Tudo o que deve saber sobre teletrabalho e a saúde emocional

O teletrabalho permite a proteção da nossa saúde e a saúde de todos e, simultaneamente, manter as organizações e a sociedade em funcionamento com as devidas limitações durante este período de crise. O isolamento social, por si só, é já uma situação que nos afeta psicologicamente. Acresce que o teletrabalho, para grande parte das pessoas, é uma experiência que se repete e para outras uma novidade que envolve um período de adaptação.

Assim, é importante compreender que é normal sentir dificuldades neste período e que existem várias formas de colmatar essa situação e preservar a saúde emocional.

7 ações para manter a sua saúde emocional no teletrabalho

1 – Organize o seu espaço e ambiente de trabalho

Escolha e defina um espaço para trabalhar, se não tiver um escritório prepare uma divisão da casa que lhe permita ter algum silêncio.

Dica: tenha atenção às regras da ergonomia: adapte o seu ambiente de trabalho de forma a posicionar a secretária, cadeira, computador/monitor o mais próximo possível da realidade do seu posto de trabalho na empresa.

 

2 – Planeie o seu dia: estabeleça horários para trabalho, descanso e lazer

Planeie um ritual simples para começar e terminar o seu dia: mantenha o horário fixo de trabalho até à hora da refeição e/ou pausa.

Dica: se possível, no final do dia desligue os aparelhos e saia dessa divisão.

 

3 – Defina objetivos e prioridades

Avalie o seu plano de trabalho, junto dos seus colegas e chefia, identifique quais as tarefas prioritárias e os prazos de entrega mais relevantes.

Dica: recorra a uma agenda e vá verificando o trabalho já feito. Comemore e reconheça o seu êxito.

 

4 – Faça pausas ao longo do dia

Faça interrupções breves e beneficie em termos de descanso corporal, visual, mental e emocional.

Dica: a cada hora de trabalho, tire uns minutos para ir à janela/varanda apanhar ar.

 

5 – Movimente-se e mantenha uma alimentação saudável

No horário não laboral dedique algum tempo para atividade física e planeie e compre alimentos saudáveis.

Dica: faça da sua cozinha um momento de relaxamento confecionando refeições equilibradas.

 

6 – Adote estratégias para gerir da melhor forma a vida pessoal

Procure manter as rotinas e atividades diárias habituais. Se tiver filhos, converse com eles sobre os seus sentimentos e receios, explique-lhes o que se passa e tranquilize-os.

Dica: invista na troca de afetos através de massagens e abraços e incentive a expressão dos sentimentos através de brincadeiras, desenhos, colagens e modelagens.

 

7 – Invista no autocuidado e no humor

Procure fazer atividades que lhe proporcionem prazer, para gerir o stress e a frustração.

Dica: assista a filmes ou séries de comédia, relembre histórias engraçadas, leia, faça meditação, dance…

 

Porque deve seguir estas ações?

  • Investir nestas ações irá permitir um melhor desempenho das funções, um aumento da produtividade e um auxílio no cuidado da qualidade da sua vida laboral. Além disto, um maior foco e consequentemente, o evitamento do retrabalho e trabalho em excesso.

 

  • O dia tem 24 horas, portanto, é possível planear e organizar o seu tempo. Desta forma, poderá desligar do trabalho usufruindo, convenientemente, das suas horas de descanso, prevenindo o stress e a síndrome de burnout. Permite ainda, manter um equilíbrio entre o teletrabalho e a vida pessoal prevenindo conflitos familiares, o que contribui para um ambiente saudável no seu lar.

 

  • Cultivar uma rotina de autocuidado preserva a sua saúde física, mental e emocional. Isto ocorrerá pela contribuição que o exercício físico nos ocasiona: concentração, produtividade, energia e libertação da tensão. Aliado a isto, a boa alimentação que auxilia na memória, evita doenças, melhora o humor e reduz o cansaço. Este tipo de investimento, em nós, resulta como estratégia no combate à depressão, ansiedade, stress, tristeza e permitirá um bem-estar no trabalho e na vida em geral.

Quais são os sinais de alerta de que precisa de ajuda especializada?

