7 perguntas sobre saúde mental

Encontrar o equilíbrio em todas as áreas da vida é algo que todos desejamos. No dia 10 de outubro celebra-se o Dia Mundial da Saúde Mental. Nesta Newsletter, destacamos a importância da saúde mental na caminhada rumo ao equilíbrio e mostramos como, na Clínica PSIC, ajudamos os nossos clientes a atingir este objetivo.

ARTIGO DO MÊS

7 perguntas sobre saúde mental

1 – O que é a saúde mental?
Foi a 10 de outubro de 1992 que se assinalou pela primeira vez o Dia Mundial da Saúde Mental. Segundo o Serviço Nacional de Saúde (SNS), no conceito de saúde mental inclui-se:

  • Aptidão para se moldar a mudanças e novos acontecimentos
  • Conseguir identificar os seus limites e indícios de mal-estar
  • Ter a capacidade para superar crises, privações afetivas e desavenças emocionais
  • Possuir uma visão realista e crítica, mas, ao mesmo tempo, assegurar a criatividade e o humor
  • Criar relações plenas e ter projetos definidos para a sua vida

2 – Qual é o estado atual da saúde mental?
Embora o despoletar das doenças mentais seja comum, muitos não procuram ajuda pois existe uma baixa literacia em saúde mental, que pode atrasar o reconhecimento precoce da perturbação e os comportamentos de procura de ajuda. Assim, o acesso aos cuidados da saúde mental em Portugal é ainda escasso e os dados do relatório de Primavera 2019 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, revelam que a taxa de prescrição de psicofármacos em Portugal é a mais elevada da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), existindo ainda uma prescrição incorreta de antidepressivos.

3 – Os medicamentos ajudam no tratamento da saúde mental?
Na maioria das vezes a utilização de psicofármacos induz dependência e tolerância, tendo apenas um efeito redutor na expressividade de sintomas, pois não atuam na origem do sofrimento psíquico. A venda exacerbada de ansiolíticos e antidepressivos em Portugal deve-se à ausência de outras respostas para as doenças do foro psicológico, estimando-se que mais de 80% dos utentes do SNS, procura ou já procurou acompanhamento para doenças do foro psicológico através do seu médico de família, mas apenas uma pequena parte consegue consultar um psicólogo ou psiquiatra. Na Clínica PSIC acreditamos que a promoção da saúde mental não medicamentosa pode prevenir complicações futuras e promover o bem-estar holístico do indivíduo.

4 – Como é que a Clínica PSIC pode ajudar?
A Clínica PSIC é apologista da psicologia inclusiva, disponibilizando para além do atendimento privado, o programa Pro-Social destinado a pessoas que se encontrem em situação de fragilidade económica.

No que diz respeito à ação terapêutica, esta é integrada e interativa através do seu próprio modelo, que tem como objetivo atingir resultados rápidos, eficazes, duradouros e sem medicamentos. O modelo da PSIC reúne abordagens convencionais na área da Psicologia Clínica, como estratégias psicoterapêuticas e hipnoterapêuticas, mas também utiliza abordagens não convencionais como coadjuvantes: a Terapia Psicossensorial e Terapia de Biofeedback. Este conjunto de técnicas terapêuticas que auxiliam no tratamento das perturbações mentais, são por vezes utilizadas de forma combinada com o objetivo de potencializar os resultados, influenciando o bem-estar do indivíduo como um todo.

5 – O que é a Terapia Psicossensorial?
A Terapia Psicossensorial é utilizada com o intuito de equilibrar o sistema energético. Ao entrar em contacto com esse sistema são resolvidas possíveis perturbações existentes, através da eliminação das causas e estabelecendo um equilíbrio. É através da ativação e estimulação das estruturas cerebrais, que auxiliam a libertação e produção de neurotransmissores e neurohormonas que atuam na regulação de respostas emocionais. Desta forma, é possível ativar o potencial de auto cura do organismo de forma natural, pois a intervenção possibilita utilizar a nossa energia vital na superação dos problemas físicos, emocionais e energéticos.

