A síndrome da fadiga crónica é uma doença que se carateriza pelo contínuo e quase sempre inexplicável cansaço físico e/ou mental, podendo interferir com a sua saúde e bem-estar.
Estes são os 12 sinais mais frequentes de fadiga crónica:
Perda de memória ou de concentração frequentes
Dor muscular inexplicável
Dificuldade em ter uma noite tranquila de sono
Exaustão extrema que dura mais de 24 horas
Intolerância a ambientes demasiado quentes ou frios
Dor de cabeça e/o enxaquecas constantes e intensas
Intolerância ao movimento quando faz exercício físico
Pensamentos confusos
Sinais de depressão
Fragilidade emocional
Stress
Dificuldade em realizar pequenas tarefas comuns do dia-a-dia
Se se identifica com alguns destes sintomas, vivenciando-os diariamente, sem motivo aparente, deve procurar ajuda com urgência.
A clínica PSIC pode ajudá-lo a combater estes sintomas, muitas vezes associados à depressão, ansiedade, stress e tristeza. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).
Frequentemente associado à síndrome da fadiga crónica:
Os pesadelos são sonhos angustiantes, caracterizados pelo forte conteúdo emocional e sensação de ameaça à sobrevivência ou à segurança, que acontecem no sono profundo (sono REM), e originam um despertar abrupto e agitado.
Os pesadelos podem surgir devido ao consumo de medicamentos ou outras substâncias, porém, em geral, os pesadelos ocorrem quando experienciamos grandes níveis de ansiedade psicológica, sendo a sua principal causa psicoafectiva. Quanto maior a frequência dos pesadelos, maior a tendência para ter dificuldades em adormecer, menor a duração e maior a fragmentação do sono devido ao despertar noturno repentino.
Após o despertar noturno, normalmente experienciamos uma emoção de alívio quando percebemos que o que estava a ocorrer não era real. Mas por vezes, mantemos na memória pensamentos acerca do pesadelo, e ao longo do dia perduram emoções com uma carga emocional muito intensa – elevados níveis de angústia e ansiedade, devido às inquietações suscitadas pelos pesadelos.
Também pode acontecer que, com receio destes pesadelos, evitemos adormecer, o que provocará sonolência excessiva de dia, falta de concentração, maior ansiedade ou irritabilidade, o que pode culminar em quadros de depressão, ataques de pânico e até dor crónica.
Se está, ou conhece alguém que esteja a passar por uma situação de pesadelos recorrentes, que o impede de descansar e que prejudica a sua saúde física, mental e emocional, saiba como transformar os pesadelos em sonhos lúcidos! Conheça o nosso programa de intervenção para perturbações do sono.
Ainda existem muitas dúvidas sobre a fibromialgia, como se deteta, quais os sintomas e, especialmente, como se trata.
1 – O que é a Fibromialgia?
A fibromialgia é uma dor crónica que se localiza em várias partes do corpo. Geralmente, afeta músculos, tendões e ligamentos causando uma dor intensa, prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar do paciente.
2 – Quais as principais causas para a Fibromialgia?
A principal causa da fibromialgia ainda não é conhecida, todavia considera-se que terá origem em fatores físicos e emocionais, podendo surgir devido a uma suscetibilidade genética, a traumas físicos e/ou a traumas psicológicos.
3 – Quais os principais sintomas da Fibromialgia?
Dor crónica generalizada – dor muscular constante localizada em vários locais específicos do corpo, como o pescoço ou a região lombar e que dura pelo menos 3 meses.
Ansiedade – estes sintomas podem prejudicar muito a qualidade de vida dos pacientes.
Alterações de Concentração e Memória – podem ter implicações nas atividade do dia-a-dia, causando muitas vezes dor de cabeça.
Insónias – bem como outros distúrbios do sono, como um sono perturbado, por acordar várias vezes ao longo da noite devido da dor intensa.
Fadiga – cansaço, mesmo após várias horas de sono
Depressão – sintomas depressivos, choro fácil, diminuição do prazer em realizar as atividades diárias.
4 – Como se expressa a ansiedade e depressão na Fibromialgia?
Estes sintomas quando associados à elevada severidade da dor, podem gerar pensamentos automáticos negativos, falta de otimismo e descrença em relação ao processo de recuperação, medo constante e focalização mental da dor, levando assim ao acentuar de sintomas de ansiedade e depressão.
As pessoas que sofrem de fibromialgia, por vezes optam pelo isolamento, evitam atividades sociais, que lhes poderiam proporcionar prazer em situações normais, devido à intolerância à dor que sentem. Adquirem ainda uma perceção acerca do seu estado de saúde como frágil e imprevisível, levando a um aumento de sentimentos como insegurança, frustração, inutilidade e baixa autoestima.
O mês de junho é o mês do São João, e por esta razão partilhamos consigo uma pequena reflexão, leia-a e viva a vida!
Neste mês de junho seja apenas o que o encoraja, seja o que lhe enche de felicidade. Todos os roteiros trilhados são válidos, porém mais importante do que conhecer os rumos a seguir, e o que por eles possa encontrar, é ser livre para experienciar a vida em todas as suas possibilidades.
