Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins

Os rins são, por excelência, o órgão do equilíbrio físico e emocional. São a morada da nossa energia essencial. A sua principal função é a filtragem das substâncias absorvidas pelo organismo, identificando quais as substâncias benéficas e que podem ser utilizadas e quais as substâncias tóxicas que precisam ser eliminadas.

Sabia que os problemas renais podem estar relacionados com a incapacidade de filtrar, desprender e eliminar factos desagradáveis do passado, como sentimentos e comportamentos?

Estas são as 5 emoções mais frequentemente ligadas aos problemas renais:

  1. Medo

Habitualmente a emoção que desequilibra os rins é o medo. Quem se sente inseguro e com medo em relação ao futuro, anda desassossegado com várias preocupações e tende a apresentar dores nos rins.

 

  1. Conflitos Relacionais

O sistema renal é composto por um par de rins, estando dependente da parceria e cumplicidade entre o par para uma correta atividade. Assim, o bom funcionamento dos rins também pode ser posto em causa no decurso de conflitos relacionais.

 

  1. Pessimismo

O saudável funcionamento renal também é afetado pelo foco excessivo nas dificuldades;

 

  1. Confusão e Angústia 

Pela falta de direção pessoal;

 

  1. Outros 

Por problemas psicológicos herdados.

 

Se quiser esclarecer dúvidas em relação a este assunto ou se pretender saber mais sobre as causas psicológicas que podem estar na origem dos seus problemas renais, entre em contacto connosco.

Se ficou com curiosidade sobre a ligação entre a saúde emocional e física, reveja o nosso artigo O stress adoece o corpo?

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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O stress adoece o corpo?

O stress excessivo pode prejudicar o nosso corpo e afetar a nossa saúde de diferentes formas e em várias áreas.

De que forma o stress pode afetar a saúde física?

Na imagem abaixo pode compreender melhor as suas possíveis implicações.

stress infográfico

O stress adoece o corpo?

 

Como posso prevenir doenças derivadas do stress?

Aprender a gerir e modular as emoções é um caminho para reduzir e eliminar o stress e todas as suas consequências. Se quiser saber mais estratégias, veja a Receita Anti-Stress ou consulte a nossa metodologia em https://www.psic.com.pt/stress/.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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7 dores no corpo com causas emocionais

Já sentiu alguma dor de costas, cabeça, ombros… sem saber qual a sua causa? É possível que, algumas dessas dores, tenham causa emocional. O nosso corpo também expressa o sofrimento emocional através de dores físicas. Aqui fica uma lista das dores que estão diretamente ligadas às emoções:

 

  1. Dor de costas – zona superior – pode estar associada à solidão, sensação de não ser amado ou desejado;
  2. Dor de costas – zona lombar – pode estar relacionada com o stress provocado por problemas financeiros;
  3. Dor de cabeça – o stress e a sensação de estar sobrecarregado podem estar na origem desta dor;
  4. Dor no cotovelo – habitualmente surge perante a resistência à mudança, quando se prende a padrões rígidos;
  5. Dor no quadril – o medo intenso da mudança pode estar relacionado com este tipo de dor;
  6. Dor no pescoço – se é rancoroso e hostil com os outros ou consigo mesmo, este é o tipo de dor que o pode afetar;
  7. Dor no ombro – é comum surgir quando tenta “carregar” nos ombros os seus problemas e os de toda a gente.

 

Porque sentimos estas dores?

Este tipo de dores representa muito mais do que um simples desgaste físico. Estas dores são o alerta do seu corpo de que algo não está bem consigo e podem mascarar problemas emocionais. Se não conseguir ultrapassar estas dores sozinho, faça um despiste médico e se as dores persistirem procure ajuda psicológica para descobrir a origem e resolver as suas dores.

Veja também o testemunho da Vera – professora de 51 anos que vive com fibromialgia há décadas.