6 – O que é a Terapia de Biofeedback?
No que toca à Terapia de Biofeedback, esta centra-se no método de treino psicofisiológico concretizado através de equipamentos que são passíveis de identificar e trabalhar desequilíbrios energéticos e de saúde, através dos sinais emitidos pelo corpo, sob a forma de descargas elétricas, temperatura, stress e tensão muscular. Estes sinais são amplificados pelos instrumentos e convertidos em informação útil para a intervenção.

7 – Porquê procurar a ajuda de um psicólogo?
Recorrer a um psicólogo é mais do que apenas um ato remediativo pois, assim como recorre a outros profissionais para cuidar de si (ex: nutricionistas; personal trainers), é possível procurar um psicólogo como ação preventiva e de manutenção, com o intuito de promover o seu desenvolvimento pessoal.

“Quando todas as pessoas no mundo cuidarem melhor de si mesmas, todas se sentirão mais bem cuidadas e poderemos finalmente começar a cuidar mais um do outro”.
Spencer Johnson, M.D.

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Objectivo: Deixar de Fumar!

A propósito do dia 26 de setembro – dia do Ex-fumador – decidimos saudar todas as pessoas que deixaram de fumar e incentivar aqueles que ainda não deram esse passo nas suas vidas a fazê-lo!

Já refletimos aqui sobre vários temas relacionados com o tabagismo, mas que nunca é demais reler:
Estes são os 6 motivos para deixar de fumar
5 mandamentos do ex-fumador
Hipnose – a estratégia certa para Deixar de Fumar (de vez!)
6 Dicas para ajudar alguém a superar os sintomas de privação do tabaco
6 formas de ajudar alguém a deixar de fumar

Testemunho ex-fumador – Jorge

E, já agora, o que dizem os amigos do Jorge – ex-fumador:
“Mais calmo e simpático, consegues ter uma refeição como uma pessoa normal, mais gosto pela atividade física”
“Desde que deixaste de fumar ficaste mais calmo, começaste a ter boas refeições (comer mais), adquiriste um estilo de vida melhor (ginásio). Para mim, desde aí ficaste com um ar mais saudável”
“Parece que após teres deixado de fumar começaste a levar uma vida mais saudável, vejo-te a comer mais e melhor, foste para o ginásio e tentas fazer essas coisas render o máximo possível”
“Eu antes de vir de licença, tu fumavas, eras uma boa pessoa e sempre gostei de te ouvir, mas no entanto explodias aos berros e de forma stressante com os teus colegas… quando regressei de licença já não fumavas e vi um Jorge diferente, mais calmo, mais ponderado, com vontade de perceber os colegas sem explodir primeiro, a comer para alem de uma sopa sem ser sentado no caixote do lixo a correr, também começaste a parar para beber um pouco de água e para alem de tudo, deixaste de comer aquelas dragueias para retirar o cheiro do tabaco: vejo um Jorge mais saudável. Estou bastante feliz por te ajudar a dar este testemunho. Deixar de fumar ajudou-te e ajudou as pessoas ao teu lado que fumavam e viram que fumar e não fumar tem sim diferença numa pessoa.”
“O Jorge era uma pessoa viciada em tabaco desde que o conheço! Um ser humano especial com um feitio complicado. Acho que o tabaco o prejudicava porque: almoçava cigarros; todos os minutos de pausa eram para fumar; ficava irritado com facilidade e todos os cafés eram com 2/3cigarros. Atualmente noto imensas diferenças! O Jorge almoça uma refeição normal, é super tranquilo e consegue conversar, tornou-se mais humano ainda! Se preferia o Jorge antigo ou o atual? Sem dúvida o atual! Este sim deixa marca por onde passa, porque deixar de fumar mudou-o completamente e tem uma força de vontade espetacular. Nunca mudes!”

Testemunho ex-fumador – Susana

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A diferença entre Ansiedade e Pânico

O que é a ansiedade?

A ansiedade é inerente a todos os seres humanos e é a característica biológica que antecede situações de perigo. Pode ser sentida através de alterações físicas, como a dificuldade em respirar, aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, tremores, sudação, entre outros.

Qual a origem da ansiedade?