Junho é o mês da alegria, das festas, da partilha, da emoção e do amor…! É neste mês que todos queremos dançar harmoniosas danças, experimentar comidas de Verão, lugares calorosos, sentimentos amoráveis, mergulhar em diferentes olhares, apegar a outros abraços, conversar com o silêncio alegremente, abrir os livros e misturar os capítulos. Pare a sua máquina do tempo, porque tudo tem o seu tempo e a vida é tão rara!
Este é um novo mês para começar a desocupar a horizontalidade que o norteia. Invista em si, para o viver mergulhado na felicidade. Para muitos a felicidade é o estado de ser feliz. Todavia, algumas pessoas sentem dificuldades em definir ou explicar o que falta para alcançar esse estado de felicidade. Posto isto, o que será esse estado de feliz?
A felicidade é algo simples e antes de qualquer outra coisa é um estado de SER. É ser grato pela vida. É ser amado. É ser soldado na viagem da vida. É também Estar. Estar onde sentimos paz. Estar em comunidade. Estar com as pessoas que nos alentam. Estar enamorados connosco mesmos.
Viva este mês com um sentido alegre, com coragem, desfrute de tudo o que encontrar a cada minuto, a cada hora, no dia, na semana, no mês, de um jeito simples, com um sorriso nos lábios, com vida, vivendo tudo o que há para viver… permita-se…comemore a vida Seja e Esteja feliz!
A raiva é um sentimento de frustração e desagrado sobre algo que nos parece injusto e emocionalmente intolerável. Muitas vezes, são nas situações inesperadas do dia-a-dia, que sentimos mais raiva, e geralmente, expressamo-la através de um descontrolo comportamental e emocional, podendo mesmo chegar à violência. Por outro lado, existem situações em que nos sentimos vulneráveis, rejeitados ou magoados, e tentamos esconder essas emoções, alimentando a raiva por alguém ou por alguma situação.
E no seu caso, é habitual sentir raiva? Se sim, leia com atenção as nossas dicas que certamente irão ajudar nesses momentos!
1- Aceite este sentimento
Deve encarar a raiva como um sentimento natural que pode surgir de forma inesperada. Aceite que nesse momento está a sentir raiva pela situação e permita-se tranquilizar-se lentamente.
2- Viva o seu tempo
Quando sentir que está a perder o controlo da situação e a consciência do seu comportamento, permita-se ter tempo. Dê espaço a si próprio, abstraia-se da situação e espere por se sentir mais relaxado. Distancie-se um pouco para gerir as suas emoções, e evitar agir impulsivamente.
3- Consciencialize-se do sentimento
Após ter percebido que o seu interior está a persistir nesta emoção, confronte-se a si mesmo e tente mudar os seus pensamentos acerca do que está a sentir nesse momento. Permita que esta emoção desapareça lentamente.
4- Dedique o seu tempo a realizar algo que lhe faz bem
Arrisque abstrair-se do problema que lhe causa esta emoção negativa e invista o seu tempo em situações que lhe proporcionem alegria. Ao entregar-se a esses momentos de maior relaxamento, quando encarar de novo a situação sentir-se-á com mais força e discernimento para a superar.
5- Utilize a respiração para se acalmar
Tente fazer respirações pausadas e profundas, de forma a ajudá-lo a acalmar-se no momento de maior tensão. Ao inspirar todo o ar, imagine que está a inspirar a calma e ao expirar liberte com o ar a emoção que sente.
6- Observe e analise o momento.
Lembre-se do famoso «contar até dez» antes de agir. Pare! Pense sobre o sucedido, reflita e pondere a situação considerando outras perspetivas. Desta forma, conseguirá encontrar outras maneiras de agir.
7- Peça ajuda.
Após ter lido as dicas, agora é a altura de decisões! Se sente frequentemente o sentimento de raiva e irritação em excesso, seja em que situação for, talvez seja este o momento de procurar aconselhamento terapêutico. Saber gerir as nossas emoções, pode ser algo difícil de se conseguir, mas fundamental para nos sentirmos bem, e para vivermos com plenitude a nossa vida.
A PSIC pode ajudá-lo a identificar a origem da sua raiva e ensinar-lhe formas eficazes para lidar com ela! Contacte-nos para uma consulta informativa.
1- Arrisque. Comunique mais. Fale abertamente sobre aquilo que sente.
Se tentar recalcar os seus sentimentos e emoções está a contribuir para que possam surgir problemas de saúde mesmo a nível físico. É importante que exprima os seus sentimentos, que desabafe, partilhe as suas emoções positivas e menos positivas.
2- Tenha coragem para fazer escolhas.
Quando vivemos com preocupações excessivas e com demasiadas indecisões, podemos tornar-nos mais vulneráveis perante situações de ansiedade e angústia, prejudicando o nosso próprio bem-estar. Analise com calma e descontração o momento mais adequado para fazer as suas escolhas e siga o seu coração.
3- Enfrente os seus problemas.