Saiba mais sobre problemas de saúde psicossomáticos aqui.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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Filmes terapêuticos

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Os bons filmes (e os maus às vezes) podem ser terapêuticos. Promovem a eliminação de pensamentos negativos, a produção de hormonas de bem-estar, reduzem o stresse e aliviam a tristeza. Não causam dependência contrariamente aos ansiolíticos, sedativos, hipnóticos e antidepressivos. Inspirada no autor Pedro Marta Santos, sugiro algumas prescrições para:

  • INSÓNIA – O Grande Silêncio, Philip Groning, 2005

– Contra indicações: dificuldade respiratória devido a tédio instantâneo; se interromper o filme corre o risco de passar a noite acordado

– Efeitos secundários: resposta lenta; raiva repentina

– Dose recomendada: todos os dias ao deitar durante 21 dias. Interromper o tratamento quando obter o efeito desejado

  • DEPRESSÃO – Férias Frustradas, John Francis Daley, 2015

– Contra indicações: corre o risco de entrar em euforia

– Efeitos secundários: dor no maxilar e na barriga; chorar de tanto rir

– Dose recomendada: 1 vez por dia durante 6 meses. Em caso de overdose substituir a receita por outros genéricos

  • ANSIEDADE – Comer Orar Amar, Ryan Murphy 2010

– Contra indicações: Dependência extrema de hobbies

– Efeitos secundários: vontade de dar uma volta de 180° à sua vida; ficar viciado nas coisas belas que o mundo oferece

– Dose recomendada: 3 vezes por semana durante uma quarentena

  • QUANDO NÃO SABE O QUE TEM – Divertida Mente, Pete Docter, 2015

– Contra indicações: confusão mental por excesso de informação; risco de identificação com apenas uma emoção

– Efeitos secundários: perder o medo da mudança; ataque de nostalgia; chorar de tanto rir

– Dose recomendada: 1 vez por mês em regime vitalício

Este folheto terapêutico não assegura a cura dos seus problemas. Em caso de necessidade, visite um psicólogo qualificado.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Saiba como em psic.com.pt/prosocial.

 

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Jatir Schmitt – Psicóloga Clínica

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8 razões que nos levam a começar a fumar

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Ainda se lembra de como é que começou a fumar?

  1. Curiosidade, diversão e prazer – desperta interesse, facilita as interações sociais, está associado a bem-estar
  2. Irreverência – necessidade de chamar a atenção e de se comportar como um “adulto”
  3. Influência familiar – imitação de familiares fumadores e/ou presença de familiares com uma atitude reforçadora
  4. Pressão dos pares – medo de rejeição e/ou imitação para se sentir incluído num grupo
  5. Influência dos ídolos e media – passam uma imagem de poder e liberdade através do tabaco
  6. Crenças distorcidas – associação do tabaco a “benefícios”: relaxa, emagrece, melhora a concentração…
  7. Desvalorização dos riscos – apesar dos malefícios publicitados ainda há quem acredite que não será afetado
  8. Comportamento socialmente aceite – é uma droga lícita

É fácil ser seduzido pelo tabaco e muito difícil abandoná-lo. Mas é possível fazê-lo sem efeitos colaterais.

 

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Dia Mundial da Alimentação – Porque gostamos de comer

03_post_alimentacaoO ato de comer é muito importante nas nossas vidas, assumindo muitas vezes um papel central. Cada célula do nosso corpo é nutrida a partir dos alimentos que ingerimos. Mas além desta função vital, já pensou porque é que muitos de nós gostam tanto de comer?

Em bebés aprendemos que o desconforto físico na zona do estômago se pode resolver com a boca, ou seja, comendo. Quando o bebé chora, a mãe corre a acalmá-lo, muitas vezes através da alimentação, porque o medo de que o bebé possa ter fome é muito grande. Então, vamos aprendendo que os desconfortos diminuem com a ingestão de alimentos e quando adultos comemos nem sempre que temos fome, mas quando sentimos ansiedade, quando estamos triste, e ingerimos alimentos altamente calóricos, ou em quantidades muito superiores àquelas de que necessitamos.