Há 200 mil anos o Homo Sapiens para conseguir sobreviver estava constantemente exposto a perigos e defrontava cenários ameaçadores, como caçar sozinho. Hoje em dia, embora de forma diferente, os medos persistem: medo de perder o emprego, medo de falhar, medo de andar de carro, medo de alguém querido morrer…  mas o nosso cérebro funciona da mesma forma.

Como funciona então o nosso cérebro?

  1. O cérebro possui um sistema que o protege de situações de risco e quando este sistema ativa a amígdala cerebral avalia a intensidade do que está a acontecer, avisando o responsável pelo comando do corpo, o hipotálamo.
  2. O sistema nervoso simpático é ativado e, consequentemente, as glândulas suprarrenais produzem adrenalina, acelerando o coração e produzindo mais oxigénio, com o intuito de aumentar a sua capacidade de enfrentamento ou de fuga da situação ameaçadora.
  3. A produção de cortisol no corpo aumenta, elevando o nível de stress e comprometendo o sistema imunitário.

A ansiedade pode ser benéfica?

Fisiologicamente, o corpo necessita da ansiedade para reagir a situações de perigo, ou seja, tem uma função adaptativa e este é um processo necessário de sobrevivência. O medo é a reação emocional à ameaça iminente, real ou percebida, ou seja, é uma reação de sobrevivência que acontece no momento.

Como se pode manifestar a ansiedade?

A ansiedade tem normalmente em comum o sintoma básico do evitamento, podendo apresentar diferentes manifestações, como por exemplo:

  • Ansiedade de separação: medo/ansiedade desajustado à idade daqueles a quem tem apego, com sofrimento e danos – a duração mínima desta ansiedade é de 1 mês;
  • Mutismo seletivo: incapacidade para falar em determinados contextos sociais, que pode afetar a produtividade escolar, profissional e social– a duração mínima desta ansiedade é de 1 mês;
  • Fobia específica: quando um objeto ou situação específica provoca uma resposta intensa de medo/ansiedade. Como por exemplo, o medo de voar, de andar de transportes públicos, locais fechados, etc. – a duração mínima desta ansiedade é de 6 meses. 

E o pânico? O que é e como se relaciona com a ansiedade?

A ansiedade antecede o pânico! O pânico consiste numa avaliação alterada e disfuncional dos sintomas do corpo, quando se encontra num estado elevado de stress. Perante um falso alerta de perigo, surge a sensação de morte e descontrolo, decorrente da descarga intensa de noradrenalina, tal como na ansiedade.

O que é um ataque de pânico?

O ataque de pânico consiste num medo súbito, intenso, incómodo, arrebatador e recorrente, que atinge um pico em minutos e pode ser identificado quando acontece uma ou mais reações como: sentimento de desproteção, ansiedade intensa, coração acelerado, palpitações, taquicardia, sensação de falta de ar ou sufoco, náuseas ou desconforto abdominal, transpiração, tremores, calafrios ou sensação de calor, tonturas ou sensação de desmaio, sensações de formigueiro, sensação de morte iminente, medo de perder o controlo ou enlouquecer, medo de morrer,  sensação de estar afastado de si e sensação de irrealidade.

Como reagir perante um ataque de pânico?

É importante ativar o sistema parassimpático, baixar a produção da noradrenalina, promovendo a comunicação do seu sistema límbico com o cortéx pré-frontal, normalizando o seu estado através da estimulação de ações que permitem ao organismo responder a situações de calma, como desacelerar o coração e diminuir a pressão arterial.

Como prevenir ataques de pânico e reduzir a ansiedade?

Diversos estudos indicam que o relaxamento, a hipnose, as técnicas de respiração e coerência cardíaca e as intervenções psicossensoriais promovem a neuro modulação dos estados ansiosos, ajudam na redução da produção da noradrenalina, na mudança de perceção e na reinterpretação dos eventos.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Como eliminar os pensamentos negativos

Sente-se triste e não consegue parar este tipo de pensamentos:
– O que vão pensar de mim?
– Podia ter feito melhor…
– Só acontece comigo!
– As pessoas são todas iguais!
– É sempre a mesma coisa!

