA
Estimula a abertura ao exterior, a aproximação a outras pessoas e a criação de vínculos.

CURIOSIDADE
Motiva-nos a explorar o meio e a querer aprender mais.
SURPRESA
Leva-nos a dirigir a atenção para algo inesperado.

NOJO
Expele e mantém a distância em relação àquilo que é tóxico, que nos faz mal e que é indesejável

 

Veja também o que acontece “Quando as emoções adoecem o corpo

 

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Jatir Schmitt – Hipnoterapeuta e Psicóloga Clínica

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Quando o medo de enfrentar as situações controla a nossa vida

Quando nos confrontamos com uma situação que nos parece ser ameaçadora, perigosa ou simplesmente desconfortável é comum optarmos por fugir ou escapar dessa situação. A fuga é um dos mecanismos básicos da nossa existência. Há milhões de anos atrás aprendemos a lutar ou fugir para nos protegermos de predadores maiores. Atualmente, estas respostas nem sempre são adaptativas.

Evitamos ir a alguns locais, falar sobre alguns assuntos, não sentir emoções dolorosas… evitamos qualquer situação ou estímulo que nos faça sofrer. Ao evitarmos, momentaneamente, o nosso medo e desconforto diminuem. Contudo, será que resolvemos o problema? Na realidade não só não o resolvemos, como “alimentamos” o nosso medo. Ao fugirmos, não temos possibilidade de verificar se os nossos medos tinham fundamento, os nossos pensamentos negativos acerca da situação vão permanecer, deixámos de aproveitar vários momentos agradáveis da nossa vida e temos cada vez menos confiança em nós próprios.

Sempre que evitamos vamos ficando mais prisioneiros do medo, por isso, antes de fugir, pare para pensar… o quê que perde em experimentar?

 

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Equipa PSIC

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Vivenciar a perda

Muitas vezes, o luto é encarado como a perda de alguém que amamos devido à sua morte. Contudo, o luto pode estender-se a outras perdas:

  • Divórcio
  • Afastamento de amigos ou familiares
  • Animais de estimação
  • Bens materiais
  • Emprego

O sofrimento e a dor são respostas instintivas à perda que devem ser vivenciadas respeitando o ritmo de cada um. Este processo é muito particular, dependendo de cada pessoa e tipo de perda.

Cada um precisa de um tempo próprio para se ajustar a esta nova realidade e refazer a representação que alguém ou algo tinham e têm na sua vida. Este tempo não implica um esquecimento, mas sim a construção de uma nova relação com a memória dessa pessoa, situação ou objeto.

É legítimo que se sinta triste, com raiva, angustiado, culpado, frustrado, que chore e tenha vontade de desistir. Permita-se vivenciar este sofrimento que é necessário para se libertar e continuar a viver.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

 

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