Hoje, no Dia Mundial da Alimentação, queremos falar-lhe da importância de uma alimentação saudável, pois uma boa alimentação é a chave para uma vida equilibrada.

Muitos problemas fisiológicos ocorrem porque comemos certos alimentos em ocasiões em que o nosso corpo não necessita, o que leva a que a comida se transforme em gordura e toxinas, e não na energia que precisamos. A alimentação tem também um papel importante na promoção do bem-estar e saúde mental. Manter uma alimentação saudável rica em vitaminas, sais minerais, fibras e pobre em gorduras saturadas e açúcares, é essencial para o bom funcionamento da mente. Uma dieta equilibrada pode estimular a produção de neurotransmissores como a serotonina, que ajuda a melhorar o humor, diminuir sentimentos depressivos, ansiedade e estresse.

Para a produção dos neurotransmissores são necessários vários nutrientes presentes nos mais diversos alimentos do dia-a-dia: nozes e amêndoas ajudam na redução do estresse e melhoram a concentração e memória; leite e iogurtes desnatados contribuem para a redução da irritabilidade; laranja e maçã promovem o bom funcionamento do sistema nervoso e o combate ao estresse e fadiga; banana ajuda a combater a depressão, irritação e estresse; frutos vermelhos e ovos ajudam a melhorar o estado de humor; o mel estimula a produção de serotonina, mas por ser bastante calórico deve ser consumido moderadamente; carnes magras e peixe são ricos em triptofano, importante na produção de serotonina; aveia e centeio, hortaliças verde-escuras como espinafres e brócolos são fonte de vários nutrientes importantes para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso; soja e feijão, ricos em magnésio, são fundamentais para a vitalidade das células; chocolate com um mínimo de 70% de cacau é benéfico para o humor e para a memória; cereais integrais, chá de alecrim, camomila, hibisco, laranjeira e verde ajudam a reduzir o estresse e a dormir melhor. O chá verde deve ser consumido em moderação, uma vez que contém cafeína, que é estimulante. É importante lembrar que todos os alimentos devem ser consumidos em doses apropriadas a cada organismo.

Além dos alimentos que ingerimos, devemos também ter atenção à forma como fazemos as refeições diárias. Seguem algumas dicas que podem ajudar numa melhor digestão, com benefícios para a sua saúde em geral: coma num ambiente calmo e tranquilo; foque-se na comida; procure saborear com calma todos os alimentos; sente-se durante alguns minutos depois de terminar a refeição, antes de voltar ao trabalho ou retomar alguma atividade; coma sempre sentado, este gesto ajuda a aumentar a concentração no ato de comer e aumenta o prazer que sente; evite comer quando se sentir aborrecido, ansioso ou triste; evite comer em demasia; mastigue a um ritmo moderado.

Não há uma receita para a felicidade, mas se prestar atenção ao que come e quando come, poderá ficar mais perto dela e a sua mente agradece.

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Quando o corpo adoece nas férias

feriasDepois de um ano de trabalho, é natural ansiar pelas férias e os sinais de cansaço tornam-se ainda mais evidentes: lapsos de memória, fadiga, problemas no sono, falta de motivação e dificuldade em concentrar-se.

Na verdade, todos nós estamos diariamente sujeitos a situações externas e internas de stresse, decorrente do estilo de vida contemporâneo caracterizado pelo excesso de horas de trabalho, de barulho, de desafios ao nível intelectual e de pressão social para atingir sempre mais e melhor. Como consequência disso, o nosso corpo é afectado, prejudicando a nossa saúde física e mental.