Quando os pensamentos negativos dominam o seu dia-a-dia, a sua vida bloqueia, a tristeza perdura e o negativismo instala-se. Gostaria de mudar este estado de espírito? Leia com atenção esta sábia história:

Certo dia, o velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e que depois o bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Mau – disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu, e então pediu ao jovem que pegasse noutra mão cheia de sal e fosse com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio e, quando chegaram, o Mestre pediu ao jovem para deitar o sal ao lago. O jovem assim o fez. Logo após o velho Mestre disse:
– Beba um pouco dessa água.
O jovem bebeu e enquanto a água escorria do seu queixo, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o jovem sem pestanejar.
– Consegue sentir o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.
O Mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou nas suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando sentir dor, a única coisa que deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que perdeu. Noutras palavras: é deixar de ser copo, para tornar-se um lago.”

Siga os conselhos do velho Mestre e elimine os pensamentos negativos. Veja este pequeno exercício:
– Perceba o que o entristece. Identifique os pensamentos negativos que surgem, sinta e ouça-os com atenção.
– Comece por desligar-se do mundo, respire fundo e imagine que é um lindo lago, onde dissolve os pensamentos negativos na imensidão da sua água limpa. Sinta a sensação de frescura e de clareza mental.  É um momento especial, a sós consigo próprio, a flutuar no lago dos bons pensamentos.
– Uma pequena pausa como esta, muda o foco, limpa a mente e acalma o coração.

A autoajuda pode ser um começo para aliviar o seu sofrimento e tomar consciência. Mas por vezes, os conselhos e as dicas não são o suficiente. A sua tristeza e sofrimento podem ter causas mais profundas. Se está com dificuldades em lidar com estes pensamentos, este é o momento certo para procurar ajuda profissional. A intervenção de um psicólogo pode ajudar. Saiba como podemos ajudar através da marcação de uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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ARTIGO DO MÊS – O trabalho é a sua única paixão?

Com o desenvolvimento da nossa sociedade e exigência associada, a sobrevivência, competitividade, necessidade de provar algo a alguém ou a si próprio, leva muitas vezes ao excesso de trabalho. Um workaholic pode ser definido como uma pessoa viciada no trabalho, ou seja, que prioriza o trabalho em todas as circunstâncias e a sua única motivação são as aquisições profissionais. Mas quais são as características de um workaholic?

  • A maior parte do dia é dedicado exclusivamente ao trabalho;
  • Não completa o horário de almoço ou realiza a refeição na mesa do trabalho, trabalhando ao mesmo tempo;
  • Faz muitas horas extras e não se importa com o seu ritmo de trabalho;
  • Trabalha em qualquer situação: no carro, na casa de banho, no hospital, nas férias, etc.;
  • Evita tirar férias;
  • Dorme pouco, tendo hábitos de sono escassos e superficiais e até insónias
  • Tem dificuldade em relaxar;
  • Oferece resistência a tirar momentos de lazer, até com família e amigos.

Aliando todas estas características e com o passar do tempo, a qualidade de vida das pessoas viciadas no trabalho é afetada, podendo manifestar-se sinais de stress e esgotamento (burnout). Para além disso, perturbações como ansiedade e depressão, abuso de álcool/drogas podem estar aqui evidenciadas.

Sabia que um em cada três trabalhadores em Portugal corre risco de burnout? Este esgotamento acontece quando o seu rendimento fica limitado, devido aos fatores emocionais e físicos se sobreporem aos aspetos intelectuais, comprometendo as capacidades cognitivas.
Para além dos problemas de saúde física e mental, também os conflitos com os familiares/amigos ganham peso na vida de um viciado em trabalho. Afinal, a sua vida pessoal está sempre em segundo plano, evitando ao máximo estar presente em eventos sociais e, quando está, tem sempre o foco no trabalho. O vício do trabalho deixa a vida social e as relações familiares de parte, sendo que o autocuidado e a sua saúde também são colocados em causa.

