Como a música pode ser essencial na terapia

O Dia Europeu da Música celebrou-se pela primeira vez em 1982, em França. Foi escolhido o dia do solstício de verão com o objetivo de trazer a música e os músicos para a rua como forma de celebração.

Celebrar o dia da música é relembrar a importância dos sons e de como a música é utilizada para relaxar, expressar, dançar, celebrar, descansar, entre outras. Está presente nas lembranças mais tristes e mais alegres e ajuda na exploração de sentimentos.

 

Já reparou que os ritmos de um festival podem fazê-lo desprender-se das inibições, ou como as sinfonias de Beethoven o podem emocionar?

A música tem o poder de fazer sentir emoções, evocadas pela ativação de áreas especificas do cérebro, como por exemplo: córtex, amígdala, hipocampo, etc. Estas áreas são ativadas positivamente se trabalhadas com a música. Quando ouve uma música que realmente gosta, o seu cérebro liberta uma substância chamada dopamina e cujos os efeitos são sentidos ao nível:

  • Humor
  • Atenção
  • Concentração
  • Memória
  • Criatividade
  • Gestão da ansiedade
  • Redução do stress

 

A música vai além daquilo que conseguimos ouvir…

Para além de provocar reações como arrepios, risos e lágrimas, a música também pode diminuir a resposta física e psicológica ao stress e ansiedade, reduzindo a pressão arterial, a frequência cardíaca e gerando modificações nos níveis de cortisol e adrenalina no sangue.

Por esse motivo, a música tem vindo a ser utilizada como ferramenta terapêutica, seja colocada diretamente durante uma sessão ou utilizada como fundo para outro elemento central, como relaxamento e meditações, através de sons como as batidas binaurais.

 

O que são batidas binaurais?

 Este método estimula o cérebro usando sons de duas frequências diferentes, que são apresentados separadamente, um para cada ouvido. Quando o cérebro deteta a variação de fases, tenta conciliar essa diferença sincronizando o funcionamento dos hemisférios esquerdo e direito. Estudos continuam a ser feitos, mas a evidência mostra que as batidas binaurais ajudam a induzir o foco e auxiliam a entrada em estados de relaxamento e sono.

 

Curiosidade: Já ouviu alguém dizer que é capaz de ver a cor e sentir o gosto de um som?

Trata-se de uma experiência sinestésica onde o cérebro liga os sentidos de maneiras incomuns, tornando possível sentir o gosto de uma sinfonia, por exemplo. Muitos artistas já relataram experiências sinestésicas como Wassily Kandinsky, Vincent Van Gogh, David Hockney, Eddie Van Halen entre outros que, de certa forma, usaram as suas perceções sinestésicas para produzir os seus trabalhos artísticos.

A mesma música pode ser percebida como transparente, numa sinestesia visual, ou leve, numa referência tátil. Além de cores, são muito comuns na descrição de eventos musicais referências como densidade, pressão, movimento, calor e textura.

 

Veja o vídeo com a história de Elisabeth Sulston, uma mulher que consegue ver cores e sentir o sabor das notas musicais:

https://www.youtube.com/watch?v=TtN4-GeDuCc&feature=youtu.be

 

A PSIC faz uso das potencialidades dos sons, como na terapia do DOS®, para ampliar os resultados ao nível do bem-estar geral. Aproveite para tirar tempo para si, estimulando da melhor forma os seus sentidos e a harmonização dos níveis energéticos, através de uma experiência do DOS®, ao som de batidas binaurais. Contacte-nos para receber um voucher para usufruir de dia 22 a 30 de junho.

 

 

“A música dá alma ao universo, asas à mente, fuga à imaginação e vida a tudo”- Platão

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