A resposta de stresse é mediada pelo Sistema Nervoso Autónomo (SNA) e pelo eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. O hipotálamo é uma estrutura cerebral responsável por regular o sono, o apetite e equilíbrio hormonal. Estas estruturas cerebrais produzem um feedback positivo que é importante para desencadear a resposta de stresse. Esta resposta é normal, comum a todos os seres humanos e é até positiva uma vez que permite a adaptação e mobiliza para a acção que é necessário pôr em prática em determinado momento. A activação do sistema de stresse provoca uma reacção de alerta que nos deixa despertos e com energia, através da descarga de adrenalina e de cortisol (a chamada hormona do stresse). Permite que fiquemos aptos para despender uma grande quantidade de energia se tivermos de lidar com uma situação de emergência. Quando esta situação termina, o sistema de stresse deve ser desativado para que o nosso corpo possa recuperar e voltar ao seu estado normal. Contudo, quando estamos expostos a situações de tensão constantes, o sistema de stresse é estimulado repetidamente o que faz com que o nosso corpo nunca relaxe. Assim, dá-se um acumular de stresse que ultrapassa a capacidade de adaptação da pessoa, o que pode ser perigoso, pois os nossos órgãos internos ficam mais vulneráveis. Níveis elevados de stresse, repetidamente, podem ser responsáveis pelo aparecimento ou agravamento de doenças.

Quando estamos sob níveis excessivos de stresse ou, por outras palavras, quando a resposta de stresse é constantemente activada, o nosso corpo começa a enviar-nos sinais, como um pedido de socorro: tensão ou dor muscular, azia, problemas de pele, insónia, tensão arterial elevada, irritabilidade sem causa aparente, sensibilidade excessiva, ansiedade, inquietação, entre outros. Estes sintomas são uma forma de comunicação entre o nosso cérebro e o nosso organismo. Muitas vezes, não lhes prestamos atenção e ignoramos a mensagem que nos está a ser transmitida, continuando com o mesmo ritmo intenso todos os dias.

Até que chegam as férias. As férias são importantes para descansar, percebermos os nossos limites e que precisamos de recuperar energias. Muitas pessoas adoecem nas férias, logo no momento do ano em que se permitem descansar. E talvez seja este o motivo pelo qual adoecem. Durante o ano, enquanto estão empenhados no emprego, tarefas diárias, preocupações, o corpo envia os sinais que são muitas vezes ignorados. Nas férias, época em que as preocupações diminuem e o stresse associado também, o corpo vê uma oportunidade de se manifestar e como os sinais já foram tantos, agora, adoece. Não acontece repentinamente, mas é verdade que o stresse pode adoecer.

A seguir, sugerimos algumas dicas para que possa aproveitar as suas férias da melhor forma:

  • Se vai viajar, escolha um lugar que lhe permita estar consigo mesmo;
  • Procure o silêncio;
  • Esteja com amigos e pessoas que lhe fazem bem;
  • Evite discussões, faça do relaxamento o seu objetivo principal;
  • Envolva a sua família no planeamento das férias, assim garante que todos estão satisfeitos e podem desfrutar de um bom momento de descanso.

Depois das férias, espera-se que volte ao trabalho com energia, alegria e motivação. Pode implementar pequenas mudanças na sua vida que podem ajudar a atenuar ou a evitar os efeitos negativos do stresse:

  • Criar pequenos momentos de descanso ao longo do ano, em vez de esperar apenas pelas férias para descansar;
  • Dedicar-se a actividades agradáveis, como um hobbie de que goste;
  • Praticar actividades que envolvam movimento como a dança, desporto, caminhadas;
  • Meditar;
  • Alimentar-se de modo saudável;
  • Fazer uma boa higiene do sono.

Ao incluirmos estes hábitos na nossa rotina diária, estamos a criar um escape para a tensão quotidiana e a permitir que o nosso corpo e cérebro descansem. Uma vida saudável é mais importante do que o poder ou a riqueza. Identifique o que realmente lhe faz bem e faça disso um objetivo diário.

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Stress e trabalho: Síndrome de Burnout

trabalho

Quando o trabalho é prazer, a vida é uma grande alegria. Quando o trabalho é dever, a vida é uma escravidão.

– Máximo Gorki

 

 

Acorda todos os dias com boa disposição para ir para o trabalho? Ou, pelo contrário, sente que é mais um sacrifício que tem de fazer e um dever a cumprir? Gosta do que faz? E do ambiente no local de trabalho?