Como mudar esta realidade? Através da mudança comportamental e do cultivar de novos hábitos, permitindo encontrar um equilíbrio em todas as áreas da sua vida. Tome atenção às nossas 8 dicas para quebrar o ciclo do vício no trabalho:

  • Faça breves pausas no trabalho – coloque despertador no telemóvel para não se esquecer da hora de almoço e para fazer pausas de 10 minutos a cada 2 horas de trabalho.
  • Trabalhe em equipa – delegue tarefas e atenue a carga de trabalho. Valorize as pessoas e confie no seu desempenho.
  • Durma bem – dormir é imprescindível para mantermos o nosso nível de produtividade. Estabeleça uma rotina com horários definidos.
  • Respeite o horário de saída – quando chegar a hora de sair, saia! Não veja os emails, não atenda chamadas do trabalho e não leve trabalho para casa.
  • Aprenda a relaxar – o nosso corpo e mente precisam de recuperar da azáfama do dia-a-dia. Aproveite as pausas no trabalho e no final do dia dedique 20 minutos para estar consigo mesmo, sem telemóveis nem distrações;
  • Encontre uma nova atividade – procure algo novo que sempre desejou fazer, como por exemplo: praticar exercício, estudar um tema novo, ler um livro, ter aulas de culinária, etc.
  • Planeie outras atividades – conviva com os seus amigos, familiares… se for mais fácil estabeleça horários para estas atividades.
  • Vá ao médico – cuide da sua saúde, tanto física como emocional.

Para esta mudança comportamental acontecer, é necessário ter consciência de que o seu estilo de vida o vai comprometer. As pessoas viciadas no trabalho consideram-no como o seu “filho único” e ficam de tal forma ligados nele que esquecem que o sentido da vida está nos motivos que o levam a trabalhar e não no trabalho em si! De que vale a dedicação extrema ao trabalho se depois acaba por não tirar benefício disso?

Por vezes, pode não ser fácil encontrar o equilíbrio desejado. Se sente dificuldade em seguir as dicas acima apresentadas, procure ajuda. A psicoterapia ajuda a ampliar as suas competências pessoais, contribui para a aprendizagem do relaxamento e a estar presente, encontrando um equilíbrio nas várias áreas da sua vida. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

“Se você está a perder o seu lazer, cuidado! Pode estar a perder a sua alma.”

Virginia Woolf
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Como alcançar a Saúde Plena

Saúde – ausência de doença; situação plena do bem-estar físico, mental e social (de acordo com a Organização Mundial de Saúde).

Ao contrário do que a maioria das pessoas pode pensar a saúde física está relacionada com a saúde mental e as duas são inseparáveis, porque raramente a saúde física é plena quando a saúde mental não está em equilíbrio e vice-versa. O ser humano consegue estar perto de ter uma saúde na sua plenitude quando atinge um equilíbrio entre sentir-se bem consigo próprio e ter interações com os outros. É desta forma que tem as ferramentas necessárias para enfrentar os desafios constantes da vida e as exigências que a mesma implica.

Cuidar da saúde não se limita a minimizar ou controlar os sintomas que comprometem o nosso bem-estar, mas também (e mais importante) a considerar os aspetos importantes para nós como as relações pessoais, sociais, emocionais, relacionamentos e convivência. Cabe a cada um de nós começar a ter atitudes mais positivas e preventivas para o nosso projeto de vida.

Podemos ter uma saúde mais positiva quando nos tornamos capazes de compreender o meio envolvente e conseguimos adaptá-lo caso necessário, transformamos os nossos comportamentos e assim aumentamos a nossa capacidade para lidar com os acontecimentos de vida negativos protegendo a nossa saúde. Imagine que o seu corpo é uma máquina e como tal requer uma manutenção continuada, lembre-se de que é o grande responsável por manter o seu corpo e a sua saúde saudável.