  • Excesso de stress
  • Ansiedade
  • Nervosismo
  • Frustração
  • Dificuldades em dormir
  • Irritabilidade
  • Tristeza
  • Flutuação do humor
  • Revolta

 

Agora, mais do que nunca, precisamos de aceitar os desafios gerados pelo inevitável: as mudanças, o adaptar, a paciência e a persistência nisso, como sendo parte natural da vida atípica que vivemos. Sentir dificuldade em lidar com estes desafios é natural, mas não precisa de o fazer sozinho. Pode encontrar a serenidade e a motivação que precisa para dar o seu melhor em resposta à incerteza.

Assim sendo, se não conseguir pôr em práticas as sugestões referidas anteriormente e/ou sentir, persistentemente, os sinais de alerta, a Clínica PSIC pode ajudá-lo a identificar e eliminar as barreiras, a ampliar a capacidade no controlo das emoções e a desenvolver comportamentos adaptativos, de forma a cuidar e a preservar a sua saúde emocional.

 

Perto ou longe, podemos sempre ajudá-lo através de uma consulta informativa gratuita, online ou presencial.

 

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Sabia que o chocolate é um superalimento?

A história do chocolate remonta ao ano 1500 a.C. e à América do Sul, onde o fruto do cacaueiro era aproveitado. Mais tarde, em 1502, Cristóvão Colombo trouxe as suas sementes para a Europa, local onde lhe adicionaram açúcar, dando origem ao chocolate como conhecemos hoje: doce, irresistível e, por vezes, viciante.

Esta iguaria é tão importante que mereceu um dia a nível mundial, o 7 de julho, relacionado com a sua inserção na Europa. É mal visto por muitos, porque faz engordar e muito elogiado por outros, por ter sido eleito um superalimento.

Se tem dificuldade em lhe resistir, há boas notícias: o chocolate traz benefícios para a saúde. Para além do seu agradável sabor, sabe-se que o chocolate ajuda a:

  • Aumentar a sensação de bem-estar
  • Reduzir o stress
  • Controlar o apetite
  • Melhorar o metabolismo
  • Fortalecer a memória e capacidade cognitiva

Costuma comer chocolate quando se sente desanimado ou triste?

Existe uma explicação para isso. O fascínio por esta iguaria começa antes da embalagem ser aberta pois possui a capacidade de interagir com a química cerebral. Os benefícios vêm dos flavonoides do cacau, que favorecem a saúde cardiovascular e podem aumentar o volume sanguíneo cerebral, combatendo o declínio da memória relacionado com a idade.

Além de melhorar as funções cognitivas, o chocolate também produz efeitos sobre o humor, devido à presença do aminoácido triptofano, um ativo importante para a sintetização de serotonina, a “hormona da felicidade”.

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Estes compostos são encontrados em maior quantidade nos chocolates amargos, versão 70% mínimo, devido à maior concentração de cacau. Chocolates mais doces também têm os mesmos compostos, mas em quantidades mais reduzidas e o seu excesso de açúcar limita as suas virtudes, tornando-se prejudicial. Diante de toda a gama de benefícios naturais, tem boas razões para consumir chocolate e aproveitar as sensações que este alimento traz. A melhor escolha é o chocolate amargo, mais puro e com pouco açúcar.

Consegue reconhecer o cheiro a cacau?

O olfato é uma excelente ferramenta no que respeita a descobrir as potencialidades do chocolate. A via olfativa e os canais neurais que regulam as emoções estão conectados. A sua fragrância e sabor formam estímulos que despertam lembranças de momentos agradáveis, funcionado quase como uma recompensa.

Como deve consumir o chocolate?

O modo como consume chocolate também está ligado à relação que construiu com a comida ao longo da sua vida e tem influência nos momentos que se vê sem orientação para lidar com as emoções. Quando consumir chocolate deve fazê-lo de forma equilibrada, respeitando a dose diária recomendada de mais ou menos 15 gramas. Fica como uma deliciosa sugestão, o café acompanhado de um quadradinho de chocolate, uma vez por dia.

Porque é que o chocolate é mais consumido no inverno?

O consumo de chocolate no inverno pode estar relacionado com estados depressivos pela ausência de sol. Trata-se de uma tentativa do sistema para regularizar os níveis de serotonina, através do consumo de chocolate. Mas quando o organismo está em desequilíbrio a absorção dos nutrientes do cacau será insuficiente para suprir as suas reais necessidades.

Quais os riscos para a saúde mental do consumo excessivo de chocolate?

