Como tratar ou evitar o burnout?

A palavra burnout, de origem inglesa, deriva das palavras burn (queimar) e out (fora). No sentido literal da palavra, este termo pode significar ser consumido de dentro para fora. O termo burnout foi pela primeira vez mencionado na literatura por Freudenberg, em 1974, referindo-se a uma “síndrome frequente nos profissionais de saúde, como consequência da tensão emocional resultante do contacto direto com pessoas que apresentavam problemas”.1 Na década de 80, alguns autores, como Maslach e Jackson, estenderam a designação de burnout a profissões de ensino e de ajuda e definiram burnout como “um cansaço físico e emocional que leva a uma perda de motivação para o trabalho, que pode evoluir até ao aparecimento de sentimentos de fracasso”.1 Para além disso, ainda identificaram três dimensões: exaustão emocional, despersonalização e redução de realização pessoal.

O burnout pode ser entendido como um esgotamento dos recursos da pessoa para lidar com as exigências apresentadas, gerando um stress intenso. O cansaço é de tal forma extremo, que o deixa sem força para prosseguir com as funções habitualmente exercidas.

No dia 28 de maio de 2019 a OMS2 reconheceu a síndrome de burnout, não como doença, mas como um fenómeno ocupacional, considerando o burnout como uma “síndrome conceituada como resultante do stress crónico no local de trabalho que não foi gerido com sucesso”, sendo que só deve ser aplicada ao contexto ocupacional e não a outras áreas de vida. Segundo a OMS, a síndrome de burnout é então expressa em três dimensões:

  • Sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia
  • Aumento do distanciamento mental do próprio trabalho ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho
  • Redução da eficácia profissional

Se o burnout está relacionado com o stress no trabalho, como é possível combatê-lo? O Biofeedback é um método de treino psicofisiológico efetuado por equipamentos, onde é possível aceder ao seu inconsciente e trabalhar desequilíbrios energéticos e de saúde, como por exemplo, o stress. Este método faz uma recolha de informações sobre o que está a acontecer no corpo, num determinado momento, e ajuda a melhorar a sua saúde física e psicológica para uma possível mudança de comportamento. Os sistemas de Biofeedback disponibilizados na Clínica PSIC são o SCIO e o DOS®.

O sistema de Biofeedback SCIO é um equipamento eletrofisiológico, baseado num programa de inteligência artificial, que adquire informação bioenergética. O sistema deteta e recolhe informações do estado geral da sua saúde e engloba quatro dimensões: física, mental, emocional e energética. Para além de detetar, permite identificar, interpretar e corrigir os padrões dos riscos.

O fundamento terapêutico do SCIO é sustentado por cinco estágios em que o desconforto pode ocorrer:

  1. Identifica e remove os stressores
  2. Trata os órgãos afetados
  3. Elimina bloqueios ao fluxo natural da vida
  4. Reduz sintomas e sofrimentos
  5. Repara a tendência constitucional e metabólica dos padrões disfuncionais e hábitos

O sistema de Biofeedback DOS® consiste num dispositivo constituído por vários discos, com circuitos impressos interligados com metais preciosos puros, que são aplicados nos centros neuro-energéticos do corpo. O DOS® é um sistema terapêutico não invasivo, seguro e eficaz que promove e bem-estar e a harmonização de todos os níveis energéticos do organismo vivo. A aplicação do DOS®:

  • Possui um efeito antisstress
  • Melhora a vitalidade física
  • Produz maior clareza mental
  • Equilibra as emoções
  • Melhora a qualidade do sono

Os sistemas de Biofeedback – SCIO e DOS® – são autónomos e devem ser aplicados por um profissional qualificado.

Além do trabalho contínuo da parte emocional, cognitiva e comportamental é necessário que faça uma mudança no seu modo de vida, de forma a perpetuar os resultados. Contacte-nos para mais informações e prolongue o efeito revitalizante das férias durante o seu ano de trabalho!

 

Fontes:
1 Burnout numa amostra de psicólogos portugueses da região autónoma da Madeira – Liliana Roque & Luísa Soares
2 World Health Organization – https://www.who.int/mental_health/evidence/burn-out/en/

 

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