Neste Dia Mundial da Saúde, relembramos-lhe as 5 atitudes fundamentais para melhorar a sua saúde (física e mental):
1 – Alimente-se bem e de forma equilibrada: a alimentação é importante para o seu bem estar físico pois influencia na prevenção contra várias doenças crónicas como a obesidade e diabetes, entre outras. Por outro lado, uma boa alimentação pode ser benéfica no humor, no funcionamento intelectual e no seu estado de espírito.
2 – Durma bem (entre 6 e 8 horas por noite): uma boa noite de sono pode ajudá-lo a lidar com a ansiedade e o stress. Procure manter um horário de sono regular e tente estabelecer rotinas de horários ao deitar e acordar.
3 – Exercite a mente (jogos e leitura): a autoajuda pode ser útil para ter um maior controlo de si e das suas emoções, contribuindo para uma vida mais satisfatória. Procure ter hábitos de leitura e escrita, pois são uma forma de organizar os seus pensamentos e libertar a ansiedade e as ideias negativas. Irá sentir-se muito melhor e relaxado.
4 – Pratique atividade física regular: qualquer movimento corporal é uma enorme ajuda para melhorar o seu bem-estar. Basta apenas uma caminhada de trinta minutos para o ajudar a ter mais agilidade mental e energia e a melhorar o seu estado de humor. Pode também ser um momento agradável da sua vida contribuindo para o seu bem-estar psicológico e físico.
5 – Relaxe: tire breves instantes do seu dia para realizar exercícios de relaxamento, bastante úteis para aliviar ou melhorar vários problemas que pode sentir, tais como ansiedade, stress, dor, insónia, entre outros. Procure o momento do dia mais relaxante para si e tente ficar confortável num ambiente tranquilo onde ninguém o possa incomodar. Feche os olhos, preste atenção a todas as suas sensações corporais como o respirar lentamente, o calor, a temperatura do seu corpo e concentre-se nos batimentos cardíacos. Assim, irá sentir que tem o controlo de todo o seu corpo e da sua mente conseguindo atingir a harmonia.

Siga estas 5 dicas e tenha uma saúde plena!

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Depressão e Fadiga Crónica

A depressão pode ser definida como um processo que se caracteriza pelo humor depressivo e/ou irritável (associado à ansiedade e à angústia), redução da energia (desânimo, cansaço constante), incapacidade parcial ou total de sentir alegria e/ou prazer, desinteresse, lentificação, apatia ou agitação psicomotora, dificuldade de concentração e pensamentos negativos, com perda da capacidade de planear o futuro e com alterações da perceção da realidade.

A pessoa com depressão sente dificuldades em desenvolver as suas atividades de vida diárias, bem como em manter as suas rotinas. O estado de depressão pode ter várias implicações: isolamento social, exclusão ou rejeição; desânimo, falta de energia, dificuldades nos inter-relacionamentos pessoais e no cumprimento dos seus afazeres. É muito comum, sentirem que estão perto da exaustão emocional que é um dos principais sintomas da fadiga crónica. Geralmente, as pessoas que sentem fadiga experienciam uma diminuição da capacidade física e mental quer a nível pessoal quer a nível profissional. Os sintomas mais comuns deste problema são nomeadamente falhas de memória, ruminações obsessivas (pensamentos repetitivos), problemas de concentração, dores musculares, perturbação do sono, dor de cabeça/enxaquecas e cansaço extremo prolongado.

Estas situações podem ser despoletadas por inúmeras causas, advindas da forma como nos comportamos e agimos no dia-a-dia. Em geral, a fadiga pode ser causada devido a três fatores: estilos de vida; condições de saúde e problemas psicológicos, nomeadamente a depressão.

A fadiga crónica pode também ser provocada pelas perturbações de sono. É recorrente nestes casos, as pessoas sentirem-se muito cansadas mentalmente e fisicamente, durante o dia, principalmente se não descansarem as horas suficientes durante a noite. Pelo que, é muito importante tentar respeitar o ciclo circadiano, mantendo sempre os mesmos horários de deitar e de acordar, dormindo pelo menos 8 horas seguidas. Porém, nas situações em que as pessoas vivenciam fases de maior angústia e tristeza, tendem a ter mais dificuldades em adormecer, ou então, acordam sistematicamente ao longo da noite. Nestes casos, é essencial que haja consciência de que a sua saúde pode estar em risco, pois quando ocorrem problemas de sono associados à fadiga e cansaço extremo, estes podem ser originados por uma possível depressão. Em consequência, dificilmente, as pessoas sentem disposição para gerir as suas emoções e as tarefas diárias.