O consumo excessivo de chocolate (e/ou de outros alimentos) pode mascarar estados emocionais com os quais tem dificuldade em lidar e que precisam da atenção de um profissional, que o ajude a orientar os seus hábitos e equilibrar o seu estilo de vida, promovendo uma gestão emocional adequada. Se pensa que este pode ser o seu caso, contacte-nos e marque uma consulta informativa gratuita – as nossas consultas podem ser presenciais ou online.

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Sabia que a fibromialgia pode ser consequência de um trauma?

“Foi-me diagnosticado fibromialgia há muitos anos. Desde aí fui medicada para as dores, mas as dores nunca passavam. Sentia-me sempre muito cansada e ansiosa. Houve um dia em que tive um ataque de pânico(…). Nesse mesmo dia, um pouco cansada de tantas idas ao médico e de medicação, fiz uma pesquisa na internet e encontrei a PSIC. Comecei de imediato o meu plano terapêutico, e sinto-me outra pessoa. Agora, consigo controlar a minha ansiedade, as dores dos pés desapareceram, a cabeça está mais leve, sinto-me mais segura, mais tranquila e as dores nas costas diminuíram cerca de 85%. Foi na PSIC que encontrei alguém para me escutar e entender, alguém que parece que me conhece melhor do que eu mesma. Estou muito feliz e quero continuar com as visitas à PSIC. Muito obrigado por me darem qualidade de vida.” – Gia.

Sentir dores crónicas intensas e muitas vezes flutuantes por todo o corpo, que impedem a realização de pequenas tarefas do dia-a-dia, é o desafio das pessoas que são diagnosticadas com fibromialgia. Grande parte das vezes, pode ainda sofrer de fadiga, distúrbios de sono e episódios depressivos.

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que são frequentemente associados a esta síndrome como:

  • genética
  • distúrbios do sono
  • ansiedade
  • depressão
  • trauma físico ou emocional

Atendendo à variedade de causas, torna-se difícil obter um diagnóstico preciso para a fibromialgia e quando há sucessivos insucessos no tratamento, a questão pode ter fundo traumático.

Como é que o trauma psicológico pode desencadear a fibromialgia?

Qualquer situação que o deixe paralisado emocionalmente, quer por exposição única ou repetida, pode resultar em trauma. Essas experiências podem ser bloqueadas pela mente, mas permanecem no sistema sob a forma de memórias profundas e de difícil acesso.

Ao desconhecer as manifestações do trauma e/ou evitar trabalhá-lo, pode facilitar a manifestação dos sintomas físicos. Lembre-se que o seu corpo tem memória e tudo o que está no seu inconsciente poderá manifestar-se no corpo como uma forma de suportar o sofrimento. Essa poderá ser a causa da sua fibromialgia.

Como é que a terapia do trauma pode aliviar os sintomas da fibromialgia?

A intervenção de um profissional de saúde mental pode melhorar o cuidado dessas dores que clamam por ajuda, através da reintegração e reinterpretação das experiências traumáticas.

A clínica PSIC pode ajudar através da terapia especializada em trauma. Esta terapia ajuda a ativar os recursos naturais produzidos pelo próprio corpo para a resolução e prevenção do trauma. É um tratamento eficaz que visa atuar na origem do problema, promovendo a dissolução das experiências traumáticas e libertação das manifestações secundárias, como a dor. O resultado é o restauro do seu bem-estar e equilíbrio emocional e físico.

Gostaria de obter mais informações acerca da terapia do trauma? Usufrua da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Que tal acabar com o seu sofrimento?

Certa vez um homem viajava e ao perceber que estava com pouco combustível, parou numa estação de serviço para atestar o carro. Enquanto abastecia observou que um senhor estava sentado tranquilamente numa cadeira em frente à loja da estação de serviço. Ao lado da loja estava um cão que chorava, uivava, gemia, gania …
Após atestar o carro enquanto se dirigia ao caixa, passou pelo senhor incomodado e curioso e perguntou?

– O senhor está a ouvir os lamentos do cão?
– Estou sim! Respondeu calmamente.
– Porque é ele que chora tanto?
– Ah! É porque está deitado numa tábua que tem um prego para cima.
– E porque ele não muda o lugar para se deitar?
– Certamente o prego o magoou o suficiente para ele chorar, mas não o suficiente para ele mudar.

É comum que o ser humano experiencie diferentes emoções: alegrias, tristezas, contrariedades… e sofrimento. Ora a vida corre bem, ora surgem obstáculos. Obstáculos naturais que a vida impõe. Então como sobreviver ao sofrimento desnecessário?