Perante as adversidades seja resiliente. Nem sempre as situações ocorrem da forma como esperávamos, mas todos temos capacidades para ultrapassar as dificuldades. Às vezes, basta apenas manter o foco e o pensamento positivo para transformarmos o problema em solução.
4- Deixe as aparências de lado, seja fiel a si mesmo.
Algumas pessoas tentam demonstrar uma realidade de si próprias, diferente daquela que realmente é. Sentem vergonha de si e insegurança em relação ao que os outros podem pensar acerca delas. Esconder-se atrás das aparências pode trazer-lhe sofrimento. Seja sempre simples, deixe os acontecimentos da vida fluírem naturalmente.
5- Goste mais de si. Confie mais em si.
Quando nos esquecemos da nossa própria essência, tornamo-nos mais rígidos, acabando por anular a nossa autoestima. Seja mais benevolente consigo mesmo e aprenda a valorizar-se mais. Tenha mais fé em si e confie na sua intuição.
6- Seja Feliz mais vezes
Sorria mais. Preocupe-se menos. Desfrute dos momentos que o deixam sereno e em harmonia. Procure divertir-se. Conviva mais vezes com outras pessoas. Faça com amor tudo aquilo que deseja. Crie esperança no futuro e ambicione sempre por mais e melhor. Cuide de si e da sua saúde e vá ser feliz.
Esperamos que com estas 6 dicas possa ser mais feliz, mais vezes!
“Um homem frágil e velho foi viver com o filho, a nora e o neto de 4 anos. As mãos do homem velho tremiam, tinha a visão turva e o passo hesitante. A família comeu junto à mesa. Contudo, as mãos trémulas do avô ancião e a sua visão desfocada dificultavam o ato de comer. As ervilhas rebolaram da colher para o chão. Quando pegou no copo, o leite derramou-se na toalha da mesa. A confusão irritou ferozmente o seu filho e a sua nora: “Temos de fazer alguma coisa em relação ao avô” disse o filho, “leite derramado, ouvi-lo comer ruidosamente e muita comida no chão”.
Assim, o marido e a esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala, onde o avô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar. A partir da altura em que o avô partiu um ou dois pratos, a sua comida passou a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava de relance na direção do avô, às vezes, avistavam uma lágrima no canto do seu olho por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal lhe dava eram advertências acentuadas, quando ele derrubava um garfo ou derramava a comida.
O neto assistiu a tudo em silêncio. Uma noite, antes da ceia, o pai reparou que o seu filho estava a brincar no chão com tigelas de madeira. Ele perguntou docemente à criança: “o que estás a fazer?”. Do mesmo jeito dócil, o menino respondeu “oh, eu estou a construir uma pequena tigela para ti e para a mãe comerem a comida, quando eu crescer”. O neto sorriu e voltou a trabalhar.
As palavras do menino feriram os pais que ficaram mudos. Então, as lágrimas começaram a fluir pelos seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi dita, ambos souberam o que deveria ser feito. Naquela noite, o marido pegou na mão do pai e com suavidade conduziu-o para a mesa. Para o resto dos seus dias de vida, o avô comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem o marido nem a esposa, se voltaram a inquietar quando um garfo era derrubado ou o leite derramado, ou quando a toalha da mesa ficava suja.
Autor Desconhecido
A velhice é uma etapa da vida com grandes desafios e dificuldades. Cabe-nos a nós, saber lidar de forma equilibrada com as necessidades e limitações apresentadas nesta nova fase da vida, e também aprender com as mesmas.
Lembre-se, a velhice chega a todos, e por este motivo, nunca se esqueça: é fundamental acrescentar vida aos anos e não apenas anos à vida. Não permitamos que, sejam feitas mais tigelas de madeira. Todo o ser humano tem a sua dignidade, independentemente da fase de vida em que se encontra!
Saiba que na PSIC, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback, podemos ajudá-lo a si e ao seu familiar a lidar com o envelhecimento e a alcançar o equilíbrio emocional, colmatando algumas das dificuldades inerentes desta fase, proporcionando-lhes bem-estar e uma vida mais feliz. Para saber mais sobre como podemos ajudar, contacte-nos.
“… Que viajar abre a mente para novas possibilidades e ainda faz bem, ninguém tem duvida. e uma psicóloga brasileira residente atualmente em Vila Nova de Gaia, está aproveitando o potencial turístico do país para tratar pessoas…
…A aliança do método com passeios turísticos vem sendo chamado por ela e seus parceiros de “Turismo Saúde”… Jatir explica que seu método é aplicado por etapas, e pode ser feito em grupos ou individualmente. Ela definiu a primeira etapa como virada chave, onde acontece uma faixa emocional. “É fazer a pessoa sair do buraco”, Jatir resume. Depois vem a estabilização e consolidação…”
Este artigo foi publicado originalmente no Diário do Sudoeste e pode lê-lo na integra aqui
Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo: 1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar. 2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir. 3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja! 4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução. 5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos. 6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.
A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.
Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.
O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial
Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?
O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?
Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.
É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.
Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.
O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial
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