Com todos estes problemas, é difícil controlar as emoções e maioritariamente, as pessoas são incapazes de encontrar soluções para encara-los e supera-los. Por outro lado, o apoio afetivo de outros, pode ser inexistente, o que contribui para o aumentar do desespero destas pessoas. Sentimentos como inutilidade, isolamento social, rejeição/abandono, autodepreciação, são recorrentes de tal forma que a pessoa deixa de ter vontade de viver, e assim podem surgir os pensamentos de ideação suicida.

Independentemente do tempo e da gravidade da ocorrência destes sintomas é fundamental que priorize a sua própria vida. Perceber que a saúde emocional também deve ser cuidada é um passo, e um compromisso que deve ter consigo mesmo. Por esta razão, permita-se ser ajudado para que consiga ter saúde emocional e qualidade de vida.

O Detox Emocional é um programa intensivo que o ajuda na limpeza da carga emocional e restaura os recursos emocionais internos, promovendo melhorias diretas no seu ânimo e no seu bem-estar. Para além disso, também oferece ferramentas de autoaplicação que permite consolidar, ao longo do tempo, as mudanças alcançadas.

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O que deve saber sobre a depressão pós-parto

A depressão pós-parto manifesta-se normalmente a partir das primeiras 4 semanas após o parto, mas podem surgir até aos primeiros 6 meses.

Estes são os sintomas mais comuns da depressão pós-parto:

  • Desinteresse pelo bebé ou exagerada ansiedade pelo seu estado de saúde;
  • Rejeição do bebé;
  • Sentimentos de culpa, vergonha ou fracasso;
  • Dificuldade de concentração, atenção e memória;
  • Desânimo persistente por mais de duas semanas;
  • Irritabilidade e choro fácil;
  • Incapacidade de realizar as tarefas do dia-a-dia;
  • Alterações do sono;
  • Diminuição do nível de funcionamento mental;
  • Ideias obsessivas ou supervalorizadas;
  • Ideias de morte ou suicídio;
  • Diminuição do apetite e da líbido.

As principais causas da depressão pós-parto são de natureza biológica, psicológica, familiares e socioeconómicas:

  • A qualidade do relacionamento interpessoal da mãe com o seu parceiro;
  • Vida stressante;
  • Adversidades socioeconómicas;
  • Ansiedade associada à gravidez;
  • Histórico psiquiátrico da mulher antes e durante a gravidez;
  • Dificuldade nos relacionamentos interpessoais com familiares próximos;
  • Frustração em relação à expetativa do sexo do bebé.

A depressão pós-parto pode ter um impacto negativo na saúde da mãe, bem como na saúde e desenvolvimento do bebé. A psicoterapia e a hipnoterapia podem ser um importante apoio para a ajudar a ultrapassar esta depressão. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Sofre de fadiga crónica?

Conheça os 5 fatores que causam fadiga e identifique quais é que estão relacionados com o seu estado atual e quais as suas recomendações.

  • Tempo de sono insuficiente
  • A falta de descanso adequada pode influenciar negativamente a nossa concentração e a nossa saúde física e mental.
    Recomendação: Procure ter um horário regular de sono, sem a presença de televisões, computadores, telefones e smartphones no quarto de forma a ter um sono saudável.

  • Alimentação desadequada
  • Uma alimentação insuficiente em proteínas, vitaminas e minerais são responsáveis pela perda de energia e disposição.
    Recomendação: Analise se a sua alimentação é equilibrada e saudável, caso necessite de ajuda consulte um profissional de saúde alimentar.

  • Depressão
  • Além de ser uma perturbação emocional, pode ter implicações físicas, tais como dores de cabeça, perda de apetite e de peso, provocando sensação de fadiga.
    Recomendação: Dedique mais tempo a si mesmo. Conviva com mais pessoas, envolva-se em novas experiências e atividades e recorra a ajuda psicoterapêutica.

  • Excesso de cafeína
  • A cafeína pode aumentar o estado de alerta e concentração, o ritmo cardíaco, a pressão arterial e a agitação.
    Recomendação: Elimine de forma gradual o café, chá, chocolate e qualquer medicação que contenha cafeína pois caso elimine de repente, pode agravar os sintomas de fadiga.