Assim como no mundo animal, talvez seja uma dessas pessoas que passa por dificuldades que lhe causam imenso sofrimento e que sente que é difícil mudar.

Só para começar, que tal sair de cima do prego?

Comece por refletir acerca dos seus desconfortos e das suas constantes reclamações e aquilo que faz para superar e resolver o motivo das suas dificuldades. Que tal ponderar sobre as suas reclamações e sobre o pouco que tem feito com o intuito de as resolver?

Ao menor desconforto, pare! Comece por aceitar que sofre, permita-se digerir e assimilar o que está a acontecer. Depois, analise a situação e crie alternativas diferentes que lhe forneçam condições para uma mudança segura.

Abra os seus horizontes para novas oportunidades! Na Clínica PSIC dispomos de programas – presenciais e à distância – de detox emocional intensivo de 3 semanas – para o ajudar a libertar-se das emoções negativas e abraçar a vida com outra energia. Saiba mais aqui. ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 10 atitudes para uma vida mais feliz

Pequenas atitudes podem transformar a sua maneira de pensar e de suprimir todo o peso que tem em si, permitindo viver com bom humor e tranquilamente. Estas são as 10 atitudes para uma vida mais feliz:

  • Encare a vida de forma mais divertida
    Basta dar tempo ao tempo, aproveitar o presente, desvalorizar aquilo que o incomoda e deixar de ser perfecionista e demasiado exigente consigo próprio.
  • Viva cada momento com calma
    Acalme o ritmo e desacelere a rotina. Observe os pormenores, a forma como caminha e como faz as suas atividades, por vezes, sob stress e com excessiva rapidez.
  • Aproveite o máximo de tempo com quem gosta (mesmo) muito
    Esforce-se para estar rodeado de pessoas espontâneas que lhe tragam bem-estar e boa-disposição. As boas companhias fazem-nos evoluir e viver a vida com mais ligeireza e harmonia. Afinal, os melhores momentos das nossas vidas são quase sempre partilhados com alguém especial.
  • Descomplique os seus pensamentos
    Os pensamentos surgem de modo automático do nosso cérebro. Aparecem sem darmos conta, mas podemos controlá-los, tentando substitui-los por pensamentos mais positivos para que nos sintamos bem.
  • Evite lamentar-se! Seja grato!
    Lamentar-se constantemente traz infelicidade, tristeza e sobrecarrega a sua vida. Opte por agradecer mais vezes por tudo o que tem e por ver sempre o lado mais positivo.
  • Use a boa disposição nos momentos mais difíceis
    A dificuldade faz parte da vida. Aprenda a lidar com os imprevistos e acumule novos recursos para utilizar no futuro. Relativize mais os momentos difíceis.
  • Evite a imaginação catastrófica
    Olhe para as adversidades, analise e escolha a alternativa mais viável. Aguarde pacientemente o processo natural de solução, esteja atento e viva um momento de cada vez enquanto segue com a sua vida.
  • Seja positivo
    Preencha a sua vida com notícias positivas e atividades que o animem. Visite sítios interessantes e inspiradores. Invista mais na positividade e em tudo que inspire alegria.

  • Acrescente leveza à sua vida
    Relacione-se com a terra, com o mundo e com as pessoas. Faça desporto, mude o seu visual e sinta-se confortável, aventure-se. Faça uma pausa, brinque como quando era criança, emocione-se, abrace o silêncio e ilumine-se com sorrisos.
  • Seja gentil e bondoso
    Quando somos bondosos, mostramos alegria, amor e harmonia e abrimos o nosso coração. Vivemos mais leves, mais contentes se imanarmos energia positiva a todas as pessoas. A leveza vem de dentro para fora, tal como o amor, somos amados se soubermos amar!

É possível viver uma vida mais feliz! Se está com dificuldades em encontrar a sua felicidade, este é o momento certo para recomeçar! Saiba como podemos ajudar através do nosso site e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos negativos

Estas são as 5 atitudes essenciais para lidar com pensamentos intrusivos. Aplicadas no seu dia a dia, estas atitudes vão ajudar a banir para sempre os pensamentos negativos e repetitivos.