 

O trabalho além de constituir uma fonte de rendimento, é importante para a autoestima e é um meio através do qual é estabelecida a maior parte dos contatos sociais.

Por outro lado, pode ser uma fonte de stresse, devido à precariedade de alguns empregos, à necessidade de ganhar dinheiro mas não gostar do que faz, ao excesso de horas de trabalho, aos conflitos interpessoais como má comunicação com colegas e chefias, devido a práticas da empresa que podem ir contra os seus princípios, entre outras. Estes fatores podem ter um impacto negativo no ambiente familiar e social, saúde física e mental do trabalhador, bem como no próprio funcionamento do local de trabalho e produção da empresa. Se a pessoa percebe uma falta de controlo sobre o grau de exigência das tarefas que tem de desempenhar, maior será o stress que sente.

A crise financeira, a intensificação dos ritmos de trabalho e a era da informação que caracteriza a nossa sociedade levando as pessoas a estarem ligadas 24h por dia, comprometem a saúde, o bem-estar e a produtividade. O stresse laboral afeta um quarto da população ativa e é responsável por mais de metade dos dias perdidos por faltas. O excesso de trabalho mata, ou pode ir matando lentamente.

Todos nós já sentimos alguns níveis de stresse em períodos mais difíceis no trabalho, mas que não se prolongaram no tempo nem nos levaram à exaustão. No entanto, existem pessoas que atravessam esta realidade diariamente, falamos de Burnout.

O Burnout é um estado de exaustão física, emocional e mental provocado pelo envolvimento, a longo prazo, em situações emocionalmente desgastantes relacionadas com o trabalho. Pessoas com expetativas, motivação e investimento pessoal elevados e idealização acerca da sua profissão e contexto de trabalho, estão mais predispostas a experienciar um estado de elevada tensão emocional e/ou física. Isto pode acontecer devido a não se sentirem apreciadas e valorizadas nas suas funções, desenvolvendo um sentimento de fracasso em relação aos objetivos que idealizaram.

Este estado de exaustão pode manifestar-se de diferentes formas:

  • Estado crónico de fadiga;
  • Esgotamento;
  • Cefaleias;
  • Alterações no sono e peso;
  • Dores musculares;
  • Distúrbios gastrointestinais;
  • Aumento do consumo de tabaco e café;
  • Consumo de bebidas alcoólicas ou tranquilizantes para combater o estado em que se sente;
  • Agravamento de doenças crónicas já existentes;
  • Isolamento;
  • Mudanças de humor bruscas;
  • Dificuldade de concentração;
  • Lapsos de memória;
  • Ansiedade e depressão;
  • Baixa autoestima;
  • Sentimentos de fracasso.

Devido a estas manifestações, a pessoa tem tendência a isolar-se mais no meio de trabalho, podendo criar-se um ambiente de hostilidade, de desconfiança e de desrespeito entre colegas e superiores, gerando um ciclo que agrava ainda mais o estado de exaustão.

Se se identifica com as manifestações da síndrome de Burnout, pode modificar o seu estilo de vida, começando por fazer uma boa gestão do seu tempo. Pode consegui-lo dividindo o seu tempo em três partes: o horário de trabalho e tarefas associadas, a sua vida pessoal, introduzindo momentos de descontração e lazer, prática de exercício físico, convívio com a família e amigos, e as horas de descanso. Assim, evita que o foco da sua vida seja apenas o trabalho e as dificuldades que enfrenta nessa área. Uma forma de olhar para o período difícil que atravessa é encarar a crise como uma fonte de crescimento pessoal. Avalie o que constitui o problema e quais os recursos que tem para lidar com ele. Procure ajuda para desenvolver aptidões pessoais que lhe permitam lidar com a situação e, se possível, modificar as condições de trabalho ou alterar o rumo da sua vida profissional. Gostar do que fazemos contribui muito para a nossa motivação no trabalho. É importante que a profissão que escolhemos tenha um significado pessoal e contribua para o sentimento de que estamos a cumprir a nossa missão de vida.

 

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