  • Stress
  • O nervosismo, a tensão e a ansiedade sentidos no dia-a-dia, com o trabalho, as preocupações familiares e relacionamentos, pode originar fadiga crónica.
    Recomendação: É importante gerir as suas emoções, estabelecendo um ponto de equilíbrio.

Se se identifica com alguns destes fatores sem motivo aparente e considera que as recomendações são insuficientes para melhorar, é aconselhável que procure ajuda.
Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

5 perguntas sobre a Fibromialgia - das causas ao tratamento

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Como viver melhor com estas 8 dicas

A vida por vezes surpreende-nos. Exige que avancemos mesmo quando não sentimos motivação ou capacidade para avançar. Faz com que sejamos autocríticos e nos tornemos os nossos piores inimigos. Outras vezes, sentimos um vazio inesperado, uma tristeza incomparável ou uma ligeira desmotivação. E aos poucos, estas sensações tornam-se verdadeiramente incapacitantes, incisivas e difíceis de extinguir.

Preocuparmo-nos com nós próprios deve ser a nossa prioridade. Adotar hábitos de vida saudáveis é um passo essencial para uma saúde plena. Siga estas 8 dicas e aumente definitivamente o seu bem-estar:

Crie momentos bons e promova-os
Torne-se o único responsável pelo seu bem-estar. Aceite que existem dias que nos fazem sentir distintas emoções que podem esgotar-nos velozmente, porém entenda-as e desapegue-se delas quando sentir que é o momento certo.
Acredite mais em si e que é capaz
Só conseguirá vencer o amanhã se insistir no hoje. Valorize aquilo que já possui, e percecione o que pretende alcançar.
Invista mais em si, incentive-se mais
Pratique mais otimismo para a sua vida, evite a vitimização, porque toda a pessoa humana tem forças em si mesmas, capazes de nos mover quando adotamos novos trajetos, restabelecendo as fraquezas e adaptando-as em resistências emocionais e espirituais.
Expulse o Stress
O stresse pode ser considerado também como um conjunto de respostas físicas e mentais de uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências e expectativas pessoais. Tente descobrir o que pode estar a causar tensão e aborrecimento e tente contornar essas causas. Mantenha bons pensamentos; cultive bons propósitos. Relaxe, esvazie a mente de preocupações!
Antecipe-se à doença
A deteção precoce de algumas doenças, sobretudo as oncológicas, é essencial para um tratamento mais eficaz. Tente estar atento a sintomas ocasionais. E lembre-se que é importante realizar rastreios de saúde com frequência! Esteja vigilante e atento.
Dedique-se à atividade física
Dedique os seus tempos livres para realizar alguma prática de atividade física. Procure exercitar-se em locais que lhe permitam o contacto com a natureza. Como por exemplo, uma caminhada à beira-mar, permita que as ondas molhem os seus pés, enquanto caminha. Ao mesmo tempo, inspire e expire calmamente, e vá deixando para trás tudo o que lhe for desconfortável e incómodo, aproveite essa caminhada para revitalizar as suas energias e fazer uma limpeza emocional em si mesmo.
Mantenha uma boa alimentação.
Uma dieta variada e saudável é a chave de ouro para uma boa alimentação e para nos sentirmos bem. Procure escolher bons alimentos, que sejam nutritivos, saudáveis, essenciais para atingir as recomendações nutricionais do seu corpo. Analise por outro lado, quais os alimentos que lhe causam desconforto e possíveis intolerâncias alimentares. Exclua-os da sua alimentação optando por outros mais adequados que sejam mais apropriados para si, trazendo-lhe a sensação de bem-estar.
Cuide da sua Saúde Mental
Sentir-se bem consigo próprio é essencial para uma boa autoestima, e para se tornar mais otimista. Procure aprender coisas novas realizar sempre atividades que gosta, que o façam sentir-se bem!

Se perante estas dicas, sente que encontra algumas limitações ou dúvidas de como promover mudanças na sua vida e adaptar a sua rotina de forma a sentir-se melhor consigo mesmo, a Clínica PSIC pode ajudá-lo na sua autotransformação através de apoio terapêutico. Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

Já agora, mantenha-se também uma pessoa positiva com estes 6 conselhos:

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