  • Não perca tempo! Perceba o quanto esses pensamentos são tóxicos e automáticos e que, por isso, acontecem muitas vezes sem se aperceber. Ao pensar que os está a ter, já está no caminho para os enfraquecer.
  • Liberte os pensamentos. Os pensamentos são uma reação do corpo. Escreva-os no papel. De seguida, repita “eu não sou aquilo que eu penso” e “não preciso de acreditar em tudo aquilo que penso”.
  • Tome uma decisão. Se os pensamentos o enfraquecem, então solte-os, distancie-se e abandone-os. Ao tomar esta decisão está a aumentar a sua força para lidar com eles.
  • Redirecione a sua atenção: foque a sua atenção numa atividade/objeto que não seja o pensamento. Foque-se mais nos seus cinco sentidos – olhe à sua volta, sinta o toque, o contacto, ouça o ambiente, sinta os aromas e aprecie os sabores.
  • Nutra-se de emoções saudáveis: procure novas experiências, agradeça pelos bons momentos, concentre-se em sentimentos bons, faça atividades que goste de realizar e que permitam estar com outras pessoas.

Leia também: 6 Dicas para ser Feliz mais vezes

Para lidar com os pensamentos negativos é preciso criar uma rotina de treino e, claro, praticar! Se está com dificuldades em lidar com estes pensamentos, este é o momento certo para recomeçar. A ajuda de um psicólogo pode ajudar. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como ser uma pessoa mais serena?

Serenidade – é a palavra que caracteriza a tranquilidade, principalmente quando está presente em situações complicadas.

Gerir a ansiedade, diminuir as preocupações e a pressão do tempo e investir nos momentos de prazer com melhor disposição, mais alegria e vontade de viver, ajuda-nos a projetar uma vida serena e com mais leveza.

Quando vivemos com excesso de preocupações ou problemas que necessitam de ser resolvidos, tendemos a estagnar e a bloquear, acabando por criar um modo de vida disfuncional. Quando nos sentimos em paz, estranhamo-nos e consideramos que estar bem emocionalmente é invulgar e anormal.

Viver com serenidade mesmo quando nos sentimos rodeados pelas adversidades, significa apreciar um encontro com nós próprios. Respire bem fundo, decida que é necessário prosseguir adiante e retribuir à vida um significado mais leve.

Quando os caminhos da vida são agrestes, difíceis e irregulares, nos momentos em que a serenidade o chamar, dê-lhe espaço para que ocupe um lugar na sua vida, permitido o seu desenvolvimento e crescimento pessoal. Viva com serenidade, com coragem e ultrapasse os obstáculos da vida. Reaprenda a evoluir e a viver mais despreocupadamente!

Se reconhece esta realidade e acha que é difícil para si superar as suas dificuldades, procure ajuda de um profissional. Os psicólogos podem ser um grande auxílio perante os momentos mais difíceis da sua vida, dando-lhe as ferramentas para os ultrapassar. Veja aqui como podemos ajudar ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Não consegue emagrecer? Estes são os 5 inimigos do emagrecimento!

  • Não se sente preparado psicologicamente
    O seu objetivo tem sido emagrecer o mais depressa possível. Tem realizado várias tentativas, com diferentes métodos, mas tem dificuldade em seguir um plano de reeducação dos hábitos alimentares e sente-se incapaz de atingir os seus objetivos de perda de peso. Reconhece esta história? A chave para alcançar o sucesso é também investir na desintoxicação emocional, no seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Gerir as suas emoções, mudar os comportamentos indesejados e fortalecer a sua autoconfiança é fundamental!
  • A mudança assusta-o
    Emagrecer pode gerar implicações a nível emocional e físico, introduzindo emoções como o medo de enfrentar aquilo que é novo: novos hábitos alimentares, novo corpo, novo guarda-roupa e um novo espaço. A consciência dessas mudanças permite-lhe ultrapassar as dificuldades e afastar os seus receios. Defina objetivos curtos, encare-os e entre em ação!
  • Utiliza a comida como refúgio
    Quando existem períodos de maior desconforto, baixa autoestima e insegurança, raiva, revolta, vazio ou períodos de maior stress, é comum a alimentação tornar-se num refúgio inconsciente, provocando um descontrolo alimentar. É importante criar novas estratégias como praticar atividades físicas, investir em hobbies ou em algo que goste que o permita abstrair-se e que sejam benéficos para si.
  • Sente falta de apoio
    Deseja muito reduzir o seu peso, mas sozinho sente grandes dificuldades em atingir este objetivo. Envolva as pessoas que estão na sua rede de suporte: familiares, amigos próximos e colegas de trabalho. Torne-os seus aliados! Ter o apoio daqueles que nos são próximos é fundamental para nos mantermos resilientes. A ajuda psicológica também é importante neste processo. Ter um acompanhamento personalizado potencia o seu emagrecimento.
  • É pouco paciente
    Às refeições, exercite a paciência, mantenha-se concentrado, alimente-se lentamente e saboreie cada alimento. Desligue as distrações externas como a televisão e o telemóvel que poderão levá-lo a comer rápido e mais do que o pretendido. Escolha alimentos que o satisfaçam e sejam nutricionalmente saudáveis, ricos em proteínas e fibras elevadas, ajudando-o a sentir-se satisfeito durante mais tempo e com maior disposição emocional. Saiba que a paciência é uma das chaves ao longo do processo de emagrecimento e manutenção do peso desejado.

Na maioria dos processos de redução de peso, os impedimentos mentais e emocionais são ignorados. Se não está a conseguir gerir estas situações procure ajuda, já que todas têm solução.

Saiba mais sobre como podemos ajudar através do nosso site ou contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Come sem ter fome? Pode sofrer de compulsão alimentar

É comum a alimentação tornar-se no refúgio daqueles que sentem mais carências afetivas ou estão mais fragilizados emocionalmente. O sentimento de falta de amor e carinho muitas vezes é a causa da vontade de comer compulsivamente e da fome emocional.

Por outro lado, os problemas do dia-a-dia, tais como o desemprego, as contrariedades no relacionamento afetivo, as dificuldades de comunicação, as dificuldades em cumprir com a rotina diária, poderão contribuir para o mal-estar emocional.

Do mesmo modo, a falta de confiança em si mesmo, o medo de abandono, o sentimento de carência, a vergonha e a desvalorização pessoal influenciam o aparecimento das disfunções alimentares, sustentadas pelos problemas psicológicos, comportamentais, sociais e ambientais.

A sensação do vazio emocional que sentimos em vários momentos na vida, leva-nos a comer sem ter fome, simplesmente por carência. Nesses momentos, escolhemos quase sempre os alimentos que nos dão prazer, pois elevam a serotonina que aumentam a sensação de bem-estar.

Desde que nascemos e perante o nosso primeiro choro, a amamentação é a forma usada para nos tranquilizar. Aprendemos, assim, que o alimento é prazeroso e nos proporciona sensações de conforto, de tal forma que, nos momentos mais difíceis na vida, a alimentação pode ser um recurso usado para obtermos o aconchego, a alegria e a completação que nos falta.

Cuide das suas emoções, encontre novos hábitos saudáveis e aumente o seu bem-estar, sem recorrer à alimentação compulsiva!

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).
consulte o nosso site para mais informações relativas ao excesso de peso.

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Sabia que pode ser uma vítima do assédio alimentar?

O excesso de peso e a obesidade têm vindo a aumentar significativamente em todo o mundo. Cada vez há mais expectativas criadas em torno da imagem ideal a alcançar, o que pode provocar grande sofrimento nas pessoas com excesso de peso.

Os interesses da indústria e o acesso facilitado aos alimentos processados e pouco nutritivos (embora saborosos) contribuem para a epidemia do excesso de peso. O sentimento de impotência diante do assédio alimentar é determinante para o agravamento dos comportamentos alimentares disfuncionais.

Em muitos casos, o excesso de peso, surge acompanhado de fatores psicológicos como:

    • Passividade e/ou submissão
    • Preocupação excessiva com a comida
    • Ingestão compulsiva de alimentos
    • Dependência
    • Comodismo
    • Não-aceitação da imagem corporal
    • Sentimento de desamor e de rejeição
    • Dificuldades de adaptação social
    • Frustração
    • Desamparo e/ou insegurança
    • Intolerância
    • Culpa

A combinação destes fatores psicológicos em conjunto com o assédio alimentar torna-o refém da doença da obesidade.

Se se identificou com algumas destas caraterísticas, poderá estar a comprometer a sua qualidade de vida. Tome a decisão de cuidar de si! Procure a nossa ajuda para o auxiliarmos a superar os problemas emocionais subjacentes à obesidade e/ou para conseguir vencer a luta contra o excesso de peso. Saiba como aqui.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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